Archive for Abril 2008

Inteligência cerebral

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Diferenciais estratégicos e operacionais destacam a agência entre as mais premiadas

No mercado de propaganda e publicidade, a agência Talent se destaca pela competência operacional, bem como pela proximidade com o cliente e seus negócios. "Trabalhamos com poucos clientes, de forma íntima, pois pensamos seus negócios e não somente sua propaganda", afirma o sócio-diretor José Eustachio, que recebeu recentemente Prêmio Caboré 2007 de Profissional de Planejamento.

Em 1980, o presidente da Talent, Júlio Ribeiro, criou a agência já com uma proposta audaciosa para os padrões da época: não atender contas públicas, de bebidas destiladas e de cigarros, que juntos formavam a categoria mais representativa na carteira das agências de publicidade. Para Eustachio, esta é uma questão de valores. "Todo empresário precisa ter alguns princípios que sejam parâmetros de conduta. A Talent é reconhecida pela sua postura ética, seriedade e comportamento muito coerente", explica.

Atendimento Completo
O planejamento estratégico e a carteira de clientes reduzida fazem parte do modelo da agência, ao lado do trabalho direto da equipe com a conta por meio das 'células de relacionamento'. "Nós percebemos que os clientes precisam de inteligência cerebral, e não muscular", conta Eustachio. "Com as células de relacionamento, cada cliente tem à sua disposição dois planejadores estratégicos, dois profissionais da criação, dois de mídia e dois de atendimento. É uma 'miniagência' dedicada a ele", completa.

Segundo o diretor, a equipe da Talent é composta de pessoas competentes, mas também disponíveis para se envolver e conviver diretamente com o cliente, quase como se fosse parte de sua equipe. Essa visão se reflete no sucesso de suas campanhas com slogans que caíram no domínio popular, de tão famosos. Impossível não se lembrar de frases como "não é assim nenhuma Brastemp", "nossos japoneses são mais criativos do que os japoneses dos outros" (Semp Toshiba), "bonita camisa, Fernandinho" (US TOP), e "apaixonados por carro como todo brasileiro" (Ipiranga).
Comunicação certeira

A NET, empresa líder no fornecimento e gestão de conteúdo para TV a cabo, está no topo da lista de campanhas importantes da agência. Com o slogan "O mundo é dos NETs" e a enérgica presença do coronel Tutchenko com seu bordão "Skavurzka!", a Talent conquistou o público. "Em 2007, a NET estava se preparando para expandir mercado e ao mesmo tempo reter seu ativo de clientes, mostrando que só os NETs tiram mais do que o mundo oferece", explica Camilla Massari, diretora de atendimento. Para ela, o coronel foi um grande acerto, pois virou o símbolo da marca. "Ele defende ardentemente os direitos dos clientes NET, é incansável na procura pela excelência, mas ao mesmo tempo é lúdico, simpático, brincalhão", descreve.

Reconhecida também pelo mercado, a campanha figurou sete vezes consecutivas entre as 10 preferidas, segundo pesquisa do Datafolha. Os números comprovaram o resultado positivo: em 2007, a NET computou 2,4 milhões de assinantes de TV por assinatura (1,5 milhão de Banda Larga e 600 mil de NetFone), segundo balanço realizado pela empresa no terceiro trimestre. "A campanha conseguiu diferenciar a NET de seus concorrentes e conquistar atributos como inovação, qualidade, tecnologia, e preocupação em oferecer soluções completas", afirma Massari.

"A construção do conceito 'O mundo é dos NETs' foi uma aposta da NET e da Talent em começar uma fase nova da empresa. A campanha do coronel Tutchenko coroou esse movimento, que começou em 2005. Era um risco, mas acertamos muito com esse personagem. A agência é apoiada numa estrutura de planejamento. Por mais que a campanha tenha irreverência e modernidade, está profundamente embasada em análise. A relação com a Talent é muito estreita. É como se a agência fosse a área de comunicação e marketing da NET e acho que é por isso que dá tão certo; nós fazemos apostas juntas", descreve Patrícia Figueiredo, gerente de comunicação da NET.

Outra vitória da Talent é o trabalho desenvolvido para a Sony Ericsson, joint venture da Sony Corporation com a Telefonaktiebolaget LM Ericsson. "É uma empresa que administra com muito talento e inteligência sua comunicação e a relação com a agência. Ela divide intimamente com a Talent seus projetos, desafios e objetivos de negócios, que passam a ser os projetos, desafios e objetivos da agência", aponta Camilla Massari.

Paulo Stephan, diretor de mídia, vê na relação da Talent com a Sony Ericsson uma história premiada para ambas. "Em 2005, nosso primeiro ano juntos, criamos uma estratégia de revista, em parceria com a Editora Abril. Marcamos presença nessa mídia de forma inusitada: podcasts, inserts, portais, formatos diferenciados, festas", conta. Com isso, a agência e a Sony Ericsson ganharam o Prêmio Abril de Melhor Utilização do Meio Revista. No mesmo ano, levaram o Prêmio Estadão de Mídia, pelo lançamento do celular W800.

Em 2006, realizaram o maior porta-retrato do mundo. "Foi uma peça de mídia exterior e interativa, de 1.800 m2, que divulgava todo o portfólio de celulares da marca. Nela, os clientes podiam enviar suas fotos para serem exibidas (ao vivo). Nunca nada parecido tinha sido feito", lembra Stephan. O resultado foi reconhecido com o Prêmio MaxiMídia de Melhor Utilização de Mídia Exterior, além de short-list no Festival de Cannes. "Estamos na expectativa de conseguir mais prêmios. Isso vicia", brinca. No início deste ano, a Sony Ericsson brasileira também comemorou a conquista do Best Marketing Team, prêmio interno organizado pela Sony Ericsson mundial.

Na opinião do sócio-diretor José Eustachio, os clientes reconhecem na Talent um aliado confiável e competente. "Isso gera sucesso nos negócios do cliente, na história da propaganda e ainda na forma de relacionamento empresarial. Temos clientes que estão conosco há anos, por exemplo, a Semp Toshiba, há 17; Ipiranga, há 12 anos. São relações sólidas e prósperas", conclui.


Postado por: Ramon Fernandes

Mercado amadurecido

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Empresas jornalísticas investem em conteúdo elaborado e ações conjuntas para atrair leitores e anunciantes
De alguns anos para cá, o jornalismo praticado fora da capital do Estado de São Paulo mudou. Não só no visual, mais atraente, e na linguagem moderna, mas, principalmente, no conteúdo, agora muito mais focado nas suas cidades e não no noticiário das importantes cidades do país e do mundo.

"Tecnologicamente, democratizou-se muito o acesso a todo tipo de equipamento. Os mercados do interior amadureceram em função do varejo, a tecnologia permitiu que esses jornais crescessem muito. Os jornais de São Paulo tiveram de recolher seus tentáculos do interior. No negócio da comunicação chamado jornal, existe uma coisa que vai além da escala, que é justamente o envolvimento com a comunidade, a paixão, a torcida, a sensibilidade. Eu sei porque fui o primeiro empresário de comunicação no interior a ter dois ou três jornais fora desse mercado. A gente cresceu dentro disso", conta Renato Zaiden, diretor de marketing administrativo do Jornal da Cidade, de Bauru.

"Os grandes jornais do interior, ao longo dos últimos anos, investiram no talento de suas redações e apostaram num jornalismo de fato, independente, apartidário e plural", afirma o presidente da Associação Paulista de Jornais (APJ), Fernando Salerno. "São conceitos que considero, hoje, incorporados ao patrimônio da mídia regional. Nossos associados não dependem da receita de governos municipais, estaduais ou federais. Hoje não há a mínima hipótese de esses jornais adotarem uma postura colaboracionista", atesta.

Distância limitada
Outro fator determinante para que a imprensa do interior reencontrasse sua rota foi o fato de os grandes jornais tirarem o pé do acelerador em suas operações a mais de 150 quilômetros da capital. "Também eles enfrentaram a situação de perda de circulação, e a operação de levar o jornal para o interior começou a ficar cara demais", avalia o jornalista Eugênio Araújo, editor-chefe do Cruzeiro do Sul, de Sorocaba.

Araújo, que há quatro anos dá consultoria para jornais do interior, ilustra esse cenário com a joint venture montada em parceria pela Folha de S. Paulo e o Estadão para levarem, juntos, seus produtos até determinada região - e a partir daí cada um seguir seu caminho. "A verdade é que, nas grandes distâncias, a equação entre número de assinantes, retorno da publicidade e os custos do processo resultam em prejuízo inevitável para os jornais. É por isso que, nos últimos anos, os diários do interior passaram a ocupar o espaço do grande jornal que não vai mais para o interior", afirma Araújo. Salerno, que é diretor do jornal Valeparaibano, com sede em São José dos Campos e sucursais em Taubaté, Jacareí, Guaratinguetá e Caraguatatuba, ilustra: "Tenho 68 pessoas na redação. A Folha e o Estadão não têm nenhum jornalista no Vale do Paraíba".

O "mercado paulista", como é chamada a fatia que exclui a capital, é considerado o segundo maior do país

Conforme conta Odair Bertoni, diretor industrial do S.A. O Estado de S. Paulo, a S. Paulo Distribuição e Logística (SPDL) foi criada com foco em otimização e redução de custos na distribuição dos jornais. "Depois do acordo fechado entre as empresas, em 2001, a SPDL foi fundada em agosto de 2002. A fusão das distribuições dos dois jornais teve como princípio o fato de a 'concorrência' entre eles estar nas redações e nas áreas comerciais. Evidentemente que a oportunidade de redução nos custos na fusão da distribuição, e o momento que as empresas enfrentavam em face de forte retração do mercado publicitário, facilitaram o acordo", esclarece Bertoni. (Veja box com números de circulação no interior dos dois periódicos)

A influência do Bom dia
O anúncio do surgimento da rede Bom Dia, do empresário J. Hawilla, em 2006, trouxe um novo modelo de produção à imprensa do interior. Nele, parte do material para publicação destina-se aos diversos jornais que compõem a rede. "Para nós, foi ótima a chegada do Bom Dia. A gente cresceu e teve um parâmetro. Melhoramos o produto editorial, passamos a ter uma referência diária de concorrência e um termo de comparação", afirma Renato Zaiden, diretor de marketing administrativo do Jornal da Cidade, de Bauru.

Para ler mais: http://portaldacomunicacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=20630

Postado por: Ramon Fernandes

Sustentabilidade cultivada

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Um post muito legal sobre preservação ambiental.

O setor está fazendo a sua parte na preservação ambiental e na reposição da matéria-prima retirada da natureza
Outrora vistas como vilãs ambientais, as indústrias de papel e celulose brasileiras têm conseguido virar o jogo quando o assunto é sustentabilidade e preservação ambiental.

Dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel revelam que, em 2006, houve o reflorestamento de uma área total plantada de 322.828,4 hectares no país - mais de 100 mil hectares que no ano anterior. Mas o mais importante é que as estatísticas revelam, de modo geral, um substancial crescimento a cada ano. Para se ter uma idéia, em 1982, quando a preocupação com o meio ambiente ainda era incipiente no país, este número foi de apenas 2.533,3 hectares.

Por trás desses números estão, não apenas uma legislação preservacionista, mas, principalmente, uma mudança de pensamento de quem busca seus recursos na natureza. "A base florestal do setor é o suporte da atividade e, como tal, também depende de um desempenho sustentável para a sua sobrevivência", afirma Elizabeth Carvalhaes, presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

Segundo a entidade, a indústria fechou 2007 com produção prevista de 11,8 milhões de toneladas de celulose e de 8,7 milhões de toneladas de papéis de todos os tipos. Um crescimento de 5,5% e de 2,8%, respectivamente, em relação ao ano anterior. Os números da preservação no mesmo período não estão fechados, mas a Bracelpa garante que superam com folga os índices de crescimento e produção. A referência inclui, além de não tocar na floresta, proteger os mananciais, prevenir e combater incêndios, proibir a caça e até recuperar áreas degradadas.

Além das obrigações
A legislação que rege o setor florestal no Brasil é o Código Florestal (Lei 4.771, de 1965). Atualmente está em vigor a MP 2.166 (criada em 2001), que estabeleceu a obrigatoriedade das Áreas de Reserva Legal (RL) - a área particular equivalente a 20%, no mínimo, do total da propriedade ou posse rural, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais para a conservação da biodiversidade, o abrigo e a proteção da fauna e flora nativas e reabilitação dos processos ecológicos - e de Preservação Permanente (APP). As áreas de RL representam um percentual sobre a área do imóvel e variam de acordo com a região do país: 80% na Amazônia, 35% no Cerrado e 20% nas demais regiões. Para a definição das APPs, não existe um percentual de área predeterminado. Dependem das ocorrências passíveis de preservação em cada propriedade, como presença de matas ciliares, nascentes, lagos etc.

O fato é que boa parte das indústrias hoje vai além do cumprimento da lei. Conservam e recuperam, por sua própria iniciativa, além do percentual exigido. Assim, apesar de o país contar com um total de 1,7 milhão de hectares de florestas plantadas para fins industriais, as empresas do setor conservam outros 2,8 milhões de hectares. "O Brasil hoje tem exemplos a dar", diz Luiz Cornacchioni, gerente de relações institucionais da Suzano. Ele cita o caso da empresa, que se orgulha de manter quase 40% de reserva legal, mesmo onde a lei exige 20%. "Temos certeza de que nenhuma outra fonte de uso e reúso mantém esse nível de reserva", afirma.

"Atualmente, existe por parte da indústria uma conscientização de que, para um projeto ir em frente, não basta contemplar apenas o aspecto econômico, mas também o ambiental e o social. É preciso haver uma boa aceitação e diálogo com a sociedade", explica Otavio Pontes, vice-presidente de sustentabilidade da sueco-finlandesa Stora Enso na América Latina. "Principalmente quando se lida com terra. Não dá para simplesmente se levantar e ir embora para outro lugar. Essa política faz com que, inclusive, o projeto tenha menos riscos para os acionistas", complementa.

Segundo Pontes, dos 210 mil hectares de plantação da Veracel - fruto da parceria da Stora Enso com a brasileira Aracruz Celulose - no sul da Bahia, 47% são consideradas áreas de regeneração. No Rio Grande do Sul, onde o ambiente não é de mata atlântica, o índice de regeneração é de 40%. "Trata-se da nossa política mundial. Mantemos esses índices no Uruguai, no Vietnã ou na China, onde não existe legislação específica como no Brasil", reforça. "A gente faz o que acha que é certo."

Para ler mais: http://portaldacomunicacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=20631

Postado por: Ramon Fernandes

De olho na anticompetencia.

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Pessoal, uma matéria retirada da newsletter Você S/A.

Por RENATA AVEDIANI

Você conhece o negócio, entrega resultados e ainda assim não é promovido? Talvez isso aconteça por causa de uma anticompetência. Essa é uma expressão nova na gestão de carreira para um problema antigo. No caso, um comportamento ou uma característica pessoal ruim que pode ofuscar suas qualidades profissionais. Um único traço negativo pode comprometer a evolução da carreira, diz Márcia Veras, consultora sênior para a área de desenvolvimento de liderança da Korn/Ferry International.

Em suas atividades de coach de executivos, a Korn/Ferry usa uma pesquisa realizada pela Lominger-Korn/Ferry, empresa de desenvolvimento de liderança, para identificar as anticompetências de cada profissional. O estudo, que ouviu mais de 6 000 pessoas nos Estados Unidos, detectou 19 comportamentos que podem prejudicar a carreira. Todos com características negativas que podem ser identificadas e corrigidas. O desafio está em encontrá-las. É preciso um constante trabalho de autoconhecimento e feedback, para que alguém assuma suas anticompetências, diz Márcia. Todo profissional tem o seu calcanhar-de-aquiles. O problema é admitir, diz Werner Kugelmeier, diretor da WK Prisma, empresa de treinamento empresarial, e coach de executivos há seis anos. A seguir, as cinco anticompetências mais comuns no mundo corporativo, por ordem de incidência, de acordo com o levantamento da Lominger-Korn/Ferry. Descubra quais são as suas e comece já a enfrentá-las.

1. ADMINISTRAÇÃO EM EXCESSO
Confiar na própria capacidade é uma qualidade. Em excesso, pode causar dificuldades para trabalhar em equipe. A pressão corporativa tende a estimular esse problema, já que as pessoas têm medo de errar. Muitos profissionais preferem não correr riscos, diz Werner, da WK Prisma. Quem não detecta isso a tempo pode comprometer a produtividade do time. Um administrador excessivo não potencializa as competências do grupo, desapontando pessoas e desperdiçando talentos. Se é o seu caso, que tal escolher tarefas para distribuir ao time? Aumente a dose aos poucos. Assim, vai tomando confiança e quando perceber estará delegando mais.

2. INSENSIBILIDADE AO OUTRO
Não deixar as pessoas à vontade ou não prover condições de aprendizado é uma anticompetência relacionada à insegurança. Um líder assim pode ser um problema, já que, por desconhecer a equipe, barra promoções e não consegue identificar sucessores. A hostilidade acaba afastando as pessoas e prejudicando os resultados da área. Não deixe de dar atenção às reações dos outros em relação às suas atitudes.

3. POSTURA DEFENSIVA
Ninguém gosta de críticas. Uma postura defensiva em relação a elas, porém, não resolve nada.
Quando ouvia uma opinião adversa, Rodrigo Alvarez, de 35 anos, diretor de operações técnicas da Active, empresa que desenvolve softwares para a indústria farmacêutica, tratava de cortar o assunto. Com o tempo percebeu que a equipe não compartilhava informações com ele e buscou a ajuda de um coach. Ainda trabalho isso, mas estou bem melhor e sinto a equipe comigo, diz. Para quem não resiste a uma crítica, cuidado! Melhor um feedback negativo em tempo do que uma demissão por incompetência, alerta Werner.

4. ARROGÂNCIA
Insegurança também é a base aqui. Valorizar-se demais e contar vantagem é uma defesa às próprias fraquezas. Um arrogante, em geral, não tem conteúdo para justificar a imagem que vende de si, diz Werner. Poucas pessoas são capazes de admitir esse defeito, mas, se lá no fundo você sabe que sofre desse mal, cuide do ego e avalie suas deficiências. Depois, observe as habilidades das pessoas ao seu redor, valorizando o que cada uma tem para colaborar no seu desenvolvimento.

5. EXCESSO DE DEPENDÊNCIA DE UM ÚNICO TALENTO
Em tempos de mudança não basta ser bom em uma coisa só, diz Márcia, da Korn/Ferry. Essa anticompetência está muito relacionada ao sistema de ensino, que induz o profissional a desde cedo
focar nas habilidades natas. As empresas querem pessoas com soluções para problemas diferentes, diz Werner. Os efeitos podem ser desastrosos. Se o profissional for colocado em um cargo para o qual não está preparado, suas deficiências estarão mais expostas e sua imagem pode ficar prejudicada.

Postado por: Ramon Fernandes.

SITE KOPERALTAS APROXIMA A REALIDADE DO SONHO

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Estimular o raciocínio de maneira lúdica e divertida é a proposta do site voltado ao público infantil da Kopenhagen

No momento em que completa seus 80 Anos, a Kopenhagen investe no relacionamento com seu público mirim. O site http://www.koperaltas.com.br/ faz parte da estratégia de divulgação da linha de produtos infantis Koperaltas, criada pela grife.



O site foi desenvolvido em programa flash, que possibilita criar situações atrativas e interativas, com combinações de vídeos, gráficos e animações. Os personagens que fazem parte da turminha Koperaltas são crianças espertas, cercadas de amigos, e vivem em um universo que remete à diversão e aos sonhos. O layout do site é agradável, com cores fortes e objetos em movimentos, bem atraente para as crianças.

Trata-se de um investimento da empresa para conquistar os futuros formadores de opinião. "Realizamos diversas pesquisas com as crianças e os pais. Os resultados apresentados apontaram as necessidades das crianças em terem uma espécie de “espelho”, onde pudessem projetar seus sonhos, seus anseios, sua imaginação”, afirma Renata Vichi, vice-presidente da Kopenhagen.

Depois de 18 meses de estudos, e 200 mil em investimentos para a criação da linha de produtos e o site, a Kopenhagen conseguiu criar um ambiente onde as crianças podem aprender de forma divertida e ainda conhecer os produtos da empresa .


Diversão é o que não falta! Para entreter a criançada, o site oferece jogos para formar palavras, encontrar o caminho do labirinto e completar o Sudokop (versão do Sudoku criada para o site). Essas tarefas, feitas especialmente para estimular a coordenação motora, também estão disponíveis para impressão.


No link downloads, os kids podem baixar brindes, como wallpapers (papéis de paredes) para colorir e imagens para serem usadas no MSN com temas da turminha Koperaltas.


Kopenhagen 80 anos - A grife 100% brasileira completa oito décadas de vida, trabalho e dedicação repletos de energia. Uma trajetória de sucesso que começou em 1928, com o casal Anna e David Kopenhagen. Hoje, a empresa com 1.400 funcionários produz cerca de 2 mil toneladas de chocolate, com qualidade, sofisticação e originalidade. São mais de 8 milhões clientes atendidos com ética e respeito. A Kopenhagen escreve sua história, junto com a dos brasileiros, afim de semear um mundo mais doce, oferecendo um chocolate de sabor mágico, único e irresistível.

Sobre a Kopenhagen - Desde o ano 2000, a empresa acumula 259% de crescimento real no seu faturamento, sendo que em 2007, apresentou um crescimento de 14%. Esse desempenho se deve a abertura de 24 novas franquias em todo Brasil, além dos recordes de vendas superados a cada ano. A expectativa para 2008 é abrir mais de 28 novas franquias.




Fonte: Intermeio Comunicação Estratégica.

Profissão Blogueiro

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Retirado do Blog RP em Questão, mantido pelo Eduardo Gonçalves (foto).



Fui à campo apurar o que se fala e se faz a respeito do tema, e, não para a minha surpresa, descobri que nasce aí uma nova profissão.




A internet mudou, e muito, o mundo dos negócios e da comunicação. Grande parcela da população passa, hoje, no mínimo, 8 horas em frente a uma tela de computador. As informações são instantâneas. Nesse contexto, é necessário rever a forma com que a organização se relaciona com seus públicos e responde aos anseios de mercado. O que têm estado na pauta das empresas é uma ferramenta que só agora ganha força (e profissionalismo) no mundo corporativo: os blogs.A função do Blog Corporativo é ser mais um canal de relacionamento entre a empresa e seus públicos estratégicos, fortalecendo sua imagem e performance. O que não falta no mercado é literatura que apresente técnicas de como utilizar essa ferramenta para alavancar seus negócios.Segundo dados publicados na Revista Época Negócios, de Outubro de 2007, o Brasil é o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta. Os brasileiros passam, por mês, 23H30MIN na rede mundial. A seguir vêm Eua (19h52min) e Japão (18h41min).


O fato é que as empresas estão muito mais expostas hoje do que 10 anos atrás. Os internautas estão atentos. A fabricante de cosméticos O Boticário, por exemplo, passou a monitorar o que sites, blogs e fóruns de discussão diziam a seu respeito. A interação é a palavra do momento. É necessário estar sempre atualizado e pronto para responder as demandas do mundo virtual.De acordo com a pesquisa realizada pela Booz Allen, publicada na Época Negócios, que abrangeu um total de 4,6 mil pessoas entrevistadas no Brasil, Oriente Médio, Alemanha, Reino Unidos e Estados Unidos, 50% dos adultos que possuem acesso à internet em casa visitam sites 2.0. Entre os usuários do MySpace ouvidos no Brasil, 70% disseram ter criado, recentemente, o próprio conteúdo online. Isso nos leva a constatar que as pessoas participam ativamente no conteúdo exposto na internet. Ainda mais fundamental para as empresas é a informação de que as pessoas recorrem cada vez mais às comunidades online e aos blogs para basear sua decisões de compra.

Segundo o levantamento da consultoria, 50% dos usuários de sites colaborativos seguem dicas de compra recebidas pela internet. No Brasil, as pessoas revelaram-se ainda mais influenciáveis, com um total de 56% dos entrevistados admitindo seguir sugestões de conhecidos da rede. Outro dado revelador aponta o grau de confiança absoluto que os internautas depositam na rede: 40% dos entrevistados estão dispostos a aceitar recomendações feitas por desconhecidos.


Apesar de ser blogueiro, tenho ainda minhas indagações a seu respeito. Em junho de 2007, durante o 10° Congresso de Comunicação Corporativa, assisti a uma palestra que discutia a importância de se entender as novas mídias, como blogs e redes de relacionamento. Naquele momento percebi que, apesar de formado a pouco mais de um ano, estava desatualizado, pois não havia tido nenhum contato com as chamadas “novas mídias” durante o curso superior. E, pior, conversando com ex-professores, pude constatar que esse gap ainda existia. Me pergunto, então, quem assume o comando e as diretrizes dessa ferramenta de relacionamento dentro das corporações?


Para ler toda a matéria, clique aqui.
Postado por Juliano Melo.

Ciclo de Palestras na ECA/USP debate a Comunicação da Rede Record

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A Escola de Comunicações e Artes da USP promove no dia 24 de abril mais uma palestra do ciclo “Políticas de Comunicação Corporativa” (PCCorp). O Ciclo, que teve início em abril de 2002, tem como objetivo apresentar informações sobre as estruturas de comunicação das empresas, gerando assim um fértil debate sobre modelos e soluções em comunicação corporativa.

Desta vez, o convidado será Ricardo Frota, gerente nacional de comunicação e executivo responsável pela direção da Central Record de Comunicação.

A Rede Record é uma das principais emissoras de televisão do país e tem sua programação exibida em todo o Brasil por 104 emissoras, que atingem 98% do território brasileiro. A cobertura no exterior, por meio da Record Internacional, pode ser acessada em mais de 130 países.

O evento terá duração de duas horas, sendo a primeira para a apresentação do palestrante e a segunda reservada para as perguntas da platéia.

Para assistir à palestra é necessária inscrição prévia, pois as vagas são limitadas. Os interessados devem escrever para limc.eca@usp.br informando nome completo, empresa ou instituição de ensino, cargo, e-mail e telefone até o dia 23/04 e aguardar a mensagem de confirmação da inscrição.


Será garantida a entrada e fornecidos certificados aos inscritos que chegarem até 15 minutos depois do início do evento.

Mais informações no telefone: (11) 3091-4314.
Enviado por: LAC - Laboratório Agência de Comunicação
Tel. (11) 3091.4068
Postado por Juliano Melo.

Dicas de Blogs

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Olá pessoal!
Duas dicas de Blogs muito interessantes.
A primeira dica é o blog de uma amiga, o Comunicação na Nova Era.
Acessem: http://catarinapierangeli.blogspot.com/.
A segunda dica é para quem quer ficar por dentro sobre tecnologia de computadores.
Acessem: http://placa-de-video.blogspot.com/

“O Estado da Competitividade Responsável”

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Uma dica muito legal do Eduardo Alves.


"Oi, Juliano.

O tema sustentabilidade está em alta. A Fundação Dom Cabral e a ONG inglesa AccountAbilility lançaram, recentemente, o relatório"O Estado da Competitividade Responsável 2007".O Brasil ocupa o 56º lugar no ranking, em uma lista com 108 nações. Suécia ocupa a 1ª posição.

Vale a pena ver o material. Acesse-o no site da instituição: http://www.fdc.org.br/ ".


Valeu pela dica Eduardo. Abaixo a nota e o link para fazer o download do relatório. Envie sua dica também.


Fundação Dom Cabral divulgou a versão em português do relatório “O Estado da Competitividade Responsável”: um estudo feito pela AccountAbility, com a colaboração da FDC, sobre práticas empresariais responsáveis ao redor do mundo. A Competitividade Responsável é o alinhamento estratégico da ação dos negócios, das políticas públicas e dos agentes sociais, com o intuito de fazer com que o desenvolvimento sustentável seja levado em consideração nos mercados globais. Países, cidades, setores e empresas têm enorme potencial para formar novos mercados que encorajem práticas empresariais responsáveis e as transforme em uma tendência.
De acordo com o relatório, o Brasil ocupa o 56º lugar em uma lista com 108 nações, das quais a Suécia ocupa a 1ª posição. Para o professor Cláudio Boechat, responsável pelo relatório na FDC, para o Brasil melhorar sua posição no ranking serão necessários o combate à corrupção e a reforma tributária.
O documento apresenta visões de diversos especialistas no tema. A conclusão é que a responsabilidade pode e deve reforçar a competitividade para países em todos os níveis de desenvolvimento. Esta é uma leitura essencial para investidores, políticos, empresários e ativistas.






Postado por Juliano Melo.

China enfrenta o desafio de limpar sua imagem, chamuscada pela tocha

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Alguém se habilita a ser Relações Públicas da China? Pois é, o país com maior crescimento no mundo está precisando de uma "mãozinha" para limpar sua imagem. A matéria destaca o caso dos Tibetanos, mas o buraco é bem mais embaixo. Abaixo a matéria.



WASHINGTON (AFP) — A tocha, símbolo dos Jogos Olímpicos e que deveria consagrar a projeção internacional da China, que irá sediar a competição, converteu-se numa pedra no caminho do regime comunista, que agora tenta reparar sua imagem, manchada pelas denúncias de violação dos direitos humanos e repressão no Tibete.


As manifestações alteraram o trajeto da tocha por Londres, Paris e São Francisco, e até a abertura dos Jogos de Pequim em agosto qualquer movimento da tocha será feito sob um forte esquema de segurança.


As embaixadas e consulados chineses se converteram em alvo dos grupos tibetanos e de outras organizações, que estão se aproveitando dos Jogos para chamar a atenção à violação dos direitos humanos por Pequim, por seu apoio ao Sudão, acusado de ser cúmplice das matanças em Darfur, e pela junta militar da Mianmar.


Para amenizar os efeitos negativos, as autoridades chinesas decidiram recorrer aos serviços de uma agência estrangeira de relações públicas.


De acordo com o jornal britânico Financial Times, vários responsáveis chineses estão em contato com agências britânicas e americanas, com a intenção de contratar uma delas para elaborar uma estratégia de comunicação para os próximos quatro meses que faltam até a abertura dos Jogos Olímpicos.


No entanto, a missão de reverter a imagem negativa da China parece uma tarefa impossível, tanto pelo curto prazo como pela rejeição que as medidas possam provocar.


Os defensores da causa tibetana e dos direitos humanos estão em vantagem e a capacidade de mobilização "mostra o poder dos movimentos internacionais da sociedade civil, que a China desconsiderou quando se candidatou para sediar os Jogos", afirmou Malik Mohan, especialista em Ásia, do centro de pesquisa americano Asia-Pacific Center for Security Studies.


"O fato da chama ter sido apagada, ainda que pelas próprias autoridades de segurança, garante uma vitória muito importante para os movimentos e uma enorme humilhação para as autoridades chinesas", acrescentou.


O Dalai Lama, líder do budismo tibetano e Prêmio Nobel da Paz, foi recebido nos últimos meses pelo presidente americano George W. Bush e pela chefe de governo alemã, Angela merkel, apesar das advertências da China.


"A pressão a favor do Tibete percorreu um longo caminho. Isso não se conquista de uma noite para outra", explicou T.Kumar, responsável pelo departamento Ásia-Pacífico da Anistia Internacional.


Sendo assim, qualquer agência de relações públicas questionaria sua capacidade de melhorar significativamente, em tão pouco tempo, a imagem da China.


"Que agência iria querer um cliente com a reputação deste país no campo dos direitos humanos? Isso não prejudicaria a sua reputação?", perguntou Gemma Puglisi, especialista em comunicação para situações de crise da American University.


"O problema e o desafio, é que a China precisa entender que se ela recorre a alguém, precisa ouvir o que essa pessoa tem a dizer", disse a especialista, que não está pessimista, já que acredita que os chineses "são muito inteligentes e sabem o que está em jogo nas Olimpíadas".


"Pelo espírito dos ideais olímpicos, estamos dispostos a ajudar a China", ironizou na última quarta-feira um editorial do jornal americano The New York Times.


"Eis o que deve ser feito: não deter dissidentes, não difundir mentiras sobre o Dalai Lama, começar a dialogar sobre uma maior liberdade religiosa e cultural no Tibet, e não permitir o genocídio cometido pelo Sudão em Darfur", publicou o jornal.


No entanto, a China não parece dar ouvidos aos conselhos e chamou o Dalai Lama de "lobo com hábito de monge" e ainda lhe atribuíram a responsabilidade pelas manifestações do mês passado.
Segundo as organizações tibetanas em exílio, a repressão matou 150 pessoas, apesar das autoridades chinesas só reconhecerem 20 vítimas, e afirmarem que todas foram assassinadas pelos "manifestantes separatistas".


Outra demonstração de repressão do governo chinês, que se sentiu provocado, foi a decisão de manter preso por três anos e meio o dissidente Hu Jia, por haver exigido na internet o respeito dos direitos humanos.


O Comitê Olímpico Internacional (COI) pediu na quinta-feira que a China cumpra com suas promessas, estipuladas para organizar os Jogos, e melhore a situação dos direitos humanos. No entanto, o governo chinês retrucou que o COI não deveria misturar esporte com "assuntos políticos" irrelevantes.


Para piorar ainda mais a delicada situação, o governo chinês recusou nesta semana uma solicitação da Comissária de Direitos Humanos da ONU, Louise Arbour, para visitar o Tibete.



Postado por Juliano Melo.

Site de marketing viral para "Hellboy 2" é atualizado

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O marketing viral chega aos cinemas. Abaixo uma notícia do site Cinema com Rapadura sobre a ação de divulgação do filme Hellboy 2.


A campanha de marketing de "Batman - O Cavaleiro das Trevas" parece estar fazendo escola. Se espelhando na equipe de promoção do novo longa do homem-morcego, os responsáveis por "Hellboy 2 - O Exército Dourado" lançaram, há algum tempo, o site HETFET.
Até recentemente, quem entrasse na misteriosa página dava de cara com a seguinte mensagem: "Uma abominação fora feita; As rodas do movimento viraram; Um quarto lunar passou; O tempo rápido correu; A contagem regressiva já começou". No entanto, o site foi atualizado, contando agora com o texto a seguir, tão misterioso quanto o anterior. Lê-se "Levante-se, prepare-se para agir; O futuro, de fato, está em branco; Unidos como um; Ó filho terreno; Proteja o pacto ancião".
O que isto significa ainda há de ser revelado, mas espera-se tudo de um filme escrito e dirigido por Guilhermo Del Toro, cineasta responsável por "O Labirinto do Fauno". Del Toro também assinou o primeiro filme da franquia, baseada nos quadrinhos criados por Mike Mignola.
Na história, temos o esquentado personagem-título, um demônio vermelho vindo diretamente do inferno, mas criado na Terra pelo gentil Professor Broom (John Hurt, de "V de Vingança"), líder do Birô de Pesquisa e Defesa Paranomal. Assim, Hellboy (Ron Pearlman, de “Alien – A Ressurreição”) se torna o principal - e mais secreto - agente do birô, sendo responsável por manter o nosso mundo livre de ameaças sobrenaturais.
Com uma guerra prestes a estourar entre o mundo dos humanos e um universo fantástico, Hellboy e seus companheiros deverão enfrentar o maligno príncipe Nuada (Luke Goss, de "Blade II") e o exército dourado do título.
Estarão de volta Selma Blair ("Segundas Intenções") como a pirocinética Liz Sherman - a namorada do vermelhão; Doug Jones (de "Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”), como o anfíbio Abe Sapien. Jones ainda interpreta outros dois novos personagens, O Anjo da Morte e Chamberlain. Hurt reprisará seu papel de Prof. Broom, em uma pequena ponta.
O filme chegará às telas de cinema dos EUA em 11 de julho, demorando cerca de dois meses para chegar aos cinemas brasileiros, tendo previsão de estréia para 5 de setembro.
Postado por Juliano Melo.

Vale: o futuro da educação está no e-learning

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Grandes empresas já despertaram para a importância da comunicação interna. A Companhia Vale do Rio Doce, por exemplo, aposta no e-learning e disponibiliza informações de cursos na rede interna de comunicação. Abaixo o texto retirado do site Administradores.com.br

Tudo na Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) é gigantesco. A empresa que leva o título de segunda maior mineradora do mundo oferece atualmente a todos os empregados cerca de 400 cursos que ficam disponíveis em sua rede interna. Somente entre 2003 e 2004, nos dois primeiros anos da criação da universidade corporativa Valer, nada menos que 40% dos 35 mil funcionários tiveram cursos via online. Hoje, todos os empregados da companhia ao redor do mundo já tiveram algum contato com a tecnologia. Estes fatos, somados, dão uma certeza à antiga estatal mineradora: a educação corporativa via web mudará até mesmo as bases do ensino como o conhecemos.


É esta a mensagem que será transmitida na manhã desta sexta-feira (11) pelo coordenador do Núcleo de Tecnologia Educacional da Valer, Adriano Góes, durante o evento "e-Learning Sul 2008", em Porto Alegre. A iniciativa tem como objetivo chamar a atenção para as vantagens que o uso desta ferramenta traz e também destruir alguns mitos sobre o e-learning. "Em um futuro próximo não teremos diferença entre educação a distância e aquela formal como conhecemos, pois o relacionamento com o computador será cada vez mais natural", opina Góes. Entre as empresas do Sul que enviaram representantes para o evento estãoHSBC e Paraná Clínicas, do Paraná; WEG, de Santa Catarina, e o Grupo RBS, do Rio Grande do Sul. Além de facilitar a comunicação, Góes prega que há outra grande vantagem do uso da ferramenta online - principalmente em uma época marcada pela agressividade dos competidores. "O e-learning dá agilidade para atualizações que necessitamos fazer, como informar a todos sobre uma lei ou medida do governo que mexe com o setor", exemplifica Góes.
Postado por Juliano Melo.

Sustentabilidade é uma questão de cultura

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A fórmula de resultados econômico-financeiros combinados com impactos e benefícios sociais e ambientais é uma das grandes discussões do mundo empresarial. A resposta sobre como atingir um patamar de consciência no corpo funcional, nos acionistas e demais agentes da cadeia produtiva, numa postura de entendimento da força multilateral da comunicação, foi um dos desafios propostos pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial – http://www.aberje.com.br/ através de reunião de seu Comitê ABERJE de Sustentabilidade, um dos braços de relacionamento e de geração de inteligência com os associados. O encontro reuniu mais de 200 profissionais no Hotel Crowne Plaza, em São Paulo/SP, no dia 10 de abril de 2008, e teve dois palestrantes: o diretor de Comunicação da Coca-Cola Brasil Marco Simões e o presidente da BASF Rolf-Dieter Acker.



Não se sabe ao certo a data precisa da história recente da humanidade em que surgiram os conceitos de responsabilidade social empresarial e sustentabilidade. O que se sabe é que, mais do que sucedâneos, nasceram de matrizes ligeiramente diferentes (social e ambiental) mas complementares. Alguns especialistas arriscam que o termo sustentabilidade teria sido usado pela primeira vez na década de 70, a partir da Conferência das Nações Unidas para o Meio-Ambiente, realizada em junho de 1972. À época, no entanto, o termo guardava um significado restrito. Tal como é conhecido hoje, só foi disseminado após a publicação, em 1987, do relatório Nosso Futuro Comum, da Comissão para o Meio-Ambiente da ONU – conhecido como “Relatório Brundtland”, sobrenome da então primeira-ministra da Noruega. Os debates da Rio-92 e, na Inglaterra, a criação da consultoria SustainAbility, de John Elkington (responsável pela difusão da idéia do triple bottom line) ajudaram a popularizar de vez o termo e o que ele significa e representa.





Simões iniciou pontuando as bases que norteiam todas as mais de 140 ações da companhia junto ao sistema Coca-Cola no país, integrado por empresas nacionais de produção, engarrafamento e distribuição dos mais de 150 produtos – os cinco P’s: performance (resultados de lucratividade), pessoas (capacitadas, produtivas, conscientes), portfólio de marcas (atendendo necessidades), parceiros (em relações de respeito, preferência e confiança) e planeta (água, reciclagem e ações locais específicas). São mais de R$ 100 milhões investidos anualmente em iniciativas diversas. Pra exemplificar, ele cita os esforços ligados à água, centrados nos verbos reduzir, reciclar e repor, como ajuda para reabastecimento de aqüíferos, eliminação de focos de desperdício, garantia de tratamento de efluentes, busca por fontes alternativas de captação e diminuição do uso de água nas 15 fábricas, que aliás vêm utilizando biodiesel, bem como os mais de 1.100 veículos da frota, com evidente redução na emissão de gás carbônico.





No quesito “valorização do reciclável”, a empresa se recria a todo instante. São feitos uniformes com fibras de algodão e PET, materiais de escritório em PET, móveis em PET e divisórias em tetrapack, muito mais duradouras que outros materiais convencionais. Há ainda, segundo o executivo, uma postura de experimentação constante, como o uso de palha de arroz para gerar energia e mesmo a certificação de plantas industriais. Para garantir que tudo é bem pensado e aplicado, um conselho consultivo de Governança foi formado com pessoas da sociedade, que também interferem em projetos focados nos pilares da Educação, Meio-Ambiente e Estímulo à vida saudável. O programa Valorização do Jovem procura a diminuição nos índices de evasão escolar, com os piores alunos escolhidos para serem monitores de turmas mais iniciantes, melhorando a auto-estima e sua percepção sobre estudos e aprendizagem. Já o programa Reciclou-Ganhou é um dos mais antigos, instruindo sobre coleta de resíduos através de escolas e associações de bairro, seleção de materiais por cooperativas e reversão de renda para os catadores. Neste sentido, Marco completa: “estou cada vez mais convencido de que a atuação social de empresas vai ser relevante se feita em rede, em parceria”. O Instituto Wal Mart comprova a tese, cedendo espaço para instalação de estações de reciclagem em lojas com o propósito de ampliar o tipo de insumo coletado.





LIDERANÇA – O desenvolvimento da cultura da sustentabilidade na BASF foi muito bem representado por seu presidente, Rolf-Dieter Acker, que preferiu começar pela mostra da missão da companhia, completamente alinhada com o tema. A proposição trata da valorização da cidadania por meio do comprometimento com comunidades interna e externa à empresa, investindo recursos e conhecimento para o desenvolvimento social, no respeito ao meio-ambiente e aos interesses das pessoas. Ele relata que antigamente a indústria química tinha uma relação bilateral, de business-to-business, entre quem comprava e quem vendia, mas casos de poluição fizeram com que outros agentes fizessem intervenções no cotidiano do negócio e exigissem do setor uma visualização mais ampla de atuação, incluindo proteção climática, biodiversidade, direitos humanos, qualidade de vida, combate à corrupção, numa projeção média de 15 anos além da transação comercial em si.





A empresa instalou seu Comitê de Sustentabilidade Global em 2001, e a partir disto estruturou o conceito e a atuação, com o Guia de Diversidade, reconhecendo a multiplicidade sem deixar de priorizar a competência, e com o Comitê específico da América do Sul, integrado por representantes das unidades de negócio para alinhar esforços de conscientização interna e de execução prática em cada região ou país. Todo o trabalho é permeado pelo que Acker acredita ser o ponto mais fundamental: o exemplo de liderança, norteado por uma “bússola” de formação de líderes sustentáveis com clareza e senso de realidade, entusiasmo e inspiração, desenvolvimento e velocidade e ponto-de-vista estratégico e operacional. Ele explica: “desenvolvimento sustentável é uma cultura. Tem 100 por cento a ver com colaboradores, por isto é um desafio do líder”. O comportamento do dia-a-dia determina o planejamento a médio e longo prazos, precisando estar integrados para ter êxito, sendo ainda um reflexo da atitude individual na casa de cada um. “Estar aberto ao diálogo é o que garante uma empresa de futuro”, finaliza.





COMITÊS – Na estrutura de governança da ABERJE, estão presentes os comitês como fóruns privilegiados de discussão direta entre profissionais das empresas associadas. Vários temas guiam os grupos no extenso calendário da entidade. Entre as áreas abrangidas, estão os comitês de Comunicação Interna, de Memória Empresarial, de Relações Governamentais, de Sustentabilidade e de Desenvolvimento Profissional. Mais detalhes no site.







RP Rodrigo Cogo – Conrerp RS/SC 1509
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)



* este texto foi escrito tendo como fonte também a revista Idéia Socioambiental – http://www.ideiasustentavel.com.br/, distribuída na ocasião aos participantes.






Postado por Juliano Melo.

21 Conselhos para você melhorar seu processo de tomada de decisão.

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Texto retirado da newsletter Você S/A, muito bacana.

Por Fernanda Bottoni

Tomar decisões é o trabalho mais importante de um executivo. Aquele que toma a decisão dequada, no tempo certo, que traz resultados mensuráveis para a empresa é o que ganha visibilidade e, conseqüentemente, assume mais responsabilidades e obtém recompensas financeiras. O inverso é igualmente verdadeiro. Quem toma decisões pouco eficientes não tem méritos, é cobrado, pressionado e, se não tiver capacidade de reverter a situação, pode ser desligado da empresa, afirma Marcelo De Lucca, diretor executivo da Michael Page do Rio de Janeiro, empresa de recrutamento de executivos para média e alta gerência. O aumento da pressão por resultados, a competitividade desenfreada e a imprevisibilidade do cenário mundial são fatores que obrigam o gestor a escolher um curso de ação rapidamente, mesmo sem ter todas as informações à mão. Para auxiliá-los nessa tarefa arriscada de estruturar e tomar uma decisão nesse cenário, reunimos conselhos de especialistas, executivos e headhunters do país e do exterior. Leia e pratique:

1) Questão de tempo

Existe algo mais importante do que tomar a decisão certa. Tomá-la no tempo certo. Essa consideração deve guiar todo o seu processo decisório. Uma boa decisão tardia vale zero, diz Ecléa Hauber, professora de estratégia e teoria das organizações do MBA executivo do Ibmec de São Paulo. O headhunter Luiz Wever, sócio-diretor da Ray & Berndtson, estima que 90% dos quase 60 presidentes de empresa que ele já entrevistou para escrever três livros preferem um profissional que tome decisões relativamente rápidas e acerte 70% das vezes a um que demore demais a decidir e acerte 85%. É preciso tomar decisões cada vez mais rápidas. A pessoa tem de estar técnica e estrategicamente preparada e acreditar naquilo que aprendeu, diz Luiz. Há um alerta, no entanto. Apesar de haver pressão por agilidade, é preciso muito cuidado para não se tornar precipitado. Os dois extremos são ruins, tanto o das pessoas que ficam paralisadas diante de uma decisão complexa quanto o das que tomam decisões impensadas, diz Marcelo Cardoso, presidente do conselho consultivo da DBM Consultoria e vice-presidente de Desenvolvimento Organizacional da Natura.

2) Defina problema e objetivo

Nós tomamos decisões para resolver um problema ou aproveitar uma oportunidade, certo? O primeiro passo, então, para estruturar uma tomada de decisão é definir o problema (ou a oportunidade) e o objetivo que se quer alcançar. A decisão nada mais é do que um caminho para atingir um fim.

3) Reúna alternativas

Para tomar decisões inteligentes, é essencial expandir seu acervo de alternativas. Paul Nutt, autor de Why Decisions Fail (em português, Por que as decisões fracassam), que passou 20 anos estudando mais de 400 decisões tomadas pela alta gerência de empresas, governo e organizações sem fins lucrativos, aponta que uma das principais causas para o fracasso de uma decisão é a pressa para fazer um julgamento. Essa pressa decorre do medo de ser visto como incompetente. Espera-se que as pessoas sejam bem-sucedidas nos negócios, o que se define, com freqüência, em agir de forma rápida, decisiva, diz ele, acreditando que geralmente nós dispomos de muito mais tempo para fazer uma escolha do que reconhecemos. A dica é reunir o maior número de opções que você puder, no limite de tempo que você tem. Quanto mais alternativas tiver, maior a sua confiança de tomar uma boa decisão.

4) Separe o joio do trigo

Para evitar a sobrecarga de informações na hora de tomar uma boa decisão, é preciso identificar o que é relevante e o que pode ser ignorado. Esse processo deve começar por solicitar os dados precisos à pessoa certa. Assim, você poderá obter uma visão mais clara dos riscos e das recompensas em potencial de cada alternativa.

5) Aprenda a interpretar
Como diz Roberto Pina, diretor financeiro da Visa Vale, já que é preciso decidir com agilidade, os executivos devem saber interpretar cada vez melhor as informações que têm (leia mais na reportagem Como ElesDecidem).

6) Defina os papéis

Um passo importante para a eliminação de gargalos na tomada de decisão é estabelecer papéis e responsabilidade claramente. Em linhas gerais, quer dizer definir quem deve reunir dados, fazer recomendações, decidir e promover a execução. Se mais de uma pessoa achar que tem autoridade para tomar uma decisão em particular, isso acabará em queda-de-braço. A situação oposta pode ser igualmente danosa: ninguém é responsável por decisões cruciais e o negócio sofrerá com isso, afirmam Paul Rogers e Marcia Blenko, sócios da Bain & Company, com escritório em São Paulo.

7) Ouça os stakeholders

Saiba o que as pessoas que têm interesse no resultado da decisão ou que serão afetadas por ela pensam. Lembre-se de que você precisará do apoio dos envolvidos para implementar o que for decidido. Esses stakeholders podem ser componentes das equipes da gerência de nível mais alto, líderes dos principais departamentos e especialistas técnicos. Também valem pessoas com experiências relevantes, membros de sindicatos, fornecedores, clientes e competidores.

8) Envolva as pessoas

Por mais que você seja o responsável pela decisão, tente, sempre que possível, envolver esse processo as pessoas que serão afetadas pelo que for decidido. Grande parte da execução dessa escolha dependerá delas.

9) Avalie o que está em jogo

É importante saber qual é a sua tolerância a riscos sem cair na armadilha de não arriscar nada.
Luiz Wever, da Ray & Berndtson, lembra que alguns executivos alcançaram boas posições por tomarem decisões rápidas e criativas, e simplesmente deixaram de arriscar por medo de perder o que já conquistaram. Eles passam a temer a demissão e é exatamente por isso que eles são desligados, diz Luiz Wever.

10) Use números (com moderação)

Muitas decisões dependem de análise matemática. No entanto, lidar com dados pode não ser tão simples quanto parece. Um número não necessariamente diz a verdade. Você pode torturá-lo até que ele confesse o que você quer, alerta Vicente Ferreira, professor do Coppead, o instituto de pós-graduação e pesquisa em administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Para ler o restante: http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0118/aberto/evolucao/mt_275351.shtml

Postado por: Ramon Fernandes

O emprego verde

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Reportagem retirada da news do Instituto Akatu, muito legal.

O chamado “emprego verde” poderá constituir-se num substantivo fator de inclusão de milhares de brasileiros nos benefícios da economia, por meio da dignidade da renda conquistada pelo trabalho.

Por João Guilherme Sabino Ometto*

Com certeza, nenhuma empresa deve exercitar a responsabilidade socioambiental apenas com foco nas imensas possibilidades de publicidade que essa postura oferece no âmbito de uma civilização global cada vez mais preocupada com qualidade de vida, preservação e harmonia social. Contudo, é plenamente ético e pertinente que as organizações privadas com ações concretas no Terceiro Setor procurem conferir-lhes visibilidade pública. Tal atitude é lícita e ainda contribui, como exemplo, para a multiplicação de projetos voltados ao bem comum.

De fato, a crescente assunção da responsabilidade socioambiental pelas empresas não tem impacto apenas nas transformações positivas da sociedade e no marketing. O Terceiro Setor, muito além de contribuir para atender às necessidades que o governo não consegue suprir, desenvolve-se, cada vez mais, como força econômica e atividade geradora de empregos, ampliando o seu papel no sempre bem-vindo processo de inclusão social: uma das principais instituições de pesquisa desse segmento, The Johns Hopkins Center for Civil Society Studies, instituição estadunidense que estuda as organizações sem fins lucrativos, indica que o setor emprega mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

Informações do ano de 2006, referentes a estudo do Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV), em parceria com The Johns Hopkins, apontam crescimento de 71% do setor sem fins lucrativos no Brasil, entre 1995 e 2002. O Estudo “As Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos no Brasil” — assinado pelo IBGE, Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE) e Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (ABONG) — revela que os 276 mil organismos desse segmento empregam 1,5 milhão de assalariados, o equivalente a 5,5% dos funcionários de todas as organizações formalmente registradas no País.

Corroborando os dados relativos a essa contribuição mais abrangente da responsabilidade social, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) acaba de anunciar que políticas de combate ao aquecimento global — uma prioridade do Planeta — estão estimulando a criação de postos de trabalho. Relatório do organismo sobre o tema revela que somente o programa de etanol, no Brasil, gerou 500 mil novos empregos. Nos Estados Unidos, apenas no ano de 2005, foram contratadas cinco milhões de pessoas para vagas abertas em atividades ligadas ao meio ambiente. O número é dez vezes maior do que o da indústria farmacêutica.

Os números evidenciam que a equação da sobrevivência e da sustentabilidade, no prioritário enfrentamento das mudanças climáticas, exige investimentos em preservação e recuperação de ecossistemas, redução da emissão dos gases do Efeito Estufa e em capital humano. O Brasil é um dos principais agentes desse processo, considerando seu imenso potencial para a produção de energia limpa e renovável e sua responsabilidade sobre ativos intangíveis de seu território — e da humanidade! —, como as superlativas biodiversidade e reserva hídrica.

O programa do etanol e toda a tecnologia a ele agregada, inclusive a da indústria automotiva, demonstram o potencial do País como protagonista da redenção ambiental do Planeta. Assim como as empresas não devem ser socialmente corretas apenas como estratégia de marketing, o Brasil não precisa ter o ganho econômico como meta única dessa ação de elevado interesse mundial. Entretanto, é lícito e justo que usufrua desse estratégico diferencial competitivo para alavancar seu desenvolvimento, explorando comercialmente o que a natureza exuberante e o talento de seu povo proporcionam à presente civilização. Nesse sentido, o chamado “emprego verde”, sem dúvida, poderá constituir-se num substantivo fator de inclusão de milhares de brasileiros nos benefícios da economia, por meio da dignidade da renda conquistada pelo trabalho.

(*) João Guilherme Sabino Ometto é engenheiro e vice-presidente da FIESP

Artigo originalmente publicado na revista ECO21

Postado por: Ramon Fernandes

IGS – INSTITUTO DE GOVERNANÇA SOCIAL – REALIZA SEGUNDA ETAPA DO FÓRUM DE ESTUDOS DE GOVERNANÇA SOCIAL E AMPLIA NOVOS CANAIS DE PARTICIPAÇÃO

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O Instituto de Governança Social realiza no próximo dia 14 de Abril, segunda-feira, mais uma rodada do Fórum de Estudos de Governança Social de Minas Gerais, onde recebe a Dra. Ruth Cardoso, a Secretária Estadual Sra. Elbe Brandão, especialistas em gestão do setor público e privado, do terceiro setor, além de grandes empresários.



O Fórum de Estudos de Governança Social é um conjunto de seminários, constituídos por palestras, seguida de amplo debate sobre Governança Social e suas diversas frentes de atuação.
Por meio dessa ação pioneira o IGS, Instituto de Governança Social, pretende estender democraticamente discussões e debates entre acadêmicos, representantes da sociedade civil, organizações do terceiro setor, conselhos estaduais e setor público, e tem como principal objetivo contribuir para a formação de um consenso sobre a governança social, aprimorando os conhecimentos de gestão e de controle social existente na sociedade.



A realização do Fórum de Estudos de Governança Social acontece durante o ano de 2008 e conta com a participação de personalidades que buscam desenvolver ações na área social e terceiro setor, como: Professor Antonio Augusto Anastasia, vice-governador de Minas Gerais; Dagmar Garroux, Fundadora da Casa do Zezinho; Raí, ex-jogador de futebol e Instituidor da Fundação Gol de Letra; Wellington Nogueira do Doutores da Alegria, Organização que visa levar alegria a crianças, pais e profissionais de saúde; entre outros.



No próximo dia 14 de abril, segunda-feira, o IGS, Instituto de Governança Social, promove durante o Fórum de Estudos de Governança Social, uma discussão que conta com a participação de Dra. Ruth Cardoso, Doutora em Antropologia e Diretora da Comunitas - Organização não governamental; e Elbe Brandão, Secretária de Estado Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales de Jequitinhonha, Mucuri e do Norte de Minas, que poderá ser conferido, por meio de videoconferência, transmitida para várias regiões do Estado de Minas Gerais.



Durante o Fórum de Estudos de Governança Social, Dra. Ruth Cardoso discute o tema “Capacitação Solidária” e os diversos instrumentos desse segmento.



O Fórum de Estudos de Governança Social soma mais uma etapa de todos os programas que o IGS tem realizado e que permite fortalecer e valorizar a Governança Social, que é a participação da sociedade civil na formulação, monitoramento e avaliação das políticas públicas, através dos canais de participação social instituídos nos Estados, como os Conselhos de Políticas Públicas, que são os canais institucionalmente estabelecidos pela Constituição Brasileira e outras Leis.
A execução de políticas públicas pela sociedade civil organizada também faz parte da Governança Social, pois, através dos convênios e termos de parceria para a realização das atividades e prestação de serviços às comunidades, Estado e Entidade do 3o setor entram em acordo sobre resultados, metas e recursos a serem aplicados nas atividades.


Nesse contexto que está inserido o objetivo e a finalidade das ações do IGS, a expectativa sobre a realização do Fórum de Estudos de Governança Social visa ampliar os conhecimentos e o poder de discussão dos conselhos e multiplicá-los.


“A realização do Fórum de Estudos de Governança Social é mais uma ação que visa ampliar e otimizar o trabalho realizado em parceria com o Governo de Minas Gerais. Nessa segunda etapa temos como desafio conseguirmos uma maior participação dos Conselhos Estaduais de Políticas Públicas e sermos demandados por eles, de modo a que realmente possamos oferecer-lhes o suporte para a sua ação e assim fomentar o controle social”, explica o Diretor Executivo do IGS, Flávio Alcoforado.


O Fórum de Governança Social, acontece no dia 14 de abril, segunda-feira, a partir das 14h00, no Auditório da Fundação João Pinheiro e tem como público alvo gestores das organizações do terceiro setor, membros de conselhos de políticas públicas, gestores do setor público, administradores e corpo docente das instituições de ensino superior.


Com o objetivo de facilitar o acesso à informação o Fórum será transmitido, através de videoconferência realizada pela Secretaria de Ciência e Tecnologia do Governo de Minas Gerais, para os municípios: Alfenas, Andradas, Brumadinho, Buenópolis, Campina Verde, Capelinha, Cláudio, Curvelo, Diamantina, Formiga, Frutal, Governador Valadares, Itabira, Itajubá, Itamonte, Itanhandú, Ituiutaba, Jaíba, Janaúba, Jequitinhonha, Lavras, Machado, Manhumirim, Mariana, Minas Novas, Montalvânia, Monte Azul, Monte Carmelo, Monte Santo de Minas, Nanuque, Nova Lima, Ouro Fino, Papagaio, Pedra Azul, Pirapora, Ponte Nova, Porteirinha, Pouso Alegre, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Rita do Sapucaí, Santana do Paraíso, São João Del Rei, Sete Lagoas, Taiobeiras, Três Corações, Três Pontas, Ubá, Uberaba, Vespasiano e Viçosa.


A transmissão, por meio da videoconferência, é projetada com o apoio dos CVT – Centros Vocacionais Tecnológicos, que são unidades do Projeto Estruturador da Rede de Formação Profissional Orientada pelo Mercado, coordenado pela Secretaria e sob a gestão da Subsecretaria de Inovação e Inclusão Digital.


Os Centros de treinamento são voltados para a qualificação e profissionalização do cidadão. Seu objetivo principal é a inclusão social, capacitando e preparando, gratuitamente, a comunidade para o mercado de trabalho; considerando o potencial e as demandas da Região.
O evento é gratuito e os participantes podem fazer a inscrição pelo site http://www.projetoigs.org.br/ ou pelo telefone 31 2535-0028 .



PARTICIPANTES
Dra. Ruth Corrêa Leite Cardoso, Doutora em Antropologia e Diretora da Comunitas, Organização não Governamental, promotora de parcerias entre sociedade civil, universidades e empresas, visando otimizar os recursos empregados no combate à pobreza e à exclusão social. É também ex-presidente do Conselho da Comunidade Solidária. Doutora em Antropologia, foi professora de Antropologia e Ciência Política na Universidade de São Paulo e pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) em São Paulo. Lecionou em universidade no Chile, Estados Unidos, França e Reino Unido. É autora de vários livros e artigos sobre cidadania, participação pública, política, movimentos sociais, juventude e comunicação de massa.


Elbe Brandão, Secretaria de Estado Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas.


Flávio Alcoforado, Diretor Executivo do CEMAIS, é Mestre em Administração pela FGV/EBAPE, Especialista em Gestão Empresarial pela PUC-Rio, Advogado, atuou como consultor junto aos Governos de Minas Gerais, São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Espírito Santo para o desenvolvimento de modelos de contratualização de resultados entre Estado e Terceiro Setor. No terceiro setor atuou como consultor em gestão organizacional das seguintes entidades: Paço das Artes/SP, MCB - Museu da Casa Brasileira/SP, Associação Amigos das Oficinas Culturais/SP, Associação Amigos do Projeto Guri/SP, Centro Dragão do Mar/CE.



INSTITUTO DE GOVERNANÇA SOCIAL




O IGS é um projeto realizado pelo Governo do Estado de Minas Gerais, através da Secretaria de Planejamento e Gestão, em parceria com a OSCIP CEMAIS – Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais, apoiada pelo CAOTS – Centro de Apoio Operacional ao Terceiro Setor do Ministério Público de MG. Lançado no dia 04 de Dezembro de 2007 tem como principais objetivos promover a efetiva participação dos representantes do governo, OSCIPs e empresas privadas nos fóruns de discussão relacionados à formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas no Estado de Minas, para a realização do controle social, além de possibilitar que as Associações e Fundações que tenham celebrado termos de parceria ou convênios com o Estado pautem-se por uma gestão profissionalizada para que alcancem resultados de forma econômica e eficiente.
Além disso, tem como atribuição o fortalecimento dos Conselhos de Políticas Públicas através do fomento de discussões sobre temas relevantes e oferecimento de palestras e oficinas com temáticas relacionadas à gestão pública e governança social.
Desde o seu lançamento o IGS promove ações que buscam resultados de médio e longo prazo, que envolve o desenvolvimento da governança social e de ações destinadas ao terceiro setor em todos os seus campos de atuação, tais como: Ciclo de Fomento, Programa de Fortalecimento do Terceiro Setor, Fórum de Estudos de Governança Social, entre outros.



FÓRUM DE ESTUDOS DE GOVERNANÇA SOCIAL
Palestrantes: Dra. Ruth Cardoso, Doutora em Antropologia e Diretora da Comunitas - Organização não governamental; e

Elbe Brandão, Secretária Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales de Jequitinhonha, Mucuri e do Norte de Minas.
Assunto-tema: Governança Social
DIA 14/04 (Segunda-Feira), 14:00hs às 18:00 hs


LOCAL: Auditório da Fundação João Pinheiro
Rua dos Otoni, 633 - Santa Efigenia – Belo Horizonte - Minas Gerais
Tel.:31 3238-1300
Capacidade: 210 pessoas


As inscrições podem ser feitas pelo telefone (31) 2535-0028 ou pelo email forumdeestudos@cemais.org.br Vagas Limitadas.



INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:

Marra Assessoria de Comunicação Ltda

Fone : (11) 3258-4780
Paulo Marra e Antoniella Silva
marra@paulomarra.com.br e silva@paulomarra.com.br
Site: http://www.paulomarra.com.br/



Antoniella Silva
Marra Assessoria
Tel.: + 55 11 3258-4780
Cel.: + 55 11 9364-6180
São Paulo - SP
Brasil




Texto enviado pela Marra Assessoria de Comunicação.




Postado por Juliano Melo.

O Boticário, Sadia e Tramontina são eleitas marcas de prestígio e reputação por consumidores

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O Boticário, Sadia e Tramontina são as marcas de maior prestígio e reputação no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, respectivamente. Homens e mulheres das classes A, B e C que moram na capital e no interior dos três estados avaliaram a qualidade de produtos e serviços das marcas, admiração e confiança, responsabilidade social e ambiental, capacidade de inovação, história e evolução das empresas.

Seis mil consumidores foram entrevistados por um estudo pioneiro conduzido pela Troiano Consultoria de Marca em parceria com a Revista Amanhã. Entraram na votação as 30 maiores empresas de cada um dos estados de acordo com um estudo da PriceWaterhouseCoopers.

As marcas brasileiras, principalmente O Boticário em Curitiba, disputaram a admiração com grupos multinacionais como Renault, HSBC e Kraft. “Ficar em primeiro lugar competindo com estas companhias significa que há um trabalho de branding consistente e que está sendo reconhecido pelo consumidor”, explica Levi Carneiro, Diretor da Unidade de Reputação Corporativa da Troiano.


Números além dos números
A principal diferença entre outras pesquisas relativas à marca e o estudo que mede o Índice de Prestígio da Marca Corporativa – IPMC – é que são avaliados atributos tangíveis das empresas, como a qualidade de seus produtos e serviços. Este quesito foi o de maior importância para os entrevistados. Em todos os estados, foi responsável por mais de 23% do resultado final.

O segundo driver que mais influenciou no resultado foi a admiração e confiança na marca, responsável por pouco mais de 20% no levantamento geral, seguido de responsabilidade social e ambiental, capacidade de inovação e história e evolução. “De uma maneira geral, todos os critérios ficaram equilibrados, de modo que uma empresa que tenha tido destaque em uma avaliação não ficou em primeiro lugar em âmbito geral. O consumidor está de olho em tudo”, aponta Levi Carneiro(foto) em entrevista ao Mundo do Marketing.

A principal leitura a ser feita pelas empresas que tiveram suas marcas julgadas é a avaliação de sua estratégia de negócios. Segundo a Troiano, a marca da empresa e a sua reputação assumem cada vez mais um papel capital dentro de uma nova realidade de um mercado mais competitivo e mais informado. “A marca corporativa passa a ser uma espécie de chancela, de aval, de garantia para quem quer ter a certeza da boa procedência do que compra e evitar os simulacros e as imitações”, afirma o estudo.


“Esses resultados mostram se está havendo um equilíbrio entre aquilo que a empresa está promovendo, o que ela está realizando e o reconhecimento público deste trabalho. Uma empresa pode estar fazendo um excelente trabalho de responsabilidade social, mas se isso ainda não aparece da maneira como elas gostariam, não está dando conhecimento público a isso”, aponta Levi Carneiro.




postado por: Robson

Uma dica de Blog...

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Pessoal, segue uma dica de blog. Abraços!!!






Com o intuito ampliar a permanência de turistas, sobretudo norte-americanos e latino-americanos, que vem a cidade de São Paulo a negócios, a MPM Propaganda desenvolveu a campanha: "São Paulo, Todas as Cidades do Mundo", conceito que visa promover as riquezas e diversidades culturais da cidade para mostrar que além de concentrar o centro financeiro e econômico do país, a metrópole vem sendo reconhecida também como capital da cultura, da moda, do entretenimento e do conhecimento na América Latina.A campanha que se iniciou no último dia 3, divulgando na mídia televisiva o filme de 1 minuto, dirigido por Ricardo Van Steen, da Movi&Art, nos canais de TV paga CNN Internacional, CNN Espanhol, TNT, Sony e The History Channel irá até o dia 30 de junho com mais de 1 mil inserções. Na campanha de mídia impressa, segue o texto: "Gastronomia. Negócios. Lazer. Compras. Cultura. São Paulo tem tudo que você imagina. E mais um pouco" divulgando a diversidade étnica, gastronômica e cultural de São Paulo.Depois de conferir a campanha, nos dê a sua opinião!





POR LILIAN HITOMI
Postado por Juliano Melo.

Prêmio USP de Comunicação Corporativa 2008

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A Escola de Comunicações e Artes coloca a disposição dos interessados o Regulamento do Prêmio USP de Comunicação Corporativa 2008. Ele já pode ser acessado pelo site do Prêmio.
O Prêmio USP de Comunicação Corporativa é uma iniciativa da ECA/USP que objetiva valorizar a comunicação nas organizações brasileiras, buscando, sempre, a inovação e os bons resultados. A ECA, ao instituir o Prêmio, procurou os instrumentos mais precisos e isentos de avaliação dos inscritos. E faz isso com o rigor habitual de uma instituição de ensino e pesquisa como é a USP.
Para tanto, a premiação procura destacar os profissionais que atuam nas empresas, bem como reconhecer os melhores trabalhos desenvolvidos por eles para dialogar com os seus públicos. Neste ano há ainda uma nova categoria – Pesquisa Científica – que destacará a produção de pesquisadores na área da Comunicação Organizacional.

As duas outras categorias são: Trajetória Profissional e Campanha de Comunicação. As inscrições da categoria Campanha podem ser feitas entre 23 de junho e 25 de julho de 2008. Esta categoria premia a campanha mais relevante desenvolvida por empresa e/ou agência nos últimos meses que, a partir de planejamento e execução de ações de comunicação, obteve como resultado final mudanças de atitude e comportamento dos públicos envolvidos.
Acesse o site: www.eca.usp.br/premio

Informações:

Laboratório Integrado de Marketing e Cultura (LIMC)
Tel.: 3091-4314
limc.eca@usp.br




Nota enviada por:

Carla Birche Hecht - LAC ECA/

Telefones: (11) 3091-1646





Postado por Juliano Melo.

Avaya anuncia solução de presença

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Por Érika Ramos



Já pensou em localizar um amigo ou um especialista da empresa em que trabalha no momento exato que você necessite falar com ele para tirar uma dúvida, atender melhor um cliente, tomar decisões ou passar informações urgentes? E que, além de conseguir fazer isso por e-mail, celular, mensagem ou videoconferência usando apenas o computador, ainda consiga saber o motivo pelo qual ele, eventualmente, não possa lhe atender? Essa é proposta do Intelligent Presence, solução lançada hoje pela Avaya que coleta e integra as informações de presença a partir de múltiplos dispositivos para oferecer uma visão mais completa da disponibilidade dos usuários do sistema, que pode ser compartilhada tanto para aplicações pessoais quanto corporativas. “O conceito de presença é um dos componentes da comunicação unificada que tem por objetivo integrar todos os canais, como ramal, celular, câmera, voz, vídeo, computador. A idéia é que quando o usuário ligue o computador esse sistema de presença fique automaticamente conectado”, explica Gisele Boni, gerente de marketing e soluções da Avaya CALA (Caribe e América Latina). Segundo ela, o servidor de presença inclui telefonia, desktop e a integração entre o software da Avaya e de outros dispositivos de empresas como Microsoft, IBM e outras. O foco é atender as necessidades de comunicação dos funcionários remotos, agentes que trabalham casa, profissionais móveis de empresas de grande ou pequeno porte, da integração entre filiais, lojas de varejo e filiais de agências bancárias. Além das facilidades de uso da ferramenta, a unificação dos dispositivos permite administrar presença entre os diferentes canais. Por exemplo: um funcionário pode filtrar quem pode contatá-lo e de que forma. Para informações mais sofisticadas de presença a empresa integra a aplicação ao Avaya one-X Portal.A facilidade e a rapidez do aplicativo possibilitam a algumas empresas, como as de telecomunicações, resultados ainda mais efetivos na utilização. “É ideal para o ambiente de contact centers e de processos integrados, pois hoje já é possível integrar SAP e sistema de CRM a um sistema de comunicação”, comenta Gisele. “Em contact center as empresas buscam evitar aquela situação de protocolo que precisa de vários contatos para resolver um problema”. Segundo ela, as aplicações de comunicação baseadas em presença possibilitarão um serviço mais rápido de atendimento ao consumidor e processos mais eficientes, reunindo pessoas e recursos de forma mais real. Solução IP tem nova versãoNo campo de Telefonia IP, a mais recente versão do Avaya Communication Manager 5.0 possibilita o ganho de funções de telefonia utilizando o SIP de forma completa e com custo acessível. O novo roteamento alternativo do tronco SIP – recurso chave para a redistribuição de voz, vídeo e dados quando a rede está congestionada – também está disponível. Segundo Cléber Morais, presidente da Avaya Brasil, as inovações visam atender a forte expansão do mercado de contact center. “A migração de sistemas tradicionais híbridos para IP está aumentando porque as pequenas e médias empresas apresentam um potencial muito grande de crescimento”, comenta. Em outros setores, a empresa se concentra na estratégia de segmentação da área de software e serviços para atender outros setores além dos clientes de telecomunicações, como o mercado finaceiro, por exemplo.
Postado por Juliano Melo.

Ministro português diz que acordo ortográfico ajudará a expandir idioma

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Ele afirma que novas regras não destruíram a criatividade e a liberdade de escrita.Portugal quer transição de seis anos para implantar novas normas.


O ministro de Cultura português, José Antonio Pinto Ribeiro, afirmou nesta quarta-feira (19) que o acordo ortográfico de 1991, ratificado pelo Brasil e aprovado no dia 6 pelo Governo de Lisboa, é uma "necessidade para a expansão da língua portuguesa".

O tratado ortográfico, ratificado pelos Governos de Brasil, Cabo Verde e Portugal, unificará a ortografia do idioma utilizado em oito países do mundo, que totalizam mais de 200 milhões de habitantes.

Em sua participação na comissão parlamentar dedicada à cultura, Pinto Ribeiro se defendeu das críticas e afirmou que as últimas reformas ortográficas da língua portuguesa "não destruíram a criatividade e a liberdade de escrita".

"Há um conjunto de necessidades políticas e econômicas com o objetivo de expandir internacionalmente o português como identidade e marca econômica", disse o ministro.

Pinto Ribeiro destacou que, após a entrada em vigor deste acordo, para cuja aplicação o governo estabeleceu um período de transição de seis anos, não será necessário "traduzir" para o português livros de autores brasileiros e vice-versa.

A decisão do governo terá que ser submetida à ratificação do Parlamento e do presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
Nesta notícia destaco a frase do ministro em que frisa que as necessidades da unificação são puramente políticas e econômicas. E as necessidades sociais? E a necessidade de aproximar países que fizeram histórias juntos?
Postado por Juliano Melo.