Comercial Eduardo e Mônica da Vivo: plágio ou coincidência?

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Plagio



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O número acima indica a quantidade de vezes que o novo comercial da Vivo foi visto até às 23:13 do dia 10 de junho de 2011. Em apenas três dias, o vídeo que conta a história da música Eduardo e Mônica do Grupo Legião Urbana conquistou o gosto dos brasileiros. Média de um milhão de acesso por dia. Algo parecido aconteceu com a música 'Oração' da Banda Mais Bonita da Cidade, que citei no post Novo hit na internet torna-se um bom exemplo de viral.

O que parecia ser o grande hit do momento, o viral perfeito, está, na verdade, se encaminhando para ser o grande caso de plágio do ano! Por volta do ano 2000, a ATL Celular, que posteriormente passou a fazer parte do grupo da Claro, havia veiculado um comercial com a mesma música. Até aí nada demais, mas quando comparamos o vídeo... quanta coincidência!

Aliás, coincidência foi a explicação dada pela agência África, criadora da campanha para a Vivo.

O assunto esteve nas rodas de conversas das redes sociais e movimentou as buscas no Google. Veja abaixo o gráfico que mostra o histórico da quantidade de pesquisas que o termo 'Eduardo e Mônica' tem desde 2004. Percebam que em maio de 2006, há uma guinada, quase que vertical:


E você, o que acha? Coincidência? Plágio?

Confira os dois vídeos e tire as suas próprias conclusões!







Complementando com um pouco de humor:


Ana Paula Padrão faz confusão e chama Jornal da Record de Jornal Nacional

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Ana Paula Padrao



Essa deve ter deixado todo mundo da produção do Jornal da Record de cabelo em pé! A âncora do Jornal da Record, Ana Paula Padrão, se confundiu durante apresentação ao vivo e chamou o programa de Jornal Nacional, principal programa de jornalismo da maior concorrente da TV da Igreja Universal.

Fiquei com a impressão que essa gafe foi daquelas que a gente comete quando estamos preocupados com alguma coisa. Será que a Globo está rondando a jornalista?!

Experimentem fazer uma busca com os termos "Ana Paula Padrão". Os primeiros resultados referem-se à gafe! #mico

X Semana de Relações Públicas da UNESP discute Comunicação Pública

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A Unesp de Bauru organiza nos dias 7, 8 e 9 de junho a X Semana de Relações Públicas que, neste ano, terá como tema Comunicação Pública. O evento acontecerá no campus e contará com a presença de professores, profissionais e alunos da área de relações públicas e de comunicação em geral. Além de palestras, no período noturno, a programação da semana contará com visitas técnicas e oficinas, realizadas durante os períodos da manhã e tarde. A abertura do evento contará com a presença da professora Elisabeth Pazito Brandão, relações públicas e jornalista, mestre em Sociologia Política e doutora em Ciências da Informação. Atualmente morando em Brasília, ela é autora do livro “Algumas abordagens em Comunicação Pública” e co-autora de diversas outras obras na área. Atualmente presta consultoria na área de Comunicação Organizacional. No dia 8, acontecerá um painel sobre Comunicação Pública no Terceiro Setor. Entre os convidados, a relações públicas Viviane Nebol, com atuação na gestão de projetos em diversas ONGs de São Paulo. No encerramento, dia 9, haverá o painel Comunicação Pública Governamental, com a presença de representante da sub-secretaria de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo.

A X Semana de RP conta com o apoio do FAAC, Departamento de Comunicação Social, Departamento de Ciências Humanas e PROEX.

Serviço: A X Semana de Relações Públicas da Unesp Bauru acontece nos dias 7, 8 e 9 de junho, com palestras no período noturno (a partir das 19 horas) e visitas técnicas e oficinas de manhã e à tarde. Mais informações pelo hotsite: http://www.wix.com/xsemanaderp/2011




Propaganda Sexy!

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baby



Usar fraldas pode ser sexy, muito sexy!

A Hyunday bem que podia aprender a fazer propagandas mais criativas, como essa da fraldinha mais cuti-cuti do mundo!


Comunicação interna: trampolim político

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Politicagem


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O recente post do @uelramonPorque é tão difícil desenvolver o Pensamento Sistêmico???” veio ao encontro de um tema que estava martelando meus pensamentos já há algum tempo. Inspirado no texto do Jerônimo Mendes, publicado no Portal Administradores, o editor do Blog Ser.RP cita um trecho do referido autor que traz algumas razões que dificultam a prática do pensamento sistêmico, replicado abaixo:

“Mas o que significa pensamento sistêmico? Por que as pessoas têm tanta dificuldade para colocá-lo em prática? Existem inúmeras respostas para isso e aqui vão algumas: individualismo ao extremo, cultura do imediatismo, complacência, egoísmo, falta de visão, medo das mudanças, liderança ineficaz etc”.

Analisando esse trecho, fiz um paralelo com o tema da comunicação interna nas organizações. Vejam que os argumentos utilizados pelo autor para explicar a dificuldade da implantação do pensamento sistêmico também podem ser utilizados como exemplos de barreiras que atrapalham o bom desempenho da comunicação interna.

Além dessas já citadas por Jerônimo Mendes, acrescento mais uma: a questão política. Entre as definições para o termo que o dicionário Michaelis traz, destaco algumas para basear minhas argumentações.

Arte ou ciência de governar.

Arte ou vocação de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de um partido, influenciação da opinião pública, aliciação de eleitores etc.

Astúcia, maquiavelismo.

Percebam que o termo política já incorporou pontos positivos e negativos. É tanto uma arte ou ciência no ato de governar, quanto uma arte ou vocação de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de um partido, influenciação da opinião pública, aliciação de eleitores. Pode ser uma astúcia, maquiavelismo.

Infelizmente, alguns líderes de áreas internas de uma organização, cientes da importância e dos alcances dessa ferramenta comunicacional, fazem uso da comunicação interna como trampolim político. Buscam, dessa forma, a construção de uma imagem, pessoal ou a da gerência em que atua (neste caso, acaba refletindo na própria imagem do gestor), e não a real preocupação de manter os públicos internos informados sobre os andamentos dos projetos.

Não é raro ver a interferência, por meio do poder que exercem em decorrência do cargo que ocupam, desses gestores, seja na modificação de um texto, de um vídeo ou outro conteúdo em legislação própria. Também é fácil a observação que o instrumento da coerção é bastante utilizado.

Essas mesmas atividades são muito utilizadas no meio político e acabaram sendo denominadas como ‘politicagem’. Esse termo expressa bem as relações do ganha-ganha-perde. Muitas vezes ganha quem manda, às vezes quem obedece e perde quem realmente deveria ganhar (públicos-alvo e sociedade).

No caso do comunicador, do responsável pela gestão das informações dentro de uma organização, ‘o às vezes ganha’ não acontece (a não ser que compactue com os estratagemas daqueles que não se importam com a comunicação interna). Depois do público interno, ele é o mais prejudicado, pois o planejamento foi deturpado e comprometido, e o prazer de ver o resultado de seu trabalho acaba minguado.

O comunicador fica em um fogo cruzado. Percebe-se a manobra política em detrimento dos interesses dos públicos, mas muitas vezes acata-se a determinação. Pouco pode fazer. Pelo menos aquele que se submete a um gestor. E, cabe a esse, a obrigação de evitar que a comunicação interna seja usada como trampolim político por aqueles que querem se aproveitar da boa vontade dos públicos.