
A Relações Públicas Carolina Terra, mantenedora do conhecido blog RPalavreando, esta lançando seu "filho" (palavras usadas por ela!!), o livro Blogs Corporativos: Modismo ou Tendência?
Ele pode ser encontrado nas livrarias LaSelva dos aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro e também no site da própria editora (http://www.difusaoeditora.com.br/site/#/catalogo_desc/categoria=0&livro=37), na Livraria Cultura, na Disal, na FNAC e no site da livraria Saraiva. Para aqueles que estão fora do eixo Rio/ São Paulo como eu, poderemos comprar no MercadoLivre (http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-71016080-livro-blogs-corporativos-modismo-ou-tendncia-_JM),
O lançamento do livro acontecerá na Livraria FNAC nesta quinta-feira, 13/03, às 19h, no Shopping Morumbi.
Quem puder prestigiar está convidado.
Postado por: Ramon Fernandes.
Lançamento de livro: Blogs Corporativos.
Ainda no foco de nosso TCC - Giacometti Propaganda e Arquitetura de Marca
Com a intenção de publicar nosso TCC no Abrapcorp, nestes últimos dias eu estava revendo os arquivos (que tratou da construção da marca Ímpar - Inteligencia de Marketing) e me lembrei de ter lido algumas informações importantes nesta matéria da Negócias da Comunicação, o que ajudou a vislumbrar uma futura oportunidade de negócios.
Espero que apreciem.
A marca é o grande patrimônio de uma empresa. Por isso, a Giacometti Propaganda e Arquitetura de Marca é uma agência de comunicações que se especializou na construção de uma identidade de marca sólida para seus clientes, orientada a partir de uma visão de futuro. Desse modo, ferramentas práticas como a Sala do Cliente, a Sala da Criação de Diferenciais Competitivos e a Equipe de Resultados, entre outras, são associadas a parcerias com empresas coligadas, para compor duas linhas de força que procuram garantir a consolidação da personalidade da marca.
Com foco no pensamento estratégico, a Giacometti desenvolve um modelo metodológico diferenciado, baseado no envolvimento real e prático nas áreas de negócios dos clientes. Auxilia, inclusive, no desenvolvimento da sua equipe de vendas, visando a máxima produtividade. "A arquitetura de marca, na verdade, é uma arquitetura de negócios, que engloba um trabalho feito em diversas áreas da empresa, tais como as de recursos humanos, marketing, vendas, logística e distribuição. Trabalhando com eficiência e harmonia, deixando o consumidor satisfeito, isso vai fazer com que a organização tenha marcas com um prestígio duradouro, e não algo efêmero, que se sustenta apenas enquanto a campanha publicitária estiver sendo veiculada", afirma Denis Giacometti, presidente da agência.
Ferramentas estratégicas
Ele revela que foram desenvolvidas algumas ferramentas que auxiliam no processo de construção da marca. Uma delas é planejar a longo prazo, já que alguns projetos têm um grau de maturação muito lento. Assim, a Giacometti tem como missão auxiliar seus clientes a pensar nesse futuro, estabelecendo metas tangíveis, inclusive de percepção das suas marcas. "Quando estabelecemos o nosso norte, sabemos para onde vamos", explica Denis Giacometti.
Mas, para chegar lá, também é preciso definir a estratégia, pois, embora o caminho seja único, há táticas diferentes para se alcançar os objetivos. Em seguida, vem o posicionamento mercadológico, ou seja, como a empresa vai se posicionar no mercado em termos do custo-benefício dos seus produtos.
A partir disso se estabelece a personalidade da marca e se desenha como as vendas devem ser conduzidas, ou, em outras palavras, como a empresa deve praticar sua política comercial. "São pontos que a Giacometti desenvolve nos cinco primeiros meses de relação com seus clientes e não é simples como parece, pois isso implica mudanças e sempre há fatores de resistência", afirma Denis Giacometti.
Segundo ele, embora a marca seja um bem de valor inestimável, no Brasil são poucas as empresas que estão preocupadas em construir e manter marcas sólidas. "Quando acontece, muitas vezes, a preocupação é com o prestígio, e não com o processo organizacional que levará à consolidação da marca. Para que seja realmente reconhecida, é preciso que o consumidor esteja plenamente satisfeito com a empresa, e suas queixas e reclamações, atendidas", observa.
Pesquisas feitas pela Giacometti mostram que os fatores relevantes no momento da compra são a localização do estabelecimento comercial, as campanhas publicitárias que influenciam e informam o consumidor, e a indicação de terceiros. "Por isso, nossa missão é auxiliar o cliente a criar diferenciais competitivos, pois sem isso o produto vira uma simples mercadoria e a decisão de compra é feita pelo preço mais em conta", enfatiza
Para que o atendimento - baseado em diferenciais exclusivos como a Sala do Cliente, a Sala da Criação de Diferenciais Competitivos e a Equipe de Resultados, entre outros - tenha o alcance e os resultados pretendidos, uma das suas metas é desenvolver uma área de qualificação de profissionais treinados nessas novas metodologias.
"Quanto mais conhecimento você tem sobre o seu cliente, mais preparado estará para ser criativo e eficiente, pois estará mais focado e dirigido, sem a possibilidade de cometer erros na sua comunicação. A informação completa também permite uma liberdade maior para criar", afirma Julio Isnard, diretor de criação da Giacometti.
Para ele, as cinco unidades - São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Florianópolis - permitem a troca de informações e experiências. "Um fator a mais que pesa na qualidade do atendimento e na satisfação do cliente", explica.
Conquista de público
Um case interessante no portfólio da agência é o Shopping Tamboré, em São Paulo. Sua localização é acessível a consumidores de diversas classes sociais, mas o objetivo desse cliente era posicioná-lo para a classe B, diferenciando-o em relação aos concorrentes da região e tornando-o mais atraente também à A.
Além de rever o mix de lojas, trazendo marcas e grifes importantes, foi criado um novo conceito para traduzir essa transformação. "O slogan 'Shopping Tamboré. A gente tem' resumiu o novo posicionamento, demonstrando que o shopping era a opção mais completa e agradável da região", conta Giacometti.
O Tamboré vem aumentando o fluxo de clientes, crescendo de 12% a 14% ao mês em comparação com o ano passado. "A Giacometti fez um trabalho estratégico para a diferenciação dos públicos que pretendíamos atingir, por meio de levantamento de informações, pesquisas e a interpretação dessas conclusões. Uma vez definido o nosso público-alvo, ficou mais fácil partir para a estruturação da campanha que visava atingi-lo", conta Alessandra Tiraboschi, gerente de marketing do Shopping Tamboré. "Eles fazem um trabalho à altura das necessidades, com um envolvimento profundo em seus negócios", conclui. Desse modo, cada um se sente um cliente realmente especial.
Postado por: Ramon Fernandes
IAB Brasil comemora 10 anos de vida e o crescimento da publicidade na internet

Fundada em 1998 com a missão de incentivar, promover, desenvolver e regulamentar o uso dos meios interativos para ações de comunicação e marketing, a Associação de Mídia Interativa, atual IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil) ,completa 10 anos de existência comemorando os excelentes resultados que a mídia on-line registrou em 2007.Com uma participação de 2,8% no bolo publicitário brasileiro, a internet registrou um aumento médio de 45% nos investimentos publicitários – um total de R$ 527 milhões. O meio registrou uma audiência de 40 milhões de pessoas no País, sendo cerca de 35% pertencente à classe C, reflexo do aumento significativo nas vendas de computadores – de acordo com o IDC Brasil, no ano passado, foram comercializadas cerca de 10,7 milhões de unidades.De acordo com o IAB Brasil, a penetração da internet na Classe C tende a continuar crescendo, chegando a 40% da audiência até o final de 2008.
Com isso, a instituição estima que, até dezembro de 2008, a base de usuários chegará a 45 milhões, o que representa um crescimento de 15% em relação a 2007.“Esse crescimento reflete a qualidade da cobertura que o meio oferece para as ações de marketing, além consolidar a internet como a segunda maior mídia de massa do País”, acredita Paulo Castro, presidente do IAB Brasil e diretor geral do Terra, em comunicado enviado ao PortaldaPropaganda.com.A entidade destaca ainda a quantidade de visitantes únicos que acessaram a internet a partir de suas residências.
De acordo com o Ibope/NetRatings, em dezembro de 2007, esse número foi de 21,3 milhões. O IAB Brasil estima que, até o final do ano, atinja-se a marca de 25 milhões de visitantes únicos residenciais, crescimento de 16% em relação ao ano passado.Além dos dados de audiência e investimentos, a instituição também ressalta o crescimento da banda larga no País. Em dezembro de 2007, 79% da audiência ativa acessou a internet com conexão banda larga. Esse percentual deve chegar a 82% em 2008, segundo o IAB Brasil.
QUASE 50% DOS AMERICANOS USAM WEB PARA SE INFORMAR
Quase 70% dos norte-americanos acreditam que o jornalismo tradicional está fora de forma e perto da metade usa a Internet para se informar, de acordo com uma pesquisa online de We Media/Zogby Interactive.
Quase a metade dos 1.979 pesquisados afirmaram que sua fonte primária de notícias e informações é a Internet, número maior que os 40% do ano passado. Menos de um terço usa a televisão para se informar, enquanto 11% ouvem rádio e 10% lêem jornais.
Mais da metade daqueles que cresceram com a Internet, as pessoas entre 18 e 29 anos de idade, obtém a maioria das suas informações pela rede mundial de computadores, em comparação com os 35% entre os que têm 65 anos de idade ou mais. Adultos mais velhos formam o único grupo que prefere veículos distintos da Internet como fonte primária de informação.
Apesar de a maioria das pessoas pensarem que o jornalismo é importante para a qualidade de vida, 64% estão insatisfeitos com o conteúdo midiático em suas comunidades, diz o estudo.
Fonte:
Portal da Propaganda: http://www.portaldapropaganda.com/netmarketing/2008/03/0001
IAB Brasil: http://www.iabbrasil.org.br/interna.aspx?id_detalhe=1377&origem=0
postado por: Robson
Comunicação não é tema de um setor só
Falar com o público interno e realizar uma comunicação integrada, de forma sistemática e convergente, são desafios conhecidos pelos comunicadores. A grande questão desta era da conversação, com múltipla interlocução com os públicos estratégicos, está na necessária abertura do setor para outras capacidades. A Antropologia, a Sociologia, a Psicologia – só pra citar de maneira mais concreta algumas especialidades – ganham espaço e demonstram que a geração e a distribuição de informação e conhecimento devem partir de todos os setores de uma organização. É esta perspectiva que pode resumir o 8. Mix, realizado pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (http://www.aberje.com.br/) no dia 28 de fevereiro de 2008 no Novotel Jaraguá em São Paulo/SP, reunindo profissionais de vários estados para posicionar os comunicadores como agentes estratégicos desta nova composição.A executiva fez uma mostra das peças que envolveram o “Legal Day One”, com a abertura das portas já sob nova bandeira – aliás, numa alteração de logomarca feita no final de semana anterior em processo de mutirão. Foi entregue uma mala-direta para todos os funcionários; realizada uma Festa da Copa, aproveitando o campeonato de futebol para implementar uma despedida simbólica onde foi dado um DVD mesclando a história das copas com a história do Banco comprador junto de uma carta da Diretoria; feita uma recepção por gerente da agência Itaú Personalité mais próxima; produzida uma adesivação de elevadores com chamada conectada à campanha publicitária vigente; entrega de kit de identificação de mesa e crachá para cada colega e do Código de Ética do novo empregador. Em todo o percurso, Sônia sugere que não seja perdido o uso da emoção, porque são atos que envolvem pessoas e suas sensações.
Mesmo com algumas diferenças de procedimento, a situação da absorção da Telemar pela Oi não teve menos impacto. Manoela Osório, gerente de Comunicação Interna, responsável por 10 mil funcionários diretos, 35 mil terceirizados de rua e outros 65 mil terceirizados de atendimento, contou da estranheza da convivência de duas marcas, com seus símbolos e cores, durante dois anos, até haver o alinhamento visual. Além disso, reconheceu que variações no estilo de gestão das organizações, como na hierarquização ou na agilidade na tomada de decisão – afora a própria imagem no mercado -, são complicadores do trabalho. Sua atuação esteve centrada no conceito de Endobranding, buscando mobilizar um exército de embaixadores de marca em nome de um novo jeito de ser. Entre os pilares da comunicação, estão informar, engajar, concluir e reconhecer.
A aquisição da mineradora canadense Inco pela então Companhia Vale do Rio Doce deu continuidade ao painel, com a gerente geral de Comunicação, Madelon Piana. Sua equipe atuou sobremaneira com os 12 mil funcionários da empresa adquirida, em quatro idiomas, embora não tenha deixado de lado os 48 mil funcionários da Vale espalhados pelo mundo. Para ela, tratar do temor da perda de emprego e do conflito derivado da perda de prestígio dos canadenses pela venda de uma companhia de tamanho prestígio foram alguns dos obstáculos ao livre fluxo de informações. Eles contrataram uma consultoria nativa para desenvolver um trabalho cultural mais adequado, até mesmo para ajustes lingüísticos, e aplicaram algumas ferramentas: carta aos funcionários reforçando sinergia dos negócios, vídeo de boas-vindas, newsletter na Inco, campanha interna, hotsite e ainda posters e outdoors no Brasil, afora vários outros procedimentos para uma aglutinação tranqüila.
O analista de Marketing da catarinense Weg, Caio Mandolesi, traçou o encaminhamento da inauguração do Museu Weg, inaugurado em 2001. A estrutura recebe mais de 18 mil pessoas por ano em uma estrutura moderna para contar a história dos motores elétricos e da empresa e seus fundadores. Ele apresentou o planejamento estratégico para a recepção dos visitantes, aumento do fluxo de visitas, projeto de itinerância do acervo e formação de pólo cultural regional. Com os colaboradores, a interação do Museu se baseia em integrar funcionários voluntários como monitores de visitas de escolas, sediar eventos festivos, de treinamento e ações culturais (abertas à comunidade). “O Museu está tendo este papel importante de segurar a cultura, os valores da empresa, e influenciar a geração mais nova que chega”, revela.
A comunicação precisa de outros olhares
Nos processos de mudança, como fusões e demissões, há uma redefinição da realidade que deve ser muito cuidada. Como ninguém se relaciona neutramente com o trabalho, porque é uma relação que encerra muitas emoções, até mesmo transferência de setor causa impactos fortes. A antropóloga alerta: “também nestes casos se percebe que é muito comum as pessoas não saberem em que ponto estão inseridas, e quanto são importantes para a organização, e isto deve ser clareado”. A extrema hierarquização e autoritarismo da sociedade brasileira, em que regras não funcionam para todos e existe mais uma anuência formal do que compreensão ou concordância das equipes, leva a um panorama que prejudica a comunicação. E constata: “aqui não se discute com o chefe, não se estimula o debate. Se o faz, é visto como posição pessoalizada”.
TENDÊNCIAS – Lívia aponta uma tendência de anulação de diferença entre empresa, produto e serviço, todos assinando a logomarca da corporação, que se explicita e se mostra responsável por sua atuação, surgindo uma comunicação institucional muito mais forte.
MARÇO – A ABERJE está com inscrições abertas para o Curso Internacional de Comunicação Empresarial, que tem parceria com a Syracuse University, de Nova York (veja mais em www.aberje.com.br/internacional). Já a agenda de eventos em março prevê uma série de cursos: nos dias 11 e 12 de março o tema "Organização de Eventos Empresariais" com a RP Gilda Meirelles no Rio de Janeiro/RJ, e depois várias alternativas em São Paulo/SP, como dia 18 de março "Como construir e gerenciar blogs corporativos" com Pollyana Ferrari, dia 26 "Endomarketing: Prioridades empresariais através do estratégico alinhamento interno" com Saul Bekin; e dia 27 o curso "Administração da Imagem – Organizações, Marcas e Produtos" com a RP Maria Schuller. Mais informações pelo cursos@aberje.com.br .
RP Rodrigo Cogo – Conrerp RS/SC 1509
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)
Viralização faz parte de todas as estratégias comunicativas
Nem todos os questionamentos são esgotados durante um evento. Sobremaneira em se tratando das formas de comunicação na internet baseadas no conceito 2.0 – compartilhamento e múltiplas fontes de produção e veiculação de conteúdos. Tudo é muito novo e as teorias ainda estão sendo estabelecidas. Mesmo assim, a oficina executiva “Estratégias inovadoras em Marketing Viral”, organizada pela JumpEducation – Digital Media Academy (www.jumpeducation.com.br) no dia 27 de fevereiro de 2008 no espaço SSJ na Vila Olímpia em São Paulo/SP, lançou luz sobre alguns caminhos. E inquietou a seleta platéia de planejadores, jornalistas, relações públicas e criativos de todos os pontos do Brasil presentes, deixando uma dúvida: estaríamos rumando para um cenário de busca permanente pela viralização? Como exemplo, ela cita uma campanha de um site de investimentos que foi realizada a partir de apenas 30 investidores, e da sedução para que eles viralizassem para seus pares – num universo máximo de 170 mil cadastrados. Neste caso, nem o uso tradicional do YouTube foi feito, porque o perfil da audiência era outro. “A necessidade de ação viral é oferecer algo novo no mercado e de extremo interesse do público-alvo, previamente mapeado e conhecido. O marketing viral é a profissionalização do marketing boca-a-boca, é uma evolução do sistema de correntes do passado, que chegavam por cartas, postais e bilhetes”, conceitua. Priscila foi questionada pelos participantes sobre um dúvida que fica pairando no ar diante deste tipo de enfoque de comunicação, e para a qual não há resposta definitiva: a intenção viral não estaria presente em todas as campanhas? O objetivo sempre não seria causar impacto com uma idéia, conceito, produto inovador, estimulando a conversação entre cidadãos-consumidores? Não estaríamos indo para um panorama em que tudo vai acabar pretendendo ser viral?
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)