Da série: Como acabar com sua imagem

1 Comment »


Cláudia Leitte diz que prefere que filho seja ‘macho’ e irrita fãs gays




Em entrevista ao “TV Fama”, da Rede TV!, questionada pelo travesti Léo Áquila sobre a possibilidade de seu filho ser gay, Claudia Leitte respondeu: "Eu adoro os gays, mas prefiro que meu filho seja macho". A declaração da cantora provocou revolta em muitos homossexuais, informou o jornal Extra desta quarta-feira (12).

Ainda na entrevista para a TV, o marido de Cláudia, Marcio Pedreira, completou: "Deus me livre (do filho ser gay). Ele será bem criado", o que causou ainda mais polêmica, inclusive para Léo Áquila, que se disse chocado. "Eu também fui muito bem criado", desabafou.

O jornal publicou ainda a opinião de Alexandre Santos, presidente da Associação do Orgulho GLBT de São Paulo: “Foi uma frase infeliz, lamentável. Ela, que tem um público GLBT fiel, não tem o menor tato para dialogar com tanta gente”. Já Júlio César Ávila Dias, da Associação Goiana de Gays, Lésbicas e Transgêneros foi além: “Vamos fazer um repúdio. Faremos ações entre a comunidade para que boicotem os shows e nem comprem produtos com o nome dela”, disse, alegando que a maior parte dos fãs da cantora é gay.

Através de sua assessoria de imprensa, Claudia Leitte respondeu às críticas citando o início de sua frase dita ao programa da Rede TV!: “Eu adoro os gays.”







Retirado site Babado.




Neste caso, qual deveria ser a estratégia do assessor de comunicação da cantora? Deixe sua opinião!








Café com RP

No Comments »


A próxima edição do Café Com R e P já está marcada.

O objetivo do evento é juntar profissionais de Relações Públicas, promover integração, conhecer gente nova, rever antigos colegas da classe, trocar informações, currículos, risadas, emails, telefones e o que mais surgir...



O quê: Café com R e P - Encontro de profissionais de Relações Públicas.
Quando: 18 de Novembro, terça-feira, das 19 às 22 horas.
Onde:Café &Cognac – Rua Fonte do Boi, Rio vermelho (mesma rua do Hotel Pestana) - Mapa aqui




Mais informações:
cafecomrep@gmail.com
Shade Andréa - (71) 9143.5033

Corrida Carbono Neutro Unimed

No Comments »

Achei bem legal a iniciativa da Unimed Londrina:

















A "Corrida Carbono Neutro Unimed" foi especialmente desenvolvida para atender atletas amadores e profissionais, com uma distância que pode ser percorrida caminhando ou correndo. No sábado a noite, embalados ao som de 3 DJs espalhados pelo percurso, os atletas percorrerão um percurso de 6Km em volta do lago Igapó 2 e 3.

Ficha Técnica:
- Percurso: 6Km- Tempo máximo de execução: 1h30- Número de Atletas: Limitado a 1500- Aquecimento: 19h30- Largada: 20h- Guarda Volumes- Apuração do tempo líquido por chip

Premiação:
Vencedores nas categorias Geral Masculino e Geral Feminino- 1º lugar: R$ 500,00 em vale compras na Tecnosport- 2º lugar: R$ 300,00 em vale compras na Tecnosport- 3º lugar: R$ 200,00 em vale compras na TecnosportSorteios: Durante a prova, todos os inscritos concorrerão aos seguintes prêmios:

- 20 Kits Unimed: Bolsa de academia, bermuda, squeeze e toalha.
- 02 diárias Hotel Aguativa Resort*

Conheça o consumidor por estilo de vida

No Comments »




Entender melhor o mercado e vislumbrar formas de avançar ainda mais em termos de tecnologia e serviços, produzindo soluções, modelos de negócios e ofertas que se encaixem perfeitamente nos desejos e necessidades dos usuários. Este é o sonho de qualquer empresa. E foi a prática da Ericsson na apresentação dos resultados de uma pesquisa de estilos de vida dos usuários de serviços de comunicação, durante a edição 10 do Futurecom – seminário internacional e espaço de exposições organizado pela Provisuale no Transamérica Expo Center em São Paulo/SP, entre os dias 27 e 30 de outubro de 2008.

O Ericsson Consumer Lab realizou uma pesquisa para definir quais as características predominantes e os estilos de vida dos usuários de serviços de comunicação no Brasil e no mundo. A pesquisa realizada em 11 países durante o ano de 2008, com cerca de 16.000 pessoas, de 15 a 69 anos, apontou 8 tipos de estilos de vida dos usuários: Family Phoners, (17%), Basic Phoners (17%), In Touch Organizers (15%), Mainstream Materialists (15%), Experiencialists (12%), Mainstream Youth (9%), Pioneers Youth (9%) e Careeirists (7%). No Brasil foram feitas 1.200 entrevistas, definindo os estilos em: In Touch Organizers (16%), Basic Phoners (15%), Family Phoners (16%), Mainstream Materialists (14%), Experiencers (15%), Pioneer Youth (10%), Mainstream Youth (10%) e Careeirists (4%).

Em uma ação pioneira, a Ericsson e o Instituto Ipsos Public Affairs apresentam também um estudo qualitativo dos consumidores das classes D e E. O estudo, inédito no Brasil, tem por objetivo ser referência para o segmento, norteando as operadoras para o desenvolvimento de projetos específicos para cada público-alvo. “As classes D e E são extremamente interessadas com a comunicação, são pessoas que conhecem o que as operadoras têm a oferecer, em termos de serviços e tecnologias. O que limita o uso dos aplicativos realmente é o preço. Mesmo assim, com o pouco que lhes sobra, freqüentam Lan houses, acessam a internet pelo celular, baixam ringtones, e têm conhecimento de como utilizar o bluethooth, por exemplo”, explica Jesper Rhode, vice-presidente de Multimídia da Ericsson Brasil. Principais percepções captadas na pesquisa qualitativa demonstram que os usuários das classes D e E estão sedentos por: transferência de créditos (para resgate em dinheiro); chamada patrocinada (chamadas e mensagens de texto); pacotes (com predominância de Internet + TV a cabo + telefone celular); e desconto dinâmico (promoções em horário comercial).

A descrição de cada perfil ficou assim:

. Family Phoners — usuários de 30 a 64 anos, que não dominam a tecnologia, mas se precisarem ter uma conexão forte com seus familiares, se submetem a aprender. São pessoas que prezam estar com a família. Casados, com filhos, e predominantemente mulheres. São um pouco receosos com tecnologia, mas estão dispostos a aprender se possibilitar uma conexão familiar maior.

. Basic Phoners — usuários com mais de 40 anos; maior possibilidade de serem mulheres do que homens; casados e com filhos, ou casados sem filhos. Eles têm menor grau de escolaridade e de renda em relação aos demais. Grande parcela deles são aposentados ou donas de casa. Vêem a tecnologia como um símbolo do que tem de errado no mundo moderno, mas podem ser influenciados pelos mais jovens a mudarem esse pensamento.

. In Touch Organisers — em sua maioria, pessoas entre 30 e 64 anos; casadas e com filhos; mais mulheres do que homens. Possuem alto grau de escolaridade e renda, quando comparados com os usuários do perfil Tendência Materialista. São pessoas que vêem a tecnologia como um meio para alcançar algo.
. Mainstream Materialist — pessoas entre 25 e 59 anos, casadas e com filhos. Grau de escolaridade mediano. São mais homens do que mulheres e que buscam reconhecimento da sociedade.

. Experiencers — usuários entre 25 e 55 anos, normalmente casados e com filhos. Possuem renda de grau médio à boa e trabalham em período integral. A porcentagem de homens e mulheres é balanceada. São fascinados por novas tecnologias por seu estilo e valor.

. Mainstream Youth — usuários entre 15 e 24 anos; solteiros, mas que ainda moram com os pais. Famílias com menor poder aquisitivo do que os usuários pertencentes ao perfil Jovem Pioneiro. São mais mulheres do que homens. A maioria é estudante, que já ingressou no mercado de trabalho. Pessoas jovens que têm vontade de consumir, mas são racionais com suas aquisições.

. Pioneer Youth — são pessoas entre 15 e 24 anos, perfil tipicamente voltado à juventude. São estudantes e solteiros, que ainda moram com os pais. Mais mulheres do que homens. Famílias com maior poder aquisitivo do que os Tendência Jovem. Querem tudo de um aparelho celular e não querem esperar.

. Careerists — pessoas entre 25 a 39 anos, na maioria casados e com filhos. Grupo com maior poder aquisitivo. Com grau de escolaridade alto, muitos formados em universidades, grande porcentagem de homens. Para eles, a tecnologia é uma ferramenta para o sucesso, uma forma de ganhar vantagem.



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

Novo ambiente de negócios muda a comunicação

No Comments »






Um novo paradigma no ambiente de negócio das telecomunicações está em andamento: é a comunicação móvel conectando as pessoas. A avaliação é que esta realidade cause profundas alterações na dinâmica dos relacionamentos empresariais e mesmo pessoais. Ao final de 2008, está previsto o patamar de 4 bilhões de usuários no mundo, num tempo inferior a 20 anos do primeiro lançamento. Este foi o panorama sobre o qual mais de 150 palestras foram desenvolvidas na edição 10 do Futurecom – seminário internacional e espaço de exposições organizado pela Provisuale no Transamérica Expo Center em São Paulo/SP, entre os dias 27 e 30 de outubro de 2008.

A idéia é de que o serviço de banda larga móvel supra a demanda reprimida existente entre os 42 milhões de brasileiros que possuem computadores e os 9 milhões de clientes da banda larga, sendo que apenas 800 mil deles utilizam o acesso de 3G da telefonia móvel. A aposta nesse novo cenário é para 2012, quando se estima que 55% dos dispositivos serão de terceira geração e o serviço estará disponível para 2/3 do total de usuários de telefonia móvel no mundo. Almir Narcizo, da Nokia, destaca que a concepção não é mais conectar lugares, mas sim pessoas, com uma produtividade melhorada em vários sentidos. Armando Almeida, da Nokia Systems, complementa dizendo que a geração de economia no trabalho por conta da mobilidade atingiu 157 bilhões de dólares por ano, em pesquisa ainda de 2004. Carlos Duprat, da Ericsson, diz que o contexto do 3G e da banda larga móvel foi pesquisado quanto ao impacto na produtividade dos negócios, comprovando-se um incremento médio de 27% nos negócios. Vários momentos perdidos são agora utilizados de maneira produtiva e útil. Neste sentido, aplicações corporativas estão sendo centradas no vídeo, como os serviços de vídeo-chamada e a melhoria das intranets com incorporação desta tecnologia. Outra grande tendência instalada seria o home-office, com economia de 50 bilhões de toneladas de gás carbônico e por conseqüência de energia dispendida.

A proposta é dar vida ao aparelho celular por meio da agregação de serviço. Afinal, como assinala Denoel Eller, da HP, a banda larga móvel finaliza a prevalência da base de software instalada em computadores fixos. Cada vez mais os data centers podem ser acessados de qualquer lugar por vários dispositivos. A HP, por exemplo, comprou 30 empresas nos últimos três anos e 27 delas são de software, demarcando uma nova realidade, aí incluindo serviços conectados a GPS. Outra peculiaridade é a oferta de armazenamento digital de dados sem custos para os clientes. “Este é o grande salto. A sociedade se transforma, sobretudo pelo elemento da telefonia móvel”, visualiza Narcizo.

Pela capacidade instalada de hardware, pelas redes de operadoras e pelos aplicativos disponíveis, Maurício Vergani, da Embratel, vê realmente agora a possibilidade de praticar a convergência. De outro lado, aponta que as empresas de telecomunicações precisam sair das discussões técnicas para pensar mais no cliente. “Temos que mudar o eixo para pensar sempre no cliente, como age e reage, e não dar preferência para a tecnologia. Acho que esta situação de crise vai acelerar este enfoque”, manifesta. Para Antônio Valente, da Telefónica, a convergência está instalada e há uma pressão competitiva muito forte que gera grandes alterações dentro das empresas, sobremaneira na racionalização de custos e na agilização da tomada de decisão. Então, é preciso falar de inovação e de flexibilidade e da criação de condições legais para a consolidação das organizações e seus investimentos na área, como saída para diferenciação e para a continuidade dos negócios em tempos de grande mudança. Análises da consultoria Accenture indicam que a grande diferença entre as empresas de alta e baixa performance está na quantidade e qualidade do uso e interace da organização, com três públicos prioritários: clientes, funcionários e fornecedores. Isto comprovaria as tendências de que o desenvolvimento econômico e social dos países deriva do grau de seu investimento tecnológico como dinamizador das relações, aponta o executivo Petrônio Nogueira.
DIGITAL – A explosão da telefonia celular no Brasil tem impulsionado uma nova modalidade de marketing, que já começa a ter representatividade na receita das operadoras de telefonia móvel. Análises da IDC (International Data Corporation) mostram que as mensagens enviadas por empresas aos consumidores via celular movimentaram U$ 129 milhões em 2007. Ainda segundo o estudo, os envios já representam 10% da receita dos serviços de valor agregado das operadoras. Em 2008, o valor deve ultrapassar os U$150 milhões.Os dados fazem parte do estudo Mobile Content Services, análise quantitativa que considerou o número de mensagens de publicidade e promoções enviadas por empresas de telefonia.

Segundo Manzar Feres, da IBM, a indústria mudou porque agora os clientes entendem de tecnologia e dialogam em alto nível com as organizações. E isto gera um usuário muito mais exigente e novos desafios para as empresas chamarem a atenção e conduzirem a comunicação. Este ponto tem a concordância de Maurício Oliveira, da Telefónica, dizendo que o cliente fica cada vez mais sofisticado e apresenta demandas muito segmentadas. É uma complexidade que exige concatenação de operações, por isto as empresas passam a ser integradoras de soluções de vários parceiros, para poderem tentar atingir esta diversidade. Assim, surgem os pacotes de produtos e serviços, como os “Combo”. Paulo Teixeira, da Vivo, lembra que são 20 milhões de pessoas na “nova classe média”, exigindo desenvoltura das empresas quanto a processos educativos de manuseio e aproveitamento das novidades tecnológicas. É um segmento onde o “boca-a-boca” funciona bem, e se transforma no “clique-a-clique”. A produção e oferta de conteúdos são pulverizadas, com inúmeros atores institucionais, afora os cidadãos individual e coletivamente. Por isto, vê-se a convergência de interesses em nome da melhor experiência. “De maneira geral, ninguém pode prescindir de terceiros, e de uma cadeia de valor de qualidade. O que as pessoas querem são ações agregadoras, interlocuções mais enxutas e uma conta única pra pagar”, ressalta Teixeira.

Velocidade e amplitude são os pilares da indústria da comunicação móvel, e a propagação de informações positivas ou negativas sobre uma organização é um grande paradoxo: uma oportunidade e uma ameaça ao mesmo tempo, pondera Miguel Cui Filho, da Claro. As comunicações precisam, com isto, ser muito mais objetivas e transparentes para serem vistas e repercutidas com a mesma ênfase dos depoimentos dos cidadãos. Como exemplo de descentralização, agilidade e mobilidade, Feres cita o serviço Twitter, um micro-blog de posts até 140 caracteres que pode ser acessado pelo celular e facilmente alimentado, sem inclusive requisitar maiores elaborações de texto. Caio Klein, da Juniper, referenda o Twitter, mas aproveita para comentar a dificuldade de monetizar estas ferramentas. A lucratividade no futuro, para ele, virá de fornecimento de conteúdos de qualidade, sob diferentes plataformas e sem falhas de transmissão e de recepção. Está havendo uma evidente transformação na percepção do cliente sobre as empresas e por conseqüência na conduta das organizações, que devem estar atentas às demandas de contato e de rápida resposta. “É preciso rastrear o cliente em busca de informações por vários canais integrados, passando para a tomada de decisão”, diz Vilnor Grube, editor da Cliente S.A.



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)