Ciclo Comunicar Imprensa começa nesta segunda-feira no Nós da Comunicação

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O portal de comunicação corporativa Nós da Comunicação apresenta mais um Ciclo Comunicar a partir desta segunda-feira, 13 de outubro, abordando desta vez o tema "Relacionamento com a Imprensa". Durante uma semana, o visitante terá à disposição artigos, entrevistas, enquetes e reportagens especiais sobre o tema principal e correlatos. Todo o material ficará em destaque no portal até a próxima sexta-feira, dia 17. Nesse período, os visitantes poderão interagir com os autores e outros usuários através de comentários no portal.


Para Jaíra Reis, diretora de relacionamento com o mercado do Nós da Comunicação, o tema do Ciclo Comunicar está em sintonia com as necessidades atuais das empresas, que precisam enviar mensagens coerentes, relevantes e integradas. “As organizações, por meio da comunicação corporativa, devem cultivar o diálogo constante com todos os seus stakeholders e a imprensa, com certeza, é um desses importantes públicos de interesse”, acredita.

Na quinta-feira, dia 16, o Ciclo Comunicar Imprensa terá um chat especial com Eduardo Ribeiro, falando sobre “Relacionamento Empresa e Imprensa”. Eduardo é jornalista há mais de 30 anos e em 1995 lançou o Jornalistas & Cia, informativo semanal sobre o mercado profissional de jornalismo e da comunicação empresarial. O internauta irá saber um pouco mais sobre a carreira de Eduardo Ribeiro e como surgiu a idéia de lançar o Jornalistas & Cia, Jornal da Comunicação Corporativa e Mega Brasil. O bate-papo começa às 16h e a sala abre dez minutos antes.

O Ciclo Comunicar é uma série de eventos virtuais que irá abordar, a cada dois meses, temas específicos do dia-a-dia das empresas por meio de chat, matérias especiais e enquetes.

Nós da Comunicação
O portal de comunicação corporativa Nós da Comunicação oferece aos profissionais e estudiosos da área um espaço para discutir, refletir e difundir assuntos relacionados ao setor e compartilhar conhecimento de forma transdisciplinar com um conteúdo rico e dinâmico. O site é atualizado diariamente com a ajuda de dezenas de colaboradores distribuídos por empresas, veículos de comunicação e outras entidades. O Nós da Comunicação tem como Parceiros de Conhecimento a Casa do Cliente Comunicação 360º, Unimed Rio, Basf, Textual Serviços de Comunicação e o Instituto Migliori, além de contar com o apoio da Caixa Cultural. Para conhecer o portal acesse http://www.nosdacomunicacao.com/.


Mais informações:


Rodrigo Mourão
Coordenador
Textual Serviços de ComunicaçãoTel: +55 21 3206 6219 manhã
Tel: +55 21 2559 1159 tarde
Tel: +55 11 3045 6922
Cel: +55 21 9766 1565 / 9365 0299 http://www.textual.com.br/

Livro Blog Corporativo

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Já saiu a 2º edição do livro Blog Corporativo, do Fábio Cipriani.


Mais informações, acesse o blog do autor.




No link abaixo, você pode "degustar" o primeiro capítulo:
http://www.livrariacultura.com.br/imagem/capitulo/2586867.pdf




Clique aqui e compare preços do livro.

Ciclo de Palestras: Comunicação Interna como diferencial competitivo

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As formandas Gabriela Coelho e Tatiana Souza, têm a satisfação de convidar para o Ciclo de Palestras: Comunicação Interna como diferencial competitivo, a ser realizado em 10 de outubro de 2008, às 18h30min , no Auditório do Prédio de Aulas 8, Caminho das Árvores. Estarão presentes, na ocasião, os seguintes pelestrantes: Cézar Almeida (Dale Canergie), Elizabeth Dantas (Casa 12 Comunicação e Marketing) e Amine Darzé (Bahia Mineração).


Programação:
18h30 min - Recepção e integração
18h50min - Apresentação dos palestrantes
19h – Cezar Almeida
19h45min – Elizabeth Dantas
20h30min – Amine Darzé
21h10min - Abertura para perguntas
21h30min - Entrega dos Certificados


Contamos com a sua presença!


* Inscrições pelo e-mail:
ciclodepalestrasci@yahoo.com.br

Gabriela Coelho / Tatiana Souza

(71) 9161-5579 / (71) 9223-6651

Blog na empresa comunica e gera inteligência

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Quanto menos uma empresa ouve seus públicos, mais distante da afeição e da decisão de compra se torna.

O blog e outras ferramentas da chamada Web 2.0 aproximam os stakeholders (os públicos interessados na empresa), criando um ambiente de troca de opiniões, colaboração e inteligência.

As pessoas gostam de ser ouvidas e sentir que sua opinião tem relevância, por isso ouvi-las vale ouro para uma empresa que saiba aproveitar as informações do blog para sua área de inteligência.

Para as pequenas e médias empresas o blog pode ser ainda mais relevante, como única fonte em organizações sem verbas de pesquisas e estudos externos. Bem trabalhado e integrado em um sistema de dados do marketing da empresa, será valioso no planejamento e medição de resultados.

A satisfação ou não em relação à empresa é recorrente nas conversas informais de funcionários e clientes.

Embora algumas empresas receiem abrir um espaço democrático onde, em tese, se arriscariam a receber comentários negativos, eles serão feitos de qualquer forma em outros lugares. Então que os possíveis comentários negativos cheguem em um canal onde se possa analisar os resultados, observar, aprender e até responder às críticas.

Jonathan Schwartz, CEO da Sun, lembra que “a função de qualquer líder é comunicar e pelos blogs ele pode interagir com imediatismo e autenticidade”.

O aprendizado pelo blog deve ser aproveitado na inteligência da empresa e pode trazer insumos sobre tendências de forma imediata e barata. Pelo blog é possível antecipar movimentos, necessidades e opiniões dos consumidores. A comunicação também pode ser avaliada e refinada, testando diversas formas, medindo a reação, as respostas, a viralização e a geração de buzzword.

Levitt e Dubner dizem que “saber o quê e como medir faz o mundo parecer menos complicado”.

Alguns exemplos de dados relevantes que podem ser medidos em blogs na maioria das empresas, dentre muitos outros:

• O que traz os usuários (referers, keywords, offline)
• Assuntos com mais eco (comentários por post, conteúdos mais lidos)
• O que gera relevância para a marca (viralização, indicações)
• Qual comunicação gera mais efeito (respostas a posts, destino após leitura)
• Geração de mídia espontânea (publicação de notícias x publicação de posts)
Informa e esclarece

Por outro lado, a inteligência deve atentar-se sobre quais temas oferecer no blog. É importante saber quais conteúdos os stakeholders desejam, oferecendo informações de forma simples e direta. Se não estiver atenta a estas expectativas, os públicos buscarão informações em outras fontes fora de seu controle, podendo ter acesso a dados distorcidos e conclusões equivocadas.

Um exemplo ocorreu na reestruturação da Starbucks. Os clientes estavam apreensivos com o futuro da empresa, que não utilizou nenhum canal aberto para amenizar os ânimos. O resultado foi a criação de um blog não-oficial nos EUA – o Starbucks Gossip, onde clientes especulavam sobre o fato. Para contornar, o presidente Howard Schultz começou a publicar um post por semana em blog oficial, reduzindo a insegurança de seus públicos e gerando resultados até sobre as ações da empresa na Bolsa de Valores.

No Brasil, a construtora Tecnisa utiliza esse ciclo, com um blog corporativo desde 2006. A inteligência da organização observou que um momento crítico no relacionamento com compradores de imóveis na planta era a dissonância cognitiva durante a espera da entrega. Para mantê-los informados do andamento das obras, a empresa publica informações e fotos no seu blog e incentiva a participação dos clientes, na troca de opiniões e idéias, para observar as principais inseguranças.

Pelos argumentos expostos, fica clara a importância do blog corporativo. Não só para a eficiência da comunicação da empresa com seus públicos, como também para o fortalecimento do negócio da organização. Além de ser uma ferramenta de baixo custo, pode em muitos casos tornar-se uma aliada estratégica ao fornecer dados relevantes para a área de inteligência, desde que suportado por uma boa ferramenta de webanalytics. Portanto, aproveite e não deixe que eles parem de falar sobre você!



Por: Fred Pacheco é gerente de Gerente de Business Intelligence da Predicta e um dos autores do blog corporativo NaMedida

Fonte:

Postato por:
Robson

Não tem jeito: o mundo mudou

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A convergência das comunicações, o protagonismo descentralizado na autoria e distribuição de conteúdos, a força da abordagem e da referência pessoal, a centralidade da linguagem audiovisual e o desejo pela mobilidade no entretenimento e no recebimento de informações são algumas das realidades debatidas atualmente. Por isto, o entendimento sobre a sentença “o mundo mudou” foi bem além do slogan do evento. Esta foi a convicção geral dos cerca de 750 participantes do Digital Age 2.0, em sua versão 2008, após verem mais de 30 palestrantes cruzarem o palco do WTC em São Paulo/SP nos dias 1 e 2 de outubro. Profissionais de veículos, de empresas, de agências de comunicação e pensadores da dinâmica online estiveram mobilizados pela proposta de discussão e de aplicação das novas perspectivas no cotidiano de suas organizações.

Numa vídeo-conferência exclusiva, Seth Godin foi um dos convidados internacionais do primeiro dia. Autor de mais de 10 livros que se transformaram em best-sellers mundiais, seu blog (http://sethgodin.typepad.com) é o primeiro do ranking Power150 da AdAge, que lista os mais influentes blogueiros sobre marketing e mídia. Acaba de lançar o livro “Meatball Sundae: Is Your Marketing out of Sync?”, que trata sobre as novas regras do marketing online e onde baseou sua apresentação. Para ele, o requisito para comunicar idéias há algum tempo atrás era conhecer o marketing e encapsular quase tudo pela televisão. “O modelo inteiro sob o qual construímos nossa indústria e nossa cultura é fazer coisas medianas para pessoas medianas”, reflete. Esta lógica, contudo, se perde diante da proliferação de opções, pela formação de nichos muito definidos e pelo ganho baseado em política de preços baixos.

Godin, não desacreditando na potencialidade da comunicação e da marca mas sim realocando o foco das atenções, diz que há um futuro de raciocínios que não passa somente por atingir mais pessoas, mas sim criar produtos que se vendam praticamente sozinhos, por sua funcionalidade ou atratividade. O que se produz precisa ser notável, característica de algo sobre o qual valha a pena se comentar, e com isto criar conexões entre as pessoas, sejam usuárias diretas ou não. A propagação em comentários somente acontece se for um tema muito atrativo e relevante, que suscite uma certa adoração. Este é o desafio e o pressuposto da nova comunicação, em que não há criação de logos ou jingles, mas sim o estabelecimento de relacionamentos.

Como tendências, aponta a rapidez, num sentido de imediatismo predominante, em que recursos baseados na internet, como o GoogleMaps articulado com atendimento telefônico para conhecer ainda mais os clientes geograficamente, são vantagens para otimizar o tempo e surpreender. Além disto, é necessário conectar as pessoas, e a partir disto despertar grandes idéias, hoje construídas pela coletividade desde a origem. A busca por tribos está mais forte, assim como a procura por líderes orientadores e inspiradores. Ele ainda sugere que se alcance os extremos: ou se é o mais caro, ou o mais barato; ou se é o mais abundante ou o mais escasso, porque todos os posicionamentos muito híbridos correm perigo de continuidade. Como exemplo, afirma que, ao escrever um livro, pode até ser feita distribuição por download gratuito, porque o que vai manter o autor é sua popularidade, que viabiliza palestras e consultorias, estas sim com boa lucratividade. Fala ainda que a comunicação precisa ser direta entre quem faz e quem compra, sem intermediadores, porque é um distanciamento prejudicial. “As pessoas não compram produtos, elas compram histórias”, destaca o estrategista, lembrando que nas redes sociais ninguém quer ser amigo de uma empresa, afinal as conversações sobre marcas precisam acontecer livremente, com contação de histórias espontâneas por pessoas não pagas, sob o risco de desmoralização e falta de transparência.

MOBILIDADE - O vice-presidente e gerente geral do Yahoo Connected Life para a América Latina, Martin Piombo, falou da formatação de conteúdos para dispositivos móveis, como palms e celulares. Sua empresa já fez 60 parcerias em 29 países para distribuição de conteúdo com exclusividade, visando a um novo mercado. Embora estejam empolgados com a mobilidade e a interatividade permitidas pelo sistema Android do Google e pelo iPhone da Apple, são ainda cautelosos porque é algo que precisaria ganhar maior escala e penetração. Ainda assim, reconhecem que são mais de quatro bilhões de celulares no mundo, onde a grande saída é permitir que os usuários criem e instalem aplicativos de acordo com seus interesses e a partir de sua rede de contatos. O Yahoo tem 800 milhões de assinantes, sendo 220 milhões de usuários móveis. “Por isso, neste novo ambiente, a parceria é crítica”, reafirma. Eles têm encontrado widgets bastante inovadores vindos de criadores asiáticos.

A realidade brasileira não é diferente. A Anatel fala em mais de 138 milhões de usuários ativos de celulares, sendo 80% pré-pagos. O número de celulares versus a população dá ao país uma das maiores densidades do mundo, na ordem de 70%. De janeiro a agosto de 2008, foram vendidos 20 milhões de aparelhos, sendo seis milhões somente neste último mês e destes 2 milhões já com internet 3G. Segundo Mário Lynch, diretor da Nielsen Mobile, 60% das pessoas no Brasil já enviaram ao menos um SMS, ainda que seja um patamar inferior à situação norte-americana: lá os usuários enviam ou recebem 357 SMS por mês, contra 10 SMS brasileiros, mostrando um potencial que já está sendo buscado pelas operadoras, como a Claro que lançou pacotes de até 2000 mensagens por mês com valores baixos para tentar movimentar o mercado. A empresa de pesquisa eMarketer prevê que o investimento em móbile advertising no mundo seja de US$ 16 bilhões até 2011. A revista Exame do início de outubro de 2008 indica que o acesso à internet cresceu 19% em uma semana, justamente pelo lançamento do iPhone no país. “A grande mudança do iPhone é consolidar a mobilidade e trazer o smartphone corporativo para o mundo pessoal”, pontua Flamma Zarife, diretora de Serviços de Valor Agregado (VAS) da Claro.

De outro lado, a audiência do canal – agora chamado “quarta tela” - já é grande, como assinala o sócio da agência F.biz, Marcelo Castelo, ao divulgar que o portal WAP da marca Seda teve 360 mil acessos, contra 18 mil do portal web tradicional, além da constatação de que os portais WAP das operadoras de celular são acessados por 15 milhões de pessoas todo mês. A taxa de cliques nos banners WAP está entre 5% e 10%, portanto muito superior ao resultado dos portais normais. Disto depende um certo grau de ousadia das empresas anunciantes, e neste sentido o vice-presidente de Canais de Comunicação da Unilever Brasil, Orlando Lopes, destaca que a empresa tende a ser sempre o primeiro anunciante de todas a plataformas já criadas, num sendo de experimentação que dá abertura a inovações e alta compreensão dos clientes, suas predisposições e suas ações. Ainda assim, o entusiasmo e o pioneirismo não são inconseqüentes, porque embora estratégias promocionais estejam passando pelo SMS cada vez mais, visto que o preço e a conveniência de participação trazem resultados três vezes superiores a outros meios convencionais de resposta, Lopes sugere fazer uma mescla com cartas, porque existe ainda uma camada sem aparelhos celulares ou sem o hábito de enviar torpedos e sentir-se seguro com este método. Outra possibilidade está nos conteúdos patrocinados, como a oferta gratuita de games como o Seda Teens, que são baixados e utilizados livremente no próprio aparelho, partindo do total interesse e atenção do consumidor, sem a característica de material “empurrado” da propaganda. “Mas há ainda uma inércia muito grande”, constata Flamma, referindo-se à realidade vista em recente workshop com grandes agências de publicidade, na tentativa de educação do mercado ainda necessária para poder haver maior aproveitamento do canal.

O evento é uma promoção da Now!Digital Business, empresa brasileira que reúne quatro reconhecidas publicações impressas (PC World, Computerworld, CIO e Channel World) e seus respectivos websites, o site de notícias IDG Now! e a versão online da Macworld, além de eventos como o CIO IT Summit, CIO IT Focus e seminários Best Pratices, como licenciada exclusiva do International Data Group/IDG. Em 2007, já dentro do novo modelo de gestão e mostrando força também no desenvolvimento de produtos próprios, criou o Digital Age 2.0. Mais informações em http://www.nowdigital.com.br/ .

RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)