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As melhores imagens Hadoukening

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Harlem Shake: Versão Os Simpsons

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Os Simpsons: Harlem Shake


Esse vídeo não tinha como não postar! Os Simpsons detonando no Shake Harlem!

 


 Abaixo um compilado dos melhores:

 

Harlem Shake x Gangnam Style

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O novo viral Harlem Shake já nem é tão novo assim. Há várias matérias divulgando a nova febre do Youtube, sendo comparado ao fenômeno Gangnam Style, do rapper Psy.

Diferentes versões já foram produzidas, tornando-se o meme do momento.

Só está faltando a participação da Nana Gouveia, mas, analisando o estilo do vídeo, com certeza a melhor versão seria com a Vanusa...


 Harlem Shake

 Gangnam Style

 Vanusa
 


Novo hit na internet torna-se um bom exemplo de viral

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viral


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No post Marketing Viral destaquei alguns elementos que fazem uma determinada ação na internet se tornar um verdadeiro viral. Destaquei que a mecânica do viral é simples. Basta divulgar um texto, um vídeo, uma imagem, um game, um widget ou outra forma de arquivo na internet e ver essa publicação se espalhar no mundo virtual. Assim como no caso de um vírus no corpo humano, que se utiliza das células para se reproduzir e alcançar todas as partes, da cabeça aos pés, o viral, na rede, também procura essa reprodução massiva para todos os cantos, sendo duplicado em blogs, sites, redes sociais, e-mails, etc.. Faz-se uso do boca-a-boca, no caso virtual, para que a notícia se espalhe como fogo em pasto seco.

Um bom exemplo realizado recentemente e que o Programa Pânico participou (ainda não está claro se foram mesmo trollado ou se participaram ativamente da ação), foi a divulgação das "As Tchecas do Brazil” (para saber mais leia Loiras + Pânico na TV + Cerveja = trollagem do século do Blog Relações).

Recentemente fui bombardeado no Facebook pelos meus amigos com um link para uma música. No ínício não dei importância, mas como várias pessoas continuaram a divulgar, minha curiosidade ficou atiçada e fui conferir.

A "Banda mais bonita da cidade" lançou o clipe da música 'Oração' no Youtube e conquistou a simpatia dos internautas, se tornando em mais um bom exemplo de como fazer um viral de sucesso. Em pouco mais de 5 dias, alcançou a incrível marca de 796.709 visualizações.

Veja abaixo o vídeo que está conquistando os usuários de internet.

A grande aposta é: quem entrevista primeiro a banda? O Fantástico (Globo) ou o Domingo Espetacular (Record)?



Marketing viral

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Achar a fórmula do ‘viral perfeito’ é extremamente difícil. É o pote de ouro no fim do arco-íris para os comunicadores do mundo virtual. Uma simples busca pelos termos marketing viral no Google, principal site de indexação do mundo, traz aproximadamente 1.010.000 resultados (18/05/2010). Vários são os sites que aparecem trazendo a receita de sucesso, ‘x’ técnicas de como montar o seu viral perfeito, definições, exemplos, vídeos, entre outros. A verdade é que poucas experiências, em um universo gigante de tentativas, aqui me refiro às tentativas corporativas, foram realmente bem sucedidas.

A mecânica é simples: divulgar um texto, um vídeo, uma imagem, um game, um widget ou outra forma de arquivo na internet e ver isso publicado se espalhar no mundo virtual. Assim como no caso de um vírus no corpo humano, que se utiliza das células para se reproduzir e alcançar todas as partes, da cabeça aos pés, o viral, na rede, também procura essa reprodução massiva para todos os cantos, sendo duplicado em blogs, sites, redes sociais, e-mails, etc.. Faz-se uso do boca-a-boca, no caso virtual, para que a notícia se espalhe como fogo em pasto seco.

No livro “A Bíblia do Marketing Digital”, o autor Cláudio Torres inicia o capítulo sobre o tema dizendo que o viral é “uma das mais produtivas e pouco exploradas ferramentas da Web 2.0”. Ela é produtiva, porque, quando agrada e cai nas graças dos internautas, espalha-se com uma velocidade espantosa. Utiliza-se do fator confiança. Por exemplo, você recebeu um arquivo de vídeo de um amigo por e-mail, que dizia mil maravilhas sobre a produção. Sem hesitar, abriu, viu, gostou e repassou para a sua lista de contatos também exaltando como a produção era legal e como valia a pena vê-lo. Talvez três ou mais de seus amigos fizeram a mesma coisa, e assim, o arquivo de audiovisual foi se reproduzindo e atingindo várias pessoas.

Já, quando o autor diz que é pouco explorada, ele se vale exatamente do argumento de que poucas experiências corporativas alcançaram o êxito, o sucesso. Muitas vezes, as principais ações que se tornaram ‘virais’, não são provenientes de produções para a divulgação de uma empresa, produto ou serviço. Mas, sim, de uma situação inusitada, de humor, de desconhecidos que se destacaram, como no caso de Susan Boyle, de acidentes, de flagras. Todos com características de produções amadoras.

Recentemente, os principais veículos jornalísticos, principalmente os on-lines, nos bombardearam com notícias de um vídeo caseiro do casal global Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert que teria vazado e caído na internet. A busca pelas palavras dos atores retornou 94.300 resultados, sendo que as primeiras páginas fazem referência ao vazamento do vídeo. Quando refinamos a busca utilizando as tags vídeo mais os nomes deles, o retorno é de 137.000 resultados. Pouco tempo depois de ter estourado e estampar como destaque nos principais blogs e sites o suposto escândalo, a empresa KY, que contratou os atores para realizarem a ação, fez uma coletiva de imprensa com os dois e explicaram que todo esse estardalhaço foi para divulgar um novo produto da marca. O sucesso deste viral foi em decorrência da combinação de vários fatores, que foram muito bem arquitetados, como a criatividade, o uso das mídias on-line, o fator surpresa, e principalmente o apelo voyeur e amador da produção.










Juliano Melo.

Com dinheiro curto, calçadistas italianos recorrem à 'propaganda viral' na web

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Com os consumidores cada vez mais cuidadosos com o dinheiro que sai do bolso, toda forma de alcançar o público interessa.

É com essa idéia na cabeça que uma das mais poderosas associações empresariais da Itália está tentando fazer com os sapatos "propaganda viral" (disseminação espontânea de mensagens por internautas).

“Nosso esforço promocional está mais intenso do que nunca”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Calçados da Itália (Anci), Vito Artioli, no encerramento da Micam, a principal feira de calçados do mundo, em Milão.

Nesse trabalho, os calçados foram parar no Facebook, rede de relacionamento na internet. Um concurso também foi feito entre internautas para criar um vídeo de divulgação do setor.

Com o mercado interno estagnado, esse investimento é uma forma mais rápida – e barata - de chegar ao exterior e buscar o dinheiro onde ele ainda está disponível.

“Nós nos comprometemos a estender nossa comunicação. Estamos usando muitas novas mídias, nosso site está sendo renovado”, explica o diretor da entidade, Fabio Aromatici.

Segundo a Anci, esse investimento é só mais um passo na aproximação entre a tradição do sapato italiano e a tecnologia.

“Nós temos que nos aproximar mais rapidamente dos requerimentos do mercado, com novas tecnologias, novos materiais. Mas temos que interpretar a inovação como a capitalização da tradição”, defende Artioli.

Por trás dessa estratégia, estão os números da exportação do setor. Entre 2007 e 2008, o número de pares enviados para fora caiu 9,07%. Mercados tradicionais puxaram a queda – as vendas para a União Européia ficaram 10% menores. A exportação para os Estados Unidos e Canadá despencou 21%.

Na outra ponta, em países onde o dinheiro ainda não secou – mas onde o “Made in Italy” ainda não tem um grande espaço consolidado – as vendas vêm crescendo. No Brasil, a alta foi de 28%, segundo dados da Anci. Na Rússia, 2,47%. No Oriente Médio, de 6,9%.

“Muitos fabricantes estão assustados, a queda (das vendas) nos EUA é muito ruim”, admite Artioli. “Vamos ter que fazer esforço para recolocarmos esse volume no mercado”.

E se a internet não for suficiente, a Anci vai atrás. Nos próximos meses, a entidade tem dezenas de participações agendadas em eventos em outros países. Na lista, estão São Paulo, Hong Kong, Pequim e Kiev.


Fonte: G1.