Primeiro Censo Verde do Brasil

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O projeto é pioneiro e envolverá voluntários de todo o território nacional. O Censo Verde objetiva identificar e cadastrar todas as empresas, pontos de reciclagem de 35 materiais e sucatas, além de organizações e iniciativas em prol do meio ambiente e sustentabilidade em andamento no país. A idéia é formar e disponibilizar para a sociedade, o mais completo banco de dados dessas iniciativas, para elaboração de programas educacionais e atuações ambientais pontuais de acordo com cada município brasileiro.



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Nada se Cria, tudo se Recria. Dos primatas ao Piratas Digitais.

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Os estudos e relatos da Arqueologia e da Antropologia demonstram que os primeiros habitantes da Terra viveram no período conhecido como Pré-história, anterior ao conhecimento da escrita, por volta do ano 4000 a.C. Na Idade da Pedra Lascada nossa cultura era a selvageria e a barbárie; com o avançar do tempo, entramos na cultura da civilização, ocorrida posteriormente à escrita. Isso não significa que abrimos mão da selvageria e da barbárie; elas, talvez, tenham apenas diminuído de intensidade.

Éramos nômades e nos deslocávamos de um local para o outro em busca de água e alimentos. Também não tínhamos residências fixas, buscávamos moradias provisórias, em cavernas e rochas, quase diariamente.

Todo o nosso esforço era para alcançar a sobrevivência do grupo; nesse momento criamos nossa primeira rede social. Nos dias de hoje, nossas redes estão cada vez mais segmentadas e fragmentadas, não mais procuramos a sobrevivência do grupo e, sim, as formas de se relacionar e expressar dentro deles.

Estamos, metaforicamente, vivendo em “cavernas digitais” e, em alguns casos, praticamente iluminadas pelas chamas da irresponsabilidade, como pedofilia, comércio sexual, informações privilegiadas.... A lei do mais forte prevalecia naquele passado, com o objetivo de liderar o grupo e podemos observar essa história acontecendo ainda hoje, em vários casos.

Mas, hoje, também os mais “fracos” conseguem posicionar-se e ter alguma relevância, a ponto de incomodar os grandes, sejam pessoas ou empresas, utilizando informações e mensagens na Internet, ou nas várias redes sociais.

Tínhamos naquele período uma comunicação baseada na emissão de poucos ruídos, utilizávamos pinturas rupestres nas paredes das cavernas para expressar de alguma forma nossas idéias. Agora, nas nossas “cavernas digitais”, utilizamos imagens, vídeos, música, wik, aplicativos e os mais modernos gadgets e outras tantas ferramentas desta era digital.

O objetivo das mensagens era transmitir sentimentos, trocar experiências, por meio dos desenhos, não muito diferente de hoje, quando queremos nos posicionar em grupos e expor opiniões, ter liberdade, seguir e gerar nossos seguidores.

Vamos avançar na História e dar um salto para a época áurea grega, por volta de 776 a.C, apontado como o ano oficial do surgimento dos jogos na cidade de Olímpia,embora se acredite terem surgido muito antes dessa data.

Os jogos evoluíram e, atualmente, jogamos online, em qualquer lugar, com qualquer pessoa do mundo, formamos redes para jogar. Antes os jogos nos divertiam e era puro prazer e relaxamento. Estudos mostram que espaços virtuais, como redes sociais e jogos on-line, são vitais para desenvolver as habilidades sociais que preparam nossas crianças para as futuras interações sociais do mundo adulto. Jogar transformou-se quase numa necessidade, como ir a escola. Novos tempos, novos meios....

Existem relatos de dependência e vício em jogos, como se fosse uma droga química; talvez, os governos precisem pensar em algum tipo de comunicação para esse fato, como tem sido a batalha com os vícios já conhecidos. Os pais das crianças, nos dias de hoje, precisam travar verdadeiras batalhas para tirá-los de casa, trabalhar a socialização, combater a obesidade, a depressão, a agressividade.....

Vamos dar uma passada pela Revolução Industrial que foi o momento de grandes mudanças e impacto, em nossas vidas, pois começamos um processo produtivo em escala por meio do qual superamos a agricultura e adotamos como parceira a máquina e conhecemos uma nova relação entre o capital e o trabalho, surgindo o fenômeno da cultura de massa.

Agora, convivemos diariamente com uma nova revolução que, também, surgiu por meio de máquinas, agora digitais, testando um novo tipo e análise da relação entre o capital, o trabalho e o ser humano, principalmente o seu comportamento.

As invenções e transformações na era digital são quase que diárias, numa relação semelhante ao canibalismo, em que uma tecnologia se sobrepõe a outra e a substitui ou a transforma, num ritmo acelerado e nos mostra o peso do novo poder do capital.

A diferença, talvez, é que hoje não fazemos mais aqueles trabalhos mecânicos de “apertar parafusos”, como demonstrado no belíssimo filme “Tempos Modernos” do Chaplin; a tendência atual é a de interagirmos, participarmos, dialogarmos e, acima de tudo, nos expormos; alguns conscientemente e outros, na mais pura inocência, inconscientemente. Alguns de forma até involuntária, pois não temos mais controle de nada, tudo gira em um mundo virtual, trazendo de volta a velha frase... No início era o caos... esperamos que, como na mitologia, tudo de alguma forma venha a ter algum critério, uma ética e possamos eliminar tanto lixo e sujeira da era digital e separar o joio do trigo.

Baixamos músicas, filmes, aplicativos e compartilhamos com nossa rede de contatos que replica essa troca, gerando uma reação quase infinita de possibilidades e de experiências, dentro das redes sociais.

E, por fim, chegamos à possibilidade de invadir ambientes extremamente seguros como o Pentágono e copiar informações secretas, “segredos de Estado”, e disponibilizamos na rede, gratuitamente, para acesso livre, configurando uma era em que o bom senso cada vez menos compreendido e praticado, simplesmente, não existe.

O importante é desafiar, e provar que o ser humano não tem limite gerando comentários e famas virtuais e reais, mesmo que por alguns minutos. Temos o poder de multiplicar o bem e o mal. Afinal, os fins justificam os meios? Ou os meios digitais podem representar alguma finitude ou volta para um mundo passado sem leis, lembrando dos filmes, em que abordávamos um navio em alto mar, saqueávamos, matávamos os tripulantes e ficávamos com os tesouros?

O tesouro não é mais a moeda de ouro encontrada nos baús, as terras escrituradas ou bens tangíveis, o novo tesouro é nosso “eu”, nossa singularidade, que tem o poder de impedir o “roubo”.

No mundo de hoje o valor do tesouro é relativo, uma informação exclusiva em primeira mão, um conhecimento detalhado do consumidor, em muitos casos, pode valer a sobrevivência de um negócio. No mundo digital, nossa individualização ganha um poder gigantesco, a nova ordem de riqueza é a nossa reputação, a nossa escolha. Ninguém pode roubar o nosso “eu”. Não há mais as incertezas e dúvidas mencionadas por Descartes, nos dias de hoje, “penso, logo decido”, o produto, serviços, aplicativos, músicas, tecnologia, marcas...

A ideia é refletir que tudo é uma grande releitura do passado, vista com olhos da modernidade e de forma diferenciada. Mas toda descoberta, experiência, criação... é algo cíclico, recriado sob uma nova ótica.

Compartilhar é preciso e necessário, a informação tem que circular, não há mais razão para retê-la para si; mas bom senso e ética tornaram-se o grande diferencial de cada um de nós, nesse gigantesco cyber espaço. Nós temos o poder e podemos mudar o mundo!

Regina Monge é diretora da Verts Comunicação Consultoria e Editora.
Possui mais de quinze anos quinze anos de experiência em posições de liderança nas áreas de Comunicação e Marketing envolvendo Eventos, Imprensa, Internet, TV, Propaganda e Projetos Sociais em empresas dos segmentos Editoriais, Gráfico, Negócios, Treinamento Corporativo e Agência de Propaganda e Consultoria de Mercado.

É comunicóloga, formada em Comunicação Social, com especialização em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi; possuí MBA em Marketing pela ESPM e Extensão em História e Linguagem do Cinema pela PUC- SP.

Autora do romance “A Escolha de Cada Um”, lançado em agosto de 2010.

Curso: Estratégias de Mídias Sociais para Empresas com Luciano Palma

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Assisti a palestra do Luciano Palma no Curso Inovadores em Comunicação Digital ministrado pelo Gil Giardelli na ESPM.


Luciano tem uma história interessante. Era um executivo da Microsoft que decidiu jogar tudo para o ar e se dedicar a uma nova paixão: o mundo digital.

Segue o briefing do curso e um vídeo:

Mídias Sociais não são apenas uma moda. Esta nova maneira de comunicar já está instituída entre consumidores e entre colaboradores das empresas.

Organizações modernas e inteligentes estão se mobilizando para acompanhar esta evolução, e você não pode ficar fora deste processo.

Participe deste curso para ficar atualizado sobre o tema, levar os benefícios das Mídias Sociais para sua empresa ou atrair olhares de empresas líderes de mercado através do domínio destas novas tecnologias.

Para saber mais sobre o curso, assista ao vídeo do Luciano Palma:






Blog do curso: http://curso.midias-sociais.com/

Email do curso: curso@midias-sociais.com

Twitter do curso: @cursomidias

Hashtag do curso: #cems

Fanpage no Facebook: http://tinyurl.com/fbcems



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Magazineluiza.com lança programa interativo na web

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Com duração de 50 minutos, o Magazine Luiza é Show será transmitido em datas previamente marcadas, a partir das 15h, ao vivo pelo site www.magazineluiza.com.br/ao-vivo, e nas lojas virtuais do Magazine Luiza por meio de um aparelho de TV disponibilizado em cada filial.

A cada edição uma atração diferente com dicas úteis sobre culinária, artesanato, saúde e bem estar é apresentada ao espectador, que poderá se manter bem informado sobre diversos assuntos do cotidiano.

O público também conhecerá o funcionamento de alguns produtos da loja que serão mostrados durante os quadros. Após a edição de hoje (dia 9), os próximos programas estão previstos para serem exibidos nos dias 23 de novembro e 7 de dezembro.

Para participar ao vivo, os interessados podem enviar um e-mail para cursos@magazineluiza.com.br, ou comentar via Twitter utilizando a hashtag #mleshow. Outra forma de participar é por telefone, para isso, basta se dirigir a uma Loja Virtual do Magazine Luiza. Durante o programa, uma filial será sorteada pelos apresentadores que entrarão em contato com o cliente, dando-lhe uma oportunidade a mais de interação no Magazine Luiza É Show.
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Aplicativo para celular com toque de sustentabilidade

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O Planeta Sustentável, da Editora Abril, com o apoio do WWF-Brasil, lança no país o aplicativo para celular para observação de aves da Mata Atlântica. Intitulado “Aves do Brasil - Mata Atlântica”, oferece ferramentas aos usuários para facilitar a identificação das aves, tornando a tarefa rápida e divertida com acesso a informações, fotos e cantos de 345 aves catalogadas.

Disponível para iPhone, iPod Touch e iPad, o aplicativo acaba de iniciar a comercialização na Apple Store com valor de download de US$ 6,99. Também já é possível baixar na loja on-line uma versão com 30 aves catalogadas para experimentação gratuita. Parte da renda obtida com a comercialização do app será revertida para os projetos de conservação da natureza do WWF-Brasil.

O aplicativo “Aves do Brasil - Mata Atlântica” foi desenvolvido pela área de Conteúdo Digital do Guia Quatro Rodas, a pedido do Planeta Sustentável, e tem diversas funções. Ao observar uma ave, o usuário pode entrar com dados como cores predominantes e porte dos animais e reconhecer na hora a espécie por meio do banco de dados com imagens e cantos das aves. São 90 cantos e 205 fotos de aves da Mata Atlântica disponíveis. O descritivo dos hábitos de vida e o nome científico da ave também podem ser consultados.

O aplicativo permite interagir por meio da colaboração com o banco de dados de ocorrências. Contando com o dispositivo de geolocalização é possível registrar com precisão o avistamento da ave.

Outra possibilidade é compartilhar a foto da ave observada nas redes sociais, acompanhada das informações de sua localização, nome científico e descritivo de hábito de vida. No Twitter já está no ar o perfil @avesbrasil e no Facebook a comunidade facebook.com/avesbrasil.
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