Comunicação empresarial estruturada?

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A área de comunicação de sua empresa está atuando com estratégias realmente estruturadas? Tem buscado alinhamento com o planejamento estratégico da empresa? É com a resposta a estas duas perguntas que notamos se nossa Área de Comunicação tem contribuído no desenvolvimento das ações para alcance das metas e indicadores.

Com este posicionamento alinhado e estruturado a área de comunicação empresarial assume um grande desafio, o de consolidar os processos comunicacionais nos processos diários das áreas e departamentos, criando uma real "cultura" de comunicação dentro da empresa. Isto somente poderá ser concretizado com um amplo trabalho de informação e formação para a importância da comunicação, tornando evidente sua contribuição para o desenvolvimento das atividades de cada área e departamento. É demonstrando esta importância que o movimento de mudança poderá ser iniciado.

Vemos que na maioria das empresas a comunicação tem trabalhado somente apagando “incêndios”, não conseguindo realizar um plano de trabalho realmente estratégico. Talvez por isso que a preocupação em influenciar efetivamente nos processos organizacionais, e, consequentemente no planejamento estratégico de determinada instituição é algo que ainda não esta sendo explorado com a devida importância. Esta situação é resultante da dificuldade em INTEGRAR a tal da assessoria, área, departamento de comunicação aos processos gerenciais da organização, justamente pela falta de compreensão do profissional de comunicação na dinâmica destes processos gerenciais. É importante que a comunicação se INTEGRE com as demais áreas da organização, é importante que a comunicação escolha a melhor forma de se comunicacar com os outros departamentos e que consiga participar corretamente do planejamento estratégico da organização, pois ambos tem a ganhar com este relacionamento.

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Questão da Semana: Planejamento Vs. Criatividade

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Nesta semana, um dos grandes tópicos que estão em pauta em meu dia-a-dia é a relação entre planejamento e criatividade. Quando é para tratar deste assunto, pelo menos com profissionais de comunicação, o que se vem em mente é que estamos falando de duas palavras totalmente contraditórias, mas que na realidade não é bem assim.


Apelando para o dicionário, proponho uma reflexão sobre os dois termos:

(adaptado do michaelis online, português de Portugal..opa!!)


Planejar:

2 Ato de projetar um trabalho, serviço ou mais complexo empreendimento. 3 Determinação dos objetivos ou metas de um empreendimento, como também da coordenação de meios e recursos para atingi-los; planificação de serviços.

Criar

1 Dar existência a, tirar do nada: "No princípio criou Deus o céu e a terra" (Bíblia, tradução do Padre Figueiredo). O ateu nega quem o criou do mero nada. vtd 2 Dar origem a; formar, gerar: O medo cria fantasmas. vtd 3 Imaginar, inventar, produzir, suscitar: Criar uma religião. "Deus criou as boas coisas só para os parvos?" (Camilo Castelo Branco). vtd 4 Estabelecer, fundar, instituir: Criar um colégio. Criou freguesias nas cidades que visitara. vtd 5 Começar a ter; adquirir: Criar cabelos brancos. vtd 6Fazer, formar: Criou gloriosas tradições. vtd 7 Amamentar: "E a mãe que o filho cria" (Luís de Camões). vtd 8 Alimentar, sustentar (uma criança): Com enorme sacrifício conseguiu criar os filhos. Criou-a com leite de vaca. vtd 9 Cultivar (plantas): Criava em seu jardim roseiras maravilhosas. vtd 10Educar: Criou os filhos no trabalho e na prática da virtude. vpr 11 Crescer, desenvolver-se: Esses animais criam-se bem. vpr 12 Nascer: "Nesta terra se criam perigosos, formosos olhos" (Morais). vtd13 Exercer a pecuária, como atividade econômica. Antôn (acepções 1, 2, 4, 6 e 9): destruir. Criar um papel: diz-se do ator que, pela primeira vez e de modo brilhante, desempenha um papel importante.


Só pela diferença de tamanho das definições já podemos identificar algumas questões importantes. A primeira é que ao falar de criatividade, parece que estamos tratando de algo intangível e incontrolável, mas que na realidade não é bem assim. A criatividade não pode ser entendida como um dom exclusivo de Artistas, Publicitários e Designers com suas grandes "sacadas", mas sim como algo comum a todo ser humano. Na realidade somos criativos todos os dias, ao resolver problemas de nosso cotidiano. E a falta deste reconhecimento é que nos faz idealizar um cenário ideal para a Criação. A ideia clássica de que a criação só acontece em ambientes onde reina a liberdade (vide a lenda Google!!), sem nenhuma norma ou burocracias que, a meu ver, justifica o distanciamento do entendimento de planejamento e criatividade.


É aí que quero chegar para exemplificar a relação entre estes dois termos. Se tirarmos todas as supervalorizações, quase místicas, do ato de criar e do papel dos criativos, entenderemos então que a criatividade é a habilidade de criar, imaginar, inventar e/ou produzir algo, e tudo que é criado ou produzido tem um objetivo, uma missão, um uso determinado. E se analisarmos o planejamento de maneira simplificada, como o processo de pensar antes de fazer, entenderemos que o planejamento na sua origem é a reflexão sobre o objetivo a ser conquistado, é a analise do melhor caminho que é preciso percorrer para se chegar ao resultado.


Então se cruzarmos os dois termos temos que a criatividade tem em sua essência o planejamento, pois a reflexão sobre as possibilidades de execução e produção de uma criação é uma atividade de planejamento. O planejamento trabalha para criar o ambiente ideal para a criação, e sem ele teremos um espaço onde reina a improviso.

Ninguém faz comunicação sozinho!!

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Sem comunicação



As organizações não estão preparadas para a comunicação deste século, e creio que nem eu!!



Com um posicionamento engessado de que os discursos organizacionais só serão “oficiais” se forem proferidos pelas pessoas ou departamentos indicados pela direção, tiramos todo o papel estratégico que tem o boca-a-boca, a comunicação “não-oficial”, mas que muitas vezes tem maior credibilidade e poder de influência do que um discurso oficial escrito em um boletim interno.



Redes de influência – públicos em rede


Se compactuarmos com este posicionamento, deixamos de considerar o potencial de influência que nossos públicos exercem em outras esferas e/ou agrupamentos (familiares, amigos, etc), o que nos leva a subestimar a abrangência da mensagem. Ao considerar a comunicação inserida em redes de relacionamento, entenderemos que os resultados destas mensagens correm em ondas, variando em intensidade e sentido, passando de um segmento de público para outro. É com esta visão sistêmica dos fluxos de influência que entenderemos toda a abrangência dos relacionamentos de uma organização, evitando subestimar o potencial dos relacionamentos organizacionais.



Este erro crasso pode encontrar explicação na visão paternalista que temos de incumbir as tarefas e/ou ferramentas, em nosso caso a comunicação, somente à especialistas. Porém, estamos falando de um processo social, algo que é inerente ao ser humano, a capacidade de comunicar e a necessidade de transmitir ideias e impressões sobre tudo aquilo que vivemos. As pessoas tem necessidade de comunicar, e invariavelmente isto acontecerá, querendo ou não a direção de uma empresa. No entanto, fica aí o papel mais importante do comunicador, que é aquele que possibilita o diálogo. Gerar ferramentas, criar canais de comunicação adequados aos públicos, possibilitar uma comunicação natural e igualitária é o dever e o grande desafio dos novos comunicadores. Nesta missão complexa, temos que ponderar sobre o papel do mediador de diálogo, buscando uma atitude que seja equilibrada; firme para responder às crises mas também natural para que o fluxo de comunicação se mantenha contínuo e verossímil às características, linguagens e crenças daqueles que comunicam.



É uma grande ingenuidade achar que seus "colaboradores" falam de sua organização somente em reuniões internas. Ao invés de criar impeditivos para estes colaboradores, as organizações deverão é fomentar que eles falem mais, digam o que estão pensando, o que estão sentindo. É desta forma que poderemos visualizar os resultados dos relacionamentos de nossos funcionários, fornecedores e outros grupos que em sua maioria são deixados de lado nas estratégias de comunicação. Por isso questiono a postura do comunicador, aquele que acha que seu dever é “editar” e controlar todas as mensagens da organização em pról da manutenção de um "direcionamento estratégico". Acredito em criação colaborativa, mesmo para o discurso “oficial” da instituição, isto dará um caráter muito mais verdadeiro e natural às mensagens da organização.



Se a comunicação é um processo social, como é que podemos deixar de aplicar este raciocínio também para a comunicação organizacional?

Caso Paulo Vilhena X CQC: mais um caso “Faltou media training ou faltou ao media training”

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Assistindo ao vídeo da participação do ator Paulo Vilhena no Programa CQC fiquei tentando entender a reação do entrevistado. O que causou aquela reação? A liberdade que o repórter deu, questionando sobre qual seria a atitude mais ‘ogra’ que se encaixaria naquele momento ou a falta de educação do ator?

A conclusão é que atitudes como essa não têm explicação. Seja lá qual for o motivo que faz com que ele não se sinta a vontade para dar entrevista para qualquer programa, o mais correto é manter a postura. É incrível a capacidade das pessoas de esquecerem quais são os papeis que desempenham. No caso de artistas, personalidades e outras designações do tipo, a imagem que eles constroem durante a carreira é que determinará o seu valor de mercado. Você não contrataria a Mulher Melancia para fazer comercial de produtos para bebê, certo? Creio que a abundância dos atributos dela poderia ser mais bem aproveitada em outras áreas. O assessor de comunicação do Paulo (gostaram da intimidade?!) deve estar se contorcendo de dor de barriga para acalmar os ânimos de todos. A notícia bombou nas redes sociais e nos principais veículos de comunicação on-line, menos, é claro, no Globo.com.

O pior é que a confusão se estendeu, tornando-se uma sequencia de erro atrás de outro. O rapaz disse estar com a razão, de fazer aquela ‘porcança’, porque solicitaram. Imaginem se solicitarem para ele fazer outras coisas, que creio serem impublicáveis?

A lei da ação e reação não é válida para tudo. Não é porque um jornalista me irritou que devo tentar irritar o jornalista. Quem tem mais a perder? Nesse caso foi um típico perde-ganha. Perdeu o ator, que saiu com uma imagem de deselegante, ganhou o programa, que teve as imagens passando em tudo quanto é canto, inclusive nesse modesto Blog.

Sorte dele é que existe o Programa do Faustão! Daqui uns dias ele vai lá, num domingo despretensioso, e o apresentador, com a eloquência de um papagaio, vai pregar para todos os cantos que o rapaz é um dos maiores atores do Brasil, com um caráter que poucas pessoas nesse mundo tem, entre outras coisas, e em um passe de mágica, o Paulo vira Paulinho, um garoto simpático nascido para brilhar.


Creio que esse caso se encaixe em mais um caso de “Faltou media training ou faltou ao media training”.











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