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Garrafa que Brilha à Luz Negra: inovação da Heineken

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A Heineken está lançando no mercado nacional a Star Bottle, embalagem feita de alumínio importada da Holanda, que tem como diferencial seu design que se faz visível quando exposto à luz negra. Quando é exposta à luz, a tinta escondida aparece na superfície da garrafa, aparecendo desenhos de estrelas cadentes.

O novo produto estará disponível apenas em casas noturnas selecionadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília.



Pizza Hut SP lança aplicativo para #IPhone e #IPodTouch: dá para fazer pedidos e consultar cardápio

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A Pizza Hut SP está lançando o aplicativo para pedidos de pizza para usuários de IPhone e IPod Touch. O programa concentra todos os itens do cardápio da marca, com fotos ilustrativas e promoções exclusivas para os usuários. O novo canal de compras segue o projeto da Pizza Hut americana que, em um ano, já comercializou mais de um milhão de pedidos. No Brasil, o objetivo da Pizza Hut é concentrar 50% dos pedidos realizados anualmente.

O cadastro de clientes para a entrega dos pedidos é realizado diretamente no aplicativo, de forma rápida e segura, e clientes previamente cadastrados não precisarão digitar novamente o endereço para entrega em outro pedido. Já para os consumidores que desejam retirar o pedido em 9 restaurantes da Pizza Hut da Grande São Paulo, o aplicativo dispõe de localizador que permite visualizar a unidade mais próxima, além da melhor rota para chegar ao local.






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Santander se junta a Marcelo Tas para lançar a primeira websérie em formato de reality show : valorizar ideias inovadoras @BlogSerRP

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O Santander lançou nesta quinta-feira um projeto com foco na internet: “Conexões de Ideias”, uma websérie com histórias reais conduzida por Marcelo Tas. Semanalmente, o portal disponibilizará um novo episódio. Tas apresentará a história de uma personagem que esteja em busca de implantar uma idéia inovadora e com potencial transformador na sua vida, no seu trabalho ou na sua comunidade. O programa contará a história da pessoa e mostrará o debate com especialistas convidados, que vão analisar cada caso e dar sugestões para contribuir com a personagem. Serão ao todo três histórias, dividas em cinco capítulos. O episódio final fará um balanço das lições tiradas dessa experiência.

O primeiro caso analisado por Tas e seus convidados será sobre empreendedorismo. Trata-se de uma construtora de casas sustentáveis que enfrenta problemas com a legislação brasileira para ampliar a produção. O segundo é voltado para a educação e cultura. A história aborda um sistema que decodifica qualquer música em notas musicais e que agora tem o desafio de ser aproveitado no sistema público de ensino. O último caso levanta a questão da orientação financeira por meio da história de um empreendedor que tentou superar as dificuldades de desenvolver negócios em regiões carentes.

A plataforma pode ser acessada no site www.conexoesdeideias.com.br. Entre os especialistas convidados estarão nomes do peso de Gilberto Dimenstein e Alexandre Hohagen (Google), além de executivos do próprio Santander, como Fernando Byington Egydio Martins, Jerônimo Ramos (Microcrédito), Maria Luiza Pinto e Carlos Nomoto (Desenvolvimento Sustentável).



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Papel higiênico como objeto de decoração? Empresa tradicional portuguesa inova e cria um dos maiores cases de marketing#inovação @BlogSerRP

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"Não use velhos mapas para descobrir novas terras". Esta é uma frase de Gill Giardeli (@gilgiardelli) que define muito bem a estratégia para se inovar. (Conheça o Blog Inovadores ESPM)


Às vezes tenho a impressão de que alguns segmentos nunca se inovarão. Pequenas mudanças acontecem, mas sem grandes impactos, quase imperceptíveis. Por exemplo, você já havia imaginado que tipo de inovação o segmento de papel higiênico poderia trazer? Que impacto essa mudança poderia causar no mercado?

Pois é, quando se pensa fora da famosa ‘caixinha’, pode-se fazer revoluções, alterar hábitos, assim como o fez o Walkman, o Iphone e outras tantas invenções. O que dizer da internet, então?

Voltando ao tema do papel higiênico, eu não vislumbrava grandes alterações na área. Coisas pequenas, talvez, como um desenho novo, um tipo de papel diferenciado, cheiro, sabor (por que não?, tem gosto para tudo!), textura, embalagem, e por aí vai.

Só que um português decidiu colocar o setor de pernas para o ar!

Uma das mais tradicionais empresas portuguesas de fabricação de papel de cozinha, higiênico, lenços e afins, a Renova, trouxe um novo conceito para o mercado: aliou criatividade, beleza e design a um produto que a gente (eu pelo menos) não prestava muito atenção. Claro que tomo alguns cuidados na hora de escolher, mas não perco muito tempo em frente à prateleira. A inovação virou um case de sucesso, sendo objeto de estudos nas principais escolas de marketing do mundo.

O que ela fez de tão interessante para se tornar uma das marcas mais conhecidas na Europa e exportar o tão cobiçado papel higiênico para países como Japão, EUA, França, entre tantos outros?

Durante uma viagem para Las Vegas, o presidente da empresa, Paulo Pereira da Silva, teve um daqueles insights ao admirar as luzes da cidade. Foi então que decidiu criar o papel higiênico em várias cores, com tonalidades fortes e diferenciadas e agregar muito valor ao produto ao inserir o conceito de design. A peça caiu no gosto de pessoas que gostam de decoração e virou objeto de desejo nos banheiros de muitas pessoas.

Recentemente saiu dos toaletes residenciais e ganhou destaque no banheiro do Museu do Louvre, em Paris, e foi alvo de matérias de grandes jornais pelo mundo como a TV Fox e o El País. O programa Mundo S.A. também deu destaque em sua programação.

Para comprar uma destas obras de arte, o consumidor terá que desembolsar cerca de 14 Euros, para adquirir um pacote com três rolos, embalados em uma caixa luxuosa na cor do papel, que pode ser preta, azul, vermelha, laranja, verde e rosa.

Vídeo Matéria Mundo S.A.



Imagens no Flicker


Interior Lifestyle Shangai 2008






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A vida como ela é: 10 verdades sobre o mundo corporativo que ninguém fala

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O mercado de trabalho não é perfeito. Ele não é formado por pessoas boazinhas, chefes puritanos ou empresas que colocam seus valores acima do lucro. Nesta reportagem, o coach Ricardo Melo fala sobre dez verdades acerca do mundo corporativo que ninguém quer falar.

Após descortinar esses mitos, faça o possível para não ser ingênuo e cair em armadilhas. Pode ser difícil ter de olhar os fatos sob diversos prismas, mas o exercício é necessário. Enxergue o mundo corporativo como um jogo: quem não se interessar pelas estratégias alheias perde!

Saiba que não é o caso de ficar paranóico e descrente. O mercado ainda resguarda bons lugares para trabalhar, com líderes preparados. Além disso, é no trabalho que muitas pessoas conhecem grandes amigos, por isso não tenha medo de confiar em quem julgar que pode confiar. Apenas, com as dicas desta reportagem, fique mais atento.

As dez verdades
Confira as dez verdades descritas por Melo:

O mercado quer gente inovadora: Você acabou de ser contratado e está cheio de idéias para melhorar os processos na empresa. Cuidado! Embora o mercado valorize muito a inovação no discurso, na prática, não raro, se observa exatamente o contrário: muitas pessoas nesta empresa podem ser conservadoras, o que significa que não querem arriscar e mudar. "Dependendo da cultura da empresa, se você chega com muitas idéias, acaba assustando! Há chefes que são abertos, mas desde que suas idéias não choquem com as dele", diz o coach. Além disso, seja cauteloso ao fazer uma sugestão: sem querer, você pode acabar expondo a incompetência de um colega ou chefe!

Com talento e competência se consegue tudo: Competência é fundamental, a não ser que você seja filho do dono da empresa. O problema é que ser competente e talentoso não garante seu sucesso. "É preciso saber aparecer, saber fazer marketing pessoal. Não adianta ter um tesouro que ninguém sabe que existe, porque está escondido no fundo do mar", afirma Melo. E o pior é que, segundo ele, há muitos chefes que escondem os talentos sob sua sombra, porque temem que alguém melhor ocupe seu lugar. Mas esse tipo de chefe acaba dando um tiro no pé, porque as melhores pessoas de sua equipe acabam indo embora.

Chefes sempre querem o bem de seus subordinados: Não é bem assim. Existem ótimos líderes por aí, mas também existem pessoas despreparadas em cargos altos. "Via de regra, antes de pensar nos outros, os chefes pensam em si. Alguns não pensam nem mesmo na empresa, somente querem saber de salvar a própria pele", diz Melo. Moral da história: tenha cuidado para não se iludir e acabar frustrado!

Sempre recebe aumento quem merece: Para Melo, esse é o mito dos mitos. Não é assim. Muitas vezes, você se esforça ao máximo, dá seu melhor e, no fim, outra pessoa acaba levando os méritos. Acontece. Outras vezes, seu chefe simplesmente não tem muita afinidade com você e acaba não se esforçando para que você receba o merecido aumento. São muitas as variáveis envolvidas.

Quem é promovido precisa provar que merece o posto: Há quem seja promovido e, na ânsia de provar que merece o posto, acabe se transformando. O problema é que uma hora a máscara cai. "Se você é competente, não precisa provar que mereceu a promoção. Apenas dê continuidade ao bom trabalho. O profissional que finge ser quem não é mostra insegurança".

A avaliação de desempenho está sempre certa: Nem sempre. Depende do contexto no qual ela foi realizada e da percepção que as pessoas têm de você, que pode ser equivocada. "O feedback pode ser útil, mas ele deve ser interpretado", garante o coach.

É bom ter amigos na empresa: A frase está correta, desde que você não misture as coisas e acabe colocando seu emprego em risco. Por exemplo: um amigo seu foi promovido. Será que você não se achará no direito de faltar no trabalho, já que seu novo chefe é seu amigo e entenderá? "Amizade é bom ter em qualquer lugar, é uma das melhores coisas da vida. Mas não confunda o pessoal com o profissional!".

O RH é o melhor amigo dos funcionários: Há profissionais que, quando têm qualquer problema, correm para o departamento de Recursos Humanos, como se nele houvesse um confessionário. Mas será que se pode confiar cegamente no RH? "Existem pessoas sérias no ramo de Recursos Humanos, humanizadas, que de fato estão lá para ajudar os funcionários e lutar por eles. A questão é que também existem pessoas que se utilizam de sua posição para detectar falhas da empresa e dos funcionários. Como resultado, em um programa de demissão, alguém pode acabar sendo dispensado sem entender o motivo. Por isso eu digo: se está com um problema com a empresa, tente conversar com amigos, consultores, coaches", diz Melo.

Férias de 30 dias é tudo de bom: Cuidado! Dependendo da empresa e da situação pela qual ela passa, você pode ter uma surpresa ao voltar para o trabalho. Outra pessoa poderá estar ocupando seu posto. "No mundo atual, 30 dias acabam sendo muito tempo, a não ser que tenha absoluta segurança no emprego. Mas dizer que não existe perigo nenhum quando alguém tira férias de 30 dias é relativo".

É ruim errar: Algumas empresas cultivam essa cultura do medo; quando alguém erra, é rapidamente julgado e, muitas vezes, punido. Mas a verdade é que a questão não é o erro em si, mas a relação que se cria com o erro. O velho ditado "todo mundo erra" é verdadeiro. No fim das contas, garante Melo, errar acaba sendo bom, pois o profissional tem a oportunidade de aprender com uma situação difícil. "Ninguém deve buscar o erro. Mas o fato é que Napoleão Bonaparte perdeu a guerra porque nunca havia perdido uma batalha", finaliza Ricardo Melo.



Fonte:


Postado por: Robson