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Tesão por design. O que uma fonte comunica?

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(com o perdão da palavra) Isso é tesão por design. O que uma fonte comunica? Seriedade? Diversão? Tradição? Quantos questionamentos poderíamos propor acerca de uma, até então, simples escolha de fonte? Confesso que estou embasbacado e, tenho convicção que tantos os meus quanto os seus textos nunca mais serão os mesmos.



Este é um filme sobre a fonte Times New Roman. A Times New Roman foi projetado para o The Times em 1931 e é uma das fontes mais reconhecidas no mundo. Quer você goste ou não, não é uma fonte para ser ignorada.

Saiba mais em The Times

Quais as impressões que o seu logo deixa na memória das pessoas?

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Linux logo



Recentemente um amigo me encaminhou o link de um vídeo produzido pelo design gráfico, Addam Ladd, com o título Trying to Remember Logos. 

Ele fez um pequeno experimento, simples e objetivo, com a filha de cinco anos, que consistia em mostrar símbolos representando marcas de várias partes do mundo. Cuidadosamente escolheu desenhos que não faziam parte do dia a dia da criança.
Cada logotipo foi exposto por cinco segundos.

Após exibir o último, Ladd pediu que a filha desenhasse os desenhos mostrados, utilizando somente as impressões que ficaram na memória dela.

O resultado foi bastante interessante. Quanto mais simples e original for seu logotipo, mais fácil a memorização e retenção da mensagem. Consequentemente, a chance de sua marca ser mais facilmente reconhecida aumenta, bem como diminui a possibilidade de ser confundida com a concorrência.

O que achou da experiência?







Relações Públicas e Design Instrucional, uhn?? Saiba o que RP e DI tem em comum.

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Olá pessoal,

Estou aqui hoje finalizando uma atividade do meu curso de especialização em Design Instrucional, uma redação ressaltando a importância pedagógica do DI na formação de cursos. À primeira vista ao ler o nome do curso parece que mudei totalmente de área, porém ao conhecer melhor sobre a profissão de Designer Instrucional é fácil encontrar muitos pontos em comum com a atividade de RP e também de outras vertentes de Comunicação.

Esta é uma profissão nova mas que retoma conceitos de diferentes áreas, porém sempre direcionadas à educação. Particularmente gostei da proposta da função do Design Instrucional por gerenciar e desenvolver cursos com foco no aluno, prestando atenção em suas características. Além disso, o DI utiliza habilidades de gestão de projetos, realiza cuidadoso estudo sobre as características do público-alvo; tem cuidado especial para adequar a mensagem ao público, respondendo a uma série de necessidades que faltam no processo de educação com o qual estamos acostumados.

Acredito que a semelhança com preceitos de RP já está ficando clara não? Indico a leitura do meu texto, o mesmo do trabalho da pós, para ter um contato inicial com o Design Instrucional.

Ao longo desta caminhada inicial o curso apresentou conceitos básicos sobre o papel do Designer Instrucional, suas ferramentas, habilidades e sua importância para a formação de cursos cada vez mais adequados à realidade do aluno. Quanto mais se caminha mais se percebe que este profissional não é só importante para a elaboração de cursos virtuais, mas para qualquer outro tipo de curso. Esta opinião embasa-se na defesa de que esta é a profissão que vem valorizar algo que já existia, mas que estava um tanto esquecido, o fazer do ensino focado no aluno.

Porque isto é tão importante hoje? Diariamente são apresentadas inúmeras críticas quanto aos sistemas de ensino, dizendo que estes não dão conta de seu principal resultado, ensinar verdadeiramente o aluno a aprender. Foram poucos que tiveram a oportunidade de encontrar em seu caminho mestres que tinham esta sensibilidade, de conseguir enxergar o aluno como um universo, e que este aluno deve aprender a aprender, pois a informação está aí para ser buscada. Esta mudança no paradigma do ensino é algo tão profundo que ainda deverá perdurar mais alguns anos, e neste desafio, o Design Instrucional tem papel fundamental, pois é por meio dele que o aluno será o foco do curso.

O Designer Instrucional utilizará todos os meios disponíveis para chegar ao aluno, adequando a mensagem de forma coerente e direcionada aos objetivos de aprendizagem, e nesta função as novas tecnologias ganham destaque. Se para os mais “antigos” as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) já fazem parte do cotidiano, para os alunos atuais a relação com estas tecnologias são ainda mais naturais, tornando-as ferramentas indispensáveis quando o assunto é interação e compartilhamento de conhecimento. Sobre a utilização de das TIC’s no ensino Franco, Braga e Rodrigues (2010, p.13) afirmam que:

A aplicação de novas tecnologias na educação vem modificando o panorama do sistema educacional e, por isso, podemos falar de um tipo de aula antes e depois da difusão de cursos utilizando mídias integradas e tecnologias avançadas de comunicação digital.

Ao analisar o que foi dito acima, verifica-se que a mudança ocasionada pelas TIC’s é muito grande, e ainda está em andamento. É possível dizer ainda que “A utilização de tecnologias digitais possibilita a alteração dessas estruturas verticalizadas de ensino e também a flexibilização das formas lineares pelas quais se dá o processo de aprendizagem” (FRANCO, BRAGA e RODRIGUES, 2010, p.13).

Portanto, o desafio de conseguir uma real conexão com o aluno vem responder a crescente dificuldade da perda de interação entre professor e aluno, que acontece em qualquer ambiente, seja ele real ou virtual. Nesta questão o Designer Instrucional tem papel fundamental, pois embasa-se nas teorias pedagógicas, em especial na Sócio-construtivista, que defende que devem ser criados espaços que possibilitam a construção de grupamentos sociais. São nestes espaços que surgirão as trocas necessárias para a interação e interatividade, valorizando o embate de idéias e opiniões opostas para criação do conhecimento e o desenvolvimento do aluno (VYGOTSKY, 1987).


REFERÊNCIAS

FRANCO, Lucia Regina Horta Rodrigues; BRAGA, Dilma Bustamante; RODRIGUES, Alessandra. EaD Virtual: entre a teoria e a prática. UNIFEI: Premier, 2010.
VYGOTSKY, L. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1987.

Calendário da Copa do Mundo. Show!

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Segue uma dica de um calendário da Copa do Mundo que achei sensacional!
Clique na imagem e acesse o link! Gostaram?