Divulguação: II Encontro de Relações Públicas e Comunicação Empresarial

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"O evento que é organizado pelos alunos do Curso de Relações Públicas do UNIFLU-FAFIC, acontecerá no dia 13 às 19 horas no auditório da ACIC. O objetivo é divulgar e esclarecer a classe empresarial e estudantes o papel e a importância do profissional de Relações Públicas na comunicação empresarial, alavancando novos negócios e melhorando o relacionamento das empresas com os seus diversos públicos.O evento terá como palestrante Margarida Maria Krohling Kunsch, Professora titular e pesquisadora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Tem mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação e livre-docência em Teoria da Comunicação Institucional: Políticas e Processos pela ECA-USP. Consultora de Comunicação Organizacional e Relações Públicas e professora de diversos cursos de formação de profissionais no Brasil e exterior".
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Postado por Juliano Melo.

O engano de travestir releases

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Paulo Nassar*

"Pode-se considerar jornalismo as mensagens divulgadas pelas empresas para seus diversos públicos em revistas, jornais e outras mídias, inclusive as digitais?

A resposta à pergunta - objeto de muita reflexão e observação nos últimos anos - exige uma postura sem nenhum viés acadêmico, comercial ou ideológico, quando se olha a comunicação gerada dentro de organizações, que são, naturalmente, dedicadas à produção e o lucro. Sem hesitar, está cada dia mais difícil encontrar mensagens nas mídias nascidas nas fábricas e escritórios que tenham o atributo essencial para se considerar bom jornalismo: o distanciamento em relação ao fato, que é julgado relevante e sobre o qual se debruça para informar, interpretar e opinar sobre ele.

O jornalismo praticado dentro das empresas dificilmente toca nos pontos passíveis de incômodo para quem tem nas mãos a direção de seus veículos. Os temas de interesse das empresas podem gerar controvérsia, pontos de vista diversos, porque tratam de mudanças de metodologias de produção, de comportamento e cultura, os quais, normalmente, impactam o bolso das pessoas, o ambiente e a sociedade. E a comunicação empresarial trata estes temas como se existisse uma única fonte de informações no mundo: a própria empresa. Despreza os aspectos econômicos, sociais, psicológicos e históricos de milhões de pessoas ao tratá-los de maneira insossa, a evitar a polêmica, o confronto de opiniões, da administração e outras do mundo lá fora.

Quem se dá ao trabalho de ler jornais, revistas e mídias digitais empresariais tem a nítida impressão de estar diante de uma comunicação interesseira, sem a isenção necessária para que o leitor possa formar sua opinião. Assim, quando a mão pesada da empresa escreve notícias como releases ou publicidade mal-feita, é ainda mais difícil legitimar as ações empresariais perante os leitores.

Os veículos de comunicação empresariais e suas mensagens estão em um mundo no qual o diálogo é turbina de geração de credibilidade, para quem detém o controle de um meio de comunicação, para a empresa, para sua reputação e sua legitimação. O contrário disso é uma comunicação não-colaborativa, espécie de advocacy do poder administrativo. Os comunicadores nas empresas precisam olhar para esta realidade e enfrentá-la.


*Paulo Nassar é professor da Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE). Autor de inúmeros livros, entre eles O que é Comunicação Empresarial, A Comunicação da Pequena Empresa, e Tudo é Comunicação".


Este artigo foi retirado do site GIFE.
Postado por Juliano Melo.

Profissionais de comunicação não têm clareza sobre conceitos

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Rodrigo Zavala

"Para comunicadores de organizações da iniciativa privada, além de desconhecimento, jornalistas dos mais diferentes meios têm certo preconceito sobre as ações sociais das empresas. Enquanto isso, nas redações, repórteres e editores percebem que as informações passadas não têm impacto comunitário avaliado ou mesmo interesse jornalístico.

No Workshop GIFE-Aberje de Comunicação, realizado na semana passada, os dois grupos de profissionais se reuniram com o objetivo de criar estratégias para melhorar e qualificar o relacionamento entre ambos. Nesse sentido, propor entendimentos sobre a confusão conceitual sobre a Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e Investimento Social Privado (ISP)".

Clique aqui para ler a matéria completa.
Postado por Juliano Melo.

Software mede níveis de responsabilidade social

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Notícia retirada do site Revista Filantropia on line. Muito interessante esse software criado por algumas empresas.

"A BDO Trevisan, a Itautec e a InfoQuality fecharam uma parceria comercial que resultou no lançamento do Syscore de Responsabilidade Social Corporativa (RSC), software de gestão para medição e avaliação do desempenho de projetos e ações de sustentabilidade nas empresas. A ferramenta é capaz de fornecer mapeamentos e gráficos baseados em metas e parâmetros estabelecidos pela empresa, além de realizar medições de forma dinâmica, simples e transparente para todos os envolvidos nos projetos sociais das companhias. Possibilita, ainda, a integração das ações e iniciativas de responsabilidade social à estratégia da organização, seja por meio do Balanced Scorecard ou outros modelos de gestão estratégica. Uma das vantagens é que, ao ser gerado algum alerta relativo ao desempenho de qualquer indicador, o software permite que o gestor identifique qual o setor ou responsável pelo indicador em questão".

Postado por Juliano Melo.

O Excesso de foco no público alvo

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Recebido de Bruno Amaral, responsável pelo blog Relações Públicas.

"Há empresas que vivem das vendas. Seja de produtos, ou de serviços. Por isso orientam-se por técnicas de marketing. Determinam o público alvo, montam estratégias de publicidade, organizam o departamento de vendas e de apoio ao cliente.
Mas se o foco no público alvo for muito apertado, a subida dos lucros será apenas marginal. A razão mais comum para isto é a falta de um plano de comunicação mais geral. Algo que garanta que o público que rodeia o nosso cliente alvo também está informado e também tem acesso à mesma informação".


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Postado por Juliano Melo.