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Questão da Semana: Planejamento Vs. Criatividade

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Nesta semana, um dos grandes tópicos que estão em pauta em meu dia-a-dia é a relação entre planejamento e criatividade. Quando é para tratar deste assunto, pelo menos com profissionais de comunicação, o que se vem em mente é que estamos falando de duas palavras totalmente contraditórias, mas que na realidade não é bem assim.


Apelando para o dicionário, proponho uma reflexão sobre os dois termos:

(adaptado do michaelis online, português de Portugal..opa!!)


Planejar:

2 Ato de projetar um trabalho, serviço ou mais complexo empreendimento. 3 Determinação dos objetivos ou metas de um empreendimento, como também da coordenação de meios e recursos para atingi-los; planificação de serviços.

Criar

1 Dar existência a, tirar do nada: "No princípio criou Deus o céu e a terra" (Bíblia, tradução do Padre Figueiredo). O ateu nega quem o criou do mero nada. vtd 2 Dar origem a; formar, gerar: O medo cria fantasmas. vtd 3 Imaginar, inventar, produzir, suscitar: Criar uma religião. "Deus criou as boas coisas só para os parvos?" (Camilo Castelo Branco). vtd 4 Estabelecer, fundar, instituir: Criar um colégio. Criou freguesias nas cidades que visitara. vtd 5 Começar a ter; adquirir: Criar cabelos brancos. vtd 6Fazer, formar: Criou gloriosas tradições. vtd 7 Amamentar: "E a mãe que o filho cria" (Luís de Camões). vtd 8 Alimentar, sustentar (uma criança): Com enorme sacrifício conseguiu criar os filhos. Criou-a com leite de vaca. vtd 9 Cultivar (plantas): Criava em seu jardim roseiras maravilhosas. vtd 10Educar: Criou os filhos no trabalho e na prática da virtude. vpr 11 Crescer, desenvolver-se: Esses animais criam-se bem. vpr 12 Nascer: "Nesta terra se criam perigosos, formosos olhos" (Morais). vtd13 Exercer a pecuária, como atividade econômica. Antôn (acepções 1, 2, 4, 6 e 9): destruir. Criar um papel: diz-se do ator que, pela primeira vez e de modo brilhante, desempenha um papel importante.


Só pela diferença de tamanho das definições já podemos identificar algumas questões importantes. A primeira é que ao falar de criatividade, parece que estamos tratando de algo intangível e incontrolável, mas que na realidade não é bem assim. A criatividade não pode ser entendida como um dom exclusivo de Artistas, Publicitários e Designers com suas grandes "sacadas", mas sim como algo comum a todo ser humano. Na realidade somos criativos todos os dias, ao resolver problemas de nosso cotidiano. E a falta deste reconhecimento é que nos faz idealizar um cenário ideal para a Criação. A ideia clássica de que a criação só acontece em ambientes onde reina a liberdade (vide a lenda Google!!), sem nenhuma norma ou burocracias que, a meu ver, justifica o distanciamento do entendimento de planejamento e criatividade.


É aí que quero chegar para exemplificar a relação entre estes dois termos. Se tirarmos todas as supervalorizações, quase místicas, do ato de criar e do papel dos criativos, entenderemos então que a criatividade é a habilidade de criar, imaginar, inventar e/ou produzir algo, e tudo que é criado ou produzido tem um objetivo, uma missão, um uso determinado. E se analisarmos o planejamento de maneira simplificada, como o processo de pensar antes de fazer, entenderemos que o planejamento na sua origem é a reflexão sobre o objetivo a ser conquistado, é a analise do melhor caminho que é preciso percorrer para se chegar ao resultado.


Então se cruzarmos os dois termos temos que a criatividade tem em sua essência o planejamento, pois a reflexão sobre as possibilidades de execução e produção de uma criação é uma atividade de planejamento. O planejamento trabalha para criar o ambiente ideal para a criação, e sem ele teremos um espaço onde reina a improviso.

Ninguém faz comunicação sozinho!!

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Sem comunicação



As organizações não estão preparadas para a comunicação deste século, e creio que nem eu!!



Com um posicionamento engessado de que os discursos organizacionais só serão “oficiais” se forem proferidos pelas pessoas ou departamentos indicados pela direção, tiramos todo o papel estratégico que tem o boca-a-boca, a comunicação “não-oficial”, mas que muitas vezes tem maior credibilidade e poder de influência do que um discurso oficial escrito em um boletim interno.



Redes de influência – públicos em rede


Se compactuarmos com este posicionamento, deixamos de considerar o potencial de influência que nossos públicos exercem em outras esferas e/ou agrupamentos (familiares, amigos, etc), o que nos leva a subestimar a abrangência da mensagem. Ao considerar a comunicação inserida em redes de relacionamento, entenderemos que os resultados destas mensagens correm em ondas, variando em intensidade e sentido, passando de um segmento de público para outro. É com esta visão sistêmica dos fluxos de influência que entenderemos toda a abrangência dos relacionamentos de uma organização, evitando subestimar o potencial dos relacionamentos organizacionais.



Este erro crasso pode encontrar explicação na visão paternalista que temos de incumbir as tarefas e/ou ferramentas, em nosso caso a comunicação, somente à especialistas. Porém, estamos falando de um processo social, algo que é inerente ao ser humano, a capacidade de comunicar e a necessidade de transmitir ideias e impressões sobre tudo aquilo que vivemos. As pessoas tem necessidade de comunicar, e invariavelmente isto acontecerá, querendo ou não a direção de uma empresa. No entanto, fica aí o papel mais importante do comunicador, que é aquele que possibilita o diálogo. Gerar ferramentas, criar canais de comunicação adequados aos públicos, possibilitar uma comunicação natural e igualitária é o dever e o grande desafio dos novos comunicadores. Nesta missão complexa, temos que ponderar sobre o papel do mediador de diálogo, buscando uma atitude que seja equilibrada; firme para responder às crises mas também natural para que o fluxo de comunicação se mantenha contínuo e verossímil às características, linguagens e crenças daqueles que comunicam.



É uma grande ingenuidade achar que seus "colaboradores" falam de sua organização somente em reuniões internas. Ao invés de criar impeditivos para estes colaboradores, as organizações deverão é fomentar que eles falem mais, digam o que estão pensando, o que estão sentindo. É desta forma que poderemos visualizar os resultados dos relacionamentos de nossos funcionários, fornecedores e outros grupos que em sua maioria são deixados de lado nas estratégias de comunicação. Por isso questiono a postura do comunicador, aquele que acha que seu dever é “editar” e controlar todas as mensagens da organização em pról da manutenção de um "direcionamento estratégico". Acredito em criação colaborativa, mesmo para o discurso “oficial” da instituição, isto dará um caráter muito mais verdadeiro e natural às mensagens da organização.



Se a comunicação é um processo social, como é que podemos deixar de aplicar este raciocínio também para a comunicação organizacional?

Caso Paulo Vilhena X CQC: mais um caso “Faltou media training ou faltou ao media training”

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Assistindo ao vídeo da participação do ator Paulo Vilhena no Programa CQC fiquei tentando entender a reação do entrevistado. O que causou aquela reação? A liberdade que o repórter deu, questionando sobre qual seria a atitude mais ‘ogra’ que se encaixaria naquele momento ou a falta de educação do ator?

A conclusão é que atitudes como essa não têm explicação. Seja lá qual for o motivo que faz com que ele não se sinta a vontade para dar entrevista para qualquer programa, o mais correto é manter a postura. É incrível a capacidade das pessoas de esquecerem quais são os papeis que desempenham. No caso de artistas, personalidades e outras designações do tipo, a imagem que eles constroem durante a carreira é que determinará o seu valor de mercado. Você não contrataria a Mulher Melancia para fazer comercial de produtos para bebê, certo? Creio que a abundância dos atributos dela poderia ser mais bem aproveitada em outras áreas. O assessor de comunicação do Paulo (gostaram da intimidade?!) deve estar se contorcendo de dor de barriga para acalmar os ânimos de todos. A notícia bombou nas redes sociais e nos principais veículos de comunicação on-line, menos, é claro, no Globo.com.

O pior é que a confusão se estendeu, tornando-se uma sequencia de erro atrás de outro. O rapaz disse estar com a razão, de fazer aquela ‘porcança’, porque solicitaram. Imaginem se solicitarem para ele fazer outras coisas, que creio serem impublicáveis?

A lei da ação e reação não é válida para tudo. Não é porque um jornalista me irritou que devo tentar irritar o jornalista. Quem tem mais a perder? Nesse caso foi um típico perde-ganha. Perdeu o ator, que saiu com uma imagem de deselegante, ganhou o programa, que teve as imagens passando em tudo quanto é canto, inclusive nesse modesto Blog.

Sorte dele é que existe o Programa do Faustão! Daqui uns dias ele vai lá, num domingo despretensioso, e o apresentador, com a eloquência de um papagaio, vai pregar para todos os cantos que o rapaz é um dos maiores atores do Brasil, com um caráter que poucas pessoas nesse mundo tem, entre outras coisas, e em um passe de mágica, o Paulo vira Paulinho, um garoto simpático nascido para brilhar.


Creio que esse caso se encaixe em mais um caso de “Faltou media training ou faltou ao media training”.











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Comunicação interna entre medição de processos e resultados: qual seu estágio?

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“Se não se sabe onde quer chegar, não se consegue medir. Só com objetivo se chega a um bom indicador”: foi com esta frase que a relações públicas Suzel Figueiredo, diretora da Ideafix Pesquisas Corporativas e professora de pesquisa da FAAP e do Instituto Aberje de Pós-Graduação, deu início ao segundo dia de atividades da Conferência de Performance em Comunicação Interna da International Business Communications/IBC. O evento aconteceu nos dias 29 e 30 de março de 2011 no Hotel Park Plaza em São Paulo/SP. Ela deu explicações detalhadas sobre a diferença entre avaliar processos e resultados como mostra do nível de profundidade da medição na organização.


Tudo depende do que se pretende com as interfaces de comunicação corporativa, como por exemplo nível de informação de funcionários, motivação de pessoas, construção de relacionamentos, engajamento em causas e ideias, comemoração de conquistas, contação de histórias, integração de públicos, sedução e persuasão, construção de reputação. Os indicadores, depois, vão expressar esta finalidade. Os indicadores, explica ela, são dados ou informações, preferencialmente numéricos, que representam determinado fenômeno e que podem ser utilizados para medir um processo (indicadores de eficiência – execução conforme planejamento) ou seus resultados (indicadores de eficácia – objetivos atingidos). São medidas de performance e, portanto, têm parâmetros comparativos, o que exige constância de aplicação de método e de medida. Indicadores econômicos são a Bovespa, market-share e inflação, e indicadores sociais seriam taxas de alfabetização, natalidade, mortalidade, expectativa de vida. Há indicadores do tipo determinístico (relações de causa e efeito), probabilísticos (relação de probabilidade), simples (medem uma só atividade), compostos (índices), específicos (efeito singular) e globais (medem setor, departamento ou toda a empresa). Os índices são compostos por indicadores. O IDH da Organização das Nações Unidas é um exemplo, com suas três dimensões: educação, longevidade e renda, integrados por indicadores como taxa de alfabetização, esperança de vida ao nascer e PIB per capita. “Se forem voltados para eficiência operacional, a ênfase vai estar nos resultados contábeis, tendo-os como mecanismo de controle. Se a gestão está focada em resultados, como ser congruente com estratégia, analisando medidas financeiras e não-financeiras e entendendo relações de causa e efeito para gerar informação atualizada, o trabalho deve ter outro rumo”, complementa.


Nas empresas, a diretora comenta que indicadores podem ser financeiros, como faturamento, receitas operacionais, rentabilidade per capita; ou então de recursos humanos como absenteísmo, turn-over, horas de treinamento, satisfação; e ainda de produção, como volume de peças, quantidade de refugo, produção por hora, produção per capita. Na comunicação interna, mede-se confiança, transparência, engajamento, alinhamento, discurso e prática, entendimento e participação, através da análise de processos, campanhas, meios, agilidade, alcance, formato e periodicidade. Ao pensar em critérios para formulação de indicadores, ela sugere uma composição de especificidade, mensurabilidade, viabilidade, relevância e consistência. “E as escalas variam de acordo com o que está sendo medido, e o que é relevante é o que impacta o tempo todo e não pontualmente”, explica. E acrescenta que as medidas de difusão (o que faz) e recepção (o que recebe) são de processos, sendo que medidas de retenção (o que entende) e ação (o que fala e faz) são de resultados.


CASES - A gerente de Comunicação da Whirlpool, Stela Sachs, falou dos seus desafios numa empresa mundial que tem, só na América Latina, nada menos que 25 mil funcionários. Concordando com Suzel, ela afirma que “mensurar esforço é diferente de mensurar resultado. Analisar conteúdo é importante, mas avaliar efetividade é mais interessante, porque obtem dados estratégicos que falam de engajamento”. Nos sistemas da multinacional, as peças fundamentais são entendimento (contexto da empresa e das pessoas), diagnóstico (pesquisas quantitativas e qualitativas) e plano de ação (adaptações, criações e eliminações de projetos). O entendimento diz respeito a valores e estratégias, sob o enfoque dos objetivos de comunicação, de construção de orgulho e engajamento.


Na gestão da execução, um ponto importante é a capacitação de lideranças, que se tornam os porta-vozes das ações de CI – tanto na comunicação face-a-face quanto na difusão de canais. Para este público, há um informativo específico, cujos temas são sinalizados com cores em termos de graus de sigilo. Também, quando o profissional é promovido a gestor, um manual orientador é entregue com dicas da relevância da performance interpessoal. Sua visão é de que a comunicação direta é a mais eficiente, e por isto o esforço de aproximação com os líderes é constante – encontros face-a-face aumentaram em mais de 200% nos últimos anos. Um recurso novo utilizado é um widget personalizado no desktop da equipe administrativa e gestores, com informações específicas de cada unidade da empresa, atualizadas diariamente. Esta ferramenta foi uma saída diante da impossibilidade de fazer inclusões frequentes na intranet mundial. Um boletim mensal impresso, em formato A4 dobrado ao meio, é dedicado ao horista, com 75% de conteúdo local e o restante de origem corporativa. Para Stela, a eficiência em comunicação interna é medida por comunicação entre as pessoas, engajamento, orgulho de pertencer, abrangência da informação e reconhecimento estratégico da área. A equipe de CI apresenta à diretoria um resultado trimestral de trabalho e emite um boletim mensal com esta intenção de consolidação das atividades e alcances.


O Grupo Solví é um conglomerado de engenharia ambiental (resíduos, saneamento, engenharia e construção e valorização energética) com 20 empresas, presente em 86 cidades de 13 estados, com 14 mil funcionários. A relações públicas Fernanda Curcio, analista de comunicação, foi uma das palestrantes no evento e apresentou o programa Solví 2020 que buscou criar na equipe a reflexão sobre um futuro desejável. O arranque da iniciativa deu-se pela alta administração, passando por apresentação para gestores e depois criação de comitês e rede social para mobilização e discussão. Os comitês continham oito representantes das áreas de negócio e da comunicação e um comitê de co-criação com 16 pessoas de todas as empresas do grupo. Foi criada uma comunidade na plataforma Ning e um formulário de Social Media Monitoring em formatos eletrônico e impresso, com análise semântica de palavras mais frequentes. O SMM resulta numa árvore de conhecimento com as palavras expressadas em depoimentos sobre o futuro 2020 e as oportunidades de melhora no dia-a-dia. O formulário iniciava com um vídeo de esclarecimento e convocação, com dois campos para resposta na seqüência. Houve a criação de um “agente virtual”, um avatar chamado Ana Terra que incentivava interações.


A implementação do Ning foi em ondas crescentes de participação. Na primeira fase, o debate girou em torno da reflexão positiva sobre o futuro no campo pessoal – pensar em si mesmo e no mundo. Depois, partiu-se para a busca da imaginação futura sobre o negócio e a participação de cada um sobre cada negócio. O nível de participação inicial foi abaixo das expectativas, dentro de uma retração de expor-se no ambiente digital, o que foi vencido com o passar do tempo. Cada usuário podia personalizar a ferramenta, o que auxiliou na motivação. Uma parte da comunidade é o Fórum, onde se debatia cada postagem de conteúdo. Um workshop com lideranças fez análise dos conteúdos coletados nas interfaces, buscando os temas de maior interesse (textos e imagens, tópicos mais populares, polêmicas). Fernanda explica que o SMM auxilia na comparação da empresa com conceitos de organizações burocráticas e de conhecimento. O grupo produziu um fórum presencial de compactuação entre líderes sobre o documento final de diretrizes de trabalho, acompanhado de um suporte nos canais internos para prestar a devolutiva de todo o processo.


A conferência contou com onze painéis e um workshop. Informações sobre outros eventos, veja em http://www.informagroup.com.br/comunicacao.



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)















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