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“Voce não precisa acreditar em Papai Noel, mas pode ser um” - #papainoeldoscorreios @BlogSerRP

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Desde que conquistei a independência financeira, tenho contribuído para a campanha dos Correios, que está sendo realizada há mais de 20 anos. O Papai Noel dos Correios é uma das maiores campanhas sociais natalinas do Brasil. Distribuir presentes não é meta institucional da campanha, a principal preocupação é responder aos remetentes das cartinhas endereçadas ao Papai Noel e promover a mobilização dos Correios e da sociedade em torno dos sonhos das crianças brasileiras. A disseminação, em todo país, de valores natalinos como amor ao próximo, solidariedade e felicidade é o principal benefício conquistado graças à vontade dos mais de 108 mil empregados e à solidariedade da sociedade brasileira.

Em 2010, foram estabelecidas parcerias com escolas públicas, creches e abrigos que atendem crianças em situação de vulnerabilidade social. Desta forma, a campanha alinha-se a um dos Objetivos do Milênio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), denominado "Educação básica de qualidade para todos". A campanha terá por objetivo responder às cartinhas das crianças em situação de vulnerabilidade social que escrevem ao Papai Noel e também estimular a redação de cartas manuscritas, além do uso correto do Código de Endereçamento Postal (CEP) e do selo postal.

Cronograma nacional

O período de recebimento e adoção de cartas, envio de resposta às crianças e entrega dos presentes é definido pela Diretoria Regional de cada um dos estados, porém deverá estar compreendido no período indicado abaixo.

Recebimento e adoção de cartas, envio de resposta às crianças e entrega dos presentes pelos Correios: 04/10/2010 a 17/ 12/2010
Lançamento nacional da campanha: 05/11/2010
Encerramento nacional da campanha: 20/12/2010
Faça você também uma criança sorrir neste Natal.
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Censo GIFE: áreas de Educação, Juventude e Cultura seguem concentrando o maior número de investidores @BlogSerRP #responsabilidadesocial

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] O mapeamento que o Grupo GIFE faz sobre o investimento social privado (ISP) de seus associados revela que foram investidos cerca de R$ 2 bilhões, em 2010, beneficiando aproximadamente 24 milhões de brasileiros. As áreas de Educação (82%), Juventude (60%) e Cultura (60%) seguem concentrando o maior número de investidores (estes dados não são por valor investido, mas por investidor).


A área de Meio Ambiente, que recebia em 2007 investimentos de 46% dos associados GIFE , em 2009, esse percentual passou a ser de 58% - o maior crescimento registrado no período (26%).

O Censo GIFE 2009-2010 pode ser acessado na íntegra pelo site da instituição www.gife.org.br


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A questão social do patrocínio

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Hoje recebi dois e-mails que me chamaram a atenção. O primeiro continha o vídeo chamado “A verdade sobre os rodeios” e o outro, um release informando que uma das maiores empresas de confeitos do mundo irá patrocinar uma das mais tradicionais ‘festa de peão’ do interior de São Paulo.

Se você fizer uma rápida busca nos sites como Google e Yahoo, verá uma série de comentários contra este esporte. Confesso que não tinha esta visão sobre os rodeios até ver o filme e me inteirar mais sobre o assunto. Verá também que, aqueles que defendem o rodeio como esporte, são, na maioria, os que obtêm lucros com o evento. A questão é: “É certo investir dinheiro em tão cruel esporte? Esta ação pode prejudicar a imagem corporativa de uma organização?”

Quem assiste a um evento deste porte, parece não entender a gravidade da situação. Um artigo publicado pela Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis (Apasfa) descreve as provas envolvidas e o risco que os animais correm em cada uma delas. Como exemplo, cito a prova Laçada de bezerro, em que um animal de apenas 40 dias é perseguido em velocidade pelo cavaleiro, sendo laçado e derrubado ao chão. Esta ação pode ocasionar ruptura na medula espinhal, e, claro morte. Em algusn casos, ficam paralíticos ou sofrem rompimento parcial ou total da traquéia. O resultado de ser atirado violentamente para o chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa.

O que foi descrito acima pode ser visto no filme disponível no final deste post. Vejam a crueldade com que os animais são tratados neste tipo de evento que passou a ser considerado esporte após a promulgação da Lei Federal 10.220/01 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 11 de abril de 2001. Segundo a lei, “entendem-se como provas de rodeios as montarias em bovinos e eqüinos, as vaquejadas e provas de laço, promovidas por entidades públicas ou privadas, além de outras atividades profissionais da modalidade organizadas pelos atletas e entidades dessa prática esportiva”.

Patrocinar é uma relação comercial que envolve duas ou mais empresas ou entidades. Para que um determinado evento, seja ele cultural, esportivo ou outro qualquer, seja viável, é necessário considerável investimento que pode ser monetário ou em forma de parceria. No caso, a empresa promotora, em troca de suporte, oferece, na maioria das vezes, espaços publicitários ou outro benefício que traga visibilidade que interesse ao patrocinador. É uma forma de comunicação que pode trazer benefícios para aquele que patrocina, como retorno de imagem, quando se estabele uma associação positiva.

Teoricamente, o patrocínio de rodeios não é errado e nem irresponsável socialmente, na medida em que a atividade é aceita pela própria sociedade e já existe lei que a regulamenta. Mas, por outro lado, patrocinar este tipo de evento pode trazer prejuízos à imagem empresarial, pois existe um grupo de pressão contra tal prática esportiva que, talvez, agora não cause danos, mas em um futuro próximo, podem acabar com a reputação da organização.






Responsabilidade Social

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As transformações sócio-econômicas dos últimos 20 anos têm afetado profundamente o comportamento de empresas até então acostumadas à pura e exclusiva maximização do lucro. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais lugar de destaque na criação de riqueza; por outro lado, é bem sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas têm uma intrínseca responsabilidade social.



A idéia de responsabilidade social incorporada aos negócios é. portanto, relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e maior pressão por transparência nos negócios, empresas se vêem forçadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações.



Infelizmente, muitos ainda confundem o conceito com filantropia, mas as razões por trás desse paradigma não interessam somente ao bem estar social, mas também envolvem melhor performance nos negócios e, conseqüentemente, maior lucratividade. A busca da responsabilidade social corporativa tem, grosso modo, as seguintes características:



É plural. Empresas não devem satisfações apenas aos seus acionistas. Muito pelo contrário. O mercado deve agora prestar contas aos funcionários, à mídia, ao governo, ao setor não-governamental e ambiental e, por fim, às comunidades com que opera. Empresas só têm a ganhar na inclusão de novos parceiros sociais em seus processos decisórios. Um diálogo mais participativo não apenas representa uma mudança de comportamento da empresa, mas também significa maior legitimidade social.



É distributiva. A responsabilidade social nos negócios é um conceito que se aplica a toda a cadeia produtiva. Não somente o produto final deve ser avaliado por fatores ambientais ou sociais, mas o conceito é de interesse comum e, portanto, deve ser difundido ao longo de todo e qualquer processo produtivo. Assim como consumidores, empresas também são responsáveis por seus fornecedores e devem fazer valer seus códigos de ética aos produtos e serviços usados ao longo de seus processos produtivos.



É sustentável. Responsabilidade social anda de mãos dadas com o conceito de desenvolvimento sustentável. Uma atitude responsável em relação ao ambiente e à sociedade, não só garante a não escassez de recursos, mas também amplia o conceito a uma escala mais ampla. O desenvolvimento sustentável não só se refere ao ambiente, mas por via do fortalecimento de parcerias duráveis, promove a imagem da empresa como um todo e por fim leva ao crescimento orientado. Uma postura sustentável é por natureza preventiva e possibilita a prevenção de riscos futuros, como impactos ambientais ou processos judiciais.



É transparente. A globalização traz consigo demandas por transparência. Não mais nos bastam mais os livros contábeis. Empresas são gradualmente obrigadas a divulgar sua performance social e ambiental, os impactos de suas atividades e as medidas tomadas para prevenção ou compensação de acidentes. Nesse sentido, empresas serão obrigadas a publicar relatórios anuais, onde sua performance é aferida nas mais diferentes modalidades possíveis. Muitas empresas já o fazem em caráter voluntário, mas muitos prevêem que relatórios sócio-ambientais serão compulsórios num futuro próximo.



Muito do debate sobre a responsabilidade social empresarial já foi desenvolvido mundo afora, mas o Brasil tem dado passos largos no sentido da profissionalização do setor e da busca por estratégias de inclusão social através do setor privado.





Clique aqui e compare preços de livros sobre Responsabiliade Social.


Postado por Juliano Melo.

Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais

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Ainda na mesma direção do post anterior, publico agora uma matéria sobre um programa bacana que a Bayer realiza a algum tempo:

O Programa Jovens Embaixadores Ambientais vem sendo realizado pela Bayer desde 1998 e a partir de 2003 tornou-se o carro-chefe da parceria global da Bayer com o PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. O objetivo é identificar e incentivar lideranças jovens (18 a 25 anos) nas áreas de preservação ambiental e desenvolvimento sustentável, promover o intercâmbio e a troca de experiências em termos globais e, com isso, criar uma rede de jovens ambientalistas para discussão de problemas do meio ambiente locais e globais, em busca de soluções comuns e sustentáveis. Desde 1998 já foram premiados mais de 300 jovens de 17 países da Ásia, América Latina, África e Europa – 16 deles do Brasil.


Realizado no Brasil desde 2004, o Programa conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente do Brasil e a auditoria externa independente de procedimentos da PricewaterhouseCoopers. A parceria mundial com o PNUMA foi renovada em 2007 por mais três anos e recebe investimentos anuais de 1,2 milhão de euros em prol da juventude e meio ambiente.

Os quatro Jovens Embaixadores Ambientais do Brasil de 2007 embarcarão dia 17 de novembro para a Alemanha, onde cumprirão extenso programa técnico e cultural, com visitas a universidades, centros de pesquisa, órgãos ambientais alemães e intercâmbio técnico em Leverkusen, sede mundial da Bayer, e Berlim.



Postado por: Ramon Fernandes

Como avança a sustentabilidade?

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Cynthia Rosenburg, editora executiva da Época NEGÓCIOS, discute em seu blog, Empresa Verde, sustentabilidade e empresas.


Retirei esse texto do blog Empresa Verde:


"Por mais que o assunto venha ganhando atenção, pesquisas sobre sustentabilidade e negócios, que mostrem de que maneira as empresas e os consumidores tratam o tema, ainda são raras. Por isso, é sempre útil quando surge um levantamento que ajuda a esclarecer de que maneira o assunto está avançando. Uma pesquisa divulgada pelo Ibope na semana passada lança luzes sobre vários aspectos relevantes. Foram ouvidos cerca de 500 executivos do alto escalão de companhias privadas e 1.000 pessoas nas classes A, B e C em várias cidades do país. “A pesquisa mostrou que existe uma preocupação crescente com o tema”, afirma Paula Sória, diretora de atendimento e planejamento do Ibope Inteligência. “Mas revelou que ainda não existe clareza sobre o valor das ações relacionadas à sustentabilidade. Ainda não é algo tangível para a maioria das pessoas.”Veja algumas das constatações mais interessantes da pesquisa:>> O conceito parece estar mais claro para os executivos: 59% afirmaram que ele está relacionado à responsabilidade social e 58% disseram que está ligado à preservação do meio ambiente. “A população geral está bem mais confusa”, diz Paula. Entre os cidadãos, somente 23% citaram o respeito ao meio ambiente e 13% mencionaram investimentos sociais. “As pessoas se referem mais a aspectos como o desenvolvimento de produtos ou à solidez financeira das empresas.”>> 46% dos executivos afirmaram que suas companhias têm políticas de sustentabilidade – e 37%, que elas possuem departamentos dedicados ao assunto. Mesmo assim, o tema ainda é visto como pouco incorporado aos negócios. Para 33% dos executivos, trata-se de um assunto “estratégico” – 11% o classificaram como “inexistente”.>> Existe uma grande distância entre o que as pessoas dizem ser importante fazer pelo meio ambiente e o que elas estão dispostas a fazer pelo meio ambiente. Um exemplo: 92% das pessoas afirmaram que separar o lixo para reciclagem é uma obrigação da sociedade, mas apenas 30% disseram que fazem isso em suas casas.A sustentabilidade e o marketingUma das constatações que mais chamam a atenção na pesquisa do Ibope é a de que existe uma percepção de que as empresas adotaram o discurso da sustentabilidade porque isso é bom para a imagem delas.Para 46% das pessoas entrevistadas, as companhias que desenvolvem ações sociais e ambientais fazem isso somente como estratégia de marketing".
Postado por Juliano Melo.

Grupo de Institutos Fundações e Empresas - GIFE

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"O GIFE é a primeira associação da América do Sul a reunir empresas, institutos e fundações de origem privada ou instituídos que praticam investimento social privado - repasse de recursos privados para fins públicos por meio de projetos sociais, culturais e ambientais, de forma planejada, monitorada e sistemática. Além de trabalhar para o aperfeiçoamento e difusão dos conceitos e práticas do investimento social privado, o GIFE contribui para que seus associados desenvolvam, com eficácia e excelência seus projetos e atividades, subsidiando-os com informações qualificadas, oferecendo capacitação por meio de oficinas, cursos, encontros com especialistas brasileiros e internacionais, proporcionando espaço para troca de idéias e experiências, e estimulando parcerias na área social entre o setor privado, o Estado e a sociedade civil organizada. Já sua rede de associados investe quase R$ 1 bilhão por ano em projetos variados. No ranking das áreas temáticas priorizadas destacam-se Educação, Cultura e Artes e Desenvolvimento Comunitário. O diferencial da Rede GIFE de Investimento Social Privado é a preocupação na construção de uma sociedade sustentável. Por isso, procuram transferir para os projetos que financiam ou operam a cultura da gestão de recursos financeiros e humanos, planejamento, definição de metas e avaliação de resultados, buscando a cumplicidade da comunidade nas tomadas de decisão"


Postado por Juliano Melo.

Responsabilidade Social

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Londrina-PR é uma das cidades mais atrativas do Brasil para se fazer carreira, inúmeras empresas estão migrando ou escolheu a cidade para iniciar novos investimentos. No último mês a cidade recebeu uma nova empresa, a SABE AUDITORES ASSOCIADOS, uma empresa inovadora que veio para deixar sua marca e contribuir para o desenvolvimento do terceiro setor na região.
A empresa desenvolve projetos, executa auditorias e presta consultoria para entidades sem fins lucrativos, sua filosofia é baseada na ética e valorização do ser humano, portanto a cidade dispõe agora de um grupo de profissionais que podem contribuir significativamente em projetos públicos e privados de interesse social.
Se você é comprometido com a responsabilidade social, visite o site da empresa e desfrute do conteúdo totalmente voltado para o terceiro setor, lá você encontrará artigos e notícias que poderão ajudá-lo em pesquisas e trabalhos diversos.

http://www.sabeauditoria.com.br/
Postado por Juliano Melo.