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Sobre relacionamento, vidas vividas e vidas postadas
18 estatísticas de marketing que você não pode ignorar
Para quem é fã de estatísticas, segue uma boa apresentação sobre alguns números da internet. Podem ajudar quando for montar seus slides!
Interessante como a internet tem transformado nossa visão de mundo, nosso comportamento.
Pesquisa: Brasileiros são os que mais assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo
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| Multicanais |
Uma pesquisa da IPSOS realizada nos Estados Unidos, Espanha e países latino-americanos apontou que os brasileiros são os que mais assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo. No total, 64% dos entrevistados do Brasil afirmaram que realizam o chamado consumo simultâneo. A média em outros países ficou em 60%.
Ainda segundo o levantamento, entre os brasileiros com este hábito, 7% tem o maior foco na televisão; 44% conseguem dividir a atenção entre a TV e os demais aparelhos e 49% tem como foco principal a internet.
Curiosamente, entre Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Espanha e hispânicos nos Estados Unidos, o Brasil é o país com menor acesso à internet via smartphone durante o consumo de TV: apenas 3%. Já no Chile, o índice chega a 16%. No acesso via tablet, quase todos os países ficam na faixa entre 1% e 2%, destacando-se apenas os Estados Unidos e Espanha, com 6%.
Promoções por Internet são as que mais atraem o consumidor, aponta pesquisa da GfK
As melhores práticas para contra-ataque às ações de crackers
Toda ação vinda de grupos de crackers tem como objetivo
principal demonstrar a força desses grupos e até mesmo criar pânico. Com
relação aos recentes ataques promovidos em junho deste ano envolvendo sites de
diversos governos, entre eles, alguns do Brasil, não podemos dizer que seja um
terrorismo virtual, mas, pela característica desses ataques, fica claro que
esses grupos buscam prejudicar a credibilidade dos governos no que diz respeito
à segurança e à disponibilidade dos serviços.Pesquisa da GfK: principais usos da Internet com fins particulares
Goodyear estreia canal de conteúdo
Com objetivo de intensificar a presença da marca na internet e estabelecer maior interatividade com seus consumidores, o canal customizado oferecerá diariamente aos amantes de carro notícias e curiosidades sobre inovação e tecnologia para automóveis. A página também vai disponibilizar informações sobre produtos da Goodyear e competições patrocinadas pela empresa como, por exemplo, Stock Car e Nascar. O design do Branded Channel e as peças online que vão direcionar os internautas para o site foram desenvolvidos pela Energy, agência responsável pela comunicação digital da empresa, em parceria com a Y&R e com a Spicy Media, empresa focada em conteúdo, detentora da marca Gizmodo no Brasil.
Órgão regulador aprova 'maior mudança na internet' em 40 anos
Icann aprovou o uso de caracteres não-romanos nos endereços da rede.
Da BBC
A medida está sendo considerada pela Icann como "a maior mudança na internet desde que foi inventada, há 40 anos", e reconhece o caráter global da rede.
A proposta foi aprovada em primeira instância em 2008, e permitirá que endereços sejam escritos em árabe, chinês ou japonês, por exemplo.
A agência passará a aceitar inscrições já em 16 de novembro e os primeiros domínios escritos em outros alfabetos já começarão a aparecer no início de 2010.
'Identidade'
Segundo o porta-voz da Icann Rod Beckstrom, "mais da metade dos 1,6 bilhões de usuários de internet em todo o mundo usa outros alfabetos que não o latino".
"O que criamos é um diferente sistema de tradução. Temos confiança de que ele funciona porque o temos testado por alguns anos", disse Peter Dengate Thrush, da comissão encarregada de supervisionar o processo.
O sistema transforma endereços comuns, como "bbc.co.uk" em uma série de números que são posteriormente traduzidos para outros alfabetos.
Alguns países como China e Tailândia já introduziram sistemas que permitem que usuários escrevam endereços da rede em seus próprios idiomas, mas estas iniciativas não foram aprovadas internacionalmente ou funcionam em qualquer computador.
A internet acelera a midiatização da vida política
Em matérias de eleições primárias nos Estados Unidos, esta é a primeira vez que canais de comunicação online como o YouTube (vídeos), weblogs (textos), podcasts (áudio), telefones celulares e os sistemas interativos (comunidades virtuais, listas de discussão, fóruns e correio eletrônico) conseguem criar um fenômeno político capaz de neutralizar a influência eleitoral da mídia convencional, majoritariamente simpática à senadora Hillary Clinton.
Mas a ascensão da internet como ferramenta eleitoral não representa apenas o surgimento de mais um canal de comunicação política. Trata-se da consolidação do fenômeno chamado de midiatização da política, que a maioria dos eleitores ainda não detectou, mas que já é estudado há tempos pelos cientistas políticos e pelos comunicólogos.
A entrada para valer da internet nos processos eleitorais vai acelerar enormemente a velocidade da migração da política em direção ao palco planetário da mídia porque a rede mundial de computadores está viabilizando a entrada em cena de novos atores anteriormente marginalizados por falta de opções para expressar suas necessidades e demandas.
Co-opetição ou morte
O que alguns estudiosos como Jeannie Novak (provavelmente a primeira pessoa a usar o termo “co-opetição”) e Adam M. Brandenburger & Barry J. Nalebuff (autor de um livro “clássico” sobre o tema) definiram, com competência, é que a complexidade crescente da vida econômica e política do presente e do futuro próximo leva à junção inevitável da competição e da colaboração em um novo sistema, mais dinâmico e inteligente.
Outro livro bastante interessante é Nascimento da era caórdica, de Dee Hock, fundador e ceo emérito da Visa, que conta a história da criação e expansão desse meio de pagamento, ao redor do qual pessoas e instituições de todas as línguas, culturas, sistemas monetários, raças e tendências econômicas e políticas se juntaram numa organização não acionária, com fins lucrativos, que movimenta atualmente mais de um trilhão e duzentos e cinqüenta bilhões de dólares e na qual os membros/proprietários interagem na mais intensa cooperação e na mais feroz competição.
O próprio fenômeno da internet é extraordinariamente co-opetitivo, pois no espaço virtual todos podem ajudar e ser ajudado por todos, colaborar e competir com todos. As regras clássicas de muitos aspectos da organização da produção, das relações econômicas, da criação e dos direitos autorais, da geração e distribuição de conhecimento e de outros aspectos relevantes da vida humana foram bastante transformados pela lógica disruptiva de grande rede digital.
Com a desregulamentação crescente e o fim das fronteiras (a esse respeito, leia a coluna Observatório do futuro, que estréia na edição de março de 2008 de About) o conceito de co-opetição torna-se ainda mais válido, aplicável e necessário.
Em nosso setor de comunicação comercial, esse tema está na ordem do dia do mercado, pois as agências descobrem que raramente conseguirão atender plenamente a um cliente; os veículos se dão conta de que pacotes multimídia podem ser mais eficazes para o anunciante; as soluções multiplataformas mostram-se as mais indicadas; e os próprios anunciantes saem da posição de compradores e começam a se transformar em vendedores de alternativas de ações mercadológicas.
Esse tema é particularmente relevante quando se constata que os anunciantes lutam contra todo o mercado de serviços de marketing para reduzir preços. E assim o fazem premidos pelo fato de que enfrentam a situação paradoxal de verbas que aumentam sempre, embora sejam relativamente menores para atender a necessidades crescentes de aquisição de espaços de mídia e de ações de marketing que, por sua vez, têm seus custos, via de regra, majorados acima dos níveis inflacionários – enquanto sua efetividade real diminui diante de um mercado mais competitivo e de consumidores que mais e mais oscilam entre a apatia e a hostilidade.
Tudo isso praticamente obriga profissionais e empresas de nosso setor de atividade a se qualificarem para dominar as competências de co-opetição, sob o risco-limite da própria morte profissional e empresarial.
fonte: http://www.portaldapropaganda.com/canal_rafael/2008/03/0002
IAB Brasil comemora 10 anos de vida e o crescimento da publicidade na internet

Fundada em 1998 com a missão de incentivar, promover, desenvolver e regulamentar o uso dos meios interativos para ações de comunicação e marketing, a Associação de Mídia Interativa, atual IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil) ,completa 10 anos de existência comemorando os excelentes resultados que a mídia on-line registrou em 2007.Com uma participação de 2,8% no bolo publicitário brasileiro, a internet registrou um aumento médio de 45% nos investimentos publicitários – um total de R$ 527 milhões. O meio registrou uma audiência de 40 milhões de pessoas no País, sendo cerca de 35% pertencente à classe C, reflexo do aumento significativo nas vendas de computadores – de acordo com o IDC Brasil, no ano passado, foram comercializadas cerca de 10,7 milhões de unidades.De acordo com o IAB Brasil, a penetração da internet na Classe C tende a continuar crescendo, chegando a 40% da audiência até o final de 2008.
Com isso, a instituição estima que, até dezembro de 2008, a base de usuários chegará a 45 milhões, o que representa um crescimento de 15% em relação a 2007.“Esse crescimento reflete a qualidade da cobertura que o meio oferece para as ações de marketing, além consolidar a internet como a segunda maior mídia de massa do País”, acredita Paulo Castro, presidente do IAB Brasil e diretor geral do Terra, em comunicado enviado ao PortaldaPropaganda.com.A entidade destaca ainda a quantidade de visitantes únicos que acessaram a internet a partir de suas residências.
De acordo com o Ibope/NetRatings, em dezembro de 2007, esse número foi de 21,3 milhões. O IAB Brasil estima que, até o final do ano, atinja-se a marca de 25 milhões de visitantes únicos residenciais, crescimento de 16% em relação ao ano passado.Além dos dados de audiência e investimentos, a instituição também ressalta o crescimento da banda larga no País. Em dezembro de 2007, 79% da audiência ativa acessou a internet com conexão banda larga. Esse percentual deve chegar a 82% em 2008, segundo o IAB Brasil.
QUASE 50% DOS AMERICANOS USAM WEB PARA SE INFORMAR
Quase 70% dos norte-americanos acreditam que o jornalismo tradicional está fora de forma e perto da metade usa a Internet para se informar, de acordo com uma pesquisa online de We Media/Zogby Interactive.
Quase a metade dos 1.979 pesquisados afirmaram que sua fonte primária de notícias e informações é a Internet, número maior que os 40% do ano passado. Menos de um terço usa a televisão para se informar, enquanto 11% ouvem rádio e 10% lêem jornais.
Mais da metade daqueles que cresceram com a Internet, as pessoas entre 18 e 29 anos de idade, obtém a maioria das suas informações pela rede mundial de computadores, em comparação com os 35% entre os que têm 65 anos de idade ou mais. Adultos mais velhos formam o único grupo que prefere veículos distintos da Internet como fonte primária de informação.
Apesar de a maioria das pessoas pensarem que o jornalismo é importante para a qualidade de vida, 64% estão insatisfeitos com o conteúdo midiático em suas comunidades, diz o estudo.
Fonte:
Portal da Propaganda: http://www.portaldapropaganda.com/netmarketing/2008/03/0001
IAB Brasil: http://www.iabbrasil.org.br/interna.aspx?id_detalhe=1377&origem=0
postado por: Robson
Coca-Cola lança mega campanha no Brasil
Para além da mídia, a Coca-Cola terá uma embalagem especial e ações diferenciadas no ponto-de-venda. A ação é fruto de uma campanha desenvolvida internacionalmente, mas com uma boa parte desenvolvida e adaptada no Brasil. “Inovação no formato de comunicação no ponto de contato que utilizamos são fundamentais para o publico jovem”, disse Ricardo Fort em coletiva nesta terça-feira pela manhã.

Ao todo, mais de 165 mil pessoas já viram o filme da Fábrica da Felicidade pelo Youtube. Por aqui, o Diretor de Marketing está confiante no sucesso. “É uma campanha audaciosa e muito diferente do que vemos no mercado”, afirma. “Como tudo que fazemos, testamos e os resultados foram melhores que o da campanha anterior”, completa.
Haverá ainda diversas ações digitais e de mobile marketing, as quais Ricardo Fort não quis adiantar. No site http://www.cocacola.com.br/ as pessoas poderão se candidatar a uma vaga na fábrica da felicidade. “Temos investindo muito em comunicação interativa e vamos usar muito o MSN para viralizar a ação”, conta Fort, acionando que a campanha ficará no ar durante três meses.
postado por: Robson
Premio Top of Mind de Internet
Dividida em vinte e uma categorias, a pesquisa realizada pelo Datafolha ouviu 2091 pessoas com 14 anos ou mais que acessam a internet, em casa, pelo menos quatro vezes por semana. Em cada categoria, foi perguntado aos participantes qual marca vem em primeiro lugar à sua mente.
A margem de erro da pesquisa, para o total da amostra, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Quando ocorreu empate, o awareness - soma dos percentuais daqueles que lembram da marca em primeiro lugar com as demais marcas lembradas, independente da ordem de lembrança - foi usado como critério para definir o vencedor.
O levantamento foi realizado entre os dias 5 e 7 de março de 2007, e foram ouvidos usuários de internet das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília.
Em paralelo, desde 1991 o Instituto Datafolha realiza uma pesquisa para o jornal Folha de S.Paulo, com o objetivo de identificar quais são as marcas mais lembradas pelos brasileiros, conhecida como Folha Top of Mind.
Com base na iniciativa da Folha e retomando parte da idéia do iBrands, o UOL apresenta a 1ª edição do Top of Mind dedicado exclusivamente à lembrança de marca na Internet.
A intenção principal do evento é reconhecer o trabalho dos profissionais / marcas que contribuem para a valorização da Internet .
Foram pesquisadas 21 categorias de produtos e serviços que já utilizam a Internet como meio de comunicação, divulgação e branding".









