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Pesquisa: hábito dos brasileiros e sustentabilidade

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"Brasileiro valoriza mais a sustentabilidade 
que o consumismo"


Akatu: Consumo Sustentável


O Instituto Akatu lançou nesta quinta-feira (25/4) a Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar. Trata-se da oitava edição da série de publicações sobre Responsabilidade Social Empresarial – Percepção pelo consumidor brasileiro, realizada desde 2000. O levantamento retrata um consumidor brasileiro que, mesmo em um clima econômico de mais consumo, mantém inalterados seus comportamentos cotidianos de consumo consciente, que tem mais interesse e maior conhecimento sobre sustentabilidade e sobre Responsabilidade Social Empresarial e que está mais crítico e exigente sobre as práticas das empresas nestas áreas. A pesquisa, que contou com patrocínio do Grupo Pão de Açúcar, Natura, Nestlé e Unilever, entrevistou 800 pessoas com mais de 16 anos, de todas as classes sociais e de 12 capitais e/ou regiões metropolitanas de todo o País.

Apesar de o levantamento indicar uma estabilidade do número de consumidores classificados como “Conscientes” (ver nota ao editor) – em torno de 5% da população – houve crescimento na adesão a práticas de consumo consciente, ainda que, neste momento, apenas de maneira eventual e não contínua. De 11 comportamentos considerados indicativos de consumo consciente, quando se adiciona aos consumidores que aderem “sempre” a esses comportamentos aqueles que aderem “às vezes”, oito comportamentos apresentaram aumento em relação a 2010, entre eles: planejar a compra de alimentos e roupas, desligar lâmpadas, fechar torneiras, usar o verso do papel, e ler rótulos de produtos.

Esta tendência é reforçada por outro importante resultado da pesquisa: solicitados a priorizar seus desejos, os entrevistados optaram, em uma significativa maioria, por soluções mais sustentáveis. Em cinco dos oito temas propostos (afetividade, alimentos, água, mobilidade, durabilidade, energia, resíduos e saúde), eles deram preferência a alternativas mais ligadas ao “caminho da sustentabilidade” do que as relacionadas ao “do consumismo”. Um exemplo é o tema da afetividade, que possui a maior diferença entre os consumidores que preferem o cenário mais sustentável (passar tempo com amigos e família – com índice de prioridade de 8,3 em uma escala de 0 a 10) ao invés do consumista (comprar presentes – com índice de 2,6). Vale destacar que a preferência pelo “caminho da sustentabilidade” ocorre em todas as classes sociais, faixas etárias e em todos os segmentos socioeconômicos e geográficos.

Para os brasileiros, o conceito de felicidade está relacionado à preferência pelos caminhos mais sustentáveis. Quando questionados sobre o que consideram ser felicidade, dois terços dos entrevistados indicaram que estar saudável e/ou ter sua família saudável é um fator essencial. Para 60% do público que respondeu à pesquisa, conviver bem com a família e os amigos também os aproxima mais da felicidade. Apenas três em cada 10 brasileiros indicaram a tranquilidade financeira em suas respostas sobre “o que é felicidade para você?”. “O estudo mostra que grande parte da sociedade brasileira já compartilha, mesmo que de forma difusa e pouco consciente, a noção de que, uma vez satisfeitas as necessidades básicas, a busca da felicidade implica em tomar o caminho da sustentabilidade e não o do consumismo”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

DECISÃO DE COMPRA

Ao valorizar mais o consumo consciente e as opções mais sustentáveis, o consumidor brasileiro também passou a ser mais exigente em relação à atuação das empresas. O levantamento do Akatu revela que o comportamento das empresas impacta diretamente na decisão de compra dos consumidores, que destacam cinco aspectos como motivadores de preferência ou admiração por determinadas empresas: “Não maltratar animais” (52%), “Ter boas relações com a comunidade” (46%), “Ter selos de proteção ambiental” (46%), “Ajudar na redução do consumo de energia” (44%) e “Ter selo de garantia de boas condições de trabalho” (43%). As duas práticas que mais negativamente impactam a disposição do consumidor para comprar produtos de uma empresa ou falar bem dela continuam as mesmas de 2010 e de anos anteriores: “Ter produtos que podem causar danos à integridade física dos seus consumidores” (72%) e “Fazer propaganda enganosa” (71%).

“Saber que o potencial de adesão ao consumo consciente e à sustentabilidade já se expressa nos desejos dos consumidores é um sinal de alerta para empresas e lideranças em geral, que deveriam avaliar mais profundamente suas estratégias de explorar mais ainda um modelo esgotado, insustentável e conflitante com as aspirações dos consumidores e com suas concepções de felicidade”, indica Mattar. “Sustentabilidade e responsabilidade social são e continuarão a ser pilares fundamentais para apoiar a transição civilizatória em que estamos todos envolvidos. Por isso mesmo, estes pilares devem ser incorporados às práticas reais das empresas”, complementa.

Por outro lado, a pesquisa indica que houve um aumento do ceticismo dos brasileiros com relação às empresas: o percentual de consumidores, já baixo em 2010, que acreditava incondicionalmente no que as empresas divulgam sobre suas práticas de Responsabilidade Social Empresarial caiu de 13% para 8%.

O aumento do ceticismo se relaciona possivelmente com o crescimento da compreensão sobre sustentabilidade e do interesse por informações. O contingente de brasileiros que “ouviram falar” do termo sustentabilidade aumentou de 44% para 60% em dois anos, bem como o interesse de buscar informações sobre o tema (de 14% para 24%). Quando comparado a diversos outros, os dois únicos temas que tiveram expressivo crescimento no nível de interesse do consumidor foram justamente o da Responsabilidade Social Empresarial e o da Sustentabilidade: em 2010, ambos estavam em um patamar inferior a todos os demais e, em 2012, 24% apontaram seu interesse no tema Sustentabilidade e 25% em Responsabilidade Social Empresarial, praticamente ao mesmo nível de temas tradicionais, como Empresas/Negócios (26%) e Política (30%).

Refletindo sobre o papel das empresas, Mattar apontou que “certamente há papéis fundamentais a serem desempenhados por todos os atores sociais. Mas, também é certo que as empresas têm um papel fundamental no processo, fomentando e dando concretude ao trajeto rumo a uma sociedade mais sustentável, de forma a incluir os bilhões de seres humanos ainda privados das condições básicas para a promoção de seu bem-estar e segurança material, respeitados os limites do planeta”.

PARA DOWNLOAD:
Relatório completo da Pesquisa Akatu 2012: http://ads.tt/31ST
Sumário de conclusões da Pesquisa Akatu 2012: http://ads.tt/31SV

Dispositivo purifica água com energia solar

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Uma empresa israelense desenvolveu um dispositivo que usa energia solar para purificar água poluída ou água salgada. O destilador da empresa SunDWater, prestes a chegar ao mercado, converte água suja ou salgada em água potável, sem qualquer necessidade de infraestrutura ou de uma fonte de energia externa. O dispositivo é ecológico, de baixo custo e manutenção e é dirigido às populações da África, América do Sul e Ásia.

“Cerca de 97% da água do mundo é salgada ou poluída”, diz Shimmy Zimels, CEO da SunDwater, sediada em Jerusalém.  “É por isso que cerca de 750 milhões de pessoas em 45 países têm necessidade de perfurar poços caros, comprar água engarrafada ou até mesmo usar água contaminada”.

O dispositivo foi inventado por Shimon Ben-Dor, amigo de infância de Zimels, durante a seca que atingiu Israel em 2009. A unidade protótipo, que opera em um parque perto do Mar Morto, já produz 400 litros de água potável por dia. “O conceito buscou vários caminhos antes de Shimon decidir aquecer a água e evaporá-la, restituindo a estrutura molecular original, que é o que acontece quando chove e a água evapora”, diz Zimels.

Saiba mais! 



Após 05 anos de desuso, sandália Bio Rubber Amazonas Sandals se desintegra

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Amazonas Sandals inova com sua uma linha de sandálias que contribuem para o equilíbrio ecológico do planeta. A linha Bio Rubber é desenvolvida a partir de uma borracha biodegradável vulcanizada, obtida através do látex natural extraído das seringueiras da Amazônia.

Esse material, desenvolvido pioneiramente pelo Centro de Tecnologia AMAZONAS, se degrada após cinco anos de desuso, 50 vezes mais rápido do que a borracha sintética – que leva cerca de 500 anos para ser absorvida pelo meio ambiente. Em tempo - a sandália não irá se desintegrar enquanto estiver guardada no armário. Para que ocorra a decomposição, o modelo precisa ser descartado em condições favoráveis, em um ambiente com água, gás carbônico e terra, como um aterro sanitário, por exemplo.

Além de não poluir o ecossistema, as sandálias da linha Bio Rubber são confortáveis e têm um design orgânico e arrojado. Nas versões chinelo e gladiadora, os modelos trazem as cores, estampas e grafismos inspirados nos elementos e na cultura Amazônica.

Sandália Bio Rubber Amazonas Sandals

Sandália Bio Rubber Amazonas Sandals

Meio ambiente em perigo: resíduos de Vidros Automotivos

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residuos vidros automotivos

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São jogados na natureza, mensalmente, cerca de 5 mil toneladas de resíduos de vidros automotivos, material de dificílima degradação, que vem causado sérios danos ao meio ambiente. Para agravar a situação, desse volume apenas 200 toneladas, isto é 4%, são reciclados, o restante vai para os aterros e os lixões, trazendo problemas para as pessoas e o ecossistema.


A reciclagem de vidros automotivos ainda é pequena no Brasil. NaEuropa e Estados Unidos o índice é superior a 50%.

O Projeto de Lei já foi aprovado na Senado Federal e encontra-se agora na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle – CMA, da Câmara dos Deputados e visa para responsabilizar as empresas que vendem e instalam vidros automotivos a reciclar os materiais que são descartados.


Se aprovado, as empresas do setor terão até 120 dias para se adequar à nova legislação.




Pesquisa Akatu revela que 3 a cada 4 consumidores desconfiam da responsabilidade social das empresas

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A pesquisa inédita “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial”, apresentada ontem pelos institutos Akatu e Ethos, mostra que os consumidores querem mais informações das empresas e estão desconfiados.

Apenas 13% dos consumidores acreditam nas informações sobre RSE (Responsabilidade Social Empresarial). Outros 44% disseram não acreditar e 32%, depender de qual empresa.

A pesquisa ouviu 800 mulheres e homens, com idade igual ou superior a 16 anos, de todas as classes sociais e regiões geográficas do país. O estudo completo está disponível no www.akatu.org.br


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Pesquisa Akatu 2010: fatia de consumidores conscientes permanece em 5% da população

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O Instituto Akatu e o Instituto Ethos o levantamento inédito “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial. Pesquisa 2010.”

A pesquisa ouviu 800 mulheres e homens, com idade igual ou superior a 16 anos, de todas as classes sociais e regiões geográficas do país, nas seguintes localidades:

1) Manutenção do percentual de consumidores conscientes em 5% o que, considerando-se o aumento populacional, significa um crescimento de cerca de 500 mil consumidores aderindo a valores e comportamentos mais sustentáveis.

Mas, ao mesmo tempo, constatou-se crescimento (de 25% para 37% do total) do segmento de consumidores mais distante destes valores e comportamentos, o grupo chamado de “Indiferente”.

De forma geral, o crescimento do segmento de consumidores “indiferentes” é creditado ao movimento de ascensão social e de incorporação no mundo do consumo de uma parte significativa da população brasileira.

2) O estudo revela também certa estabilidade no grupo dos “mais conscientes”, que ainda são praticamente 1 em cada 3 consumidores. Este é um grupo mais aguerrido, especialmente na internet, onde busca ativamente informações sobre RSE e sustentabilidade, e ainda é ativo em influenciar os outros. Esse grupo tem também um poder potencialmente importante para influenciar tanto empresas como outros consumidores.

3) Constata-se que praticamente metade da população estudada (49%) está desconectada sobre esse debate, qualquer que seja a chave de entrada para ele, ecologia, meio ambiente, sustentabilidade ou RSE. Se for somado a este grupo os 11% que estão apenas interessados no tema, chega-se a 60% de baixo envolvimento com esse debate.

4) Além disso, o termo Sustentabilidade desperta muito pouco interesse na população, além de ser um assunto mais abstrato e, portanto, mais difícil de ser compreendido e transformado em prática do dia-a-dia, 56% dos consumidores nunca ouviram falar em Sustentabilidade.

5) No grupo que afirma conhecer o termo Sustentabilidade, há problemas com sua definição. Uma parcela significativa (21% dos que conhecem o termo Sustentabilidade, ou 9% do total) não consegue dar nenhuma definição para ele. Outra parcela (19% do total) apresenta uma compreensão incorreta de Sustentabilidade, ligada principalmente a auto-sustento, “ter renda para sustentar a família”, “sustentar a família”, “se sustentar sozinho”.

6) Há um interesse relativamente baixo sobre RSE, quando colocada em termos simplesmente conceituais. Como decorrência deste fato, também se constata um percentual baixo de consumidores que buscam informações sobre esse tema. Do total estudado, 16% afirmam buscar informações sobre RSE. Entre os que buscam informações, destacam-se consumidores universitários e aqueles de classes A e B.

7) Os consumidores buscam se informar mais por internet e TV, mas a internet não desfruta ainda da mesma credibilidade da TV e dos jornais, estes pouco citados como fonte de informação sobre RSE, mas bem citados no quesito credibilidade.

8) Consumidores premiam empresas mais responsáveis e punem as menos responsáveis. Eles repudiam a propaganda enganosa e o tema que mais conta pontos positivos são as relações de trabalho: 80% dos consumidores apontam o desenvolvimento de alguma ação ligada à dimensão “Direito das Relações de Trabalho” como importante para que uma empresa seja considerada socialmente responsável.

9) Tendo em vista que os consumidores esperam e exigem que as empresas sejam socialmente responsáveis, deve-se pensar também no desenvolvimento de legislações e políticas públicas que, mesmo sem passar inicialmente pela compreensão e consciência do consumo, induzam nos consumidores e nas empresas comportamentos que gerem, como resultado, passos no sentido de uma sociedade mais sustentável.

10) Além das políticas públicas e soluções tecnológico-organizacionais capazes de minimizar os impactos da previsível explosão de consumo, é preciso trabalhar no redirecionamento das aspirações da sociedade como um todo. É necessário um esforço urgente e sem precedentes para dissociar “aumento contínuo do consumo” de “maior felicidade e realização”. Esta equação, que moveu (e move) o crescimento da sociedade de consumo, é incompatível com o duplo objetivo de “inclusão social com sustentabilidade”.


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Redução em 40% do uso de sacolas plásticas até 2015. Iniciativas de incentivo do consumo consciente da Abras #sustentabilidade @BlogSerRP

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A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) anuncia a meta de reduzir em 40% o uso de sacolas plásticas nos supermercados de todo o país até 2015. O objetivo da entidade é atingir 30% de redução até 2013. Além da redução das sacolinhas plásticas, a Instituição também está preparando o Manual de Condutas do Setor e a intensificação da redução do uso de gases que causam o efeito estufa (HCFC).

Veja algumas ações defendidas pela Abras:

* Redução do uso de sacolas plásticas, por meio do consumo consciente e do uso de sacolas retornáveis;

* Eliminação da distribuição gratuita de sacolas plásticas ou de qualquer material, desde que não prejudique o consumidor e as relações de consumo/comércio;

* Ampliação das ações de conscientização do consumidor para o uso correto das sacolas;
* Criação de lei para eliminar a distribuição gratuita em nível federal;

* Criação de ações do Poder Público para melhorar a coleta seletiva - evitando o uso da sacolinha no lixo.


E você? Ainda usa as danadas das sacolas para levar as compras?


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Apitaço na Santa Efigênia: Campanha Lixo Eletrônico. A meta é arrecadar 20 toneladas de resíduos eletrônicos. @blogserrp #sustentabilidade

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No dia 25 de novembro, haverá um “apitaço” no principal centro comercial de eletroeletrônicos de São Paulo, na região da Santa Efigênia. Na ocasião, serão arrecadados resíduos eletrônicos e distribuídas cartilhas de conscientização para os lojistas.

Os participantes do FlashMob têm como destino a Câmara dos Vereadores, onde farão o lançamento oficial da Campanha Lixo Eletrônico, que visa arrecadar computadores, monitores, mouse, teclados, CPUs, teclados, impressoras, placas eletrônicas, processadores, notebooks, estabilizadores, entre outros componentes eletrônicos.

Todo lixo arrecadado será destinado para o Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC) da Ocip Oxigênio, em Guarulhos/SP, que é responsável pela recepção, triagem, recondicionamento, empacotamento e entrega de equipamentos de informática. O que não é reaproveitado é destinado para empresas recicladoras parceiras, que fazem 100% do reaproveitamento do material recebido.

O período de vigência da campanha será de 90 dias, a partir da data de seu lançamento. Mais informações no site www.projetomeubrasil.com.br/lixoeletronico

O Brasil é líder em desperdício

De acordo com o Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), o Brasil é o país que mais produz lixo eletrônico entre os países em crescimento. São descartadas:

* 96,8 mil toneladas de computadores;

* 115 mil toneladas de geladeiras;

* 17,2 mil toneladas de impressoras;

* 2,2 mil toneladas de celulares (só perde para a China);

* 0,7 quilo por pessoa, ao ano, de aparelhos de TV (3º no mundo, perdendo apenas para a China e o campeão México).


Apitaço Lixo Eletrônico

Quando: 25 de novembro

Onde: Rua Santa Efigênia

Horário: 12h

Ações: Apitaço para os lojistas e distribuição de cartilhas de conscientização


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Depois dos carros, vem aí a Ducha Flex

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A fabricante de duchas Corona está trazendo o conceito de sustentabilidade para os seus produtos: a Ducha Flex.Funciona como ducha elétrica e como aparelho complementar para qualquer tipo de aquecedor: solar, a gás ou elétrico. O uso combinado do aquecimento solar e ducha elétrica proporcionam aquecimento imediato da água, o que favorece a redução no consumo.

Segundo o fabricante, o sistema FLEX elimina o desperdício de água durante o banho proporcionando uma economia energética de 95%, pois liga automaticamente na entrada de água fria, proporcionando um banho sempre aquecido e agradável, e desliga na entrada de água quente.
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Correios usará veículo elétrico da CPFL para fazer entrega

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A parceria é uma das primeiras iniciativas do gênero no país e coloca as duas empresas na dianteira de soluções sustentáveis na prestação de serviços. O veículo utilitário Aris, fabricado para a CPFL Energia pela Edra Automotores, será testado pelos Correios por um período de até seis meses. Ele percorrerá, diariamente, cerca de 70 quilômetros pelas ruas e avenidas do bairro Taquaral, um dos mais populosos de Campinas, entregando, em média, 200 documentos Sedex. O carregamento, em tomada comum, será feito duas vezes ao dia.

Esses veículos têm como principal característica a emissão zero de gases de efeito estufa e o custo por quilômetro rodado é de, aproximadamente, R$ 0,04, ou seja, 25% mais econômico que um veículo a gasolina.


Modelo do veículo: Aris
Velocidade média: 65 Km/h
Autonomia: entre 90Km e 120 Km
Capacidade: 350 Kg e dois passageiros
Carga horária de utilização do veículo: aproximadamente 7 horas por dia













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Se vivermos pelo vetor do desejo, vamos exaurir o mundo”, afirma Paulo Darien, da Fundação Dom Cabral

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II Seminário de Sustentabilidade Empresarial, organizado pela Fecomercio, debate as mudanças necessárias para possibilitar o desenvolvimento sem acabar com os recursos naturais

As pessoas precisam deixar de se preocupar com sustentabilidade e se preocupar com desenvolvimento sustentável. A afirmação feita pelo presidente do Conselho Administrativo do Grupo Pão de Açúcar, Paulo Pompilio, resume o que foi apresentado ontem (10/5), no II Seminário de Sustentabilidade Empresarial, organizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).

Pompilio afirma que é infantilidade pensar que as empresas vão se contentar em parar de crescer para salvar o meio ambiente. “As empresas querem continuar crescendo”, frisa. “O que as empresas precisam pensar é: se acabarem os recursos do mundo, como vou continuar crescendo?”

Na opinião de Paulo Darien, coordenador do Centro de Desenvolvimento do Varejo Responsável da Fundação Dom Cabral, este é o raciocínio que os empresários precisam passar a ter. “Sustentabilidade não é vender menos, é vender de forma adequada durante muito tempo, ao invés de vender muito por pouquíssimo tempo”, completa.

Para José Goldemberg, presidente do Conselho de Estudos Ambientais da Fecomercio, repensar o crescimento de forma a possibilitar o desenvolvimento contínuo é essencial, e deve ser uma tarefa cotidiana de todos. “O Governo tem falado muito em expansão da banda larga, eu acho ótimo. Mas tenho certeza que seria melhor fornecer esgoto e água encanada a todos os brasileiros”, Goldemberg ironiza. “Da mesma forma, as empresas precisam decidir o que é mais importante.”

Durante o encontro, também se destacou a visão de que o varejo tem um papel fundamental para esta mudança de consciência. Segundo Yuri Nogueira Feres, gerente de sustentabilidade do Walmart Brasil, o varejo é responsável somente por 8% do impacto ambiental causado pelo comércio, mas é o setor que tem a maior capacidade de pressionar os outros, mudando os hábitos de produção.

Pensando nas mudanças que o varejo terá que enfrentar nos próximos anos, Claudio Boechat, também do Centro de Desenvolvimento do Varejo Responsável da Fundação Dom Cabral, apresentou a pesquisa “Princípios do Varejo Sustentável e Modelo de Varejo do Futuro” que traz os 16 princípios fundamentais para o futuro do comércio.

Boechat destaca que para implementar um modelo de varejo sustentável, a principal qualidade que deve existir é a ética, e afirma que, para tanto, as relações precisam ser mais claras e menos exploratórias. “Não só entre empresas com empregados e clientes, mas também a preocupação com a procedência do produto e sua relação com o meio ambiente são fundamentais”, completa.

Seguindo esse raciocínio, Clelso Valeski, coordenador de projetos da Mate Leão e responsável pela primeira fábrica verde da Coca-Cola na América Latina, afirma que pensando em desenvolvimento sustentável, é possível reestruturar as fábricas e as empresas para preservar o meio ambiente e, ao mesmo tempo, aumentar a produtividade e reduzir os custos da empresa. “Uma fábrica ‘verde’ custa, em média, 15% a mais que uma comum, mas, no dia-a-dia, gasta muito menos”, aponta. “Mais de 35% da água usada nessas fábricas vem da chuva, sem contar a quantidade que pode ser reutilizada. Além disso, o consumo de energia elétrica é, no mínimo, 23% menor.”

Pompilio, do Grupo Pão de Açúcar indica um dos caminhos a serem seguidos. “Muitas empresas só pensam em lucro. Porém estamos demonstrando que desenvolvimento sustentável traz ganhos financeiros para a empresa”. Afinal, se os recursos naturais forem usados com racionalidade, as empresas evitarão gastos inúteis e o meio ambiente será preservado.

Paulo Darien, da Fundação Dom Cabral, conclui que a sustentabilidade é abrir mão de alguma coisa em prol de outra melhor. “Se vivermos pelo vetor do desejo, vamos exaurir o mundo”, crítica. “O motivo é muito simples, enquanto os desejos são infinitos, o mundo não é.”

Cidadania corporativa está na base de uma sociedade sustentável

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A sétima reunião de 2009 do Comitê de Sustentabilidade da ABERJE – que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – mostrou que, mais do que desenvolvimento sustentável, é preciso adotar o conceito de sociedade sustentável como eixo da estratégia de negócios. O encontro aconteceu no dia 4 de agosto em São Paulo/SP, quando apresentaram visões corporativas para o tema Alexandre Alfredo, diretor de Relações Institucionais da GE na América Latina, e Sergio Amoroso, presidente do Grupo Orsa, um dos maiores do setor de celulose, papel e embalagens. A coordenação foi do consultor e jornalista Ricardo Voltolini.

Na abertura, o diretor-geral da ABERJE Paulo Nassar assinalou que o comunicador é um ser político e intelectual, e neste sentido precisa dar conta da complexidade dos comportamentos e das dinâmicas sociais. Com isto, afasta-se bastante da visão instrumental e técnica que se via no cotidiano das organizações para virar um pensador. Referindo-se ao nível de importância de todos os interlocutores, sem supremacias de poder, no estabelecimento das políticas de relacionamento corporativo, ele destaca que “não dá para responder às demandas atuais em mesas quadradas, com o mito do justo e do injusto”.

Com operações no Brasil desde 1919, a GE possui oito instalações industriais no país, distribuídas entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A empresa emprega cerca de seis mil pessoas no País e tem sua matriz instalada na capital paulista. Todos os 11 negócios da GE, em maior ou menor proporção, mantêm atividades em território brasileiro - de manutenção para motores de aviões a geração de energia, passando por serviços financeiros, eletrodomésticos, equipamentos de diagnóstico por imagem e plásticos de engenharia. Alfredo, que é bacharel em Comunicação pela FIAM e possui mestrado em Jornalismo pela Universidade de Boston/EUA, atuou por mais de 10 anos em publicações no Brasil e nos Estados Unidos e possui uma sólida experiência em Comunicação Corporativa, Relações Públicas e Gerenciamento de Crise, adquirida em cargos de liderança em companhias, como Editora Abril, Ponto.Com, Edelman e Weber Shandiwick, antes de ingressar em 2008 na General Electric.

Ele assinala os pilares da atuação da empresa, baseados no ser “glocal”, em respirar inovação, construir relacionamentos e ampliar a marca, exercendo a cidadania corporativa através de um comportamento pró-ativo na proposta de ser um bom cidadão. O modelo de negócio envolve ser rentável (performance econômico-sustentável), trabalhar de maneira ética e fazer a diferença através da criatividade. Segundo estes preceitos, o empreendimento transformou a “economia do ontem” baseada estritamente em resultado numa visão de sustentabilidade ambiental, social e econômica. O executivo pontua que o panorama atual exige uma conduta em que os caminhos passem por boa governança, inovação e mobilização de talentos, por meio de uma série de programas e ações.

A GE Foundation é uma entidade filantrópica dedicada ao desenvolvimento e suporte de programas sócio-educacionais em todo mundo. A fundação tem como objetivo educar os cidadãos e a força de trabalho do futuro apoiando projetos em comunidades, escolas e universidades. Já a GE Elfun Volunteers é uma organização global de voluntários da GE que atua com o objetivo de melhorar as comunidades onde a empresa está presente, estimulando o trabalho voluntário, a liderança e o espírito de companheirismo. Em todo o mundo, as iniciativas desenvolvidas pelos membros da organização já acumularam mais de um milhão de horas voluntárias. No Brasil, são 1000 voluntários. Outra linha de atuação detalhada na palestra é a Ecoimagination, que visa a auxiliar os clientes a enfrentar desafios ambientais urgentes utilizando novas tecnologias GE, com fontes de energia mais eficientes e limpas e emissões reduzidas. Foram identificados inicialmente 17 produtos que se aplicam aos critérios “ecomagination”, com a ideia de que devem melhorar significativamente o desempenho operacional e ambiental dos clientes, com produtos mais eficientes que as tecnologias existentes de recurso renovável, como a energia eólica, e produtos que seguem padrões ambientais ou de eficiência a terceiros. Além da energia solar, são exemplos as locomotivas híbridas, células de combustível, motores de aeronaves com baixa emissão, materiais mais fortes e mais leves, iluminação eficiente e tecnologia de purificação de água. O setor de Pesquisa e Desenvolvimento vai receber mais de U$ 1,5 bilhão anualmente em pesquisa sobre tecnologias de limpeza até 2010.

De acordo com Alfredo, a empresa discutiu essa iniciativa por mais de um ano com clientes, organizações não-governamentais, formadores de opinião e funcionários da empresa do mundo todo. Essas discussões cristalizaram a demanda crescente de mercado por soluções para os desafios enfrentados. No suporte para o programa, foi criado em 2005 o prêmio global de Liderança ecomagination, que foi concedido à uma empresa nacional – a Cia Nitro Química Brasileira, do Grupo Votorantim, reconhecida pela implementação de uma tecnologia ecológica e avançada para purificação de água. A empresa atingiu excelentes resultados: conseguiu reduzir a emissão de efluentes, apresentou uma economia no consumo de água, diminuiu o consumo de gás natural utilizado nas caldeiras, reduziu o consumo de energia elétrica e os gastos com manutenção, elevou a disponibilidade dos equipamentos e aprimorou sua produção de energia. Ela conseguiu reduzir o consumo de combustível em 22% e, conseqüentemente, a emissão de gases para o meio-ambiente, além de cerca de 90% da emissão de efluentes provenientes das caldeiras.

SINERGIA - Na seqüência, o presidente e principal acionista do Grupo Orsa - formado pelas empresas Orsa Celulose, Papel e Embalagens, Jari Celulose, Orsa Florestal e Fundação Orsa – Sergio Amoroso demonstrou que o tema está em seu DNA. Ele foi o instituidor da Fundação Orsa, que recebe 1% do faturamento bruto anual das empresas que compõem o Grupo. Tem trabalho extenso em outras organizações do gênero, sendo membro-fundador do WWF Brasil (maior organização global de conservação da natureza), presidente do GRAACC – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, em São Paulo/SP, e membro do Conselho do CEATS – Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor. Participa como conselheiro de diversos órgãos: FIES - Fundo ITAÚ de Excelência Social, Instituto SIDARTA – para o desenvolvimento da educação, CONSOCIAL - Conselho Superior de Responsabilidade Social da FIESP/IRS, Fundação Telefônica, GIFE – Grupo de Institutos, Fundações e Empresas. É também sócio-fundador do Compromisso “Todos pela Educação” e membro dos Conselhos de Administração do IRM – Instituto Ronald McDonald e Consultivo do Fundo Ecomudança do Itaú.

A força do Grupo Orsa está na integração das suas quatro empresas, que fabricam desde produtos de origem florestal, como madeira e celulose, até embalagens de papel e papelão, com alto valor agregado. As empresas atuam em sinergia com base em um modelo de negócios inovador, que incorpora os princípios de sustentabilidade em todas as suas decisões estratégicas. A Orsa Celulose, Papel e Embalagens faz papel para embalagens, chapas e embalagem de papelão ondulado; a Jari Celulose é responsável pela fabricação de celulose de mercado; a Orsa Florestal tem produtos madeireiros com certificação ambiental e a Fundação Orsa faz atuação social, com ênfase na geração de renda e na sustentabilidade. São 8,7 mil empregos diretos e indiretos.

Para o Grupo Orsa, o desenvolvimento dos negócios deve ser um fator de transformação da sociedade, por meio de ações economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas. Trata-se de uma visão ampliada de sustentabilidade, que vai além do comprometimento com os negócios e com as comunidades onde eles estão inseridos: busca a melhoria de vida do país, por meio das ações das suas empresas. Além disso, preocupa-se com os seus efeitos em toda a cadeia, e também com os seus integrantes. O enfoque é promover o desenvolvimento econômico e manter o respeito às limitações ecológicas do planeta, para que as gerações futuras tenham a chance de existir de acordo com as suas necessidades, em um mundo equilibrado. Segundo Amoroso, o Grupo trabalha na busca por seu crescimento econômico com geração de riqueza para a sociedade, procurando ser uma "semente maior" de transformação e apoiando atividades socioambientais, que possam ser replicadas como políticas públicas ou privadas. Possui uma filosofia empresarial que adota, acima de tudo, qualidade, eficácia, ética e transparência como pilares da governança corporativa, além de investir na melhoria da qualidade de vida das pessoas, para que tenham um papel fundamental dentro de uma estrutura sustentável de sociedade. Ele enfatiza que “o setor privado tem capacidade de empreender e inovar muito maior que os governos, de construir o desenvolvimento da sociedade”.

O objetivo é claro: em sua visão de futuro consta estabelecer uma sociedade sustentável, que promova o bem-estar de todos sem comprometer as gerações futuras, buscando o equilíbrio no relacionamento entre pessoas, ambiente e negócios, sem desconsiderar as características locais e as especificidades de cada povo. O objetivo é multiplicar parcerias com os diversos agentes da sociedade, seguindo princípios de gestão participativa que apóiam um modelo social para garantir os princípios básicos do ser humano: emprego, segurança social e respeito à diversidade de culturas. Ele explicou que o trabalho está baseado na dinâmica dos 3 P’s (people, planet, profit – pessoas, planeta e lucro), dentro de uma estratégia corporativa baseada em valores humanistas e no respeito ao meio-ambiente. “O desenvolvimento dos negócios deve ser um fator de transformação da sociedade. O compromisso com os funcionários, a cooperação com os fornecedores, o apoio às comunidades e a preocupação com o meio ambiente norteiam todas as decisões estratégicas. Todas as empresas do grupo atuam em sinergia para promover o desenvolvimento local sustentável nas regiões de atuação”, manifesta. Na etapa final da palestra, ele listou vários projetos de geração de renda e relacionamento com as comunidades envolvendo aspectos relacionados à saúde, educação e garantia de direitos.

O Comitê de Sustentabilidade da ABERJE tem patrocínio da Petrobras. Estiveram presentes profissionais de empresas como Fundação Bunge, Mercedes-Benz, Mosaic Fertilizantes, Epex, Unimed do Brasil, Abbott, Mann Hümmel, Goodyear, Du Pont, Natura, Votorantim, Vivo, Klabin, HP Brasil, Itaú-Unibanco e órgãos como a Câmara de Comércio Brasil-China, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, Brasilprev, Associação Brasileira de Recursos Humanos e Universidade Metodista de São Paulo. Outras informações podem ser obtidas com Carolina Soares pelo carolina@aberje.com.br ou no fone 11-3662-3990.


RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

Sustentabilidade: aprenda a consumir sem agredir o ambiente

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Pense se realmente precisa do produto, compre só o necessário, doe e transforme o bem material e recicle o que não tiver mais uso


Desde o advento da Revolução Industrial, no século XIX, a sociedade é estimulada a comprar, usar e jogar fora, sem pensar nas consequências dessas atitudes.

Porém, o consumismo exacerbado leva ao caminho inverso da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente, prejudicando pessoas por todo o planeta.

Pensando nisso, o Instituto Akatu, entidade que promove o consumo consciente, destaca uma maneira simples de comprar, sem transpor a sustentabilidade das sociedades e do meio ambiente: basta seguir a lógica dos quatro Rs.

Repense: "eu preciso mesmo deste produto"?;
Reduza: adquira somente o que for necessário;
Reutilize: doe e transforme o bem material, a fim de evitar o descarte;
Recicle: quando não der mais para reutilizar o produto.

Escolha verde
Porém, ainda que seja necessária aquela compra, existem mais atitudes que o consumidor pode tomar para preservar o planeta.

Primeiro, escolha o produto de uma empresa ambientalmente responsável. Na internet, por exemplo, o site de comércio eletrônico eBay criou uma página (www.worldofgood.com) para vender produtos que respeitem o meio ambiente.

Além disso, não compre produtos de origem animal, pois, ao adquirir bens que utilizam corais, conchas, estrelas-do-mar, mármore, couro, penas ou qualquer outro item natural, você incentiva um comércio que nem sempre é sustentável.

Lembre-se de que, ao consumir, você exerce uma enorme influência sobre as emissões de gases. Para ter uma ideia, um relatório da CBI (Confederação das Indústrias Britânicas) revelou que varejo, alimentação e bebidas, atacado e agricultura representam 25% das emissões, ao passo que fabricação de bens, mineração de carvão e transporte de cargas respondem por 40%.

O vilão plástico
Outro ponto a se lembrar é o quanto as embalagens plásticas são nocivas ao planeta e o quanto estão enraizadas no nosso dia-a-dia, sem percebermos. Assim, é importante que o consumidor opte por garrafas de água e refrigerante do tipo retornável e não utilize sacolas plásticas de supermercado, dando preferência para as feitas de pano.

Caso ainda prefira as sacolinhas plásticas, mesmo assim, é possível ser consciente: coloque uma grande quantidade de produtos em apenas uma embalagem, procurando completar sua capacidade máxima, e não use uma embalagem dentro da outra, para reforçar o sustento, ainda mais se você for morador da Grande São Paulo.

Isso porque foi lançado um projeto na região em que as sacolinhas são mais resistentes, exatamente para evitar o uso em excesso. Já são 16 lojas de supermercado que utilizam essas embalagens.

Viagem para relaxar e sustentar
Você já pensou qual a relação da sua viagem com o sustento do globo? Pois saiba que conhecer os quatro cantos do mundo e fazer compras têm de ser aliados ao cuidado com o outro e com o ambiente.

Sustentabilidade não é apenas sinônimo do bem à natureza, mas refere-se à continuidade dos aspectos sociais, econômicos, culturais e também ambientais de determinada sociedade. Então, confira as dicas para fazer uma viagem consciente:

Souvenir - prestigie o artesanato local e informe-se sobre produtos típicos que dificilmente poderão ser encontrados em outras regiões;
Sabores locais - experimente a culinária da região, procurando saber quais são as frutas e vegetais típicos do lugar;
Pechinche com humor - lembre-se de que será uma pequena economia para você, mas que pode significar uma grande quantia de dinheiro para o vendedor.
Fonte: MSN.

Dica de Site.

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Boa Noite a todos!

Pessoal, recebi a newsletter do banco Itaú direcionada ao desenvolvimento sócioambiental. Muito legal, com muita informação. Além disto, visitei também o site do Itaú, e verifiquei que o posicionamento deles é muito bem elaborado, com definição de públicos de interesse com os quais mantem relacionamentos. Vale muito a pena ir navegando. Além das informações, o site é muito atrativo visualmente, o Itaú desenvolve um trabalho legal design.



www.itau.com.br/socioambiental

Postado por: Ramon Fernandes

Comunicação da Sustentabilidade precisa de fatos

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Mostrar que a comunicação tem papel fundamental na sensibilização, mobilização e educação das partes interessadas, construindo uma identidade e uma marca sustentáveis a partir da cultura interna e da disseminação de valores (institucional) e da promoção de bens (promocional) foi um dos objetivos do curso “Sustentabilidade: o que é, por que adotar e como comunicar”, promovido pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial/ABERJE (http://www.aberje.com.br/) no dia 3 de junho de 2008 em sua sede em São Paulo/SP. “O tema tem que ser visto transversalmente na estratégia de negócio, e não como parte específica de um setor”, reiterou o ministrante, jornalista e consultor Ricardo Voltolini.

A motivação principal da comunicação é a necessidade das empresas em serem percebidas, porque a área de sustentabilidade tem valor para a reputação, atribuída pela sociedade. Confirmação disto têm sido os resultados de pesquisas, como do Instituto Globescan e Marketing Analisys Brasil, com 88% das pessoas acreditando que as empresas devam envolver-se diretamente na solução de problemas sociais, ou da InterScience com 51% dos brasileiros apostando na RSE como atributo importante. Mais de 75% do valor das empresas decorre de ativos intangíveis, ordenados em relatórios sociais, índice que estava em 38% em 1982. Esta questão tem levado ao uso da sustentabilidade como fator de posicionamento de importantes marcas, como distintivo de imagem. “Se marca é o conjunto de percepções dos públicos sobre uma empresa, e sustentabilidade é um elemento cada vez mais valorizado, nada mais natural essa aproximação”, avalia.

Voltolini constata, por outro lado, que muitas empresas quase não comunicam na área. Os motivos são vários, como efetivamente não ter nada para difundir, ou temer a atração de muitas solicitações de doação, ou ainda parecer oportunismo ao usar a temática, além de contribuir para uma superexposição que incita julgamentos da sociedade. Mas alerta: “a vergonha de falar é uma ingenuidade que não cabe mais”. Claro que os comunicadores, além das oportunidades, ganham junto uma série de desafios: evitar o “projetismo”, no sentido de comunicar mudanças sem respaldo na prática, é um deles, ao lado de evitar as abordagens pontuais ou as sugestões calcadas apenas no marketing. “O problema é comunicar o que não se faz ou comunicar mais do que se faz. Bom lembrar que sempre estamos ampliando as aspirações das pessoas”, destaca.

POSICIONAMENTO – O posicionamento expressa-se nas idéias e nos símbolos como identidade clara, forte e viva, mas a empresa precisa ter uma causa, um propósito que excede o negócio, mas se expande nele e o legitima. Só assim, na opinião do jornalista, esta empresa se insere na vida cotidiana das pessoas. Para ele, “a sustentabilidade é a ascensão de novos valores que devem estar presentes na comunicação: diversidade, transparência, noção de interdependência, respeito aos outros e ao ambiente”.

Neste caminho e no mundo de hoje, interconectado e tecnológico, todo mundo recebe muita informação e a confiança vira palavra-chave. Uma comunicação realmente criativa precisa gerar confiança nos públicos, que abre janelas na sua percepção para sentimentos positivos, que respeita a inteligência e mobiliza emoções, construindo relações sólidas. “Se o pensamento estratégico da sustentabilidade está no marketing, está errado. A lógica é do imediatismo, da simplificação e da auto-suficiência da propaganda. É o caminho mais torto, confuso e equivocado”.

A comunicação e o envolvimento devem sempre iniciar pelo funcionário, e precisam evitar as idealizações excessivas e as projeções mirabolantes. Os públicos tendem a acreditar no que podem ver e no que lhes faz sentido hoje. A criação em geral partiu da construção objetiva e racional com características concretas dos bens, seguiu pela construção emocional que envolvia os bens em sensações, e agora chega na onda ética, onde a transparência é a tônica. É o momento para os conteúdos serem compostos pela diversidade, pela espontaneidade das pessoas e dos ambientes reais em tom inclusivo, próximo e pessoal, que transmita otimismo e permanente aprendizagem. “Só se comunica depois de ter uma identidade, fundamentada na missão. Quando se fala que é sustentável, prepare-se para ser muito chamado para provar, para ser cobrado. Isto porque o discurso da sustentabilidade veio antes da prática”, avisa.

DICAS - Para a comunicação da sustentabilidade é exigido um arremate fundamental: a prestação de contas – para cada fato argumentado, deve-se apontar evidências, sobremaneira integradas a um conjunto de políticas. Só a coerência, segundo Voltolini, superaria a tendência ao descrédito das pessoas com relação à honestidade dos atos sustentáveis. Como tendências em maior uso no tema, ele aponta relatórios em formatos criativos (como pen-drive do Banco do Brasil e o áudio-book da Unilever) e elaborados em processos colaborativos online (como o http://www.experienciareal.com.br/ do Banco Real), com menos auto-elogios; e também peças de propaganda institucional; ações de aproximação com jornalistas (como o curso da Natura para profissionais da Amazônia, o prêmio de reportagens da Caixa e a oferta de mídias especializadas como a Revista Atitude da Philips); além de patrocínio a eventos segmentados.

Independente do caso, não se abandonam alguns preceitos como assegurar a transparência dos fatos comunicados com números e dados confirmáveis, reforçar as boas práticas para serem disseminadas e inspiradoras, evitar um tom laudatório e auto-promocional e buscar equilíbrio entre o que se investe em mídia e retorno gerado para a sociedade do projeto divulgado.


O QUE GERA CONFIANÇA
(por Ricardo Voltolini)

- Fatos e não promessas
- Números e não suposições
- Humildade e não arrogância
- Políticas e não projetos
- Práticas e não discursos
- Ação e não retórica
- Convicção e não conveniência
- Senso de oportunidade e não oportunismo
- Para valer e não para constar



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)


Postado por Juliano Melo.

Não existe empresa próspera sem sociedade

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Mais de 20 profissionais de seis estados brasileiros estiveram reunidos durante todo o dia 3 de junho de 2008 para melhor definir o que é, por que adotar e como comunicar o grande tema “Sustentabilidade”, em mais um curso completo na sede da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial/ABERJE (www.aberje.com.br). Jornalistas, relações públicas, administradores, psicólogos, advogados e publicitários demonstraram desde o início o tom da diversidade requerida pela área e confirmada em cerca de 100 telas de conteúdo projetadas pelo palestrante Ricardo Voltolini.

Voltolini começou sua carreira em veículos da grande imprensa, como Grupo Estado e Folha de S.Paulo, mas logo abriu uma agência de comunicação corporativa. Atendendo o SENAC-SP em 1994, onde permaneceu por 11 anos, formou o primeiro treinamento para gestores sociais. Hoje, atua como consultor, é articulista da Gazeta Mercantil e edita a revista Idéia SócioAmbiental (http://www.ideiasocioambiental.com.br/), além de ser professor em várias instituições e palestrante convidado em todo o país. Sua trajetória lhe dá base para suas primeiras colocações ao grupo: há uma transição natural de profissionais que trabalham na área, remodelando seus próprios conceitos e encaminhando-se para o investimento social privado. De toda a maneira, todas as participações éticas são bem-vindas, diante das tamanhas dificuldades nacionais. Ainda assim, a intenção do treinamento é equalizar terminologias e mostrar o campo de avanços teóricos e práticos já conquistados.

ORIGEM – O nascimento da Responsabilidade Social Empresarial no Brasil deu-se nos anos 80, com o movimento pela qualidade de produtos e serviços e atendimento a clientes, inclusive com o surgimento das normas ISSO e de uma rígida legislação ambiental, que estabelecia o cenário da instalação do tema, em suas reflexões e práticas iniciais no sentido da transcendência de papéis pelas empresas, saindo somente da geração de emprego, do pagamento de impostos e da produção de bens. “Na verdade, a globalização veio a ser o grande centro para a discussão da Responsabilidade Social, tanto que as principais empresas a investir na área foram as multinacionais”, constata.

Dentre os principais marcos da discussão sobre sustentabilidade nos negócios estão a criação do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável em 1997, a criação do Instituto Ethos em 1998, mesmo ano do início do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas com seu Balanço Social. No ano seguinte, houve a estréia das diretrizes do Global Reporting Initiative/GRI para relatórios de sustentabilidade e o lançamento do Dow Jones Sustainability Index referendando a prosperidade responsável das empresas. Para Voltolini, um acontecimento fundamental foi a instituição dos Indicadores Ethos em 2000, normatizando as idéias segundo parâmetros mais claros, permitindo diagnóstico, estabelecimento de evolução e mesmo comparação de resultados com outras organizações. Também no mesmo ano, as 8 Metas do Milênio da ONU foram anunciadas e tiveram adesão de 191 países. Em 2003, ele cita a formalização dos Princípios do Equador para o setor bancário, e no ano seguinte veio a decisão de criar a ISSO 26000 de Responsabilidade Social (publicação prevista para 2010). O Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bolsa de Valores de São Paulo/Bovespa foi criado em 2005, com estrutura de avalização semelhante ao Dow Jones. Neste mesmo período, foram firmados dois pactos importantes no Brasil – pela erradicação do trabalho escravo e pela integridade e contra a corrupção. Em termos mundiais, a discussão mais forte vem das mudanças climáticas e do aquecimento global como resultado da atividade humana descontrolada, o que consagrou as preocupações com sustentabilidade em âmbito mundial. “O tema entrou para a agenda corporativa porque se vê que não dá mais para viver neste modelo”, explica o consultor.

Ele repassou todas as conceituações propostas e atualizadas pelo Ethos, chegando a “forma de gestão pautada pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos, com metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade”. A relevância da RSE é tamanha que se unifica a investimentos em qualidade, competitividade e desenvolvimento e retenção de talentos. A área abrange até uma estratégia de auto-preservação, no sentido de que “não existe empresa próspera sem sociedade próspera”, como disse Kofi Annan. Voltolini comenta que uma empresa com RSE ouve os interesses das diferentes partes e os incorpora no planejamento de suas atividades para atender suas demandas com a mesma importância das requisitações de acionistas ou proprietários. Por isto, age com reciprocidade, compromisso, respeito, responsabilidade, confiança, diálogo e transparência. Ele situa na crise de confiança uma mola propulsora para incremento de valores.

INDICADORES – Os indicadores em RSE analisam público interno, valores e transparência, comunidade, consumidores/clientes, fornecedores, Governo e sociedade e meio-ambiente, de maneira integrada e sem prevalências, por meio de vetores de preservação, apoio ao desenvolvimento, satisfação, bem-estar, sinergia, relacionamentos com princípios. Então, surge com fôlego a auto-regulação da conduta, através da instituição de códigos de ética formalizados e disseminados, com estabelecimento de relações transparentes e colaborativas mesmo com concorrentes diretos.

O jornalista assinala que a sustentabilidade chegou com força junto ao público interno, saindo do foco de origem externo. Neste campo, há uma abertura muito grande para o diálogo e participação com ênfase na relação com sindicatos e participação nos resultados, valorização da diversidade, preparação para aposentadoria, entre outros pontos.

Para quem confunde RSE e sustentabilidade, ele só reforça que existem mesmo três correntes distintas: uma acredita que os conceitos são equivalentes, outra acha que os conceitos são originários da mesma idéia (negócios criando valor para comunidade e ambiente) mas são de matrizes distintas (ambiental e social) e ainda há aqueles que acreditam que os conceitos diferentes mas sucedâneos e complementares. O movimento de incorporação de novas responsabilidades tem acontecido em quatro estágios: não responsabilidade social (ausência de qualquer sensibilização e ação), cidadania corporativa (impulso solidário e filantrópico, ações pontuais normalmente focadas nas comunidades e sem remeter a uma estratégia corporativa), práticas sócio-ambientais (revisão de práticas organizacionais numa nova lógica e consciência ética com planejamento específico de investimento social privado que monitora resultados e avalia impactos) e sustentabilidade (estágio mais avançado, uma ruptura efetiva para um novo modelo de negócio que conjuga resultados econômicos, sociais e ambientais). “Em geral, isto tudo implica numa profunda revisão ética no modo de pensar e realizar negócios em um mundo caracterizado pela escassez de recursos, crescentes desigualdades sociais e um planeta sob ameaça de desastrosa intervenção humana”, assinala.

Na era do aquecimento global, criou-se um senso de urgência por um novo modelo de desenvolvimento, mostrando que sustentabilidade não é uma moda corporativa. De todos os pontos vão ocorrer pressões: governos vão ser mais atentos e fiscalizadores; consumidores vão querer produtos sustentáveis; investidores vão aplicar recursos em empresas sustentáveis. O consultor propõe cinco etapas para implantar a sustentabilidade: escolher questões que repercutirão entre os clientes por atenderem suas preocupações; envolver os fornecedores para operações sustentáveis; concentrar as ações no expertise da empresa; antecipar-se às mudanças e capacitar funcionários para perceber oportunidades.

Para criar a cultura da sustentabilidade, Voltolini sugere desenvolver uma visão clara do que o tema significa para a empresa, educando os stakeholders de maneira continuada e desenvolvendo e reforçando lideranças numa visão de longo prazo. Ele complementa, apontando o ponto considerado mais fundamental: “nenhum modelo novo na maneira de gerir pessoas vinga sem líderes”. Entre alguns pontos comuns nas empresas que incorporam estes preceitos estariam a existência de um líder apaixonado pelo tema, o exercício de uma visão de oportunidade e não só de risco, a inserção dos valores na estratégia do negócio, a educação das partes interessadas e uma comunicação eficiente.

ABORDAGENS – A Aberje vem mantendo outras frentes de conscientização sobre o tema, afora cursos e palestras inseridas em seus grandes seminários, e mesmo na origem reciclada de vários de seus materiais administrativos. Um dos instrumentos é o Comitê de Sustentabilidade, com acesso gratuito para associados mediante inscrição prévia, cujas sessões reúnem um CEO e um diretor de Comunicação para contar o planejamento, as ações realizadas e seus impactos em momentos de grande interação. O próximo encontro está marcado para dia 3 de julho de 2008 e mais informações podem ser obtidas pelo email emily@aberje.com.br. Outro bom exemplo é o tradicional Prêmio ABERJE, que em sua 34ª. edição abriu a categoria “Comunicação de Ações de Sustentabilidade”, abrangendo ações, programas, estratégias e atividades que informem, sensibilizem e mobilizem públicos de interesse em torno de atitudes que contribuam para o desenvolvimento sustentável. O regulamento pode ser obtido através do site http://www.premioaberje.com.br/ .


RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

Postado por Juliano Melo.

Wal-Mart Brasil e Coca-Cola inauguram programa de estação de reciclagem

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O Wal-Mart, parceiro estratégico do Akatu, e a Coca-Cola, associado do Akatu na categoria benemérito, lançaram, por meio de seus institutos socioambientais, em São Paulo, um programa de coleta e reciclagem de resíduos. A denominada Estação de Reciclagem representa um novo modelo para a preservação do meio ambiente, com a associação entre uma empresa varejista e um de seus fornecedores, para promover a coleta e o correto processamento de resíduos sólidos. A iniciativa ajudará a aumentar a vida útil dos materiais coletados, levando-os de volta à cadeia de produção e, conseqüentemente contribuindo para reduzir os impactos ambientais causado pela extração de matérias-primas. Isto ocorre pelo fato de que, em geral, a produção da matéria prima a partir do material reciclado consume muito menos energia, água e matéria prima virgem do que a produção da mesma matéria prima diretamente a partir da natureza.

O projeto prevê a instalação de postos de coleta de metal, plástico, papel, vidro e óleo de cozinha em mais de 300 lojas da rede Wal-Mart em todo o Brasil até 2009. Esta parceria vai beneficiar diretamente 50 cooperativas e gerar renda para 2.500 catadores. O diferencial do programa é que, além da oportunidade de geração de renda, a Estação de Reciclagem vai oferecer capacitação profissional e treinamento às cooperativas, e promover melhorias em sua infra-estrutura de coleta e processamento de materiais.

O programa foi inaugurado no hipermercado Wal-Mart Supercenter Pacaembu, na região central de São Paulo, no mês de abril. Para garantir a infra-estrutura adequada, o Instituto Wal-Mart e o Instituto Coca-Cola Brasil fizeram um convênio com o Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), uma entidade sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo.

Ao Cempre cabe diagnosticar a estrutura das cooperativas e recomendar as ações necessárias para garantir a eficiência e adequação das suas operações.

O Wal-Mart Brasil já implementa estações de reciclagem em suas lojas desde 2005, sempre com ações de apoio ao desenvolvimento das cooperativas parceiras. A Estação de Reciclagem é mais uma ferramenta à disposição do consumidor consciente para dar o encaminhamento correto aos resíduos e fazer com que sua decisão de descarte traga impactos positivos tanto do ponto de vista ambiental como também social. De acordo com o presidente do Wal-Mart Brasil, Héctor Núñez, “mais do que reciclar o lixo, ao usar nossas estações, o cliente torna-se co-participante em uma ação de responsabilidade social, uma vez que a coleta do material é feita por catadores organizados em cooperativas que o Wal-Mart ajuda a desenvolver, permitindo que eles realizem seu trabalho de forma mais digna”.


Link: http://www.akatu.org.br/parceiros/acoes/2008-1/wal-mart-brasil-e-coca-cola-inauguram
-programa-de-estacao-de-reciclagem
Postado por: Ramon Fernandes

Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais

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Ainda na mesma direção do post anterior, publico agora uma matéria sobre um programa bacana que a Bayer realiza a algum tempo:

O Programa Jovens Embaixadores Ambientais vem sendo realizado pela Bayer desde 1998 e a partir de 2003 tornou-se o carro-chefe da parceria global da Bayer com o PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. O objetivo é identificar e incentivar lideranças jovens (18 a 25 anos) nas áreas de preservação ambiental e desenvolvimento sustentável, promover o intercâmbio e a troca de experiências em termos globais e, com isso, criar uma rede de jovens ambientalistas para discussão de problemas do meio ambiente locais e globais, em busca de soluções comuns e sustentáveis. Desde 1998 já foram premiados mais de 300 jovens de 17 países da Ásia, América Latina, África e Europa – 16 deles do Brasil.


Realizado no Brasil desde 2004, o Programa conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente do Brasil e a auditoria externa independente de procedimentos da PricewaterhouseCoopers. A parceria mundial com o PNUMA foi renovada em 2007 por mais três anos e recebe investimentos anuais de 1,2 milhão de euros em prol da juventude e meio ambiente.

Os quatro Jovens Embaixadores Ambientais do Brasil de 2007 embarcarão dia 17 de novembro para a Alemanha, onde cumprirão extenso programa técnico e cultural, com visitas a universidades, centros de pesquisa, órgãos ambientais alemães e intercâmbio técnico em Leverkusen, sede mundial da Bayer, e Berlim.



Postado por: Ramon Fernandes

II Congresso Brasileiro Científico de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas

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Findado o II ABRAPCORP, ocorrido entre os dias 28 e 30 de maio em Belo Horizonte – MG, publicaremos, em breve, aqui no ser.RP, os resumos, comentários e perspectivas daqueles que lá estiveram, tanto como participantes quanto apresentadores de artigos e palestras.

A temática deste ano foi “Comunicação, Sustentabilidade e Organizações”, desenvolvido em cinco sub-temas: Comunicação para a Sustentabilidade em sociedades complexas; Comunicação Organizacional e Sustentabilidade na perspectiva européia; Avaliação e Resultados da ação da Comunicação na Sustentabilidade Organizacional; Sustentabilidade do planeta, Comunicação, Estado e Sociedade; e, Comunicação e Ética nas Organizações.

Ao longo do evento, bons contatos foram estabelecidos, renomados da área estiveram presentes e boas discussões apresentadas.

“Não existe relacionamento sustentável sem diálogo e sem interlocução”. (Olinda Cardoso – VALE)

Como premissa básica, abordadas nos grupos e debates, pode-se concluir que “sem comunicação não há desenvolvimento sustentável”. Esta foi evidenciada ao logo do Congresso, pois permeia a tríade que fundamenta a Sustentabilidade, ou seja, Equidade Social, Viabilidade Econômica e Meio Ambiente - inclui-se ao trinômio, o princípio da transparência e o da cultura.

“Recuar perante os pilares da Sustentabilidade é correr o risco de extinção” (Nemércio Nogueira – ALCOA).

Foi ressaltado, ao longo do evento, que a Cultura Organizacional voltada à proposta da Sustentabilidade faz-se de forma estratégica, por meio do desenvolvimento durável e da consolidação da reputação corporativa. Isso implica em uma gestão de sistemas de risco, pois caracteriza-se por um alto nível de incertezas e de pluralidade de saberes, os quais devem ser partilhados entre organização e públicos.

“Integridade e integralidade são os princípios macro da sustentabilidade, nos quais, deve convergir a função social, a melhoria dos processos operacionais, a redução de risco, o engajamento, a atração e a retenção de talentos” (Eraldo Carneiro – PETROBRAS).

Por fim, abriram-se precedentes à reflexão acerca do termo “transparência organizacional”. Essa não deve perturbar a imagem da empresa, mas sim, sendo um dos pontos inclusos nas práticas da Governança Corporativa, a “transparência” é parte integrante do todo responsável pela consolidação dessa imagem.

Contudo, “pretender transparência, neutralidade e imparcialidade, é exigir ph7. Quem é transparente, não pode pretender construir, consolidar, imagem” (Clóvis de Barros Filho – ECA-USP).


Deixo, assim, espaço aberto àqueles que quiserem ponderar, divagar, questionar...


Postado por Robson