Prêmio Ethos-Valor: Finalistas da 8ª Edição

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O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, o UniEthos – Educação para a Responsabilidade Social e o Desenvolvimento Sustentável e o jornal Valor Econômico divulgaram os finalistas das categorias Estudantes e Professores – e suas respectivas subcategorias – do Prêmio Ethos-Valor, 8ª Edição – Concurso para Professores e Estudantes Universitários sobre Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento Sustentável. São 15 trabalhos ao todo, sendo 9 de Professores e 6 de Estudantes. Nas duas categorias, foram inscritos 536 projetos no total.



Os trabalhos finalistas e vencedores do concurso serão apresentados durante o Seminário “Educação para Sustentabilidade” e a Cerimônia de Entrega do Prêmio Ethos-Valor, que acontecem em 9 de setembro de 2008, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo.



Os vencedores de cada subcategoria ganharão um convite para a Conferência Internacional de Empresas e Responsabilidade Social do Instituto Ethos 2009, uma assinatura do jornal Valor Econômico e o Troféu Prêmio Ethos-Valor, além da premiação como finalista.



Desde já, você é nosso convidado! Participe!



Conheça os finalistas!!

CATEGORIA PROFESSORES

PLANO DE ENSINO

Ecossocioeconomia das Organizações
Autores: Carlos Alberto Cioce Sampaio e Francisco Salau Brasil
Universidade Regional de Blumenau (Furb)
Blumenau, SC



Estudos Econônomicos e Socioambientais
Autora: Liza Maria Souza de Andrade
Centro Universitário Euro-Americano
Brasília, DF



Mudanças Climáticas: Aspectos Científicos, Econômicos e Políticos
Autor: Angelo Costa Gurgel
Universidade de São Paulo (USP)
Ribeirão Preto, SP ARTIGO DE PESQUISA



Diagnóstico Socioambiental do Território do Lixão Municipal de Maceió -AL
Autoras: Michela de Araújo Santos e Paula Yone Stroh
Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Maceió, AL



Efeitos da Responsabilidade Social Corporativa na Percepção do Consumidor sobre Preço e Valor: Um Estudo Experimental
Autores: Daniela Abrantes Ferreira e Marcos Gonçalves Avila
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Rio de Janeiro, RJ



Responsabilidade Social na Percepção de Estudantes do Curso de Administração
Autores: Isak Kruglianskas, Lilian Aligleri e Luiz Antonio Aligleri
Universidade de São Paulo (USP), Faculdade Paranaense e Universidade Estadual de Londrina (UEL)
São Paulo, SP, Rolândia e Londrina, PR






PROJETO DE EXTENSÃO

A Responsabilidade Socioambiental da Corporação no Contexto do Aquecimento Global,
da Sociedade de Risco e do Desenvolvimento Sustentável: quo vadis, empresa?

Autora: Gisela Maria Bester
Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA)
Curitiba, PR



Diagnóstico ambiental de Piraí da Serra visando a sustentabilidade regional
Autores: Mário Sérgio de Melo, Pedro Henrique Weirich Neto e Rosemeri Segecin Moro
Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Ponta Grossa, PR



Gestão Organizacional para Cultura Inclusiva Focado nas MPE´s
Autora: Cristiane Gomes Ferreira
Universidade do Estado da Bahia (UEBA)
Teixeira de Freitas, BA



CATEGORIA ESTUDANTES

GRADUAÇÃO

Consumo Consciente: A influência do Marketing Verde na decisão de compra dos estudantes universitários de Fortaleza/CE
Autora: Iris Sodré Mendes
Faculdade Integrada do Ceará (FIC)
Orientadora: Maria Zilah Sales de Albuquerque
Fortaleza, CE




Responsabilidade Social Corporativa como Motivador
Autora: Alessandra Felix
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Orientadora: Elza Fátima Rosa Veloso
São Paulo, SP



Responsabilidade Social da Empresa no Semi-árido: um Instrumento de Melhoria da Qualidade
de Vida da População Rural?
Autora: Fernanda Jackeline Aparecida Paulo Nonato
Fundação Universidade Federal do Ceará (UFC)
Orientadora: Patrícia Verônica Pinheiro Sales Lima
Fortaleza, CE



PÓS-GRADUAÇÃO

Arranjo Produtivo Local - APL: Uma contribuição para incorporação da dimensão socioambiental
na MPE.

Autor: Ademir Vicente da Silva
Centro Universitário Senac
Orientador: Jacques Demajorovic
São Paulo, SP



O Processo de Comunicação e de Mobilização Social como Ferramenta para o Fortalecimento
de Empreendimentos Solidários

Autor: Claiton José Mello
Centro Universitário Euro-Americano)
Orientador: Atila Roque
Brasília, DF



Responsabilidade Social e Sustentabilidade na Cadeia de Valor do Varejo
Autor: Luiz Carlos de Macedo
Fundação Getulio Vargas – Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP)
São Paulo, SP




Seminário Educação para Sustentabilidade e Cerimônia de Entrega

PROGRAMAÇÃO


Seminário – Parte 1 – 14h00 às 17h00
Responsabilidade Social Empresarial nos trabalhos do Prêmio Ethos-Valor, 8ª Edição – apresentação de trabalhos finalistas.



Seminário – Parte 2 – 18h00 às 19h30
Debate sobre Educação para Sustentabilidade
Cerimônia de Entrega – 20h00 às 21h00
Apresentação dos finalistas e vencedores do Prêmio Ethos-Valor, 8ª Edição
Coquetel – 21h30 às 22h30
Lançamento do livro Responsabilidade Social das Empresas – a contribuição das universidades – Volume 6, que reúne os trabalhos finalistas da categoria estudantes, da sétima edição do concurso.



Terça-feira, 9 de setembro de 2008
Auditório do Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – Torre A – 1º Andar, São Paulo, SP - Próximo à estação Ana Rosa do Metrô.
Recepção a partir das 13h00 - Horário: das 14h às 22h30
Estacionamento pago no local

É obrigatória a confirmação de sua presença pelo endereço: www.premioethosvalor.org.br/seminario





A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas!




Mais informações

Acesse http://www.premioethosvalor.org.br ou escreva para premio@ethos.org.br

É preciso alinhar as empresas num mesmo sonho

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Os dois últimos painéis do 2º. Congresso ABERJE de Comunicação Empresarial, realizado no Rio de Janeiro/RJ no dia 14 de agosto de 2008, buscaram a provocação e a inspiração. Afinal, sair de um estado de inércia ou falta de perspectivas para um novo olhar criativo e estratégico deve ser obrigação dos profissionais da área num tempo de tamanhas mudanças e intensa competitividade.

“As marcas, assim como as pessoas, têm temperamento. A maior burrice empresarial é buscar aquilo que não é, só baseado em pesquisa”. Com esta sentença, o publicitário Nizan Guanaes, presidente da África e sócio majoritário do ABC (maior grupo brasileiro de comunicação e um dos 30 maiores do mundo com 14 empresas em diferentes segmentos), deu início a uma série de questionamentos e postulados que, afora arrancar gargalhadas da platéia, também pode ter servido para muita reflexão. Com o status de ter acabado de receber o prêmio Empreendedor do Ano da Ernest&Young, acredita que a comunicação deva externar verdades em tudo que se faz, até porque inclusive a arquitetura do prédio onde se está expressa valores. A comunicação precisa do mundo empresarial para fornecer dados, e por isto deve haver uma aproximação com a antropologia e outros estudos da sociedade. “É preciso trabalhar com cenários mentais além da pesquisa, porque as pessoas respondem dentro de contextos, não necessariamente a verdade”, pondera.

Guanaes entende que é necessário um alinhamento da empresa em torno de um sonho, e um sonho bem grande. Daí, se os funcionários acreditarem nisto, com valores comungados por todos, o negócio pode ter sucesso. Mas as pessoas não pensam diferente porque estão sempre ocupadas e falta tempo pra pensar. Segundo ele, “pensar fora da caixa” não significa pensar coisas estranhas, mas sim propor o óbvio, e para isto é interessante chamar pessoas de locais e setores distintos, com outras inteligências, ainda que respeitando os códigos de cada área de atividade. Assim, vê a volta do senso comum, da simplicidade, da clareza, da “despasteurização da comunicação”.

Ainda que presidente da Associação de Empreendedores da Unesco, o publicitário não acredita em uma única empresa como fornecedora total das áreas de comunicação, apostando outrossim numa postura de consultoria que indica os melhores serviços no mercado. Elogiando a escolha profissional da platéia, vê a comunicação empresarial como contribuinte no valor das ações em Bolsa, porque maneja fatores intangíveis vantajosos que protegem as organizações. Hoje, seria a inteligência mais adequada às circunstâncias do mercado mundial.

AMBIENTE – O diretor de Meio-Ambiente da Tetra Pak América Latina, engenheiro químico Fernando Von Zuben, mostrou os esforços do trabalho em educação ambiental e coleta seletiva da empresa, inclusive articulando estruturas municipais do Governo para atender esta crescente conscientização cidadã. Segundo ele, os projetos acabam interferindo positivamente no crescimento de cooperativas de coletores. A empresa fez um site baseado no Google Maps para que as pessoas encontrem pontos de coleta mais próximos, porque entende justamente sua posição de exemplo e intermediação, ai incluindo as 50 toneladas diárias de caixas recicladas em usina própria. Ele falou ainda do manejo sustentável de florestas para produção de papel a longo prazo, afora o fato de árvores reduzirem o aquecimento do planeta.

Já o pesquisador da Fundação Dom Cabral, Cláudio Boechat, partiu para uma abordagem educativa transformadora no tema sustentabilidade, bem diferente do enfoque de mero aproveitamento institucional de discursos encontrado no mercado. Para ele, “o desafio é fazer o tema ser transversal nas aulas, em todas as áreas”, concordando com a missão da escola que fala do desenvolvimento sustentável da sociedade. O modelo de gestão do conhecimento da FDC inicia pelo indivíduo, então passa para o estudo da organização e ai vai para análise do mercado, da sociedade e dos impactos no planeta. Boechat afirma que líderes empresariais têm que pensar como estadistas, embora as pressões de mercado os levem a pensar em resultados a curto prazo. A sustentabilidade prevê um equilíbrio nas relações, onde o lucro é “meio” de resultados, não “fim” do processo. A empresa deveria ter como missão inovar sempre.

A contribuição de Matthew Shirts foi mostrar o Projeto Planeta Sustentável da Editora Abril, de alinhamento no tema em 36 revistas diferentes, em três eventos e ainda num site agregador. O trabalho busca ser um canal de referência de produção e circulação de conteúdos e proposição de ações, a partir de reuniões norteadoras de um conselho gestor inspiradas por palestras provocadoras de especialistas. Há uma grande adequação de linguagem para despertar interesse tanto na infantil Recreio e na adolescente Capricho, até a genérica Veja ou a segmentada National Geographic, aí também sendo aberto espaço para publieditorial dos patrocinadores.

A finalização foi de Eduardo Braz, do Banco Real, que trabalha com o tema desde 1998 na instituição. Ele aponta a prevalência de cobertura do meio-ambiente na mídia para apelos negativos, ultrapassando a menção de eventos consagrados como o Pan-Americano. Mas o papel da iniciativa privada, para Braz, deve ser de inspiração, fazendo sentido para os “stakeholders”, incluindo ganhar mais dinheiro “com um novo jeito de fazer negócio para uma nova sociedade”. O executivo destaca que não se trata do enfoque de boa ação, mas sim geração de negócios sem descuidar do ambiente, através de propostas positivas. “Nosso modelo tem o ser humano no centro, mantendo o resultado. É a sustentabilidade como parte do negócio”, explica. Neste sentido, há desde um questionário ambiental que analisa o impacto dos negócios pretendidos para conceder crédito até o papel reciclado incorporado nos talões de cheque. A postura deve estar dando certo, porque o Banco Real foi eleito o Banco Sustentável do Ano pela Financial Times, primeiro prêmio vindo para a América Latina.

REPERCUSSÃO – Acreditando ter havido um alto nível de discussão, tanto pela forma de abordagem dos assuntos quanto pela qualidade das perguntas da platéia, a gerente de Comunicação da TIM Celular, Cristina Duarte, saiu satisfeita. A profissional, que prefere temas mais genéricos e conceituais do que cases, acredita que a estrutura foi equilibrada. Já a chefe da Assessoria de Imprensa do Banco Central, Paula Branco, entende que cases de extremo sucesso são bastante interessantes, porque dão perspectivas para outras empresas buscarem o mesmo caminho. Neste sentido, como representante da área governamental, ela aposta que as metodologias e pontos-de-vista da iniciativa privada podem perfeitamente ser aplicados na área pública, inclusive abrindo um leque de possibilidades diferentes. Para a assessora de Comunicação da Confederação Nacional do Comércio, Andréa Blois, o congresso trouxe novidades. “Não é o básico, o senso comum, é ‘sair fora da caixa’, voltando ao que é simples, temos que parar de reinventar a roda”, postula.

Mais detalhes podem ser vistos no portal http://www.aberje.com.br/ .






RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)

Envolverde realiza o Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade

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As novas pautas da sustentabilidade. Este enfoque será trabalhando durante os três dias em São Paulo, durante o 1º Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade, de 16 a 18 de outubro. O evento terá três linhas temáticas, a primeira sobre Amazônia, a segunda sobre Água e a terceira sobre Energia. Estes são os temas de maior desafio para a América Latina no presente e nos próximos anos e, também, são os setores que exigem dos profissionais de comunicação um olhar com a transversalidade da sustentabilidade.

O objetivo principal deste encontro é ser um espaço de diálogo entre os diversos atores das pautas jornalísticas, de forma a mostrar para profissionais dos meios de comunicação e das assessorias que existem novas interfaces de pautas. Amazônia, Água e Energia são os temas do século XXI para a mídia, para as empresas forma o grande cenário de desafios para a gestão da sustentabilidade na região. Empresas e ONGs e governos estão atuando fortemente nestas três vertentes e a comunicação social tem de acompanhar os esforços e oferecer uma visão integrada das iniciativas.

As inscrições estão abertas através da internet no blog do Instituto Envolverde.
Para trabalhar estes temas a Envolverde convidou profissionais de comunicação e especialistas nas diversas áreas de conhecimento envolvidas:
PROGRAMAÇÃO:
16 DE OUTUBRO - AMAZÔNIA
9h15 - Palestra Magna
Marina Silva - a confirmar - senadora e ex-ministra do meio ambiente
10h30 – Mesa redonda: Amazônia e Sustentabilidade
Moderador: Adalberto Marcondes
João Meirelles – diretor do Instituto Peabiru
Ricardo Young – a confirmar - Instituto Ethos
Nelson Cabral - Petrobras
14h – Mesa redonda: Sustentabilidade na Mídia
Moderador – Ricardo Voltolini
Joaquin Costanzo — IPS
Ladislau Dowbor – PUC
Luciano Martins - jornalista
16h30 – Mesa redonda: Sustentabilidade como Conceito
Moderador — Vilmar Berna
Fernando Almeida – a confirmar - CEBDS
Rogério Ruschel – consultor em RSE e comunicação
Nemércio Nogueira — a confirmar - Alcoa
17 DE OUTUBRO - ÁGUA
9 horas – Palestra Magna
José Machado -Insumo Econômico e Direito Social
10h15 – Apresentação de projeto da Fundação Banco do Brasil
10h30 – Mesa redonda: Água no século XXI
Moderador: Peter Milko - Horizonte Geográfico
Daniel G. Allasia Piccilli — a confirmar - Global Water Partnership
Rosane Aguiar – Gerente de Meio Ambiente da Petrobras
Pedro Jacobi — Procam-USP
14h00 – Mesa redonda: mudanças climáticas
Moderadora — Fátima Cardoso
Paulo Artaxo — a confirmar - Instituto de Física - USP
José Goldemberg — a confirmar - Poli - USP
Marcelo Leite — a confirmar - jornalista, Folha de S. Paulo
16h30 – Mesa redonda: Comunicação corporativa da sustentabilidade
Moderador – Andréa de Lima
Fabio Feldmann – Fórum Paulista de Mudanças Climática e Biodiversidade
Homero Santos — a confirmar - consultor em sustentabilidade e RSE
Luiz Fernando Neri – Gerente de Sustentabilide da Petrobras
18 DE OUTUBRO - ENERGIA
9 horas – Palestra Magna
Dilma Roussef –a confirmar - Caminhos energéticos do Brasil
10h15 – Apresentação de projeto de Haroldo de Castro
10h30 – Mesa redonda: A Energia para o Desenvolvimento
Moderador: Luciano Martins Costa
Karen Suassuna — a confirmar - WWF
Representante do Ministério de Minas e Energia
Eduardo Martins — a confirmar - E-labore
14h00 – Mesa redonda: A Energia na Mídia
Moderador – André Trigueiro
Paula Scheidt – a confirmar - Carbono Brasil
Roberto Schaeffer - a confirmar - COPPE
Celso Ming — a confirmar - jornalista de O Estado de S. Paulo
16h30 – Mesa O Continente da Biomassa
Moderador – Alex Branco
Ignacy Sachs – a confirmar - professor da Universidade de Paris
Marcos Jank - a confirmar - UNICA
Luis Fernando Laranja – WWF
Roberto Waack — ARES

SERVIÇO
Dias 16, 17 e 18 de outubro de 2008
Hotel Jaraguá - São Paulo - SP – Brasil
Rua Martins Fontes 71 - Bela Vista
Informações
Instituto Envolverde
(55) 11 3539-5743
instituto@envolverde.org.br


Fonte:
Postado por: Robson

VIVO comemora reposicionamento da marca

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O mercado de telefonia móvel brasileiro está com a bateria completamente carregada, cheio de créditos, porém, o sinal ainda gera discussões. Aparelhos cada vez mais interativos que oferecem máquinas fotográficas, GPS, entre outros atributos em um único dispositivo são comuns no mercado. O que os consumidores procuram hoje é melhor atendimento, custo-benefício e um sinal de qualidade.

Desde o final de 2006 a Vivo iniciou um processo de reposicionamento de marca buscanco maior qualidade de seus serviços. O combustível para alimentar o investimento em infra-estrutura é a crescente concorrência deste mercado no Brasil, que fez com que a operadora olhasse primeiro para o seu funcionário.

Efetivado em março do ano passado, o processo do reposicionamento da marca não foi norteado por um fator apenas, mas sim por diversas questões institucionais. Além do atual momento do mercado, a Vivo percebeu que precisava de uma evolução em tecnologia GSM, atendimento, qualidade na ligação e, principalmente, tornar a proposta da empresa mais relevante e diferenciada. A estratégia de reposicionamento da Vivo teve impacto forte no mercado e rendeu à empresa o prêmio de Destaque no Marketing em 2007 pela ABMN.


Reposicionamento ganha vida

Para anunciar esta mudança institucional ao consumidor, a primeira fase da estratégia de reposicionamento da Vivo foi lançada oficialmente dia 15 de março de 2007, data em que se comemorou o Dia do Consumidor.

Naquele momento a empresa ofereceu uma prestação de contas aos consumidores de todo o Brasil o que a Vivo tinha feito como, por exemplo, o investimento de R$ 5 bilhões em rede. “Estávamos completando quatro anos de marca e usamos a Marilia Gabriela para dizer o que já tínhamos feito e o que deveria ser melhorado na empresa”, diz Silvio Sato (foto), Diretor interino de Imagem e Comunicação da Vivo em entrevista ao Mundo do Marketing.

Através de uma campanha baseada no discurso da verdade, a Vivo mencionava as melhorias que deveriam ser feitas nos seus próprios serviços. De acordo com Sato, inovação e coragem foram os principais pilares de desenvolvimento da estratégia que teve abordagem diferente da que é usada pelo mercado. “Resolvemos não falar de tecnologia na prestação de serviço e sim da busca pela qualidade que é mais importante”, conta.


Sinais de qualidade e crescimento

A partir de então, a Vivo lançou o conceito “Sinal de Qualidade”, que partiu de atributos de maior relevância para o consumidor. “No período do Dia das Mães tivemos o primeiro desdobramento da campanha Sinal de Qualidade, onde obtivemos aumento de market share e de clientes adquiridos”, afirma Sato.

Uma estratégia de reposicionamento precisa ser clara e objetiva desde o início, segundo Silvio Sato. Neste cenário, é necessário que o consumidor entenda o conceito desde o começo das ações de Marketing. Em todos os pontos de contato com o consumidor a estratégia de reposicionamento esteve presente, como Internet, ponto-de-venda, fatura de contas, entre outros.

Mas, além disso, a empresa precisava que a estratégia fosse vista de maneira mais abrangente. “Entendemos que o reposicionamento não seria uma frase apenas. Pensamos em todos os pontos de contato oferecendo experiência com a marca”, aponta Silvio Sato em entrevista ao site.

Com a comunicação inicial já inserida na mídia após a prestação de contas e do comercial com Marília Gabriela, a empresa desenvolveu outra peça de comunicação na TV onde os funcionários da Vivo assumiam a responsabilidade pelo bom atendimento ao consumidor, gerando melhor avaliação em pesquisas.


Incentivo para gerar compromisso

Ferramentas de Marketing e de mídias de massa como TV aberta e à Cabo, patrocínio, mídia impressa, Marketing Direto e Internet fizeram parte da estratégia da empresa em não direcionar a comunicação para um ponto específico, mas sim em um amplo mix.

A comunicação interna teve sua relevância, tornando-se um dos fatores mais importantes da estratégia de reposicionamento. “A conscientização interna em ser melhor para o cliente teve uma repercussão muito forte na organização por falar mais sobre pessoas e humanizar o discurso”, explica Silvio Sato.

Uma das formas de integrar os funcionários na campanha foi mostrar para eles o trabalho de comunicação que iria para as ruas antes do lançamento oficial. Esta foi uma forma de somar valores a uma atividade ainda mais eficaz. “No comercial que fizemos com os funcionários informamos que os escolhidos seriam os melhores atendentes e isso gerou maior interesse dos colaboradores”, ressalta Silvio Sato. Além disso, a Vivo enviou gravações do presidente da empresa e SMS para os funcionários com informações sobre o reposicionamento.


Identidade mantida e patrimônio crescente

Para não perder a identidade, a Vivo se preocupou em não perder primeiramente o seu maior patrimônio, que é a sua marca. Por isso, a estratégia da empresa foi pensada e lançada como uma evolução em função do mercado e das necessidades dos seus clientes. “Pensamos em mudanças na abordagem, no planejamento e na introdução de novos ícones na identidade visual, como os bonecos. Foram mudanças estéticas sem serem cosméticas”, compara o Diretor.

A partir do resultado obtido com esta estratégia, a Vivo percebeu os sinais que vieram não de antenas ou satélites de telefonia, mas sim de uma rede ainda mais importante para as empresas de Telecom: seus consumidores. “Aprendemos que momentos de grandes mudanças podem ser formados a partir de pequenos grandes momentos, nos reinventando a cada momento”, completa Silvio Sato.


Por Thiago Terra
Postado por: Robson

Nova lei de estágio é aprovada

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A Câmara aprovou o Projeto de Lei 2419/2007, que dispõe alterações significativas para estudantes dos níveis médio, médio técnico e superior. A nova lei alterará a carga horária, estabelecerá benefícios e direitos às empresas, estagiários e instituições de ensino do país.



Um dos pontos principais é a inclusão de mais estudantes. Poderão estagiar alunos dos ensinos superior, médio, médio técnico, educação especial e dos anos finais do fundamental (na modalidade profissional da educação de jovens e adultos). Seme Arone Junior, presidente da Abres - Associação Brasileira de Estágio ressalta a importância da nova lei como um marco regulatório para a segurança das empresas contratarem mais estagiários.




Com o novo instrumento legal os estágios devem ter no máximo 6 horas diárias e 30 semanais, exceção para os alunos da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental que não poderá ultrapassar 4 horas diárias e 20 horas semanais. "Essa modificação forçará milhares de empresas a se adequarem a nova carga horária, mas acreditamos que dará mais tempo aos estudantes para se dedicarem aos estudos", explica Arone. Uma mudança positiva foi a possibilidade de profissionais liberais de nível superior (com registro em conselhos regionais), como advogados, engenheiros e outros contratarem estagiários.



O Substitutivo prevê a concessão de férias proporcionais e vale-transporte obrigatório ao estagiário. Se a empresa oferecer vale-refeição ou assistência médica não caracterizará vínculo empregatício. Também a bolsa-auxílio deverá ser paga em caso de estágio não obrigatório. "Há um ponto importante e nos causa preocupação: todas as instituições de ensino devem prever o estágio no seu projeto pedagógico. Se isso não ocorrer, seus alunos perderão o direito a estagiar", ressalta Arone.




A Abres considera que o número de estagiários do nível superior será mantido (atualmente são 715 mil). No entanto, poderá haver diminuição significativa no ensino médio. Hoje temos 8,9 milhões de estudantes e deve gerar uma redução dos atuais 385 mil estágios. "Infelizmente é nessa faixa que temos um dos focos da precarização do emprego, mas também o maior volume de abandono de escola por falta de renda, 45% de brasileiros desempregados e o drama da inserção de jovens no mercado de trabalho", avalia Arone.



"O objetivo da Abres era uma legislação de incentivo ao estágio, que atualmente insere 1,1 milhão de estudantes no mercado de trabalho e funciona com o mais eficiente instrumento de apoio à educação e inserção do jovem do mercado de trabalho", enfatiza Arone. "O problema do desemprego estrutural brasileiro deve ser resolvido com educação e precisamos manter o jovem na escola oferecendo uma renda. Esse é o método mais eficiente. O estágio é exatamente esta ferramenta e por isso deve ser ampliado e não reduzido", completa.




A nova legislação provoca grandes mudanças na atual lei em vigor, 6494/1977. O texto, já aprovado também pelo Senado, segue agora para sanção presidencial. "Nosso objetivo é que não haja nenhum veto, somente assim teremos um instrumento legal e justo para os milhões de estudantes brasileiros", finaliza Arone.O presidente do Nube, Carlos Henrique Mencaci, vê pontos positivos na nova lei. “As alterações de horários são válidas para os estagiários que terão mais tempo para se dedicar às aulas e também terão mais direitos garantidos, como vale-transporte e férias, ajudando um pouco mais em suas despesas com os estudos”, explica.