Conheça o consumidor por estilo de vida

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Entender melhor o mercado e vislumbrar formas de avançar ainda mais em termos de tecnologia e serviços, produzindo soluções, modelos de negócios e ofertas que se encaixem perfeitamente nos desejos e necessidades dos usuários. Este é o sonho de qualquer empresa. E foi a prática da Ericsson na apresentação dos resultados de uma pesquisa de estilos de vida dos usuários de serviços de comunicação, durante a edição 10 do Futurecom – seminário internacional e espaço de exposições organizado pela Provisuale no Transamérica Expo Center em São Paulo/SP, entre os dias 27 e 30 de outubro de 2008.

O Ericsson Consumer Lab realizou uma pesquisa para definir quais as características predominantes e os estilos de vida dos usuários de serviços de comunicação no Brasil e no mundo. A pesquisa realizada em 11 países durante o ano de 2008, com cerca de 16.000 pessoas, de 15 a 69 anos, apontou 8 tipos de estilos de vida dos usuários: Family Phoners, (17%), Basic Phoners (17%), In Touch Organizers (15%), Mainstream Materialists (15%), Experiencialists (12%), Mainstream Youth (9%), Pioneers Youth (9%) e Careeirists (7%). No Brasil foram feitas 1.200 entrevistas, definindo os estilos em: In Touch Organizers (16%), Basic Phoners (15%), Family Phoners (16%), Mainstream Materialists (14%), Experiencers (15%), Pioneer Youth (10%), Mainstream Youth (10%) e Careeirists (4%).

Em uma ação pioneira, a Ericsson e o Instituto Ipsos Public Affairs apresentam também um estudo qualitativo dos consumidores das classes D e E. O estudo, inédito no Brasil, tem por objetivo ser referência para o segmento, norteando as operadoras para o desenvolvimento de projetos específicos para cada público-alvo. “As classes D e E são extremamente interessadas com a comunicação, são pessoas que conhecem o que as operadoras têm a oferecer, em termos de serviços e tecnologias. O que limita o uso dos aplicativos realmente é o preço. Mesmo assim, com o pouco que lhes sobra, freqüentam Lan houses, acessam a internet pelo celular, baixam ringtones, e têm conhecimento de como utilizar o bluethooth, por exemplo”, explica Jesper Rhode, vice-presidente de Multimídia da Ericsson Brasil. Principais percepções captadas na pesquisa qualitativa demonstram que os usuários das classes D e E estão sedentos por: transferência de créditos (para resgate em dinheiro); chamada patrocinada (chamadas e mensagens de texto); pacotes (com predominância de Internet + TV a cabo + telefone celular); e desconto dinâmico (promoções em horário comercial).

A descrição de cada perfil ficou assim:

. Family Phoners — usuários de 30 a 64 anos, que não dominam a tecnologia, mas se precisarem ter uma conexão forte com seus familiares, se submetem a aprender. São pessoas que prezam estar com a família. Casados, com filhos, e predominantemente mulheres. São um pouco receosos com tecnologia, mas estão dispostos a aprender se possibilitar uma conexão familiar maior.

. Basic Phoners — usuários com mais de 40 anos; maior possibilidade de serem mulheres do que homens; casados e com filhos, ou casados sem filhos. Eles têm menor grau de escolaridade e de renda em relação aos demais. Grande parcela deles são aposentados ou donas de casa. Vêem a tecnologia como um símbolo do que tem de errado no mundo moderno, mas podem ser influenciados pelos mais jovens a mudarem esse pensamento.

. In Touch Organisers — em sua maioria, pessoas entre 30 e 64 anos; casadas e com filhos; mais mulheres do que homens. Possuem alto grau de escolaridade e renda, quando comparados com os usuários do perfil Tendência Materialista. São pessoas que vêem a tecnologia como um meio para alcançar algo.
. Mainstream Materialist — pessoas entre 25 e 59 anos, casadas e com filhos. Grau de escolaridade mediano. São mais homens do que mulheres e que buscam reconhecimento da sociedade.

. Experiencers — usuários entre 25 e 55 anos, normalmente casados e com filhos. Possuem renda de grau médio à boa e trabalham em período integral. A porcentagem de homens e mulheres é balanceada. São fascinados por novas tecnologias por seu estilo e valor.

. Mainstream Youth — usuários entre 15 e 24 anos; solteiros, mas que ainda moram com os pais. Famílias com menor poder aquisitivo do que os usuários pertencentes ao perfil Jovem Pioneiro. São mais mulheres do que homens. A maioria é estudante, que já ingressou no mercado de trabalho. Pessoas jovens que têm vontade de consumir, mas são racionais com suas aquisições.

. Pioneer Youth — são pessoas entre 15 e 24 anos, perfil tipicamente voltado à juventude. São estudantes e solteiros, que ainda moram com os pais. Mais mulheres do que homens. Famílias com maior poder aquisitivo do que os Tendência Jovem. Querem tudo de um aparelho celular e não querem esperar.

. Careerists — pessoas entre 25 a 39 anos, na maioria casados e com filhos. Grupo com maior poder aquisitivo. Com grau de escolaridade alto, muitos formados em universidades, grande porcentagem de homens. Para eles, a tecnologia é uma ferramenta para o sucesso, uma forma de ganhar vantagem.



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

Novo ambiente de negócios muda a comunicação

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Um novo paradigma no ambiente de negócio das telecomunicações está em andamento: é a comunicação móvel conectando as pessoas. A avaliação é que esta realidade cause profundas alterações na dinâmica dos relacionamentos empresariais e mesmo pessoais. Ao final de 2008, está previsto o patamar de 4 bilhões de usuários no mundo, num tempo inferior a 20 anos do primeiro lançamento. Este foi o panorama sobre o qual mais de 150 palestras foram desenvolvidas na edição 10 do Futurecom – seminário internacional e espaço de exposições organizado pela Provisuale no Transamérica Expo Center em São Paulo/SP, entre os dias 27 e 30 de outubro de 2008.

A idéia é de que o serviço de banda larga móvel supra a demanda reprimida existente entre os 42 milhões de brasileiros que possuem computadores e os 9 milhões de clientes da banda larga, sendo que apenas 800 mil deles utilizam o acesso de 3G da telefonia móvel. A aposta nesse novo cenário é para 2012, quando se estima que 55% dos dispositivos serão de terceira geração e o serviço estará disponível para 2/3 do total de usuários de telefonia móvel no mundo. Almir Narcizo, da Nokia, destaca que a concepção não é mais conectar lugares, mas sim pessoas, com uma produtividade melhorada em vários sentidos. Armando Almeida, da Nokia Systems, complementa dizendo que a geração de economia no trabalho por conta da mobilidade atingiu 157 bilhões de dólares por ano, em pesquisa ainda de 2004. Carlos Duprat, da Ericsson, diz que o contexto do 3G e da banda larga móvel foi pesquisado quanto ao impacto na produtividade dos negócios, comprovando-se um incremento médio de 27% nos negócios. Vários momentos perdidos são agora utilizados de maneira produtiva e útil. Neste sentido, aplicações corporativas estão sendo centradas no vídeo, como os serviços de vídeo-chamada e a melhoria das intranets com incorporação desta tecnologia. Outra grande tendência instalada seria o home-office, com economia de 50 bilhões de toneladas de gás carbônico e por conseqüência de energia dispendida.

A proposta é dar vida ao aparelho celular por meio da agregação de serviço. Afinal, como assinala Denoel Eller, da HP, a banda larga móvel finaliza a prevalência da base de software instalada em computadores fixos. Cada vez mais os data centers podem ser acessados de qualquer lugar por vários dispositivos. A HP, por exemplo, comprou 30 empresas nos últimos três anos e 27 delas são de software, demarcando uma nova realidade, aí incluindo serviços conectados a GPS. Outra peculiaridade é a oferta de armazenamento digital de dados sem custos para os clientes. “Este é o grande salto. A sociedade se transforma, sobretudo pelo elemento da telefonia móvel”, visualiza Narcizo.

Pela capacidade instalada de hardware, pelas redes de operadoras e pelos aplicativos disponíveis, Maurício Vergani, da Embratel, vê realmente agora a possibilidade de praticar a convergência. De outro lado, aponta que as empresas de telecomunicações precisam sair das discussões técnicas para pensar mais no cliente. “Temos que mudar o eixo para pensar sempre no cliente, como age e reage, e não dar preferência para a tecnologia. Acho que esta situação de crise vai acelerar este enfoque”, manifesta. Para Antônio Valente, da Telefónica, a convergência está instalada e há uma pressão competitiva muito forte que gera grandes alterações dentro das empresas, sobremaneira na racionalização de custos e na agilização da tomada de decisão. Então, é preciso falar de inovação e de flexibilidade e da criação de condições legais para a consolidação das organizações e seus investimentos na área, como saída para diferenciação e para a continuidade dos negócios em tempos de grande mudança. Análises da consultoria Accenture indicam que a grande diferença entre as empresas de alta e baixa performance está na quantidade e qualidade do uso e interace da organização, com três públicos prioritários: clientes, funcionários e fornecedores. Isto comprovaria as tendências de que o desenvolvimento econômico e social dos países deriva do grau de seu investimento tecnológico como dinamizador das relações, aponta o executivo Petrônio Nogueira.
DIGITAL – A explosão da telefonia celular no Brasil tem impulsionado uma nova modalidade de marketing, que já começa a ter representatividade na receita das operadoras de telefonia móvel. Análises da IDC (International Data Corporation) mostram que as mensagens enviadas por empresas aos consumidores via celular movimentaram U$ 129 milhões em 2007. Ainda segundo o estudo, os envios já representam 10% da receita dos serviços de valor agregado das operadoras. Em 2008, o valor deve ultrapassar os U$150 milhões.Os dados fazem parte do estudo Mobile Content Services, análise quantitativa que considerou o número de mensagens de publicidade e promoções enviadas por empresas de telefonia.

Segundo Manzar Feres, da IBM, a indústria mudou porque agora os clientes entendem de tecnologia e dialogam em alto nível com as organizações. E isto gera um usuário muito mais exigente e novos desafios para as empresas chamarem a atenção e conduzirem a comunicação. Este ponto tem a concordância de Maurício Oliveira, da Telefónica, dizendo que o cliente fica cada vez mais sofisticado e apresenta demandas muito segmentadas. É uma complexidade que exige concatenação de operações, por isto as empresas passam a ser integradoras de soluções de vários parceiros, para poderem tentar atingir esta diversidade. Assim, surgem os pacotes de produtos e serviços, como os “Combo”. Paulo Teixeira, da Vivo, lembra que são 20 milhões de pessoas na “nova classe média”, exigindo desenvoltura das empresas quanto a processos educativos de manuseio e aproveitamento das novidades tecnológicas. É um segmento onde o “boca-a-boca” funciona bem, e se transforma no “clique-a-clique”. A produção e oferta de conteúdos são pulverizadas, com inúmeros atores institucionais, afora os cidadãos individual e coletivamente. Por isto, vê-se a convergência de interesses em nome da melhor experiência. “De maneira geral, ninguém pode prescindir de terceiros, e de uma cadeia de valor de qualidade. O que as pessoas querem são ações agregadoras, interlocuções mais enxutas e uma conta única pra pagar”, ressalta Teixeira.

Velocidade e amplitude são os pilares da indústria da comunicação móvel, e a propagação de informações positivas ou negativas sobre uma organização é um grande paradoxo: uma oportunidade e uma ameaça ao mesmo tempo, pondera Miguel Cui Filho, da Claro. As comunicações precisam, com isto, ser muito mais objetivas e transparentes para serem vistas e repercutidas com a mesma ênfase dos depoimentos dos cidadãos. Como exemplo de descentralização, agilidade e mobilidade, Feres cita o serviço Twitter, um micro-blog de posts até 140 caracteres que pode ser acessado pelo celular e facilmente alimentado, sem inclusive requisitar maiores elaborações de texto. Caio Klein, da Juniper, referenda o Twitter, mas aproveita para comentar a dificuldade de monetizar estas ferramentas. A lucratividade no futuro, para ele, virá de fornecimento de conteúdos de qualidade, sob diferentes plataformas e sem falhas de transmissão e de recepção. Está havendo uma evidente transformação na percepção do cliente sobre as empresas e por conseqüência na conduta das organizações, que devem estar atentas às demandas de contato e de rápida resposta. “É preciso rastrear o cliente em busca de informações por vários canais integrados, passando para a tomada de decisão”, diz Vilnor Grube, editor da Cliente S.A.



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

A vida como ela é: 10 verdades sobre o mundo corporativo que ninguém fala

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O mercado de trabalho não é perfeito. Ele não é formado por pessoas boazinhas, chefes puritanos ou empresas que colocam seus valores acima do lucro. Nesta reportagem, o coach Ricardo Melo fala sobre dez verdades acerca do mundo corporativo que ninguém quer falar.

Após descortinar esses mitos, faça o possível para não ser ingênuo e cair em armadilhas. Pode ser difícil ter de olhar os fatos sob diversos prismas, mas o exercício é necessário. Enxergue o mundo corporativo como um jogo: quem não se interessar pelas estratégias alheias perde!

Saiba que não é o caso de ficar paranóico e descrente. O mercado ainda resguarda bons lugares para trabalhar, com líderes preparados. Além disso, é no trabalho que muitas pessoas conhecem grandes amigos, por isso não tenha medo de confiar em quem julgar que pode confiar. Apenas, com as dicas desta reportagem, fique mais atento.

As dez verdades
Confira as dez verdades descritas por Melo:

O mercado quer gente inovadora: Você acabou de ser contratado e está cheio de idéias para melhorar os processos na empresa. Cuidado! Embora o mercado valorize muito a inovação no discurso, na prática, não raro, se observa exatamente o contrário: muitas pessoas nesta empresa podem ser conservadoras, o que significa que não querem arriscar e mudar. "Dependendo da cultura da empresa, se você chega com muitas idéias, acaba assustando! Há chefes que são abertos, mas desde que suas idéias não choquem com as dele", diz o coach. Além disso, seja cauteloso ao fazer uma sugestão: sem querer, você pode acabar expondo a incompetência de um colega ou chefe!

Com talento e competência se consegue tudo: Competência é fundamental, a não ser que você seja filho do dono da empresa. O problema é que ser competente e talentoso não garante seu sucesso. "É preciso saber aparecer, saber fazer marketing pessoal. Não adianta ter um tesouro que ninguém sabe que existe, porque está escondido no fundo do mar", afirma Melo. E o pior é que, segundo ele, há muitos chefes que escondem os talentos sob sua sombra, porque temem que alguém melhor ocupe seu lugar. Mas esse tipo de chefe acaba dando um tiro no pé, porque as melhores pessoas de sua equipe acabam indo embora.

Chefes sempre querem o bem de seus subordinados: Não é bem assim. Existem ótimos líderes por aí, mas também existem pessoas despreparadas em cargos altos. "Via de regra, antes de pensar nos outros, os chefes pensam em si. Alguns não pensam nem mesmo na empresa, somente querem saber de salvar a própria pele", diz Melo. Moral da história: tenha cuidado para não se iludir e acabar frustrado!

Sempre recebe aumento quem merece: Para Melo, esse é o mito dos mitos. Não é assim. Muitas vezes, você se esforça ao máximo, dá seu melhor e, no fim, outra pessoa acaba levando os méritos. Acontece. Outras vezes, seu chefe simplesmente não tem muita afinidade com você e acaba não se esforçando para que você receba o merecido aumento. São muitas as variáveis envolvidas.

Quem é promovido precisa provar que merece o posto: Há quem seja promovido e, na ânsia de provar que merece o posto, acabe se transformando. O problema é que uma hora a máscara cai. "Se você é competente, não precisa provar que mereceu a promoção. Apenas dê continuidade ao bom trabalho. O profissional que finge ser quem não é mostra insegurança".

A avaliação de desempenho está sempre certa: Nem sempre. Depende do contexto no qual ela foi realizada e da percepção que as pessoas têm de você, que pode ser equivocada. "O feedback pode ser útil, mas ele deve ser interpretado", garante o coach.

É bom ter amigos na empresa: A frase está correta, desde que você não misture as coisas e acabe colocando seu emprego em risco. Por exemplo: um amigo seu foi promovido. Será que você não se achará no direito de faltar no trabalho, já que seu novo chefe é seu amigo e entenderá? "Amizade é bom ter em qualquer lugar, é uma das melhores coisas da vida. Mas não confunda o pessoal com o profissional!".

O RH é o melhor amigo dos funcionários: Há profissionais que, quando têm qualquer problema, correm para o departamento de Recursos Humanos, como se nele houvesse um confessionário. Mas será que se pode confiar cegamente no RH? "Existem pessoas sérias no ramo de Recursos Humanos, humanizadas, que de fato estão lá para ajudar os funcionários e lutar por eles. A questão é que também existem pessoas que se utilizam de sua posição para detectar falhas da empresa e dos funcionários. Como resultado, em um programa de demissão, alguém pode acabar sendo dispensado sem entender o motivo. Por isso eu digo: se está com um problema com a empresa, tente conversar com amigos, consultores, coaches", diz Melo.

Férias de 30 dias é tudo de bom: Cuidado! Dependendo da empresa e da situação pela qual ela passa, você pode ter uma surpresa ao voltar para o trabalho. Outra pessoa poderá estar ocupando seu posto. "No mundo atual, 30 dias acabam sendo muito tempo, a não ser que tenha absoluta segurança no emprego. Mas dizer que não existe perigo nenhum quando alguém tira férias de 30 dias é relativo".

É ruim errar: Algumas empresas cultivam essa cultura do medo; quando alguém erra, é rapidamente julgado e, muitas vezes, punido. Mas a verdade é que a questão não é o erro em si, mas a relação que se cria com o erro. O velho ditado "todo mundo erra" é verdadeiro. No fim das contas, garante Melo, errar acaba sendo bom, pois o profissional tem a oportunidade de aprender com uma situação difícil. "Ninguém deve buscar o erro. Mas o fato é que Napoleão Bonaparte perdeu a guerra porque nunca havia perdido uma batalha", finaliza Ricardo Melo.



Fonte:


Postado por: Robson

Meia Amazônia Não!

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Uma excelente campanha do Greenpeace que merece nossa atenção!




Falem bem ou mal, mas...

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Sacerdotisa das redes sociais, a americana Danah Boyd avisa: as empresas precisam aprender a interagir com os consumidores na web




A americana Danah Boyd, 30 anos, não faz parte da geração formada pelos nativos digitais, aqueles nascidos a partir de 1980 e plugados desde criancinhas. Mas navega e participa ativamente das chamadas redes sociais. Doutoranda na Escola de Informação da Universidade de Berkeley, na Califórnia, a jovem de Altoona, Pensilvânia, tem feito a ponte entre a academia e o mercado para discutir um tema que intriga as empresas: como interagir com usuários de sites como Orkut, Facebook e Twitter? Danah atua como pesquisadora em mídia social para corporações como Intel, Google e Yahoo!. Em janeiro de 2009, se mudará para Boston. Vai trabalhar no Microsoft Research, o laboratório de pesquisas e estudos de novas tecnologias da empresa de Bill Gates.



Considerada pelo Financial Times a sacerdotisa das redes sociais, Danah falou a Época NEGÓCIOS sobre como as empresas devem agir nesses novos tempos. Segundo ela, estamos vivendo a economia da atenção digital, uma época que exige diálogo, interação e criatividade. Companhias que não enxergarem a diferença entre estar numa mídia tradicional e fazer parte de uma rede social podem ser excluídas dessa onda. “Diferentemente da TV, na internet os consumidores opinam e participam. Por isso, a comunicação precisa ser muito mais relevante”, diz Danah.
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