X Semana de Relações Públicas da UNESP discute Comunicação Pública

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A Unesp de Bauru organiza nos dias 7, 8 e 9 de junho a X Semana de Relações Públicas que, neste ano, terá como tema Comunicação Pública. O evento acontecerá no campus e contará com a presença de professores, profissionais e alunos da área de relações públicas e de comunicação em geral. Além de palestras, no período noturno, a programação da semana contará com visitas técnicas e oficinas, realizadas durante os períodos da manhã e tarde. A abertura do evento contará com a presença da professora Elisabeth Pazito Brandão, relações públicas e jornalista, mestre em Sociologia Política e doutora em Ciências da Informação. Atualmente morando em Brasília, ela é autora do livro “Algumas abordagens em Comunicação Pública” e co-autora de diversas outras obras na área. Atualmente presta consultoria na área de Comunicação Organizacional. No dia 8, acontecerá um painel sobre Comunicação Pública no Terceiro Setor. Entre os convidados, a relações públicas Viviane Nebol, com atuação na gestão de projetos em diversas ONGs de São Paulo. No encerramento, dia 9, haverá o painel Comunicação Pública Governamental, com a presença de representante da sub-secretaria de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo.

A X Semana de RP conta com o apoio do FAAC, Departamento de Comunicação Social, Departamento de Ciências Humanas e PROEX.

Serviço: A X Semana de Relações Públicas da Unesp Bauru acontece nos dias 7, 8 e 9 de junho, com palestras no período noturno (a partir das 19 horas) e visitas técnicas e oficinas de manhã e à tarde. Mais informações pelo hotsite: http://www.wix.com/xsemanaderp/2011




Propaganda Sexy!

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baby



Usar fraldas pode ser sexy, muito sexy!

A Hyunday bem que podia aprender a fazer propagandas mais criativas, como essa da fraldinha mais cuti-cuti do mundo!


Comunicação interna: trampolim político

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Politicagem


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O recente post do @uelramonPorque é tão difícil desenvolver o Pensamento Sistêmico???” veio ao encontro de um tema que estava martelando meus pensamentos já há algum tempo. Inspirado no texto do Jerônimo Mendes, publicado no Portal Administradores, o editor do Blog Ser.RP cita um trecho do referido autor que traz algumas razões que dificultam a prática do pensamento sistêmico, replicado abaixo:

“Mas o que significa pensamento sistêmico? Por que as pessoas têm tanta dificuldade para colocá-lo em prática? Existem inúmeras respostas para isso e aqui vão algumas: individualismo ao extremo, cultura do imediatismo, complacência, egoísmo, falta de visão, medo das mudanças, liderança ineficaz etc”.

Analisando esse trecho, fiz um paralelo com o tema da comunicação interna nas organizações. Vejam que os argumentos utilizados pelo autor para explicar a dificuldade da implantação do pensamento sistêmico também podem ser utilizados como exemplos de barreiras que atrapalham o bom desempenho da comunicação interna.

Além dessas já citadas por Jerônimo Mendes, acrescento mais uma: a questão política. Entre as definições para o termo que o dicionário Michaelis traz, destaco algumas para basear minhas argumentações.

Arte ou ciência de governar.

Arte ou vocação de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de um partido, influenciação da opinião pública, aliciação de eleitores etc.

Astúcia, maquiavelismo.

Percebam que o termo política já incorporou pontos positivos e negativos. É tanto uma arte ou ciência no ato de governar, quanto uma arte ou vocação de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de um partido, influenciação da opinião pública, aliciação de eleitores. Pode ser uma astúcia, maquiavelismo.

Infelizmente, alguns líderes de áreas internas de uma organização, cientes da importância e dos alcances dessa ferramenta comunicacional, fazem uso da comunicação interna como trampolim político. Buscam, dessa forma, a construção de uma imagem, pessoal ou a da gerência em que atua (neste caso, acaba refletindo na própria imagem do gestor), e não a real preocupação de manter os públicos internos informados sobre os andamentos dos projetos.

Não é raro ver a interferência, por meio do poder que exercem em decorrência do cargo que ocupam, desses gestores, seja na modificação de um texto, de um vídeo ou outro conteúdo em legislação própria. Também é fácil a observação que o instrumento da coerção é bastante utilizado.

Essas mesmas atividades são muito utilizadas no meio político e acabaram sendo denominadas como ‘politicagem’. Esse termo expressa bem as relações do ganha-ganha-perde. Muitas vezes ganha quem manda, às vezes quem obedece e perde quem realmente deveria ganhar (públicos-alvo e sociedade).

No caso do comunicador, do responsável pela gestão das informações dentro de uma organização, ‘o às vezes ganha’ não acontece (a não ser que compactue com os estratagemas daqueles que não se importam com a comunicação interna). Depois do público interno, ele é o mais prejudicado, pois o planejamento foi deturpado e comprometido, e o prazer de ver o resultado de seu trabalho acaba minguado.

O comunicador fica em um fogo cruzado. Percebe-se a manobra política em detrimento dos interesses dos públicos, mas muitas vezes acata-se a determinação. Pouco pode fazer. Pelo menos aquele que se submete a um gestor. E, cabe a esse, a obrigação de evitar que a comunicação interna seja usada como trampolim político por aqueles que querem se aproveitar da boa vontade dos públicos.

Novo hit na internet torna-se um bom exemplo de viral

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viral


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No post Marketing Viral destaquei alguns elementos que fazem uma determinada ação na internet se tornar um verdadeiro viral. Destaquei que a mecânica do viral é simples. Basta divulgar um texto, um vídeo, uma imagem, um game, um widget ou outra forma de arquivo na internet e ver essa publicação se espalhar no mundo virtual. Assim como no caso de um vírus no corpo humano, que se utiliza das células para se reproduzir e alcançar todas as partes, da cabeça aos pés, o viral, na rede, também procura essa reprodução massiva para todos os cantos, sendo duplicado em blogs, sites, redes sociais, e-mails, etc.. Faz-se uso do boca-a-boca, no caso virtual, para que a notícia se espalhe como fogo em pasto seco.

Um bom exemplo realizado recentemente e que o Programa Pânico participou (ainda não está claro se foram mesmo trollado ou se participaram ativamente da ação), foi a divulgação das "As Tchecas do Brazil” (para saber mais leia Loiras + Pânico na TV + Cerveja = trollagem do século do Blog Relações).

Recentemente fui bombardeado no Facebook pelos meus amigos com um link para uma música. No ínício não dei importância, mas como várias pessoas continuaram a divulgar, minha curiosidade ficou atiçada e fui conferir.

A "Banda mais bonita da cidade" lançou o clipe da música 'Oração' no Youtube e conquistou a simpatia dos internautas, se tornando em mais um bom exemplo de como fazer um viral de sucesso. Em pouco mais de 5 dias, alcançou a incrível marca de 796.709 visualizações.

Veja abaixo o vídeo que está conquistando os usuários de internet.

A grande aposta é: quem entrevista primeiro a banda? O Fantástico (Globo) ou o Domingo Espetacular (Record)?



Novo aplicativo de e-commerce para o Facebook

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A LikeStore (www.likestore.com.br) lançou o primeiro serviço online no País que permite a qualquer usuário ou empresa vender produtos diretamente pelo Facebook. Os focos da empresa são dois mercados crescentes no Brasil: o do e-commerce, que já registrou uma movimentação de R$ 14,8 bilhões no País em 2010, de acordo com o eBit, e nos quase 20 milhões de brasileiros que utilizam o Facebook. No primeiro ano, o serviço espera realizar 150 mil transações com um ticket médio de R$ 120, movimentando um montante de R$ 18 milhões.

Em breve, o serviço estará aberto para qualquer usuário da rede social criar a sua loja. Neste momento, os usuários do Facebook poderão transformar suas fan pages em uma vitrine de produtos, colocando imagens e descrições. Ao fazer a adição de um produto, automaticamente o serviço já envia uma mensagem ao seu mural, notificando a lista de amigos. Depois, qualquer um (amigo ou não) poderá acessar a parte do perfil que foi transformada em e-commerce, escolher o que interessa e, sem sair da rede, fornecer informações de compra. Tudo de forma segura, certificada pela VeriSign.

Na última década, as redes sociais revolucionaram o modo como as pessoas interagem na web. Agora as redes sociais estão passando a revolucionar também as compras na web, que já movimentaram US$ 500 bilhões em 2010 no mundo todo (dados da Everis). Nos Estados Unidos, a expectativa é que o Facebook movimente 1,2 bilhão de dólares até o final de 2011, de acordo com a Social Times Pro.