É DE GRAÇA, MAS ESTE É DOS BONS

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A Pix aderiu ao conceito de web 2.0 para organizar o youPix, evento gratuito de internet, que acontece nos dias 9, 10 e 11 de março, e contando com a participação do público para desenvolver suas ações.

Incorporando o espírito virtual do encontro, a divulgação foi realizada em mídias sociais e na blogosfera, além ganhar espaço em nota no jornal Folha de S.Paulo.
“Queremos fazer um evento divertido e interativo, com tecnologia de banda larga de 30 MB e lounge para navegação”, destaca Bob Wollheim, organizador do evento.

A abertura do evento conta com uma ação simples e divertida em que os participantes poderão baixar um MP3 no site do evento e inserirem em seus players. A música só poderá ser ouvida no dia do encontro, às 18:00, onde todos deverão dar play em seus aparelhos ao mesmo tempo.

O youPix dará destaque também para a presença de Chad Nicholson, que abordará a mobilização das pessoas na internet na produção de diversão, além de Alexandra Farah (Filme Fashion), Bia Granja (Pix), Cris Dias (Enxame TV) e Forlani (Omelete) que se reúnem em um bate-papo sobre a dor e a beleza de fazer mídia independente e como criar conteúdo multimídia.

Os participantes também vão receber dicas para divulgar projetos musicais e ensaios de moda na web, mostrar seus talentos como contadores de piadas em um sarau que oferece brindes aos que gerarem mais gargalhadas e... a organização faz segredo de parte do encontro, porque promete inúmeras surpresas, como, por exemplo, transmitir ensinamentos sobre a produção de vídeos para web valendo-se de ferramentas de edição simples.

Para provar que quem gosta de internet, também gosta de agito, a Pix, em comemoração aos seus três anos de existência, promoverá, no fim da "festa", uma balada com os Djs Lalai e Fabilipo.

A premiação Melhores da Websfera 2009, cujo júri é composto por 150 pessoas selecionados pela Pix, também integra o evento, com a divulgação dos eleitos como melhores sites, projetos e pessoas da mídia independente no Brasil, em nove categorias. “Escolhemos profissionais, blogueiros e diversos especialistas da área para integrarem o júri. A Pix só participa com um voto”, explica Bob.

Tudo vai rolar no espaço PIX/Gafanhoto, que fica na Avenida Rebouças, 3.181, na capital paulista, a partir das 16:30 (todos os dias). Quem não puder ir terá a oportunidade de acompanhar o desenrolar da programação, ao vivo, pelo também http://www.mypix.com.br/.


fonte:

postado por: Robson

Os alemães são muito melhores que os outros...

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... Pelo menos é o que a Volkswagen pensa!
Segundo a recente campanha publicitária, criada para mostrar porque ela é melhor do que as outras, os carros são desenvolvidos nos "mais exigentes padrões alemães".
É impressão minha ou os padrões brasileiros não são bons o bastante?
Dependemos do conhecimento deles para sermos os melhores?
E, quanto à Vale, à Petrobras, à AmBev, entre várias outras?





Dica...

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Ganha um iPhone 3G!


Olá pessoal.
Mais uma dica para quem gosta do mundo das Relações Públicas!
Os membros do Horizonte RP, que já gerenciam uma lista de e-mails, um blog, uma comunidade no Orkut e um perfil no Twitter, trazem a nova rede social: www.horizonterp.ning.com.

Achei sensacional a idéia de criarem um espaço para troca de informações, não só sobre Relações Públicas, mas de qualquer tema que você esteja interessado.

Parabéns pela iniciativa!

Acessem: www.horizonterp.ning.com.


Conteúdo mobilizador é o centro do planejamento

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O papel do planejamento está ganhando importância e complexidade verticais devido à influência da cultura digital, o que abre caminho para ações de personalização. Estes foram os temas centrais de parte do seminário Top de Planejamento Estratégico 2009, realizado entre 19 e 21 de fevereiro de 2009 no Auditório Philip Kotler da Escola Superior de Propaganda e Marketing/ESPM em São Paulo/SP.

O executivo australiano da Aquarium Marketing e Communication, Brian Crotty, foi chamado para tratar da complexidade da era digital no planejamento das empresas. Para ele, as necessidades humanas são as mesmas, mas o nível de exigência para satisfazê-las aumentou muito. A sobrecarga de informações, o pouco tempo para processamento delas e ainda a similaridade entre produtos com características pouco diferenciadoras são alguns dos motivos que dificultam a atração. Segundo ele, as pessoas querem valor agregado, através de experiências mais ricas, e são impactadas muito fortemente por formadores de opinião e por “evangelizadores”. E ressalta que era digital não é sinônimo de internet, pois pode ir além. Na verdade, o mais importante seria quanto e como o consumidor está mudando pelas múltiplas fontes de expressão, com muitas alterações inclusive nos comportamentos interpessoais. Além disso, destaca Crotty, o digital pressupõe uma reavaliação permanente do estado das coisas, uma eterna fase “beta”, talvez pela própria transição, de hibridismo entre o tradicional e o inovador. “As pessoas estão alterando sua forma de pensar, e não tem volta. Não existe mais preto e branco, mas nuances de imersão digital”, conceitua.

A possibilidade de ser proativo na busca de informações e na tomada de decisão muda bastante o raciocínio do marketing e causa uma ruptura na publicidade, “a comunicação do agora”. As tecnologias podem tanto facilitar quanto complexizar a vida, visto que, ao mesmo tempo em que dá “empowerment”, torna a pessoa sempre conectada, sem descanso. O grande desafio, por outro lado, para as organizações é atender expectativas da marca por meio de uma proposta de intensa conversação e gerenciar este momento de tensões. Entre os dilemas corporativos está a união da simplicidade, funcionalidade e estética nos seus produtos, a função do conforto com curiosidade, a consciência da necessidade de equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, a sabedoria de buscar pessoas com ofertas adequadas tanto reativa e proativamente quanto “on demand” – neste último caso, estando disponível 24 horas, sempre lembrando em não ser invasivo, ainda que intensamente personalizado.

O criativo sugere “oxigenar o ecossistema da comunicação” e prover um ordenamento na área, porque o cenário não está mais previsível, não há mais estabilidade nos hábitos de consumo e a grande pulverização dos meios dificulta padronização de estilos e abordagens. Há uma diversidade de disciplinas interagentes no digital, e sobressai-se o “accountability”, o potencial de medir os caminhos tomados e apresentar resultados. Essa transdisciplinaridade prejudica a gestão da estratégia, dado que são vários prestadores de serviço, sem um planejamento integrado, na maioria dos casos. “São várias agências parece que lutando pelo mesmo espaço: pesquisa, propaganda, relações públicas, marketing direto, promoção. Todos querem ser a cabeça”, critica. Daí que sugere que as propostas precisam sempre desenvolver a comunicação integrada, prever métricas de avaliação e dotar cada área de orçamentos equilibrados, sob pena da dispersão de verba e dissonância de percepção frente aos públicos de contato. Como bom exemplo desta nova dinâmica comunicativa, ele cita as estratégias de lançamento de filmes de cinema, com um portal centralizador que contém todas as vertentes de interação, inclusive aquela gerada pelo usuário, numa progressão de estímulos para o público que garanta retorno financeiro. Na esteira da segmentação das audiências, indo de massa, passando por nicho até chegar no indivíduo, é preciso reorientar a oferta de mensagens relevantes que alcancem engajamento e repercussão.

Como tendências futuras, ele destaca a tensão, neste novo mundo, entre conteúdos proprietários e processos “open source”, um conflito que não tem previsão de término, muito embora as plataformas de colaboração e descentralização tenham-se demonstrado promissoras. Os mundos virtuais vão estar fortalecidos em algum tempo, apesar do relativo fracasso do “Second Life” por suas características de dificuldade de uso. Vai haver um aprimoramento na parte gráfica e uma qualificação dos usuários e de seus objetivos on-line. Por fim, respondendo questão da platéia, disse concordar com previsão de grande blogueiro brasileiro – não nominado, de que o futuro das agências de comunicação é ser uma agência de “social marketing”, baseada na condução de conversações e de circulação de narrativas, saindo do perfil de quantidade de transações para ser um centro de relacionamento qualitativo.

DIRIGIDO – Planejar a comunicação como um grande projeto de envolvimento entre marcas, produtos e serviços com núcleos de consumidores, mas de forma organizada para conectá-los e, como conseqüência, envolvê-los, é, na avaliação de Luiz Buono, sócio e VP de Planejamento e Atendimento da Fábrica Comunicação Dirigida, o ingrediente essencial para tornar estratégias exeqüíveis. Ele defende que o marketing direto tem a capacidade de atuar com clusters específicos, de fazer customizações que ainda causam bom impacto apesar de serem possibilidades consideradas já antigas. Todavia, o caminho da comunicação dirigida agora é promover envolvimento com as pessoas, sensibilizando-as e fazendo-as sentir respeitadas. A sofisticação da tecnologia e da internet ajuda na especialização da conversa. A complexidade das interfaces consideradas atrativas é ainda agravada pelas disputas travadas entre fornecedores pela manutenção de seus territórios, a despeito a sinergia que seria imprescindível para o entendimento do posicionamento do produto e da marca. “A agência precisa ser um organismo vivo em constante diálogo. A pluralidade de insights é que faz a diferença na construção do planejamento”, posiciona-se.

A metodologia de sua empresa está baseada no diálogo por resultados. Tudo inicia numa investigação dirigida de cenários e de público-alvo, para se chegar na aproximação seletiva que pode provocar uma mudança de comportamento. Depois, há a definição do pilar estratégico que confere o caráter único à marca, chamada conexão por vínculos. No ponto de interação, é a vez das métricas e do potencial resultado desejado, até fazer a mensuração em si para ter o custo de conversão por pessoa, corrigir rotas e retrabalhar os dados obtidos para uma outra bateria de contatos ou renovar o contrato com o cliente com um novo projeto. O ramo está intrinsicamente ligado a modelagens estatísticas, análises financeiras e intensa observação de banco de dados, cruzando pontos de contato na história da relação, o que confere alta precisão. E completa: “a inteligência do marketing direto é antecipar o comportamento das pessoas”. No final, mostrou um case de inovação proposto numa concorrência para a marca Fiat.

FERRAMENTA – Na mesma linha, José Estevão Cocco, presidente da J.Cocco Sports Marketing, diz que para um projeto vencer é necessário um amplo conhecimento das próprias forças, das condições de campo e do adversário ou concorrente. Sempre que se faz um investimento, o objetivo é ter um retorno compatível. Por isto, o planejamento com objetivos claros, com começo, meio e fim, é o melhor caminho para o sucesso, sendo que planejar indica conhecimento prévio de mercados e públicos. “A verdadeira criatividade está no planejamento. É ele que cuida da mais perfeita adequação entre produto e mercado”, localiza.

Sua consultoria criou uma ferramenta de avaliação de entrosamento entre 55 modalidades esportivas e as propostas de posicionamento de marcas, auxiliando os tomadores de decisão a buscar um caminho mais técnico. Sobre cada modalidade são analisados 20 critérios com foco em marketing. Um grande entrave no crescimento do marketing esportivo, e portanto dos esportes, é a ausência quase total de informações sobre o esporte, os times e os esportistas, e a tentativa é fornecer, gratuitamente e online, uma possibilidade de aglutinação de interesses. Trata-se do Rank Sport Marketing, acessível a partir de http://www.jcocco.com.br/ onde é possível preencher alguns dados e obter pontuações para melhor sinergia. Entre os critérios, estão os de adequação (atendimento a necessidades mercadológicas), atributos (agregação de atributos do esporte à marca). São cruzados faixa etária, sexo, faixas sócio-econômicas e cobertura geográfica, consolidação da modalidade, possibilidade cross-marketing, geração de consumo, existência de ídolos, investimento necessário para obtenção de liderança na modalidade, oportunidade de negócios no meio, existência de patrocinadores importantes, população praticante, visibilidade na mídia, agregação de imagem – jovialidade, status, modernidade, fashion – e oportunidades de brand-experience. Cada critério ganha um índice numérico, atualizado a cada 180 dias (abril e outubro de cada ano) gerando um potente banco de dados para cruzamentos interessantes e geração de inteligência. No último levantamento, o futebol está na primeira posição, seguido de automobilismo, voleibol e ginástica. Diversos fatores interferem na classificação a cada período.

Na finalização, Cocco mostrou o case “Mulheres que fazem o Brasil brilhar” da Bombril, sobre apoio a esportistas em grandes competições para mudar a concepção de desmerecimento do potencial feminino na performance em geral e na conquista de medalhas em particular. Foi implementado entre 2005 e 2007 e abrangeu 72 atletas com os mais promissores desempenhos em 12 modalidades. O retorno de mídia foi de R$ 112 milhões, referentes a 420 páginas de matérias publicadas e 25 horas de transmissão em emissoras de TV com a marca – resultado do trabalho com 600 veículos de comunicação e mais de 80 encontros entre atletas e jornalistas. O retorno foi 1.600% a mais do que o investimento original. O programa representou um ganho de marca significativo, numa atitude relacional com a comunidade e a imprensa, incentivando a organização a continuar o investimento.


O seminário foi organizado pela PS Carneiro Eventos, com realização do PropMark – Jornal Propaganda e Marketing da Editora Referência. Também participaram o publicitário Julio Ribeiro, da Talent, a administradora Martha Terenzzo, da Power4, e ainda a jornalista Selma Santa Cruz, da TV1. Para mais informações da série de eventos anuais, notadamente ligados a marketing, comunicação e promoção, acesse http://www.pscarneiro.com.br/ ou solicite informações a pscarneiro@mensagemecia.com.br e 11-2063-4227/3051-2423.

RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

Trabalho em excesso? Será que você sabe administrar o seu tempo produtivo?

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É fato que Administração do Tempo não remete, diretamente, à proposta do blog, a Comunicação; entretanto, está obrigatoriamente atrelada, incrustada, em toda e qualquer atividade. Principalmente no âmbito corporativo.
O jargão “tempo é dinheiro” nunca fez tanto sentido. Em pouquíssimos minutos, segundos, dígitos em uma cifra são conquistados ou... Perdidos.
O maior bem da atualidade é o tempo. Recurso não-renovável.
Por isso, acredito que seja importante o post.

Aproveitem...


O trabalho e a correria durante a semana, muitas vezes, ocasiona a falta de energia e de satisfação pessoal. Mas, por que será que isso ocorre? Você sabe administrar e tornar o seu tempo produtivo tanto no ambiente social quanto no profissional?

De acordo com o especialista em gerenciamento do tempo e sócio da Triad, Christian Barbosa, a maioria das pessoas faz as coisas certas na hora errada ou então gastam muito tempo com atividades desnecessárias.

"As consequências de não saber equilibrar o tempo e as atividades a serem executadas são as horas-extras no trabalho, o estresse e a decepção por querer realizar muitas coisas e sentir-se mal por não ser capaz".


Indagações

Diante de uma mesa lotada de tarefas para serem feitas e os ponteiros do relógio "correndo" desenfreadamente, a sensação que temos é de não haver outras alternativas a não ser as horas-extras, o expediente no fim de semana ou o trabalhar em casa, não é verdade?

Mas, para Barbosa, há outra solução para esse problema, sem deixar de ser produtivo. Basta mudar os seus hábitos organizacionais.

"É possível sim ser produtivo no trabalho e realizar tudo o que precisamos, tendo espaço ainda para aproveitar o melhor da vida pessoal, a partir de simples mudanças nos hábitos de organização".


Como mudar?

O primeiro passo para organizar bem o seu tempo é anotar todos os seus compromissos do dia, com o intuito de não esquecer nenhum deles.

"Com as novas tecnologias, a famosa e velha agenda de papel está sendo deixada de lado pelos profissionais, que abandonam o hábito de escrever as suas atividades. Para os adeptos às inovações tecnológicas, sugiro que procurem algumas ferramentas existentes para a organização pessoal. Voltem a adotar a mania de escrever o que precisa ser feito nos próximos dias e planejem a execução".

Barbosa ressalta que, ao ter a confiança de que os compromissos fixados apenas na memória não serão esquecidos, as chances de não cumprir os prazos estabelecidos são maiores, devido à grande quantidade de serviços a serem decorados.


Calcule seu tempo

Depois de anotar todos os compromissos, chega a hora de conferir se haverá tempo hábil para realizá-los.

"Muitas pessoas fazem uma lista imensa de atividades e, no fim do dia, percebem que não conseguiram cumprir um terço do programado. Por isso, após escrever quais são as suas tarefas importantes e urgentes, pergunte-se quanto tempo levará para realizar cada uma delas. Então some e analise a real possibilidade de fazer tudo dentro do seu tempo disponível no trabalho".


Stop!

O especialista alerta que o profissional precisa estar ciente de que podem haver alterações na rotina de trabalho pré-estabelecida, como o surgimento de mais compromissos, em caráter de urgência. Entretanto, um limite deve ser respeitado.

"Por um desejo ou uma obrigação de fazer tudo rápido, as pessoas parecem querer abraçar o mundo e tentam fazer mais do que podem, ficando até mais tarde no escritório ou levando o trabalho para casa. Esse é um erro que deveria ser evitado ao máximo".

Barbosa finaliza afirmando que nem sempre temos como fugir do excesso de trabalho. Porém, é possível realizar um bom planejamento, não desperdiçando tempo e conhecendo os nossos limites, com o objetivo de fazer aquilo que sentimos prazer, conquistando uma vida melhor, com mais qualidade e satisfação.


Por: Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney

Fonte:



Postato por: Robson