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BH terá 17ª edição de curso sobre assessoria de comunicação na web 2.0

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Curso sobre assessoria de comunicação na web 2.0



17ª edição do curso "Assessoria Digital – Do Release Impresso à Web 2.0" será realizada no dia 28 de julho de 2012, das 9h às 18h, em Belo Horizonte. O curso, organizado pela Escola de Comunicação e ministrado por Rodrigo Capella, colaborador da Revista PQN e editor do blog PR Interview, abordará a comunicação no ambiente 2.0, dando dicas sobre vídeo-release, podcast, SMPR, Display Text, blogs, sites, portais e SMS, entre outros aspectos da Assessoria Digital. Capella é também professor de comunicação digital da Universidade Anhanguera e integra o corpo docente do MBA de Comunicação Digital da UNA-BH. Para mais informações, clique aqui


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Como fazer Facebook

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Como fazer Facebook


Entre os termos mais buscados no Google está a expressão “como fazer Facebook”. O que para muitos pode ser uma tarefa fácil, principalmente para nova geração que já cresceu nos meios tecnológicos e acessando a internet, para outros pode ser uma dura tarefa.

Mas... e daí? Qual a relação desse tema com Relações Públicas?

Daí que se as empresas prestarem atenção para o que ‘rola’ na internet podem se aproveitar de uma grande oportunidade para trazer o público para perto da marca.

E como fazer isso?

Que tal um tutorial sobre a questão? O formato pode ser variado, como um infográfico, um vídeo, um manual etc.

Em uma busca pelo sistema da Google pelo termo “como fazer Facebook”, fiquei surpreso ao me deparar com este título: Brilhante - Crie o seu perfil | Facebook. A menção à marca está em primeiro lugar nos resultados.

Não comprei um sabão Brilhante, mas cliquei no link, visitei a página da marca no Facebook, e com certeza vou me lembrar dessa ação no supermercado!

Veja abaixo uma imagem do tutorial desenvolvido pela marca na FanPage do produto. No fim do post, separei outros tutoriais!











Magazineluiza.com lança programa interativo na web

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Com duração de 50 minutos, o Magazine Luiza é Show será transmitido em datas previamente marcadas, a partir das 15h, ao vivo pelo site www.magazineluiza.com.br/ao-vivo, e nas lojas virtuais do Magazine Luiza por meio de um aparelho de TV disponibilizado em cada filial.

A cada edição uma atração diferente com dicas úteis sobre culinária, artesanato, saúde e bem estar é apresentada ao espectador, que poderá se manter bem informado sobre diversos assuntos do cotidiano.

O público também conhecerá o funcionamento de alguns produtos da loja que serão mostrados durante os quadros. Após a edição de hoje (dia 9), os próximos programas estão previstos para serem exibidos nos dias 23 de novembro e 7 de dezembro.

Para participar ao vivo, os interessados podem enviar um e-mail para cursos@magazineluiza.com.br, ou comentar via Twitter utilizando a hashtag #mleshow. Outra forma de participar é por telefone, para isso, basta se dirigir a uma Loja Virtual do Magazine Luiza. Durante o programa, uma filial será sorteada pelos apresentadores que entrarão em contato com o cliente, dando-lhe uma oportunidade a mais de interação no Magazine Luiza É Show.
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Era digital produz inúmeras versões de história

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Olá pessoal. No dia 07/05, participei de um debate promovido na Livraria da Vila, aqui em São Paulo. O debate foi mediado por Paulo Nassar e contou com a participação de alguns convidados que debateram o assunto em pauta.

O encontro foi muito proveitoso, e como vocês podem perceber, rendeu bons textos. Ontém postei o texto do Rodrigo Cogo. Já havia algum tempo que tentávamos sair do contato virtual e passar para o real. O que aconteceu durante o debate. Foi muito legal conhecê-lo.



“Diante do enfraquecimento das formas tradicionais de relações públicas e de comunicação, com o objetivo de envolver os empregados e outros públicos, a história organizacional começou a se firmar como uma nova perspectiva para o reforço, principalmente, do sentimento de pertencimento dos empregados, como protagonistas fundamentais das realizações, dos bens, dos serviços e da própria sustentação dos empreendimentos”. Este trecho, retirado da introdução do livro “Relações Públicas na construção da responsabilidade histórica e no resgate da memória institucional das organizações”, escrito por Paulo Nassar e cuja segunda edição foi lançada pela Difusão Editora na Livraria da Vila em São Paulo/SP, dá o tom da relevância e da transdisciplinaridade do tema. O evento, ocorrido na noite de 7 de maio de 2008, foi integrado por um debate sobre as novas narrativas e a valorização da história e da memória no mundo contemporâneo, contando com Cadão Volpato, Luiz Ruffato e Massimo Di Felice.

O impacto das tecnologias digitais esteve no centro das discussões. A perda da centralidade das empresas neste processo de múltiplos narradores de histórias e produtores de conteúdo, instaurado com a internet, mostra que as interações permitem múltiplas versões da história. Questões de veracidade ou idoneidade à parte, trata-se de um momento importante de quebra de paradigmas, que não pode ser negligenciado pelas organizações. Num cenário de permanente negociação de sentidos, há uma alteração no modus operandi dos comunicadores, como por exemplo no enfraquecimento da definição, dos limites e do trabalho de RP via stakeholders. “São as novas relações públicas”, conceitua o autor Paulo Nassar. Ele é mestre e doutor em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, onde também leciona na graduação e pós-graduação, além de ser diretor geral da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial – www.aberje.com.br .

Massimo Di Felice, que coordena o centro de pesquisa Cepop/Atopos na USP sobre as transformações da opinião pública nos novos contextos digitais, complementa a abordagem indicando uma alteração na relevância do conceito de líderes de opinião. Para ele, com o digital passa-se da democracia para a tecnocracia, onde quem tem acesso às tecnologias faz prevalecer sua voz independente de sua relação imediata com as organizações. “É uma tomada de palavra generalizada, um fato extremamente importante, uma transformação da esfera pública. Isto altera a forma de organização da sociedade, que não é mais dicotômica, centro e periferia, mas uma grande mistura”, assinala.

O uso do potencial de criação e difusão de pontos-de-vista na web, aliado com conceitos de memória, vai depender de preceitos éticos. Nassar relata conhecimento de demandas de clientes, em que agências de comunicação são contratadas para permear suas estratégias de comunicação com a recriação de histórias passadas, buscando manipular lembranças em busca de uma nova reputação. “Como tudo, pode ser usado para o bem ou para o mal”. Seu livro, todavia, prefaciado pela professora e RP Margarida Kunsch, é recheado de bons exemplos. Dividido em quatro capítulos por 206 páginas, traz módulos que tratam da ressignificação do olhar, uma visão abrangente e crítica das relações públicas, RP e mediações organizacionais, RP e construção da memória empresarial e memória e história empresarial no Brasil (com casos como da Petrobras, Vale, BNDES, Bunge, Odebrecht e Votorantim).

VERTENTES – O estudo da memória tem avançado em suas interfaces. Nassar relata que do tempo de prevalência da história monumental e dos museus muito já mudou, ainda que continuem sendo formatos válidos. Entre as novas vertentes de estudo e realização de projetos, estão a história com a Neurologia e o efeito dos sentidos e da sua ausência, a memória com a Antropologia na ligação das pessoas e suas histórias com lugares, a memória involuntária despertada pelas sensações, o vínculo da memória com a História como no caso do Holocausto e outros acontecimentos, as narrativas publicitárias com mistura de entretenimento e História e ainda a memória e a gestão do conhecimento com a administração dos esquecimentos.

O mineiro Luiz Ruffato destaca que o escritor trabalha invariavelmente com memória. O resgate feito pelos blogs do hábito de escrever é comemorado por ele. No entanto, a suplantação tecnológica leva à obsolescência. Fazendo uma gradação dos avanços na área de música, passando por LP, fitas cassete, CD, MP3 player e os downloads de faixas, o debatedor alerta que toda aquisição de novas oportunidades de compreender e conviver no mundo faz perder as formas anteriores. “Como memorialista, eu me interesso pelo que não ficou. E sobre quem é responsável pela seleção do que vai ficar”, situa.

De outro lado, o escritor, músico e jornalista Cadão Volpato não se ressente com a perda gradativa de alguns suportes, sob o benefício da comodidade, da qualidade, da variedade e da democratização de acesso da tecnologia. Primeiramente dizendo que acha “perda de tempo” a leitura de blogs em geral, reconhece logo depois que visita sempre um espaço especializado de cultura da cidade do Porto. Talvez o segredo seja atingir especificidades de interesse, daí jornalistas, escritores e produtores de conteúdo vão precisar contentar-se com audiências menores.

Não acreditando na extinção paulatina de mídias, Di Felice lembra que o livro foi uma das primeiras mídias detonada nas previsões com a chegada da internet, o que não se comprovou. “Nunca se publicou tanto e nunca se leu tanto como hoje”, enfatiza dizendo que a história da tecnologia não tem seguido o caminho das visões desenvolvidas pelo homem. O que é interessante para o pesquisador é que “o digital permite uma memória externa infinita, com acesso imediato a qualquer época”.

O debate também serviu pra divulgar o Dia Internacional de Histórias de Vida, marcado para 16 de maio. Na data, cerca de 80 organizações de 30 países preparam atividades especiais, como mostras de vídeos, exposições e contação de histórias e encontros virtuais. No Brasil, o gerenciamento está sendo feito pelo Museu da Pessoa – www.museudapessoa.net.

ABERJE – A Aberje é pioneira no trabalho com a história e a memória empresarial. Ainda em 1999, preocupada com questões trazidas pelas reestruturações produtivas e patrimoniais brasileiras, entre elas as privatizações e as centenas de fusões e aquisições, promoveu o Encontro Internacional de Museus Empresariais. Já no ano seguinte, a entidade trouxe ao Brasil o historiador inglês Paul Thompson, e desde então o tema está presente em cursos e encontros, de maneira integrada ou específica com outras áreas de atuação. Em 2004, foi publicado o livro “Memória de Empresa: história e comunicação de mãos dadas a construir o futuro das organizações”. Logo depois, inaugurou o Centro de Memória e Referência, reunindo um acervo de documentos, fotos e material audiovisual dos últimos 50 anos da comunicação empresarial nacional, afora uma biblioteca de mais de 1000 títulos da bibliografia fundamental da comunicação e das relações públicas. O CMR ainda abriga o Instituto Aberje de Pesquisas, que desde 2001 vem realizando estudos sobre o campo.

RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)

Sobre a Difusão Editora

Há 32 anos no mercado, e situada no ABC, em São Paulo, a Difusão Editora é especializada na produção, comercialização e distribuição de livros nas áreas de Saúde e Comunicação. Tem leitores em todo o território nacional e um público composto, principalmente, por professores, pesquisadores e estudantes de nível médio e universitário.


Serviço livro: Relações Públicas na construção da responsabilidade histórica e no resgate da memória institucional das organizações.
Autor: Paulo Nassar.
Editora: Difusão Editora.
ISBN: 978-85-78080-04-4
Número de páginas: 208.
Formato: 15 x 21.
Edição: 2ª - 2008.
Preço: R$ 39,90.

Mais informações para imprensa:
Juliana Ramiro Juliani – juliana@solucoesci.com.br
Carla Hansen – carla@solucoesci.com.br
Tel.: 11 4083-8953
www.solucoesci.com.br

Ação da Audi no Twitter

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Desenvolvido pela Urban Summer Digital Creative, o concurso cultural “Audi Gift Day” intregará prêmios surpreendentes para usuários do Twitter ao longo de 2010. Até o próximo sábado (3), a Audi premiará a resposta mais criativa da pergunta postada pela @audibr no Twitter: “Se você pudesse colocar um acessório extra em um Audi, qual seria ele e por quê?”. O premiado ganhará um jantar com acompanhante no badalado restaurante de Alex Atala, o D.O.M., com direito a chegada triunfal com motorista e um Audi A6.

Volkswagen e AlmapBBDO estreiam novo formato de propaganda no Gmail

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Montadora será a primeira marca no mundo a customizar a página da caixa de entrada do email do Google



A Volkswagen é a primeira marca no mundo a trabalhar com publicidade na plataforma do Gmail. A parceria entre a montadora e o Google está sendo viabilizada pela AlmapBBDO, que criou skins - telas dinâmicas para serem usadas como fundo de tela - com imagens dos modelos da Volkswagen. Os skins poderão ser utilizados pelos usuários do Gmail para personalizar suas caixas de entrada dos emails. O Gmail já oferece diversas opções de personalização, mas é a primeira vez que o formato é utilizado como opção de mídia por um anunciante. E a estreia mundial coube à Volkswagen, num layout desenvolvido pela AlmapBBDO em cima de um projeto do Google.

Como são dinâmicas, as telas mudarão a cada duas horas, durante o dia. Dependendo da hora em que o usuário abrir sua caixa de entrada do Gmail, verá um carro diferente sob um fundo de cor também diferente. Os carros ficam sobre a listagem dos emails e abaixo dela, em tamanho maior. Ao lado, diversos textos brincarão com o dono da conta, ligando o carro que está sendo exibido ao momento em que ele está verificando suas mensagens. Todos os títulos brincam com o horário em que a pessoa está acessando seus emails, ligando-os ao carro apresentado e alinhados aos conceitos das campanhas de comunicação de cada modelo. Assim, por exemplo, quando aparecer a foto do Fox, o título provocará: “sabe esta porção de emails aí em cima? Cabe tudo dentro de um Fox e ainda sobra espaço.” Se a tela do Gmail for aberta à tarde e lá estiver o Novo Gol, a brincadeira será: “para encarar o início da tarde, você precisa ser forte como o Novo Gol”. Fox, Gol, Golf, Polo, Saveiro, Tiguan e Voyage foram os modelos escolhidos pela Volkswagen para a ação.

É simples colocar o skin da Volkswagen na página do Gmail. É só fazer o login na conta do Google, clicar em Configurações e entrar em Temas. A Volkswagen é a única que possui página no formato Sponsor.