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Sobre relacionamento, vidas vividas e vidas postadas

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por EDUARDO CABRAL

Já faz um tempo que venho trocando ideias sobre relacionamentos com meus amigos e conhecidos. Faz tempo que tenho conhecido gente que me notificou pela tela, sendo amigo/amiga de alguém – com interesse ou não, ou através de qualquer aplicativo, como InstagramTinder e sei lá mais o que. Faz tempo que ando exausto desta intensa superficialidade cheia de maquiagem que, geralmente, só tenta esconder esse nosso desespero de encontrar, como se fosse uma atualização qualquer, alguém para compartilhar algo de forma mais íntima e sincera – sem tantos filtros.
Me vejo sempre colocando o mesmo exemplo, relembrando meus primeiros namoros com ar de nostalgia, onde os problemas que existiam, apesar de banais, eram SEMPRE reais, afinal, faziam parte da rotina do casal, eram autênticos, no geral, envolviam sentimentos e sensações bobas que logo que compartilhadas, já era conversadas e acertadas, mas, hoje em dia, com todas as mil e uma opções e ofertas de novas e infinitas possibilidades, parece que precisamos praticar o desapego e a intensidade que se tornou algo descartável e com prazo, ganhou a validade de ser uma noite, um jantar, alguns dias, semanas e por ai vai, e digo isso se baseando nos meus próprios exemplos, nada de apontar o dedo para os outros.
Parece que todo mundo procura alguém, quer alguém para – de fato – compartilhar o dia-a-dia fora da rede social, o de verdade, aquele cheio de frustrações, reclamações, cansaço, que tem SIM uma pontinha de fofoca, de medos, receios e, geralmente, é recheado de inseguranças, mas com tantas timelines para preencher e gente para mantermos atualizados sobre nossas incríveis relações e rotinas, parece que nos falta tempo de arriscar, na verdade, de se frustrar – de verdade. Parece que preferimos cultivar a colheita invisível ao invés de focar, lapidar e viver um relacionamento que sim, pode ter problemas e que sim, é real, vai impor e construir novas barreiras, vai frustrar, chatear e dar trabalho físico – não só tecladinhas, por qualquer sensação temporária que a medicina digital consegue nos proporcionar.
Hoje em dia ando com muita preguiça das conexões, não aguento mais a superficialidade do ‘vamos se ver’, acho que tornou-se algo que não consigo mais digerir. Tenho tentado me esforçar para encontrar quem eu quero, ver quem eu desejo, ser sincero com quem preciso e me desfazer de conexões que não são relações. Ando tentando converter todo o espaço entupido de relações em espaços vazios, aberto a relações, que ocupam mais e demandam mais, mas que cresçam, afinal, a conexão é só uma troca, a relação não, é um crescimento.
A internet tem praticamente a função de nos distrair, apesar do cunho informativo, deveríamos admitir que utilizamos como puro entretenimento, achar que aqui se funda e se mantém algo real é pura fantasia. Aqui nos conectamos, nos entretemos enquanto estamos fazendo algo meia boca na vida real, nutrimos conexões apostando para que se tornem relações, OU NÃO, nutrimos apenas pelo vagabundo luxo de se manter ativo, se sentir querido, desejado, disputado ou, pior, melhor que os outros.
TINDER; INTERNET E O PARADOXO DA CÔMODA RELAÇÃO DE BOLSO
Fico pensando em quantas mulheres já conheci pelo Tinder, aplicativo que, no início, era cheio de preconceito por todas as pessoas que ridicularizaram a dinâmica; de fato, ali é um açougue humano, mas dali tirei contatos interessantes, aprendi com muitos desesperos que presenciei em precipitados jantares e saídas que fiz, mas também conheci pessoas incríveis e outras nem um pouco incríveis, mas a ideia de que aquilo ali é 100% glacê, assim como os avatares que nutrimos aqui para parecer mais legal para os outros, é pura balela. Ali encontra-se a nossa essência, em desespero, é como se ali traduzisse todo o nosso medo da solidão, onde entre a esquerda e a direita, jogamos nosso futuro relacionamento, se baseando em fantasia, fotos, imagens, descrições editadas e ideias que projetamos para que a gente arrume ou conheça alguém legal, alguém que, no fim das contas, no tire dali, nos faça desativa essa conta maluca no aplicativo e, quem sabe, faça essa vontade doentia de alimentar a internet com uma editada edição sobre nós, diminua…
Todo ser humano tem medo de morrer sozinho, isto é um fato, vivemos numa busca por um outro alguém e por uma aceitação por quem gostamos, porém, com tantas pessoas olhando tudo aquilo que você tecla, digita e posta, será que não estamos buscando um alguém tão plural que, nessa imensa rede de opções, não estamos sabotando a relação pela pura vaidade de cultivar conexões e possibilidades para manter nosso – agora digital – ego sempre massageado? Afinal, são tantas pessoas diferentes nos olhando, observando, dando scroll e nos curtindo que, para agradar todos só existe um jeito: deixar de ser aquilo que somos.
É engraçado admitir e escrever isso, acredito que muitos podem até se identificar, mas nunca iriam admitir, afinal, isso não seria coerente com a timeline bem sucedida de quase nenhuma das redes sociais que estes administram, por isso, é válido registrar: vida vivida não é, geralmente, a vida postada.

Eduardo tentou mas não conseguiu produzir uma biografia que não fosse clichê. Tentando fugir dos rótulos que acabavam por se apropriar de cada nova teclada para se apresentar, a ausência de uma biografia sincera e que - na teoria, descreveria quem ele realmente é, acabou por se tornar sua provisória solução.

18 estatísticas de marketing que você não pode ignorar

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Para quem é fã de estatísticas, segue uma boa apresentação sobre alguns números da internet. Podem ajudar quando for montar seus slides!

Interessante como a internet tem transformado nossa visão de mundo, nosso comportamento.




Pesquisa: Brasileiros são os que mais assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo

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"Hábito é compartilhado por 
64% dos usuários do país"

Multicanais


Uma pesquisa da IPSOS realizada nos Estados Unidos, Espanha e países latino-americanos apontou que os brasileiros são os que mais assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo. No total, 64% dos entrevistados do Brasil afirmaram que realizam o chamado consumo simultâneo. A média em outros países ficou em 60%.

Ainda segundo o levantamento, entre os brasileiros com este hábito, 7% tem o maior foco na televisão; 44% conseguem dividir a atenção entre a TV e os demais aparelhos e 49% tem como foco principal a internet.

Curiosamente, entre Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Espanha e hispânicos nos Estados Unidos, o Brasil é o país com menor acesso à internet via smartphone durante o consumo de TV: apenas 3%. Já no Chile, o índice chega a 16%. No acesso via tablet, quase todos os países ficam na faixa entre 1% e 2%, destacando-se apenas os Estados Unidos e Espanha, com 6%.

Promoções por Internet são as que mais atraem o consumidor, aponta pesquisa da GfK

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Cerca de 1/3 dos que consumidores que costumam participar de concursos ou sorteios participam por meio do site da empresa na Internet. Entre os entrevistados de faixas etárias mais jovens e das classes A/B, a adesão pela Internet é ainda maior


Dados de uma pesquisa realizada pela GfK, 4ª maior empresa de pesquisa de mercado no Brasil e 4º maior grupo mundial do setor, apontam que  25% dos consumidores (ou 1 a cada 4) costumam participar de promoções tipo sorteio ou concurso.

Os mais jovens apresentam o índice mais alto de participação: 28% na faixa etária de 18 a 24 anos e 30% na faixa etária de 25 a 34 anos.  Entre os mais velhos, acima dos 56 anos, o índice cai para 18%.

Dos 25% que afirmam participar de promoções, 34% fazem isso pela internet (se cadastrando no site da empresa/marca promotora).

Os entrevistados apontam ainda a participação via Correio (juntando embalagem ou recortando código de barras, por exemplo), 29%; via SMS/torpedo, 26%; e via mídias sociais (Orkut, Facebook, Twitter, Youtube etc.), 16%.

Veja no gráfico abaixo os meios de participação por faixa etária. À medida que a faixa etária vai aumentando, a participação via site na Internet vai deixando de ser a forma mais usada, sendo substituída pela participação por correio. Já a participação por meio das mídias sociais se destaca fortemente na faixa etária dos 18 aos 24 anos.



Na comparação por classe social, a participação via site na Internet na classe A/B (43%) se destaca muito mais que na classe C/D (25%). Veja no gráfico abaixo.

O estudo consultou, em maio deste ano, 1.000 pessoas, a partir dos 18 anos, de nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém) e três capitais (Brasília, Goiânia e Manaus).

As melhores práticas para contra-ataque às ações de crackers

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Por José Antunes*

VirusToda ação vinda de grupos de crackers tem como objetivo principal demonstrar a força desses grupos e até mesmo criar pânico. Com relação aos recentes ataques promovidos em junho deste ano envolvendo sites de diversos governos, entre eles, alguns do Brasil, não podemos dizer que seja um terrorismo virtual, mas, pela característica desses ataques, fica claro que esses grupos buscam prejudicar a credibilidade dos governos no que diz respeito à segurança e à disponibilidade dos serviços.

Este artigo pretende informar aos usuários de todas as esferas (corporativos, governamentais e consumidores) o que são essas ameaças e ataques, para que, conhecendo o propósito dos crackers e como atuam, esses usuários estejam cada vez mais preparados para a prevenção e o contra-ataque. O objetivo é viabilizar a utilização das tecnologias da maneira mais segura possível, analisando e explicando as ramificações das ações dos crackers. Vale lembrar aqui que o termo hacker, mal-empregado em muitos casos, está sendo amplamente utilizado em relação aos recentes ataques. Entretanto a verdadeira denominação para invasores de computadores é cracker, que designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar de forma ilegal ou imoral os sistemas.

Nos últimos 12 meses observamos um período de transformação e evolução na cibersegurança. Também foi possível identificar o aumento dos ataques dirigidos, mais sofisticação e com foco na obtenção de dados, inclusive com o crescimento no número de ataques direcionados aos novos dispositivos móveis.

A grande maioria dos recentes ataques de crackers, nos últimos dias, refere-se ao tipo de ataque distribuído por negação de serviços (cuja sigla em inglês é DDoS – Distributed Denial of Service).O  ataque utiliza uma série de computadores escravos ou robôs (bots) espalhados pela Internet que, geralmente, pertencem a consumidores, entre os quais há aqueles que desconhecem padrões básicos e necessários de segurança, além de utilizarem, em alguns casos, programas ilegais. Nessa situação, boa parte desses programas carrega algum tipo de código malicioso (malware) que pode funcionar como “ladrão” de senhas de banco, como cavalos de Troia, e, nos ataques recentes, como bots.

Diferentemente dos vírus antigos, os bots não causam nenhum tipo de lentidão ou problema no computador. A ideia por trás dos bots é que estes fiquem escondidos em algum local do computador até que recebam, via Internet, um comando dos crackers para entrarem em ação. Quando os bots recebem esse comando, milhares deles vão acessar ao mesmo tempo um determinado site, por meio de acessos legítimos ou não. Todo site tem um limite de conexões simultâneas e a velocidade de resposta está diretamente ligada ao tamanho do link que esse site possui na Internet. Quando o número de conexões dos bots é maior que o suportado pelo site, ou quando há limitações de processamento das conexões pelos sistemas o site fica indisponível para acesso, devido à sobrecarga gerada pelos computadores-bots.

Outro tipo de problema detectado também a partir dos recentes ataques de grupos de crackers é o vazamento de informações, viabilizado pela existência de sistemas vulneráveis dentro dos ambientes tecnológicos atacados. Podem ocorrer em qualquer sistema, desde servidores de Web a servidores de bancos de dados ligados à Internet, sendo possível passarem despercebidas aos olhos do usuário corporativo. Existem hoje ferramentas disponíveis para auxiliar na manutenção desses sistemas, de modo a automatizar a detecção de problemas, sejam eles devidos à falta de aplicação de correções (patches) ou a erros de configuração. É importante notar que muitas das informações divulgadas por esses grupos como resultado de seus ataques são na verdade informações públicas disponíveis e acessíveis em sites ou mesmo realizando uma simples busca na Internet. Portanto, até agora, os dados não foram obtidos por meio de um ataque mais sofisticado que visaria a roubo ou vazamento de informações.

Vimos em alguns dos ataques a sites governamentais, por exemplo, uma pichação virtual (defacement), que consiste em modificar a página inicial dos sites colocando uma marca existente há muito tempo na Internet e aproveitando-se das vulnerabilidades ou falhas de configuração dos sistemas. Essa é a forma mais explícita de ataque que aponta para a existência da vulnerabilidade.

Já em relação às infraestruturas críticas de governos e corporações, as soluções e ferramentas de análise de vulnerabilidades em servidores Web, bancos de dados, aplicativos e sistemas operacionais disponíveis ajudam os usuários governamentais e corporativos a automatizarem o processo de manutenção da segurança. A combinação de soluções de prevenção de intrusão de sistemas, de ferramentas de análise de vulnerabilidades, de sistema de reputação em nuvem fornece as informações sobre endereços de protocolos de Internet (os IPs), de aplicações e domínios, em tempo real, constituindo-se em um conceito avançado de defesa contra ameaças que beneficia as infraestruturas críticas de governos, bem como aquelas de empresas de todos os portes e segmentos. As tecnologias aliadas aos links redundantes das infraestruturas críticas, às  políticas de segurança dos órgãos governamentais e das empresas, mais o envolvimento dos provedores de telecomunicações, possibilitam criar proteção e a segurança proativa de vital importância para a contenção de ataques futuros.

Aos consumidores, para os quais a transformação de seus computadores em bots pelos crackers é imperceptível, a melhor maneira de se protegerem e não fazerem parte desse “exército” de computadores necessários para ataques distribuídos de negação de serviços é adotar um programa antivírus e um firewall pessoal em suas máquinas. É importante que o consumidor mantenha seu antivírus sempre atualizado e evite clicar em links recebidos em correios eletrônicos e nas mensagens instantâneas enviados por desconhecidos. E, se ele receber links de pessoas conhecidas, deve confirmar, sempre, com elas a origem desses links.  Assim, poderá navegar e realizar suas atividades na Internet com tranquilidade, uma vez que estará protegido.

 *José Roberto de Oliveira Antunes é gerente de Engenharia de Sistemas da McAfee do Brasil. Formado em Ciência da Computação pela Universidade Paulista – Unip –, atua na área de segurança da informação há mais de dez anos como engenheiro de sistemas, tendo obtido experiência atuando nos maiores fabricantes do segmento. Especializou-se e certificou-se em áreas específicas – TCP-IP e Cisco – pela Global Knowledge, entre outras entidades.




Pesquisa da GfK: principais usos da Internet com fins particulares

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Grande parte dos brasileiros que usa a internet com fins particulares dedica de 1 a 2 horas do dia para quatro principais finalidades: troca de emails, leitura de notícias, acesso a informações gerais em sites de busca e acesso a mídias sociais. 

 As informações fazem parte de um estudo realizado pela GfK em nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém) e três capitais (Brasília, Goiânia e Manaus). 

 A troca de e-mails com familiares ou amigos foi citada por 44% dos entrevistados como o principal uso da internet. As mulheres são as que mais têm esse hábito, 51%, contra 38% dos homens. A leitura de notícias teve 40% de citações e o costume é mais comum para os que têm mais de 56 anos (59%), enquanto que o percentual cai para 31% entre os mais jovens, com idade dos 18 aos 24 anos. As mídias sociais também estão entre os usos mais frequentes (39%), sendo que entre os mais jovens esta porcentagem é bem mais alta: 61% na faixa etária entre 18 a 24 anos e 47% na faixa de 25 a 34 anos. Também com 39% de citações aparece a busca de informações gerais em sites como Google, por exemplo. 

O uso da Internet para compras online ainda é restrito (9%), apesar do grande crescimento do comércio eletrônico apresentado nos últimos anos. Sobre o tempo que dedicam para o uso particular da web, 40% dos entrevistados afirmam que reservam de 1 a 2 horas por dia para esta atividade, 18% usam menos que uma hora por dia e 19% não usam a Internet todo dia.

 


Goodyear estreia canal de conteúdo

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A Goodyear acaba de estrear seu primeiro Branded Channel na internet brasileira http://goodyear.jalopnik.com.br. A plataforma de comunicação idealizada pela Y&R marcará a parceria da empresa com o site Jalopnik Brasil, considerado uma referência mundial em conteúdo sobre o universo automotivo e que acaba de iniciar suas atividades no país.

Com objetivo de intensificar a presença da marca na internet e estabelecer maior interatividade com seus consumidores, o canal customizado oferecerá diariamente aos amantes de carro notícias e curiosidades sobre inovação e tecnologia para automóveis. A página também vai disponibilizar informações sobre produtos da Goodyear e competições patrocinadas pela empresa como, por exemplo, Stock Car e Nascar. O design do Branded Channel e as peças online que vão direcionar os internautas para o site foram desenvolvidos pela Energy, agência responsável pela comunicação digital da empresa, em parceria com a Y&R e com a Spicy Media, empresa focada em conteúdo, detentora da marca Gizmodo no Brasil.

Órgão regulador aprova 'maior mudança na internet' em 40 anos

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Icann aprovou o uso de caracteres não-romanos nos endereços da rede.
Da BBC


A Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), o órgão americano que administra a internet e os nomes dos sites, aprovou nesta sexta-feira (30), em Seul, na Coreia do Sul, o uso de caracteres não-romanos nos endereços da rede.

A medida está sendo considerada pela Icann como "a maior mudança na internet desde que foi inventada, há 40 anos", e reconhece o caráter global da rede.

A proposta foi aprovada em primeira instância em 2008, e permitirá que endereços sejam escritos em árabe, chinês ou japonês, por exemplo.

A agência passará a aceitar inscrições já em 16 de novembro e os primeiros domínios escritos em outros alfabetos já começarão a aparecer no início de 2010.

'Identidade'
Segundo o porta-voz da Icann Rod Beckstrom, "mais da metade dos 1,6 bilhões de usuários de internet em todo o mundo usa outros alfabetos que não o latino".
De acordo com o órgão, a nova medida ajudará esses usuários a manter sua identidade cultural no futuro. "Esta mudança é muito necessária para os futuros usuários, na medida em que a internet continua a se expandir", completou Beckstrom.

"O que criamos é um diferente sistema de tradução. Temos confiança de que ele funciona porque o temos testado por alguns anos", disse Peter Dengate Thrush, da comissão encarregada de supervisionar o processo.

O sistema transforma endereços comuns, como "bbc.co.uk" em uma série de números que são posteriormente traduzidos para outros alfabetos.

Alguns países como China e Tailândia já introduziram sistemas que permitem que usuários escrevam endereços da rede em seus próprios idiomas, mas estas iniciativas não foram aprovadas internacionalmente ou funcionam em qualquer computador.

A internet acelera a midiatização da vida política

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O fortalecimento da pré-canditatura de Barack Obama na campanha eleitoral para a sucessão do presidente George W. Bush está prestes a se tornar um marco na história da política mundial porque o senador democrata usou intensivamente a internet como ferramenta para conquistar adeptos.

Em matérias de eleições primárias nos Estados Unidos, esta é a primeira vez que canais de comunicação online como o YouTube (vídeos), weblogs (textos), podcasts (áudio), telefones celulares e os sistemas interativos (comunidades virtuais, listas de discussão, fóruns e correio eletrônico) conseguem criar um fenômeno político capaz de neutralizar a influência eleitoral da mídia convencional, majoritariamente simpática à senadora Hillary Clinton.

Mas a ascensão da internet como ferramenta eleitoral não representa apenas o surgimento de mais um canal de comunicação política. Trata-se da consolidação do fenômeno chamado de midiatização da política, que a maioria dos eleitores ainda não detectou, mas que já é estudado há tempos pelos cientistas políticos e pelos comunicólogos.

A entrada para valer da internet nos processos eleitorais vai acelerar enormemente a velocidade da migração da política em direção ao palco planetário da mídia porque a rede mundial de computadores está viabilizando a entrada em cena de novos atores anteriormente marginalizados por falta de opções para expressar suas necessidades e demandas.




Postado por Juliano Melo.

Co-opetição ou morte

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Houve um tempo no qual amigo era amigo, inimigo era inimigo, concorrente era concorrente, cliente era cliente e fornecedor era fornecedor. Agora, embaralhou tudo. Tem concorrente que às vezes se transforma no seu principal amigo e fornecedor. Tem cliente que pode ser seu maior concorrente em alguns casos e seu pior inimigo, em outros. Tem fornecedor que ao mesmo tempo é seu concorrente e cliente. Tem horas que o inimigo de todos é um só – impostos, por exemplo. Tem momentos em que os interesses de toda uma cadeia econômica mostram-se conflitantes. Tem ocasião em que o bloco de clientes ou dos fornecedores alinha-se em busca de um objetivo e a única saída é organizar um conjunto único de concorrentes. Sem falar que tem concorrente indireto que é pior que concorrente direto e o fato de que a dinâmica da economia leva a ecossistemas econômicos cada vez mais instáveis e efêmeros.

O que alguns estudiosos como Jeannie Novak (provavelmente a primeira pessoa a usar o termo “co-opetição”) e Adam M. Brandenburger & Barry J. Nalebuff (autor de um livro “clássico” sobre o tema) definiram, com competência, é que a complexidade crescente da vida econômica e política do presente e do futuro próximo leva à junção inevitável da competição e da colaboração em um novo sistema, mais dinâmico e inteligente.

Outro livro bastante interessante é Nascimento da era caórdica, de Dee Hock, fundador e ceo emérito da Visa, que conta a história da criação e expansão desse meio de pagamento, ao redor do qual pessoas e instituições de todas as línguas, culturas, sistemas monetários, raças e tendências econômicas e políticas se juntaram numa organização não acionária, com fins lucrativos, que movimenta atualmente mais de um trilhão e duzentos e cinqüenta bilhões de dólares e na qual os membros/proprietários interagem na mais intensa cooperação e na mais feroz competição.

O próprio fenômeno da internet é extraordinariamente co-opetitivo, pois no espaço virtual todos podem ajudar e ser ajudado por todos, colaborar e competir com todos. As regras clássicas de muitos aspectos da organização da produção, das relações econômicas, da criação e dos direitos autorais, da geração e distribuição de conhecimento e de outros aspectos relevantes da vida humana foram bastante transformados pela lógica disruptiva de grande rede digital.

Com a desregulamentação crescente e o fim das fronteiras (a esse respeito, leia a coluna Observatório do futuro, que estréia na edição de março de 2008 de About) o conceito de co-opetição torna-se ainda mais válido, aplicável e necessário.

Em nosso setor de comunicação comercial, esse tema está na ordem do dia do mercado, pois as agências descobrem que raramente conseguirão atender plenamente a um cliente; os veículos se dão conta de que pacotes multimídia podem ser mais eficazes para o anunciante; as soluções multiplataformas mostram-se as mais indicadas; e os próprios anunciantes saem da posição de compradores e começam a se transformar em vendedores de alternativas de ações mercadológicas.

Esse tema é particularmente relevante quando se constata que os anunciantes lutam contra todo o mercado de serviços de marketing para reduzir preços. E assim o fazem premidos pelo fato de que enfrentam a situação paradoxal de verbas que aumentam sempre, embora sejam relativamente menores para atender a necessidades crescentes de aquisição de espaços de mídia e de ações de marketing que, por sua vez, têm seus custos, via de regra, majorados acima dos níveis inflacionários – enquanto sua efetividade real diminui diante de um mercado mais competitivo e de consumidores que mais e mais oscilam entre a apatia e a hostilidade.

Tudo isso praticamente obriga profissionais e empresas de nosso setor de atividade a se qualificarem para dominar as competências de co-opetição, sob o risco-limite da própria morte profissional e empresarial.



postado por: Robson

IAB Brasil comemora 10 anos de vida e o crescimento da publicidade na internet

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Fundada em 1998 com a missão de incentivar, promover, desenvolver e regulamentar o uso dos meios interativos para ações de comunicação e marketing, a Associação de Mídia Interativa, atual IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil) ,completa 10 anos de existência comemorando os excelentes resultados que a mídia on-line registrou em 2007.Com uma participação de 2,8% no bolo publicitário brasileiro, a internet registrou um aumento médio de 45% nos investimentos publicitários – um total de R$ 527 milhões. O meio registrou uma audiência de 40 milhões de pessoas no País, sendo cerca de 35% pertencente à classe C, reflexo do aumento significativo nas vendas de computadores – de acordo com o IDC Brasil, no ano passado, foram comercializadas cerca de 10,7 milhões de unidades.De acordo com o IAB Brasil, a penetração da internet na Classe C tende a continuar crescendo, chegando a 40% da audiência até o final de 2008.

Com isso, a instituição estima que, até dezembro de 2008, a base de usuários chegará a 45 milhões, o que representa um crescimento de 15% em relação a 2007.“Esse crescimento reflete a qualidade da cobertura que o meio oferece para as ações de marketing, além consolidar a internet como a segunda maior mídia de massa do País”, acredita Paulo Castro, presidente do IAB Brasil e diretor geral do Terra, em comunicado enviado ao PortaldaPropaganda.com.A entidade destaca ainda a quantidade de visitantes únicos que acessaram a internet a partir de suas residências.

De acordo com o Ibope/NetRatings, em dezembro de 2007, esse número foi de 21,3 milhões. O IAB Brasil estima que, até o final do ano, atinja-se a marca de 25 milhões de visitantes únicos residenciais, crescimento de 16% em relação ao ano passado.Além dos dados de audiência e investimentos, a instituição também ressalta o crescimento da banda larga no País. Em dezembro de 2007, 79% da audiência ativa acessou a internet com conexão banda larga. Esse percentual deve chegar a 82% em 2008, segundo o IAB Brasil.



QUASE 50% DOS AMERICANOS USAM WEB PARA SE INFORMAR

Quase 70% dos norte-americanos acreditam que o jornalismo tradicional está fora de forma e perto da metade usa a Internet para se informar, de acordo com uma pesquisa online de We Media/Zogby Interactive.


Quase a metade dos 1.979 pesquisados afirmaram que sua fonte primária de notícias e informações é a Internet, número maior que os 40% do ano passado. Menos de um terço usa a televisão para se informar, enquanto 11% ouvem rádio e 10% lêem jornais.


Mais da metade daqueles que cresceram com a Internet, as pessoas entre 18 e 29 anos de idade, obtém a maioria das suas informações pela rede mundial de computadores, em comparação com os 35% entre os que têm 65 anos de idade ou mais. Adultos mais velhos formam o único grupo que prefere veículos distintos da Internet como fonte primária de informação.


Apesar de a maioria das pessoas pensarem que o jornalismo é importante para a qualidade de vida, 64% estão insatisfeitos com o conteúdo midiático em suas comunidades, diz o estudo.






Fonte:
Portal da Propaganda: http://www.portaldapropaganda.com/netmarketing/2008/03/0001
IAB Brasil: http://www.iabbrasil.org.br/interna.aspx?id_detalhe=1377&origem=0

postado por: Robson

Coca-Cola lança mega campanha no Brasil

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Um filme de três minutos, quase que um curta-metragem, nas palavras do Diretor de Marketing da Coca-Cola, é a grande aposta da Companhia para a nova campanha da Coca-Cola no Brasil. “Fábrica da Felicidade – o Filme” será lançado no dia 3 de março na TV Globo e em mais 13 canais a cabo. A campanha terá forte atuação também na Internet, no cinema e em diversas mídias externas e indoor.
Para além da mídia, a Coca-Cola terá uma embalagem especial e ações diferenciadas no ponto-de-venda. A ação é fruto de uma campanha desenvolvida internacionalmente, mas com uma boa parte desenvolvida e adaptada no Brasil. “Inovação no formato de comunicação no ponto de contato que utilizamos são fundamentais para o publico jovem”, disse Ricardo Fort em coletiva nesta terça-feira pela manhã.
Ao todo, mais de 165 mil pessoas já viram o filme da Fábrica da Felicidade pelo Youtube. Por aqui, o Diretor de Marketing está confiante no sucesso. “É uma campanha audaciosa e muito diferente do que vemos no mercado”, afirma. “Como tudo que fazemos, testamos e os resultados foram melhores que o da campanha anterior”, completa.
Haverá ainda diversas ações digitais e de mobile marketing, as quais Ricardo Fort não quis adiantar. No site http://www.cocacola.com.br/ as pessoas poderão se candidatar a uma vaga na fábrica da felicidade. “Temos investindo muito em comunicação interativa e vamos usar muito o MSN para viralizar a ação”, conta Fort, acionando que a campanha ficará no ar durante três meses.


Apresenta-se como o spot de publicidade mais ambicioso e mais longo da Coca-Cola a nível mundial e um dos mais longos a ser exibido na televisão portuguesa.



postado por: Robson

Premio Top of Mind de Internet

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"O Top of Mind de Internet é uma pesquisa que tem por objetivo conhecer e premiar as marcas mais lembradas pelos usuários quando navegam pela rede.
Dividida em vinte e uma categorias, a pesquisa realizada pelo Datafolha ouviu 2091 pessoas com 14 anos ou mais que acessam a internet, em casa, pelo menos quatro vezes por semana. Em cada categoria, foi perguntado aos participantes qual marca vem em primeiro lugar à sua mente.
A margem de erro da pesquisa, para o total da amostra, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Quando ocorreu empate, o awareness - soma dos percentuais daqueles que lembram da marca em primeiro lugar com as demais marcas lembradas, independente da ordem de lembrança - foi usado como critério para definir o vencedor.
O levantamento foi realizado entre os dias 5 e 7 de março de 2007, e foram ouvidos usuários de internet das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília.


A Iniciativa UOL


Em 2001, a Folha promoveu o iBrands, um amplo estudo produzido pelo Datafolha com o objetivo não apenas de aferir lembrança de marca mas também de traçar um perfil detalhado do internauta brasileiro e de suas opiniões sobre assuntos como publicidade online, e-commerce e spam, etc.
Em paralelo, desde 1991 o Instituto Datafolha realiza uma pesquisa para o jornal Folha de S.Paulo, com o objetivo de identificar quais são as marcas mais lembradas pelos brasileiros, conhecida como Folha Top of Mind.
Com base na iniciativa da Folha e retomando parte da idéia do iBrands, o UOL apresenta a 1ª edição do Top of Mind dedicado exclusivamente à lembrança de marca na Internet.
A intenção principal do evento é reconhecer o trabalho dos profissionais / marcas que contribuem para a valorização da Internet .
Foram pesquisadas 21 categorias de produtos e serviços que já utilizam a Internet como meio de comunicação, divulgação e branding".



Postado por Juliano Melo.