Blog é canal de relacionamento

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Fomentar discussões entre equipes para estabelecer consensos de atuação, humanizar o ambiente de trabalho com a promoção do diálogo franco e amistoso sem hierarquias, estimular o espírito crítico e a renovação contínua no cotidiano das tarefas, divulgar posicionamentos em linguajar coloquial e ilustrado. Todos estes podem ser usos de um blog numa organização, além de uma outra lista considerável de aplicações. A idéia é experimentar e abrir mais uma ponte de relacionamento com os públicos de interesse, encontrando caminhos e maneiras próprias de servir-se da tecnologia para aproximar pessoas. Este pode ser um rápido resumo do conteúdo desenvolvido no curso “Blogs Corporativos”, para uma atenta e curiosa platéia de profissionais de dez estados diferentes, pela jornalista e doutora em Comunicação Pollyana Ferrari. O treinamento foi realizado pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (http://www.aberje.com.br/) no dia 18 de março de 2008 em São Paulo/SP.



Na dinâmica de crescimento da internet, Pollyana faz um retrospecto das diferentes interfaces disponibilizadas para os usuários e audiências, termos que por si só foram substituídos em tempos de web 2.0, num panorama em que todos são agentes e interlocutores. De outro lado, o próprio sistema se auto-regula e bane as condutas equivocadas, ainda que seja sempre indicável estabelecer políticas de participação. Na esteira deste enfoque colaborativo, muitos canais foram criados e estão em processo de amadurecimento, como os blogs, micro-blogs, redes sociais, feeds e outras ferramentas que enriquecem a experiência e torna todos protagonistas. “Chegamos numa fase em que a linguagem se simplifica e passa a existir cada vez menos barreiras entre as pessoas, menos privacidade e mais intimidade”, relata.



Daí vem o neologismo mais tratado na atualidade: o consumer-generated media (CGM) ou mídia gerada pelo consumidor. Trata-se do conteúdo criado e divulgado pelo próprio cidadão, em fóruns, listas, blogs, fotologs, comunidades, grupos, troca de favoritos, sites participativos e comentários, a partir de celulares, palms, emails, mensagens instantâneas. Segundo a professora, é por isto que explodem na rede os sistemas de gerenciamento de conteúdo agregando parte dos usuários por contextos comuns, com liberdade de expressão. E como diminuem os limites entre público e privado, é uma realidade inconstante. “Blog é uma ferramenta muito boa, mas pode se voltar contra você”, alerta ela, acrescentando que nem todas as empresas estão prontas para esta inteface porque também precisa haver um alinhamento interno em torno da transparência e do diálogo. De todo modo, indica que todos os comunicadores e as suas diretorias precisam exercitar o hábito de ler blogs para assim entender o jeito, o linguajar, a forma de postagem para futuras incursões na área, bem como precisam assinar o RSS dos blogs para receber as atualizações e compreender a dinâmica das conversas e temas.



PRÁTICA – O treinamento previu ainda uma série de dicas práticas para lançar e manter blogs. Entre os pontos levantados, as cores foram um item importante, interferindo na legibilidade e também dando significações e motivações específicas dependendo do seu manuseio. A instrutora destaca que a leitura de um texto na tela do computador é 25% mais lenta que a leitura em papel, tendo citado o pesquisador Mario Garcia que comprova que o leitor permanece, em média, sete minutos numa página – exigindo um tamanho que, proporcionalmente, seria a metade do que se escreveria numa versão impressa. Títulos atrativos, com recursos lingüísticos e em uma única linha, e textos em linguagem coloquial em até 900 caracteres por post, com parágrafos curtos e empregando subtítulos e tópicos, são artifícios para reter atenção e despertar a interação. “Além disto, blog tem que ser multimídia, porque cada vez mais as pessoas são multitarefa. Devemos agregar vídeo, podcast, fotos, textos, enquetes, animação, gráficos, ilustração”, sinaliza. Definitivamente, a hipermídia gerou mudanças no comportamento das pessoas, dando fôlego a um novo paradigma de leitura não-linear.



Quanto à periodicidade, blog é um relato diário, e para obter isto se pode fazer um escalonamento dos diretores por dias da semana, contudo com responsabilidade permanente por responder os comentários postados a posteriori, ainda que porventura auxiliados por assessores. No enfoque da franqueza requisitado pelos cidadãos-internautas, não há espaço para blogs fechados, a menos que façam parte de projetos-piloto temporários. Sendo um “cartão-de-visita” da organização, eles têm por essência a necessidade de exposição e interatividade. Também não é indicado o apagamento de posts negativos, a menos que estejam em evidente infração de bom senso ou contra a política do espaço previamente divulgada. Só assim se tornará um ponto de convergência para qualquer público em suas dúvidas ou curiosidades sobre a empresa, e então permitir aos gestores identificar características e preferências por meio do conteúdo e do tom dos comentários deixados. “O fenômeno dos blogs desafia as tendências tradicionais sobre o controle da comunicação das corporações, mídia, governo e mercado. É um novo campo em que todos podem recomendar ou criticar produtos e reputações”, finaliza.



AGENDA – Em abril, os cursos já anunciados pela entidade são “Relatórios de Sustentabilidade – GRI”, a ser ministrado por Carmen Weingrill e James Heffernan nos dias 15 e 16 de abril, e depois “Melhores práticas em Comunicação Estratégica”, com Maria Auxiliadora Moraes Amiden, no dia 23 de abril. Mais informações pelo cursos@aberje.com.br .




RP Rodrigo Cogo – Conrerp RS/SC 1509
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)



Postado por Juliano Melo.

Ja ouviu falar sobre Mercados Preditivos?? Eu não.

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Navegando no Terra Forum Consultores me deparei com o seguinte artigo: Mercado Preditivo: o novo aliado das organizações. Muito interessante a teoria e as aplicações deste tipo de ação. Seria uma estratégia para tirar informação de um determinado público, com o objetivo de verificar um cenário futuro, para uma instituição ou ação qualquer.
Gostei particularmente da parte em que o autor fala da utilização para o público interno de uma empresa, quem sabe utilize isto ainda.

A seguir um recorte do artigo.

O que é!

Mercados Preditivos são mercados de apostas que têm como finalidade prever algo que irá acontecer futuramente. O princípio dessa ferramenta é o de que a opinião de um grupo grande de pessoas suficientemente diverso é mais próxima da realidade futura do que a opinião de um especialista no assunto.
De certa forma, pode-se dizer que este é um grande jogo de apostas em que os participantes, utilizando dinheiro real ou virtual, indicam o que acreditam que irá ocorrer no futuro e, assim, aqueles que acertam ganham premiações proporcionais às apostas feitas. Esse é o grande trunfo dos Mercados Preditivos em relação às demais ferramentas que tentam prever o futuro. Um grupo de pessoas incentivado a apostar e ganhar gera informações de alta qualidade, quando todos os lances dados sobre um determinado tema são analisados em conjunto.
Portanto, a análise final dos dados do Mercado Preditivo é feita com base nas apostas. A quantidade de dinheiro apostada, seja ele real ou virtual, reflete de maneira fiel o que o grupo de indivíduos acredita que irá acontecer.

Sobre a utilização com o público interno:

Em grandes corporações essa ferramenta também já está sendo utilizada. O objetivo principal desses Mercados é gerar predições que realmente agreguem valor para a empresa, através das informações de seus colaboradores. Os temas abordados podem ser externos (Ex. demanda externa de novos produtos, preço futuro de produtos já existentes no mercado) ou internos (Ex. performance da linha de produção).
Outro ponto em comum na aplicação dessa ferramenta nas empresas é a utilização de dinheiro virtual. Isto porque é difícil imaginar uma empresa que peça para seus funcionários apostarem seu próprio dinheiro para finalidades voltadas à empresa. Assim, os incentivos para que os colaboradores participem das apostas são visibilidade na empresa, troca de pontos acumulados por prêmios ou bônus salarial, entre outros.

Fonte: Terra Forum Consultores - http://www.terraforum.com.br/sites/terraforum/in3/Artigos/Mercados%20Preditivos%20%E2%80%93%20o%20novo%20aliado%20das%20corpora%C3%A7%C3%B5es.aspx

Postado por: Ramon Fernandes.

Post Desabafo.

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Bom dia a todos.

Estes tempos notei uma coisa, procurando por noticias interessantes para o blog, percebi o grande numero de newsletters que eu assino para recebimento, o engraçado é que não tenho recebido nenhuma. Estas newsletters não especificam periodicidade, em que número estão, quais as edições anteriores. Me pergunto o que acontece a estes sites que oferecem este serviço, que se usado corretamente é uma ferramenta que atinge diretamente seu publico alvo, promovendo uma grande interação.

Uma ferramenta com tal potencial estrategico não poderia ser tão banalizada como esta ocorrendo. Hoje parece qu todos os sites querem ter sua propria newsletter. Acredito que antes de colocarmos a ideia em pratica, teremos que nos perguntar se havera tempo habil para procura e produção de noticias para sua newsletter, havera tempo para responder aos contatos deste publico que recebe suas newsletter.

Quero ainda ter um tempo para mandar um email para cada news que eu tenha assinado, solicitanto o seu envio, ou entao algum motivo por não estar recebendo.

Postado por: Ramon Fernandes

Mundo Corporativo - A verdadeira identidade corporativa

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Mais uma do jornal mundo corporativo da Unimed Londrina. Nesta matéria verificamos a analise do consultor de empresas Luciano Salamacha que questiona se as empresas estão realmente pondo em prática as lindas frases que compõem sua missão, visão e valores. Estes três itens que são uma importante peça integrante da identidade e da cultura corporativa.



Na década de 80, ganhou força a preocupação das organizações em se lançarem na tarefa de definir sua missão, delinear sua visão e formatar seus valores. Executivos e gerentes se reuniam para montar frases que servissem como uma espécie de estandarte para ser divulgado entre funcionários e conhecido pelos clientes, fornecedores e sociedade. Quadros, faixas e banners espalhados nas fábricas, escritórios e recepções faziam todos acreditar numa nova imagem da empresa e no comprometimento por parte dos colaboradores.

O tempo foi passando e hoje, em muitos empreendimentos, tudo não passa de quadros empoeirados na parede, com práticas e relações não refletindo o conjunto de virtudes apresentado. Poucas organizações conseguiram criar, difundir e praticar plenamente o conteúdo de suas diretrizes.

“Tenho observado que algumas empresas se preocupam mais em compor esses elementos orientados, exclusivamente, pela sua área de marketing. As conseqüências são declarações bem elaboradas e que impressionam os clientes. O problema é que, enquanto o cliente se surpreende com o compromisso da empresa e torce para que o que está escrito seja verdade, os funcionários têm certeza que aquilo é impraticável. Pode-se incluir entre o grupo de incrédulos a alta gestão da empresa e as pessoas responsáveis por sua elaboração”, avalia o consultor de empresas, Luciano Salamacha.

Por isso, de acordo com o consultor, ao construir os princípios que norteiam o negócio, deve-se levar em consideração as idéias e conceitos que descrevem o DNA da empresa. A missão deve revelar a todos da própria organização qual é a sua verdadeira personalidade, o “jeito” de fazer as coisas. Depois vem a visão, demonstrando onde, agindo daquela maneira, se pretende chegar ou que estágio atingir. “Esses dois pilares, missão e visão, são apoiados pela descrição de valores que nada mais são que os fatores inegociáveis pela empresa. Um bom exemplo é a honestidade. Algumas a colocam como um valor a ser cultuado, mas quando
questionadas em uma negociação comercial, por alterarem algumas informações, respondem que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”, alerta Salamacha.

Postado por: Ramon Fernandes.

Memória Empresarial

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Esta matéria foi retirada de uma publicação da Unimed de Londrina/Pr - Mundo Corporativo. Trata-se de um jornal informativo bimestral direcionados aqueles conveniados por planos corporativos. Eu achei as matérias e a abordagem muito interessante pois tratam de assuntos correlatos ao "mundo corporativo", mas sem esquecer do "universo" Londrina. Parabéns aos profissionais responsáveis.



Executivos encontram nos livros uma forma de compartilhar suas experiências profissionais.


Toda empresa tem sua história demarcada por acontecimentos peculiares, formas de atuação diante de cada situação, mudanças e crescimento. Cada organização é única e a forma de registrar sua memória também deve ser única. Ao revelar o conjunto de fatos pelos quais passou, a organização resgata seu curso, escrito ao longo dos anos.
Não é raro encontrarmos nas livrarias obras que desvendam os bastidores de uma empresa, muitas vezes, contadas através da trajetória de seu fundador ou do principal executivo da organização. É por meio da vivência empresarial dele que a organização partilha com o leitor erros, acertos, curiosidades, estratégias, servindo de exemplo para outras gerações.
Escrevendo um livro, o executivo tem ainda a oportunidade de repassar conhecimento e valores, reconhecendo-se também como sujeito histórico e parte ativa da sociedade.
Apostar na experiência literária, mesmo que sem ambições comerciais, é mostrar-se como alguém que não surgiu do nada, e que está sempre em construção, num processo contínuo de revisão e aperfeiçoamento.
Nos últimos anos, as biografias desses homens de negócio têm alcançado um grande sucesso editorial no Brasil, alcançando vendagens que se equiparam aos livros de auto-ajuda. Diversos empresários lançaram-se neste filão e,
assim, ajudaram a traçar um retrato do mundo corporativo brasileiro. Executivos que souberam virar o jogo, superaram momentos difíceis e criaram estratégias ousadas já se renderam ao universo das letras contando, inclusive, detalhes de como suas vidas pessoais são uma extensão do trabalho.
Exemplos não faltam. O livro “Samuel Klein e Casas Bahia – uma Trajetória de Sucesso”, biografia escrita pelo jornalista Elias Awad, traz os caminhos trilhados por esse polonês, que chegou ao Brasil em 1952, após fugir de um campo de concentração, para se tornar um gigante do varejo. A obra se baseia na alma de vendedor do fundador da famosa loja de móveis e eletrodomésticos, de longe a maior anunciante do país e a mais lembrada por seis em cada dez consumidores brasileiros.

Leia mais em: http://www.unimedlondrina.com.br/index.php?dir=segmentos/jornal/01-2008&file=pag02.php

Postado por: Ramon Fernandes.