Archive for Abril 2009

Livro traça perfil ideal do assessor de imprensa

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O assessor de imprensa ideal deve funcionar como uma extensão da redação, atendendo o jornalista sempre que este precisar. Para tanto, ele precisa conhecer o dia-a-dia dos veículos e saber, por exemplo, qual o melhor dia e horário para enviar uma sugestão de pauta. O assessor deve também passar as informações completas e corretas, pois o jornalista não tem muito tempo para checá-las. E por fim: não deve enviar jabás aos colegas de redação, não deve insistir na publicação de notícias e não deve recorrer à malandragem, ou seja, mentir para conseguir um espaço no jornal.

Essas são as principais conclusões do livro Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia (Clube de Autores, 157 páginas, R$ 30,35), de Rodrigo Capella.

Coordenado pela professora-doutora Marli dos Santos, o livro, que é resultado de uma tese homônima que o jornalista apresentou na PUC-SP em sua pós-graduação, traz um estudo, embasado em pesquisas e entrevistas com relações públicas, jornalistas, assessores de imprensa e estudiosos de comunicação, tais como Bernardo Kucinski, Inácio Araújo, Lauro Jardim, Luiz Zanin Oricchio, Manoel Carlos Chaparro, Nelson Blecher e Paulo Nassar, entre outros.

“Ainda continua atual a discussão que esta importante obra do Rodrigo Capella propõe: os limites no relacionamento entre assessores de imprensa e jornalistas. O autor aborda a fundo o tema: pesquisou a literatura disponível e foi a campo. Munido de gravador e muitas perguntas, ele travou contatos com experientes colegas de redação e de assessorias de imprensa, além de estudiosos sobre o assunto, para investigar até quando o trabalho de um pode ajudar no de outro, sem ultrapassar os limites éticos”, assinala Marli dos Santos, “Neste livro, o autor revela, por exemplo, que algumas barreiras foram superadas, mas ainda há um bom caminho a percorrer, com a profissionalização e o respeito entre colegas. A contribuição de Assessor de imprensa: fonte qualificada para uma boa notícia é justamente mostrar que jornalistas de redação e de assessoria devem transpor a barreira do balcão e caminhar lado a lado em favor da notícia e do interesse da sociedade”, finaliza Marli.

Sobre o autor:
Rodrigo Capella é assessor de imprensa e escritor. Formado em jornalismo pela Umesp, Capella é pós-graduado em comunicação jornalística, com ênfase em jornalismo institucional, pela PUC-SP. Trabalha com Assessoria de Imprensa desde 2002 e tem experiência em ambiente corporativo (Ilumine Brasil e pharmexx Brasil), agência de publicidade (F/Meconi Comunicação) e entidade classista (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo). Atualmente, é assessor de imprensa da FirstCom Comunicação, onde atende, principalmente, clientes especializados em tecnologia. E-mail: contato@rodrigocapella.com.br


Ficha Técnica:
Título: Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia
Autor: Rodrigo Capella
Editora: Clube de Autores
Número de páginas: 157
Preço: R$ 30,35 Peso: 523 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4x0, laminação fosca ou brilho.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1x1, cadernos fresados e colados. Formato: Médio (140x210mm), brochura sem orelhas.


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60% dos internautas desistem do Twitter após um mês no site, diz estudo

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Segundo Nielsen Online, índice de retenção fica em 40%. Para especialista, número de novos usuários não compensará os perdidos.




As pessoas que usam o serviço de microblog Twitter hoje podem desistir do serviço amanhã, de acordo com dados que questionam o sucesso a longo prazo da mais recente sensação das redes sociais.

Dados da Nielsen Online, que mede o tráfego da internet, constataram que mais de 60% dos usuários do Twitter deixaram de usar o site gratuito um mês depois de aderirem.

"O índice de retenção de audiência do Twitter, ou a porcentagem dos usuários em um determinado mês que continuam a usar o site no mês seguinte, é atualmente da ordem de cerca de 40%", informou David Martin, vice-presidente de pesquisa primária da Nielsen Online, em comunicado."Pela maior parte dos 12 meses passados o Twitter manteve índice de retenção da ordem de 30%", acrescentou.
Sucesso
O Twitter foi criado três anos atrás como um serviço de internet que permite que as pessoas acompanhem mensagens de no máximo 140 caracteres, ou "tweets", de amigos ou celebridades, que podem ser lidos em computadores ou em aparelhos portáteis, como telefones celulares.

Mas o serviço vem desfrutando de um surto recente de popularidade devido à adesão de celebridades como o ator Ashton Kutcher e a apresentadora de televisão Oprah Winfrey, que o elogiaram publicamente e enviam "tweets" para alertar os leitores sobre notícias urgentes ou informá-los quanto às atividades mais mundanas dos remetentes.

O presidente norte-americano, Barack Obama, usou o Twitter durante a campanha eleitoral do ano passado, e outras celebridades no Twitter incluem o astro do basquete Shaquille O'Neal e as cantoras Britney Spears e Miley Cyrus.

O Twitter é uma empresa de capital fechado e não revela seu número de usuários, mas de acordo com a Nielsen Online recebeu mais de 7 milhões de visitantes em fevereiro deste ano, ante 475 mil em fevereiro do ano passado. No entanto, Martin diz que um índice de retenção de 40% limitaria o crescimento do site a um alcance de 10%, no longo prazo.

"Simplesmente não existem usuários novos suficientes para compensar os perdidos, depois de um certo ponto", afirmou ele.
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Aprendendo a entregar o melhor da vida

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Eu ouço e esqueço. Eu vejo e lembro. Eu faço e aprendo. A máxima de Confúcio parece bastante adequada ao enfoque de ação do marketing de experiência. Esta foi a constatação de conferência sobre o tema organizada pela International Business Communications/IBC, integrante do Informa Group, nos dias 14 e 15 de abril de 2009 em São Paulo/SP. Afinal, numa época de tantas ofertas de conteúdo, a memorização é um ativo importante.




A economia gira em torno de ciclos de expansão e retração, e cada virada traz muitas oportunidades de lançamento e redirecionamento. Afirmando que esta é a dinâmica do capitalismo, o diretor de Experiência da empresa O Melhor da Vida, Jorge Nahas, acredita que o mercado hoje vive um momento especial. A economia da experiência é o afastamento da massificação, uma era de alta customização e geração de diferenciais. Ao mesmo tempo, vê-se os consumidores desejando expressar valores por meio do consumo, e por isto as marcas podem participar da vida de forma integrada, interessante e emocionante. Para ele, é um período de aquisição de novos hábitos, com as pessoas querendo sair da rotina e demandando entretenimento. “É a marca que pode proporcionar este break-time”, aposta.




A seleção das ofertas de uma marca parte da escolha do público-alvo e sua concatenação com a cultura e o DNA da organização. A partir disto, identificam-se os atributos de valor mais apreciados e representativos do estilo de vida do grupo selecionado, alinhando todos os setores internos para dar sustentação às promessas e aos tipos e estágio de participação e experiência como elementos de competitividade. É uma interrelação entre postura (ativo e passivo) e intensidade (absorção e imersão). A empresa de Nahas criou então 12 universos de experiência (VIP, speed, gourmet, natural e outros), onde as aspirações das pessoas tornam-se realidade, aplicáveis em diferentes demandas: incentivo, soluções para eventos, promoção, brindes, comunicação e marketing e fidelização. Um exemplo de abordagem promocional foi a ação “Sonho Mágico” da Kopenhagen, com prêmios como gravidade zero; já o foco de sensações no PDV é a tônica do Samsung Experience. Segundo o executivo, trata-se sempre de uma dosagem de emoção, e a potencialização dos sentimentos vem da multisensorialidade, e portanto articular todos os sentidos é outra força de interesse e repercussão.




Já foram catalogadas 2.500 experiências distintas, e viabilizaram mais de 150 mil situações memoráveis, como corrida de Ferrari contra Porsche na Inglaterra, partida de golfe no Campo dos Sonhos na Escócia, pilotagem de MIG na Rússia, batismo de mergulho em Fernando de Noronha, vôo espacial, passeio de balão na França com hospedagem no Castelo de Napoleão, e toda uma série de atividades esportivas que estimulam o espírito de união, desenvolvem lideranças e apuram o senso de agir sobre pressão. Ele exemplificou com diversos projetos próprios, como a imersão cultural do Ibmec em homenagem aos japoneses, a Copa África de Hipismo para clientes da agência, clínica de gastronomia para o fabricante de tecnologia D-Link – onde até a entrega de convites era personalizada, através de “moto-chefs” caracterizados. “A chave é unir prazer e negócios. O cliente passa a ser seu. O melhor da vida acontece quando encontramos quem sabe fazer de pequenos instantes grandes momentos”, finaliza.




Sílvio Sato, gerente da Divisão de Estratégia de Comunicação e Branding da Vivo, mostrou a campanha “Redes”, que busca exemplificar o conceito através da valorização do tema sustentabilidade, com o engajamento dos clientes na gravação de imagens e envio de fotos concatenadas em poses seqüenciais para posterior edição num comercial convencional. A última versão traz uma mostra do trabalho em grupo (família e amigos) para oferecer uma experiência memorável à namorada, alçada num balão. A mensagem principal é inspirar as pessoas para que estejam cada vez mais conectadas e se beneficiem com suas próprias conexões. Daniel Freixo, gerente de Projetos Especiais da ESPN do Brasil, falou do X Games Brasil 2008, maior evento de esportes radicais do país, com mais de 40 edições em oito países durante seus 14 anos de existência. São 500 atletas reunidos para skate, patins, moto, bike, rally, surf, com vários shows e espaços temáticos, brinquedos, games interativos, realizado no Sambódromo do Anhembi em São Paulo/SP, onde foram reunidas 43 mil pessoas ao vivo. Foram 12 marcas patrocinadoras envolvidas, como Oi, Guaraná Antárctica, Abril, Honda, Parmalat e Terra. A ação gerou 872 reportagens em 17 estados, e deu origem a mais de mil comunidades no Orkut e a 1 milhão de views em vídeos postados no YouTube pela platéia. Eles articularam ações diferenciadas para as marcas, como estacionamento VIP para motoristas de motos Honda, sobrevôo do evento em balão da Oi, contrato de rádio oficial para a Mix 106 e site oficial para o Terra.




TRANSCENDÊNCIA – Para Denise Thomazotti, gerente de Comunicação da DHL Express Brasil, a experiência significa envolver o cliente em uma estrutura transcendente à prestação do serviço em si, mas contectado a ela, ou então utilizando alguns eventos para dar prestígio a seus públicos, como no caso da Fórmula 1 onde atua na logística. Outro enfoque é congregar sua cadeia de fornecedores ou clientes em campanhas de marketing de incentivo que premiam com algum tipo de experienciação. Em vários casos, o fator velocidade é o item mais trabalhado, para justamente associar à pontualidade de entrega como trunfo do negócio. Denise destacou que este enfoque é estendido aos funcionários, que têm a oportunidade de vivenciar os mesmos espaços e sensações de outros públicos estratégicos. A empresa lançou há pouco tempo o Transport, um jogo de tabuleiro sobre logística fabricado pela Estrela, para ensinar o universo do trabalho através da brincadeira realizada em grupo, com uso do raciocínio de transporte e entrega segura de encomendas.




Já Marcelo Suárez, diretor de Marca do Carrefour, apresentou o projeto CUCA – Consumidores Unidos Carrefour, trazendo o conceito de união e compra inteligente não baseada só no preço, num clube de prestígio. A idéia é colocar o consumidor como protagonista, demonstrando proximidade e transparência de gestão – ouvir, aprender e evoluir juntos. Há o recrutamento de grupo de clientes pelo SAC e nas lojas, priorizando pessoas mais críticas e propositivas, para estrelar uma campanha publicitária e personificar esta vigilância sobre as ofertas da empresa e construir coletivamente os argumentos. Foram criados os “10 Mandamentos do CUCA”, iniciados por verbos de ação: controle, compare, confira e outros, num ensinamento divulgado por ampla estratégia comunicacional. Um blog busca centralizar a perspectiva de trabalho de estímulo permanente à manifestação do cliente para melhoria do processo, criando uma atmosfera de respeito e de comprometimento. Nos três primeiros meses de funcionamento, foram 245 mil contatos no SAC, 223 mil visitantes no blog e 2,4 milhões de visitas no portal, afora 1.350 clientes pesquisados qualitativamente a partir de 150 lojas. Segundo o executivo, esta aproximação tem gerado uma série de alterações em processos e produtos da empresa como criação da linha Viver, oferta de sacolas retornáveis, desenvolvimento de iniciativas sustentáveis (ambientais e sociais), agregações de valor pela garantia de origem dos produtos comercializados, projeto Vendedor Eletro e disponibilização de televisores com programação de entretenimento. “Toda a questão é ter relevância no cotidiano do consumidor”, resume.




Com 25 mil pontos-de-venda e fabricante dos “top six” de brinquedos mais vendidos no Brasil, a Mattel esteve representada na conferência pelo diretor de Marketing Raul Miranda. Ele enfatiza a experiência através do PDV, muito embora admita que a experiência de compra positiva começa por um relacionamento prévio e intenso do fabricante com o varejista, criando uma atmosfera positiva e engajada no encantamento do cliente. O setor é mais complexo porque as ações comunicativas sofrem longo encadeamento a partir do vendedor da indústria, do comprador do comércio, dos vendedores das lojas, dos compradores intermediários (pais, familiares) até chegar ao consumidor infantil propriamente dito, afora que este grupo final apresenta perfis bem diversos dependendo do produto. A internet, neste caso, representa um grande desafio porque é a desintermediação total da fábrica ao usuário, numa nova aprendizagem.



Miranda mostrou vários recursos de ambientação e displays para melhorar a sensação de estar nas lojas e fazer da brincadeira um instante familiar e socializante, sob modelo dos 4 I’s – informação, inovação, impacto e investimento. Também ilustrou os projetos Casa da Barbie, estrutura itinerante num caminhão que percorreu já 16 cidades e atraiu mais de 45 mil crianças, e Museu Encantado da Barbie em andamento no Shopping Cidade Jardim em São Paulo/SP, que já contou com 25 mil visitantes em apenas um mês da abertura, demonstrando demanda para este tipo de proposta.






RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674 Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

Publicidade utiliza elementos naturais como novas mídias

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Postado em Empresa Sustentável em 23/04/2009 às 17h45

por Redação EcoD

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As campanhas da CURB utilizam apenas elementos naturais, como grama e pedras, para divulgar as marcas dos clientes/Fotos: Divulgação

Consegue imaginar uma campanha publicitária que utilize água, areia e grama como principais ferramentas para a divulgação da uma marca? Pois muitas empresas já caíram no gosto dos serviços oferecidos pela CURB. A agência britânica utiliza elementos naturais para unir publicidade e respeito ao meio ambiente.

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Uma lupa é tudo o que os artistas precisam para criar imagens na madeira queimada.

A inovação fica por conta do uso de mídias inusitadas, como carimbos na neve, madeira queimada pelo sol e asfalto “marcado” com jatos de água. Com um portfólio que inclui trabalho para grandes marcas como Budweiser, Kia, Nike e Puma, a agência mostra como criar uma ação publicitária que cause impacto somente sobre os clientes.

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Carimbos gigantes marcam a neve pelas ruas britânicas.

Quanto a isso, eles garantem que as campanhas “ecológicas” não deixam nada a desejar em relação às tradicionais. “Nossa preocupação é criar mídias não apenas sustentáveis, mas que também gerem retorno substancial ao investimento feito pelo nosso cliente”, afirmam.

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Uma escultura na areia substitui outdoors gigantes.

Ao unir arte, natureza e publicidade, a empresa cria um novo tipo de mídia ecológica e vai fundo no conceito da sustentabilidade. “Nós simplesmente amamos fazer coisas bacanas com a natureza”, explicam.

E ainda que carregada de boas intenções, a maioria das publicidades acaba gerando grandes problemas para o meio ambiente. Mesmo as campanhas que utilizam materiais reciclados, tintas ecológicas ou que neutralizam suas emissões de carbono acabam gerando toneladas de resíduos, gastam energia e consomem outros tantos quilos de matérias primas.

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O efeito dura pouco tempo no chão, mas permanece na mente dos clientes.

Já pensou se a moda pega? o marketing de guerrilha nunca mais seria o mesmo.

Especialistas alertam empresários para investirem em liderança e comunicação interna.

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Ela observa que as companhias estão investindo muito em marketing, comunicação externa e relações com imprensa e, cometem o erro de deixar de lado a interação mais efetiva e transparente com os funcionários.

“Não adianta a empresa trabalhar com uma comunicação com os públicos estratégicos e esquecer de ter uma comunicação interna eficaz. Não se pode correr o risco de perder a confiança dos empregados e de não realizar os objetivos”, disse Ana Luisa que participou nesta quarta-feira (15/04) do Encontro de Comitês de Assuntos Corporativos e Gestão de Pessoas da Amcham-São Paulo. De acordo com ela, a colaboração dos funcionários e o teor de informações a que eles têm acesso influencia diretamente na imagem saudável da companhia. Neste sentido, o papel do departamento de Recursos Humanos também é de extrema importância.

A professora explica que reputação é grau de estima, admiração, respeito e confiança que os diversos públicos de relacionamento têm para com a empresa. Ela pode ser percebida pelos stakeholders a partir de diferentes aspectos que vão desde produtos e serviços, desempenho financeiro, cidadania, ambiente de trabalho, governança e liderança.

A vulnerabilidade das empresas aumentou muito nos últimos anos por conta da crescente fiscalização dos consumidores, agências reguladoras e da exposição causada por avanços da tecnologia e redes de relacionamento. Neste cenário, zelar pela reputação tornou-se fundamental para a sobrevivência dos negócios.

Dentre os benefícios de uma boa reputação, a especialista ressalta a redução de custos de capital, interesse de investidores, atração e retenção de talentos e apoio favorável do público e da imprensa. “As que se preocupam com esta questão consequem sair mais rapidamente das crises”, acrescentou.

No caso do Brasil, a diretora do Reputation Institute enfatizou que a atenção tem que ser redobrada. Ela citou uma pesquisa da Edelman Trust Barometer de 2009 que mostra que 69% dos brasileiros acreditam mais nas empresas do que em outras instituições – como governo, mídia e ONGs. De 2008 para este ano, a confiança nas companhias aumentou 8 pontos percentuais. “Países de terceiro mundo acreditam muito nas corporações e na mídia, em contrapartida, a confiança no governo é baixa, em nosso país o índice é de apenas 22%”, explicou.

Google
A Google, considerada uma das marcas mais valiosas do mundo, vê a reputação como consequência de uma atuação bem estruturada com todas as áreas integradas e um ambiente de trabalho descontraído e aberto à participação dos colaboradores.

“A Google não se preocupa em transmitir ou criar uma imagem, mas se interessa em fazer um trabalho correto até porque nossos fundadores vêm da área científica-acadêmica, não tem o veio corporativo”, destacou Deli Matsuo, diretor de Recursos Humanos da Google para a América Latina.

Matsuo comentou que a companhia ainda não descobriu uma forma de ampliar o retorno financeiro da rede de relacionamento Orkut no Brasil e ainda assim continua investindo bastante nos servidores, na manutenção e na constante inovação. “O foco é pensar primeiro nas necessidades do cliente e o dinheiro virá como consequência.”

Vida longa
As empresas que se preocupam em gerenciar suas reputações tendem a garantir maior longevidade dos seus negócios, de acordo com Ciro Dias Reis, diretor da Associação Brasileira de Comunicação (Abracom). Segundo ele, são companhias que preservam o seu DNA - visão, missão e valores -, cumprindo bem suas atividades rotineiras, mas também sabendo inovar.

“Como exemplo de sucesso, o caso de uma empresa prestadora de serviços que mantém boa capacidade de atendimento, de se conectar com seus públicos, e que ao mesmo tempo, consegue dar um salto de qualidade, prevendo mudanças”, comentou.

Para a história não virar ruína

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Paulo Nassar
De São Paulo

Os recentes acontecimentos no Congresso Nacional, na triste lambança das passagens aéreas, ou no Supremo Tribunal Federal, STF, no bate-boca de ministros ao vivo em rede nacional de televisão, já são más memórias, que, por sua vez, alimentarão ruínas institucionais, com reflexo na sociedade, pela importância dessas instituições, Poderes da República: o Poder Legislativo e o Poder Judiciário.

Estas instituições já tiveram, em tempos passados, suas liberdades cerceadas por defenderem a democracia, seus líderes e seus instrumentos. Hoje deveriam ser automaticamente identificadas com as garantias de segurança social, econômica e jurídica, vitais e básicas para que se acredite e invista no país.

Como contraponto às memórias ruins, há lembranças memoráveis como o momento em que, no Congresso, Mário Martins, em 24 de maio de 1961, renunciou ao seu mandato de deputado federal por divergências partidárias. Ou a atuação do Deputado Federal Márcio Moreira Alves, cassado pelo AI-5, quando o presidente Costa e Silva decretou o recesso do Congresso Nacional, que se prolongou até outubro de 1969. Ali foram presos diversos jornalistas e políticos opositores ao governo, entre eles o ex-presidente Juscelino Kubitschek, o ex-governador Carlos Lacerda e vários deputados federais e estaduais da Arena e do MDB.

Da mesma forma, é no ambiente do STF que se dão as discussões contemporâneas de questões de suma importância ligadas, entre outras, à bioética, a demarcação de terras indígenas etc., exemplos pinçados para apontar a importância dessas instituições, cujos membros parecem fazer um trabalho diário para que sejam percebidas como incompatíveis ou descoladas da sociedade.

Construção e desconstrução
É importante ressaltar que, apesar de as lembranças boas geradas pela história das instituições, a memória social e individual são alimentadas pelo presente e passam obrigatoriamente pelo afeto: só se conserva aquilo que se gosta. No cotidiano, tenta-se esquecer, até apagar o que feriu, afrontou ou o que já não tem mais importância para nós, para os mais próximos ou para a comunidade. O afeto é condição fundamental para cuidar, preservar, selecionar fatos, pessoas e lugares na história e, assim, não deixar que se transformem em ruína.

A má memória é pensada e entendida aqui como ruína, sinônimo de lugar desmoronado, destroçado, descuidado, esquecido, feito com material ruim, vestígio de má sorte e de imagens ruins. Rituais ruins são demolidores, desmoralizam os ritos, a simbologia e as instituições, que deveriam ser defendidas e aperfeiçoadas por quem conquistou uma delegação para isso. O contrário, a boa memória é entendida como um lugar bom, preenchido de cuidados, de boa sorte, de bons ritos e rituais, de aconchego e imagens boas.

As instituições brasileiras são, normal e frequentemente, percebidas e lembradas como maus lugares. Os Poderes brasileiros são vistos como lugares descuidados e caros, representados por imagens fortes e ruins, que transformará sua simbologia, ritos e rituais, imagens e memórias em ruínas.

A comunicação organizacional, lembre-se, tem construído suas narrativas históricas ou mitológicas baseadas em dirigentes, trabalhadores e espaços percebidos, pela sociedade e redes relacionais, como heróis, mitos ou, no mínimo, personagens valorosos, com alguma importância social e simbólica. São narrativas fortalecidas, também, pelos ritos e rituais organizacionais, desde que não sejam aqueles desmoralizados como a entrega de diplomas, comendas, medalhas e relógios banhados a ouro.

Quem não tem - instituição ou empresa - personagem ou lugar como parte de uma história passível de ser transformada em reportagem, livro, pesquisa acadêmica, vídeo-depoimento, entre outras, a ser comunicada, não tem sua perenidade assegurada.

Em uma sociedade sedenta de histórias, triste da instituição ou empresa que não tem boas histórias para contar. Os Poderes brasileiros trilham um caminho perigoso, que os faz perder todos os significados para a sociedade.

De que tanto têm medo os executivos de Comunicação?

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Mais um artigo crítico sobre a comunicação organizacional e o posicionamento de seus comunicadores, agora pelo ponto de vista do professor Wilson Bueno.


"Não atendemos estudantes ou pesquisadores". "Nossa empresa é de capital aberto e não podemos conceder entrevistas". "Não dispomos de um setor especifico para atender demandas da Academia". Estas respostas (na verdade justificativas esfarrapadas) são comuns na relação entre os colegas da Academia e os do mercado, sejam eles executivos de Comunicação ou assessores de imprensa e de comunicação.

Mas por que isso acontece com tanta freqüência? Será que os estudantes e pesquisadores representam uma ameaça para a maioria das organizações, em particular as empresas privadas? Se sim, por que motivos? Se não, então qual a razão de tantas evasivas para impedir a interação entre o mundo da universidade e o mundo empresarial?

É possível imaginar algumas possibilidades para explicar esta má vontade das organizações (e, o que é pior, de seus profissionais de comunicação) com estudantes e pesquisadores que buscam informações.

Em primeiro lugar, pode ser que, na verdade, as organizações não estão mesmo dispostas a abrir o jogo, a favorecer esta interação porque temem que a perspectiva crítica de estudantes e pesquisadores as coloque em situações de embaraço. Ou seja: o compromisso com a transparência presente em seus discursos não se confirma na prática. Confundem transparência com disposição para falar (quando lhes aprouver) e não com interesse em ouvir. A gente conhece este perfil de organizações: têm uma boca imensa para falar e um ouvido diminuto para ouvir. Gostam de emitir releases, comunicados, mas detestam dialogar.

Em segundo lugar, pode ser que os seus comunicadores (entre os quais se incluem os seus principais executivos de comunicação) não tenham mesmo muita coisa a dizer. Afinal de contas, em casos numerosos, executivos de comunicação não têm autonomia alguma para dizer qualquer coisa, têm medo da própria sombra, e ficam sempre tentando adivinhar o que pensam os chefes para não entrarem em contradição com eles. Não falam, não dão entrevistas porque nada têm a dizer, não pesquisam, são meros repetidores de cases, muitas vezes forjados por suas assessorias para conquistar prêmios de entidades da área, que chegam ao cúmulo de premiarem seus próprios diretores (alguém acredita na independência destas premiações?).

Finalmente, pode ser que, no fundo, as organizações tenham muita coisa para esconder e, por isso, só falam sobre aquilo que lhes interessa, preocupadas em criar "boa imagem". Seus executivos de comunicação e os seus profissionais são adestrados para a tarefa enjoada da hipocrisia empresarial e, por isso, vivem por aí desfilando aquele discurso repetitivo de "responsabilidade social" (não sabem ao menos o conceito) ou aderem à praga do "marketing verde", uma postura transgênica que contamina a maioria das organizações brasileiras.

As organizações não recebem os colegas da Academia porque ainda não se inseriram nos novos tempos, porque têm preferido recrutar pessoas que não pensam ou não têm liberdade para pensar. Querem subordinados e não profissionais autênticos , acreditam piamente que comunicar é risco, não oportunidade. Quantas vezes não ouvimos gerentes de comunicação interna defendendo a não participação dos funcionários porque "essa gente só quer mesmo detonar a organização"? Quantas vezes ouvimos executivos e profissionais de comunicação demonizando a "Rádio Peão", segundo eles um instrumento do sindicato que quer destruir a empresa por dentro? Quantas vezes vimos assessores de imprensa fugindo dos jornalistas porque "esses caras sempre vêem chifre em cabeça de cavalo"?

Desconfie bastante quando ouvir executivos de comunicação em congressos ou eventos em geral repetindo que na "minha empresa a comunicação é estratégica". Não é verdade quase sempre, é apenas recurso de retórica, "pau mandado", coisa que muitos comunicadores de terno e gravata e topete levantado (mas de dignidade no fundo do poço) fazem com freqüência para agradar chefias e empresários, embora nem eles mesmos acreditem nisso. Sabem que a comunicação nas suas organizações é apenas um apêndice, não participa do processo de tomada de decisões e que, como executivos de comunicação, estão ali mais para dizer amém do que para expressar com autoridade suas opiniões.

Esse negócio de comunicação estratégica é papo furado, como a gente viu na demissão truculenta de mais de 4.000 funcionários pela Embraer, sem qualquer aviso, sem qualquer diálogo, tripudiando em cima dos "colaboradores, tidos como o maior patrimônio da empresa". Que comunicação integrada ou estratégica é essa? Ou a gente acredita que a área de comunicação não foi consultada sobre o que fazer no caso da demissão da Embraer ou (nem pensar nessa possibilidade) ela até recomendou que a empresa desse mesmo um chute no traseiro dos funcionários. O que você acha? Eu acho que a empresa nem cogitou de ouvir a área de comunicação porque, na prática, a comunicação só é estratégica no papo, para inglês ver, como a gente diz.

A interação entre as organizações e a Academia é vital para ambos os lados. A universidade (os estudantes e pesquisadores de comunicação em especial) precisa deste contato para adequar teorias à realidade, para qualificar suas reflexões e projetos de investigação. O mercado profissional pode aprender com eles e inclusive contribuir para a solução conjunta de problemas que afetam a comunicação das organizações. Em particular, as empresas têm muito a aprender, podem ver refinados os conceitos de que se utiliza (sustentabilidade, responsabilidade social, governança etc) e assimilar novas metodologias para avaliação (quantitativa e qualitativa) de ações e estratégias de comunicação.

Os estudantes e pesquisadores têm a ganhar (e muito) com as organizações, particularmente com aquelas que buscam alternativas criativas e têm profissionais capacitados (há exceções felizmente na mediocridade das estruturas de comunicação da maioria das empresas brasileiras), acreditam na pesquisa, no diálogo, no profissionalismo e na transparência.

É louvável a iniciativa da Aberje, a entidade mais representativa da área de Comunicação Empresarial, em propor esta interação, em aproximar o mercado profissional e a universidade . É fundamental somar as competências disponíveis, estabelecer parcerias e dotar as organizações de maior espírito crítico, que é moeda em falta na comunicação das organizações por conta seja do autoritarismo das culturas organizacionais, seja pelo obscurantismo de executivos inseguros e mal preparados para o diálogo.

Se você, estudante, pesquisador ou mesmo profissional do mercado, ao procurar informações em uma empresa, for descartado pela sua estrutura de comunicação, com aquelas desculpas esfarrapadas descritas no início deste artigo, reaja, demonstre sua indignação, escreva, publique em seus blogs, conte para seus amigos em grupos de discussão ou na universidade. Não poupe as organizações que rejeitam o diálogo, cite publicamente o seu nome e o de seus executivos e profissionais pela falta de companheirismo e solidariedade.

Há um ditado bastante apropriado para essas situações: uma empresa, quando não se comunica, pode estar incluída em um dos seguintes casos: ou tem pouco para falar ou tem muito para esconder.

Em tempo 1: Alguns executivos de comunicação são mais realistas do que o rei, e pela sua insegurança e incompetência estão sempre com medo de perder o emprego (alguns já deviam estar na rua há muito tempo, mas há empresários que contratam puxa-sacos e não profissionais e eles fazem bem esse papel) e não querem contribuir com ninguém, muito menos estudantes e pesquisadores. São mesquinhos, egoístas, pobres de espírito. Trate-os com o desdém que eles merecem. Há sempre alternativas melhores para os seus trabalhos e projetos de pesquisa;

Em tempo 2: Desconfie de empresas e assessorias/agências de comunicação que estão sempre tentando vender os cases de seus clientes (sabia que muitas pagam para apresentá-los em congressos?). Não seja conivente com elas porque, na prática, não querem facilitar o trabalho de ninguém, querem apenas agradar os seus patrões, clientes. Experimente procurá-las para discutir aquilo que interessa a você e verá como agem diferente. São falsas, interesseiras, "duas caras" como se costuma dizer.

Em tempo 3: Jamais encare como natural estas recusas. Se as empresas e suas assessorias passam o dia todo atrás da mídia, do consumidor, tentando vender os seus projetos, suas realizações porque não têm a mesma postura quando a gente as procura? Por fora bela viola, por dentro pão bolorento, não é isso?


Fonte.

ATENÇÃO

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Olá a todos.

Nesses últimos dias fizemos algumas implementações no blog para torná-lo mais agradável para vocês, leitores.

Em decorrência dessas mudanças, perdemos algumas informações, como os links de referência para outros blogs. Aos poucos, reestabeleceremos estes arquivos e colocaremos à disposição de todos para consulta.

Como dissemos em um post anterior, queremos divulgar para o maior número de pessoas a importância de nossa profissão e cada vez mais, vê-la posicionada como agente transformador da sociedade.

Se você tem um blog ou site e quer que divulguemos, envie o link com uma descrição para o e-mail:
jr2.tcc@gmail.com

Qualquer dúvida, é só nos avisar.

Atenciosamente,
Equipe Ser.RP.

Leitor de mente envia mensagens pelo Twitter

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Um estudante americano criou um aparelho que permite mandar mensagens através de ondas cerebrais que são convertidas em letras e publicadas no Twitter em forma de texto. O equipamento é ligado a um programa de computador traduz os caracteres do texto que o internauta pretende divulgar na rede social. As informações são do site Live Science.

Tudo o que o estudante de engenharia biomédica da Universidade de Wisconsin-Madison, Adam Wilson, faz com a touca com eletrodos que ele veste em sua cabeça é pensar no que quer dizer para ver a mensagem sendo digitada eletronicamente no seu PC.

A invenção foi desenvolvida no início deste mês, quando Adam conseguiu publicar um texto de 23 caracteres sem utilizar o teclado para digitá-los e enviá-los ao Twitter. O leitor automático funciona com um sensor que "lê" letras mostradas na tela do computador, piscando-as alternadamente e passando cada uma das vogais e consoantes do alfabeto para a escolha do internauta.

Quando o usuário pensa em uma letra, as ondas cerebrais enviam um sinal para que o computador reconheça e selecione a letra desejada, formando assim a palavra da mensagem que pretende mandar. "Ei, escolha esta letra", pensa Adam, concentrando-se na letra que quer selecionar, e assim a mesangem é redigida sem qualquer toque nos teclados. Embora o processo seja lento, ele garante que funciona e é indicado para enviar mensagens curtas.


Fonte.

Philips convida consumidores a testarem seus produtos no ponto-de-venda

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Ação nas lojas envolve a participação global de 4.000 funcionários, em 36 países, em 23 de abril. No Brasil, 80 funcionários acompanhados por promotores visitarão lojas de São Paulo e Rio de Janeiro


A Philips do Brasil, pela área de produtos de consumo e estilo de vida, faz parte da campanha mundial da empresa para convidar os consumidores a testarem os produtos da marca e se certificarem que a Philips oferece o melhor custo-benefício. Direcionada para atender a demanda dos consumidores por melhor performance e durabilidade, esta campanha global tem como objetivo engajar os consumidores por ações nos pontos-de-venda, anúncios nas mídias online, impressa e TV, nos 36 países participantes. O objetivo é demonstrar que a marca Philips dispõe de atributos em seus produtos superiores aos da concorrência e pode ser considerada a melhor escolha para os consumidores, pois oferece produtos fáceis de usar, combinados com desempenho, design e tecnologia.

A ação nas lojas acontece globalmente em 23 de abril e será a maior ação nos pontos-de-venda já realizada por uma empresa, pois contará com a participação de mais de 4.000 funcionários, em 36 países em todo o mundo. Na lista estão países como China, Índia, Itália, Holanda, Rússia, Inglaterra, Estados Unidos, entre outros, que visitarão mais de 10.000 lojas para promover “Philips, of course”, tema global da campanha.

No Brasil, o tema é “Desafio Philips”, com o mote “Faça Você o Teste”, e convidará os consumidores a testarem produtos do portfolio da empresa, como barbeadores, depiladores elétricos, mini-systems e TVs. Nos pontos-de-venda estarão 80 funcionários da Philips, acompanhados por promotores, que visitarão as lojas de São Paulo e Rio de Janeiro. Nesta última cidade, a ação nas lojas acontece na sexta, 24 de abril, juntamente com o filme.

Filme

No dia seguinte à ação nas lojas, em 24 de abril, vai ao ar no Brasil o filme protagonizado por Ivete Sangalo, “Desafio Philips Walita”, que mostrará os atributos da centrífuga Juicer e convidará os consumidores a testarem o produto nas lojas.

Além do filme, simultaneamente irá ao ar o hotsite da campanha (www.desafiophilips.com.br). No website, o consumidor encontrará informações sobre os produtos envolvidos na ação, imagens em 3 dimensões, além de outros detalhes de toda a linha que a Philips oferece.

Para anunciar o lançamento da campanha no Brasil com as ações nas lojas, Paulo Ferraz, vice-presidente de Consumo e Estilo de Vida diz: “Com o atual cenário econômico, custo-benefício, investimento e valor agregado fazem parte da mentalidade do consumidor, que estará mais seletivo no momento da compra. Se o consumidor fizer a comparação, perceberá que a Philips é a opção mais indicada para produtos relacionados ao consumo”.

“Essa campanha integrada reafirma o compromisso da empresa em oferecer as melhores soluções e atende aos três pilares da marca: design around you, fácil de usar e avançado. A marca Philips carrega consigo tradição e entrega qualidade e inovação aos consumidores. A empresa completa em 2009, 85 anos no país, comprovando que o mercado brasileiro é importante e por isso busca ter em seu portfolio as melhores opções”, declara Fabio Di Giammarco, vice-presidente de Marketing da Philips.

Ações globais

Além da ação nas lojas com os funcionários da Philips e a campanha publicitária, os consumidores poderão, em sete cidades européias, realizar testes cegos com os produtos da marca. Para isso, a Philips desenvolveu o chamado “Philips Test Zones”, em Estocolmo, Suécia, Holanda, Bélgica, Espanha, Itália e Polônia. Paris também terá em seu espaço a partir de junho. Esta área de testes será composta por televisões, porta-retratos digitais, MP4 GoGear, wireless fones de ouvido, home cinema, aspiradores, entre outros. O website global da campanha é www.philips.com/ofcourse.

Para mais informações no Brasil, acesse: www.desafiophilips.com.br

Relações com a imprensa

Philips Consumer Lifestyle – Produtos de consumo e estilo de vida

Érica Souza

Tel: (11) 2125-0561

Email: erica.souza@philips.com

Philips Comunicação Corporativa

Tales Rocha

Tel: (11) 2125-0243

Email: tales.rocha@philips.com

Sobre a Philips
A Philips do Brasil é uma subsidiária da Royal Philips Electronics da Holanda e atua no País há 84 anos. Líder dos mercados locais de eletroeletrônicos, eletrodomésticos portáteis, produtos para cuidados pessoais, lâmpadas, aparelhos de raio-x e sistemas de monitoramento de pacientes, a Philips do Brasil atua ainda nos setores de telecomunicações e informática. Outras informações para a imprensa estão disponíveis no site da Philips do Brasil na internet:
www.philips.com.br

Sobre a Royal Philips Electronics
A Royal Philips Electronics da Holanda (NYSE: PHG, AEX: PHI) é uma empresa diversificada de saúde e bem-estar, com foco em melhorar a vida das pessoas por meio de inovações oportunas. Líder global em cuidados com a saúde, estilo de vida e iluminação, a Philips integra tecnologia e design ao prover soluções para as pessoas, baseada fundamentalmente em pesquisas com consumidores e na promessa de marca “sense and simplicity”. Com sede na Holanda, a Philips emprega aproximadamente 116 mil funcionários em mais de 60 países. Com um volume de vendas de 26 bilhões de euros em 2008, a empresa é líder de mercado em soluções para cuidados cardíacos, cuidados com a saúde em casa, soluções eficientes em iluminação e novas aplicações de iluminação, bem como em produtos de consumo e estilo de vida para o bem-estar pessoal, com forte posicionamento em flat TV, barbeadores elétricos, entretenimento portátil e saúde bucal. Mais informações sobre a Philips podem ser encontradas no site
www.philips.com/newscenter.

Greenpeace pede o fim do aquecimento global em ação no YouTube

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Com o GreenTube, criado pela AlmapBBDO, internauta pode interromper o aumento da temperatura do planeta com um simples clique no pause




A AlmapBBDO encontrou uma maneira diferente e interessante para o Greenpeace mostrar como é simples reverter o aquecimento global e evitar suas consequências desastrosas no planeta: basta querer. A maneira de demonstrar isso está no GreenTube, a ação criada para o YouTube integrada por três “filmes” – “Oceanos”, “Condições Climáticas” e “Biodiversidade”.

Os filmes, na verdade, não mostram imagem alguma, apenas som e gráficos coloridos, semelhantes à barra de loading do próprio YouTube, que rola à medida que o vídeo vai passando. Contudo, no GreenTube, são duas barras em cada tela. A vermelha mostra sempre o aumento da temperatura do planeta. E, em cada filme, a outra faixa indica as consequências do aquecimento nos mares, na biodiversidade e no clima. O usuário aperta o botão play, ouve e vê o problema se agravar, mas pode, a qualquer momento, clicar no pause e interromper a ação.


Em “Oceanos”, a barra vermelha segue o ritmo do aumento da temperatura, e a faixa azul, o aumento do nível dos oceanos. No começo, a temperatura segue mais rápido, mas a linha azul acaba por ultrapassá-la, ao som de ondas fortes. No “Condições Climáticas”, ouve-se trovões e raios, enquanto o nível do aquecimento cresce, e a faixa amarela, a das condições do clima vai e volta. Na “Biodiversidade”, a barra vermelha cresce enquanto a verde decresce, até desaparecer. Enquanto as barras se movimentam, surge na tela a mensagem: “Veja mais consequências”, levando ao link dos outros filmes da ação. E a assinatura: Greenpeace. Pare o aquecimento global.

Vejam o Greentube:








Projeto Diálogos ABERJE Universidadeorganiza encontro com pesquisadores

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O projeto Diálogos ABERJE Universidade, que busca estimular a integração de pesquisadores em Comunicação Organizacional com o mercado de trabalho, realiza sua primeira ação presencial: um debate e lançamento do livro “O Diálogo Possível: Comunicação Organizacional e Paradigma da Complexidade”, organizado pela professora Cleusa Scroferneker (PUCRS). No encontro, que acontece entre 9h30min às 11h30min do dia 27 de abril de 2009 na sede da entidade (Av. Angélica, 1757 – 12º andar) em São Paulo/SP, também vai estar presente um dos autores, o professor Rudimar Baldissera (UFRGS). As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.









O livro “O Diálogo Possível: Comunicação Organizacional e Paradigma da Complexidade” foi organizado por Cleusa Maria Andrade Scroferneker e reúne os pesquisadores – como Rudimar Baldissera - que, durante os seus períodos de estudo e pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, fizeram parte do Grupo de Estudos Avançados em Comunicação Organizacional/GEACOR-CNPq. Materializa um dos principais objetivos do Grupo, ou seja, discutir sobre tendências e desafios, especialmente no que se refere à adoção de novos paradigmas. Cleusa possui graduação em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, graduação em Geografia Licenciatura e Bacharelato pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela UFRGS e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professora titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Rudimar Baldissera, um dos pesquisadores que integram a obra, possui graduação em Relações Públicas pela Universidade de Caxias do Sul, especialização em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade do Vale dos Sinos, mestrado em Ciências da Comunicação/Semiótica pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos e doutorado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Atualmente é professor adjunto do Departamento de Comunicação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação e professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.









VISUAL – O Núcleo de Linguagem Audiovisual também participa desta ação com a gravação de impressões sobre o “estado da arte” e as tendências em diversas áreas do conhecimento, com professores reconhecidos, para disponibilizar no portal da entidade e gerar reflexões e busca por novas informações pelos profissionais envolvidos no cotidiano empresarial. Os materiais são oferecidos também no YouTube. Já deixaram seus depoimentos o Prof. Dr. Massimo Di Felice, da ECA-USP, falando sobre os conceitos de comunicação organizacional no sistema de redes digitais; o Prof.Dr. Eugênio Bucci, sobre o jornalismo no contexto da comunicação nas organizações e sobre Comunicação Pública; o Prof.Dr. João José Curvello, da Universidade Católica de Brasília sobre os desafios da comunicação interna; o Prof.Dr. Mitsuru Yanaze, que tratou da importância da mensuração no ambiente da comunicação organizacional; a presidente do Instituto Museu da Pessoa, Karen Worcman, falando sobre memória organizacional; a Profa. Suzel Figueiredo, diretora do Instituto DatABERJE e professora da Fundação Armando Álvares Penteado/FAAP-SP, e ainda o Prof.Dr. Evandro Ouriques, coordenador do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON da UFRJ, abordando os desafios do novo comunicador.









A ABERJE atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional, e há 41 anos trabalha pela integração entre a pesquisa e a teoria da Comunicação Organizacional*, mostra sua transversalidade com diversos projetos em andamento de articulação e desenvolvimento do setor. Os participantes do evento receberão exemplar do livro. Reservas de lugar e mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11-3662-3990 ou no e-mail kelly@aberje.com.br com Kelly Cuffone.









* Como detalhado no documento “A Comunicação Organizacional frente ao seu tempo”, escrito por pelos Professores Drs. Paulo Nassar e Renato Janine Ribeiro e por Rodolfo Witzig Guttilla, diretor de Comunicação da Natura e Mestre em Antropologia. O documento está disponível no site da ABERJE em formato PDF - http://www.aberje.com.br/novo/editorial/Documentos_ABERJE1.pdf

Redes sociais registram ação e memória das organizações

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As mídias sociais redefiniram as relações das empresas com os consumidores. Com o advento das redes sociais e da mídia gerada pelo internauta, a comunicação boca-a-boca – até então um fenômeno importante, mas invisível e de difícil controle – se torna mais visível, pode influenciar um universo maior de pessoas e se tornar uma medida importante, tanto qualitativa como quantitativa do sucesso de um produto, serviço ou campanha. Ela geralmente ocorre no pós-venda, quando o consumidor fala sobre sua experiência com o produto ou serviço, mas também precede compras futuras. Naturalmente, que estas conversações atingem também a reputação das organizações, o que aumenta a relevância de um constante monitoramento. Esta foi a base das discussões do E.Life Day, da consultoria de Inteligência de mercado E.Life, realizado no dia 9 de abril de 2009 no Hotel Mercure em São Paulo/SP, reunindo cerca de 30 profissionais.

Alessandro Lima, diretor da empresa que atua hoje no Brasil, Portugal, Chile e Argentina, rememora o primeiro trabalho em 2006 para O Boticário, explicando que é preciso entender a mecânica do buzz potencializado pela internet. Através das redes sociais, há a possibilidade de sistematização, registro e memória do boca-a-boca, sem barreiras de espaço e tempo. Neste sentido, ele postula que deve haver uma dissociação entre os criadores de estratégias digitais e o monitoramento, para não ter colisão de interesses e total imparcialidade de análise. Se antes o foco estava nas decisões tomadas pelos profissionais de marketing e comunicação, com suas ações oficiais e estímulos escolhidos para os públicos, hoje um novo panorama mostra a preponderância das pessoas, que se antecipam aos discursos organizacionais para compartilhar impressões sobre marcas e condutas.

Diversas áreas de uma corporação podem se beneficiar da monitoração e análise da mídia gerada pelo consumidor. Em desenvolvimento de produtos, as pessoas contribuem arduamente com opiniões, sendo uma fonte rica para novas funcionalidades ou novos produtos. Este é o caso da Starbucks (http://mystarbucksidea.force.com) e da Dell (www.ideastorm.com), por exemplo, com a instituição de espaços organizados de coleta e processamento dos insights. Para qualquer empresa que vá desenvolver sua missão e visão e compartilhar seus valores com diversos públicos, a situação não é diferente: ao invés de considerar apenas a perspectiva da direção e de equipe, a busca de opiniões na rede ajuda a compreender a percepção dos grupos e enfatizar pontos fortes, ao mesmo tempo em que promove ajustes nos pontos fracos. A área de assessoria de imprensa também é impactada pelas redes sociais, porque são mais fontes informativas e influenciadoras gerando e distribuindo conteúdos e alimentando repercussões. Outro ponto de intervenção e mudança por conta das redes está nas centrais de relacionamento com o consumidor, que precisaram sair da zona de conforto, normalmente passiva, de atuação na gestão das reclamações. Até porque sabe-se que o alcance de opiniões negativas mediadas pela tecnologia é incalculável. Empresas como O Boticário e Claro vasculham a internet em busca dos eventuais problemas e desentendimentos para uma resposta ativa e conciliadora.

Uma das ferramentas mostradas na palestra foi o Buzz Monitor, software que gera uma nuvem de termos mais citados em conexão à marca, que através de um mapa são divididos em grupos – concorrentes, produtos, experiências de compra e atributos de marca – o que permite visualizar as associações feitas e as abordagens positivas e negativas. Na realidade, até mesmo conexões entre marcas bem distintas podem ser percebidas, dando insights para co-branding. Entre os indicadores analisados estão a relevância (capacidade de influência do canal ou da pessoa e de links cruzados), repercussão (número de comentários associados a uma dada publicação) e popularidade (quantas pessoas estão engajadas na leitura/visualização dos conteúdos – textos, vídeos, RSS). No sistema, são gerados relatórios, reproduzindo todos os posts e comentários, identificados os autores e controlados os tipos de resposta prestada ou os motivos da negativa de respostas. “Dependendo das redes, devem ser prestadas respostas de maneira particular, não invasivas; em outras o imediatismo e o formato do canal exigem retorno público”, comenta. Repensar os canais tradicionais de atendimento ao consumidor é um dos caminhos para evitar a migração das interpelações para um espaço público, sugere ele. A metodologia da E.Life prega a identificação de proveniência e autoria das interlocuções, a explicação sobre como se chegou ao internauta, a solicitação de licença para responder, o foco na dúvida ou crítica realizada e a abertura de novos canais de relacionamento. Neste sentido, pergunta: “será que os operadores de SAC estão prontos para interagir com o consumidor nestes novos canais?”.

CASE – A gerente de Relações Públicas e Comunicação Corporativa da Microsoft Brasil, Priscilla Cortezze, foi convidada para falar do relacionamento na era 2.0 através das experiências da multinacional com as redes sociais. No país, o trabalho iniciou formalmente em 2007, com a detectação dos formadores de opinião dos novos espaços e com a realização de um encontro de lançamento do Windows Vista exclusivo para blogueiros. Ela atribui à dominância de mercado da marca uma das maiores justificativas para a repercussão positiva e negativa gigantesca na internet, na ordem de milhões de comentários por mês. A partir desta realidade, houve a opção interna de não trabalhar com reversão de posturas negativas, e sim enfatizar a consolidação das perspectivas favoráveis. Neste ramo, explica a executiva, há muitos posicionamentos ideológicos fortes, quase religiosos, então o projeto de monitoramento escolhido focou-se na identificação de influenciadores, para quem se presta desde então um atendimento diferenciado, aí incluindo convites para participação em eventos nacionais e internacionais para cobertura privilegiada.

O acompanhamento das interações permitiu à empresa detectar, entre os “top blogueiros” e os “top blogueiros jornalistas”, que os comentários negativos têm repercussão três vezes superior a outro tipo de abordagem. Ela comenta que os blogueiros tendem a uma percepção mais pessoal e genérica, e os jornalistas são mais centrados no fato e na entrevista com diretores. Por isto, inclusive, indica salas de imprensa diferentes para as duas categorias, organizando melhor as coletivas e os press-kits. Priscilla rememora o primeiro blog corporativo da Microsoft, que se chamava “Scobleizer”, criado em 2004 e com 3,5 milhões de usuários únicos. No entanto, não mantiveram este formato pela dificuldade em conciliar as regras internas de sigilo de informação com a necessidade de relevância de conteúdo e liberdade de expressão. Hoje, blogs de produtos são implantados, ou de idéias mais diferenciadas e de entretenimento, com o Blog Ócio 2007 (www.ocio2007.com.br), sobre o Office 2007 com oferta de downloads de funcionalidades envolvendo Word, Excel e Power Point, que atingiu mais de 1 milhão de visitantes em outubro de 2008 e expande o tipo de cobertura da imprensa online e tradicional, chegando a novas editorias além da tecnologia.

Em geral, Lima acredita que antes de investir na mídia social uma empresa precisa se familiarizar com o novo ambiente. E a melhor forma de fazer isso é usando as novas mídias, com o desbloqueio de acesso a blogs e redes sociais, ao menos para áreas de relacionamento, marketing e inteligência de mercado. Mesmo que não oficialmente, é preciso criar um blog, criar perfis nas redes, inscrever-se nas comunidades e dedicar ao menos uma hora diária para ouvir consumidores nestes espaços livres. Só então vem o próximo passo: a contratação de uma empresa para monitorar e analisar a mídia gerada pelo consumidor.

CONSULTORIA - Alessandro Barbosa Lima é Mestre em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde estudou a comunicação interpessoal on-line através das redes sociais. É professor da Fundação Vanzolini/USP, autor do livro E-LIFE - Idéias Vencedoras para Marketing e Promoção na Web e co-autor de Marketing Educacional em Ação. Em 1995, lançou a primeira revista eletrônica da Internet brasileira, a Revista Mundi. Barbosa Lima também criou a Mundi Multimídia, Diga-me e Mundiweb, empresas especializadas em educação a distância e marketing na internet, tendo desenvolvido diversos produtos educacionais e serviços para clientes como Nestlé, C&A, Pizza Hut, Johnson & Johnson e Senac-SP. Outro sócio da empresa, Jairson Vitorino, é PhD em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco e Universidade de Ulm/Alemanha, onde desenvolve pesquisa na área de Inteligência Artificial. Foi professor de Ciência da Computação em várias Universidades particulares de São Paulo e Recife, entre elas a Universidade Anhembi Morumbi, a Universidade Católica e o IBTI. É responsável pela área de tecnologia.

Entre o tipo de serviço prestado na área, há monitoramento com amostra ilimitada, detector de tendências e fraudes no boca-a-boca, integração das informações com o CRM das empresas, análise automática de sentimento ou análise humana com equipe especializada, “emails alerts” para casos de ação imediata, identificação de “influentials” e métricas avançadas para entrega dos dados analisados. A consultoria mantém um blog - blog.elife.com.br – e periodicamente publica papers sobre temas relevantes no mundo digital. O último trabalho é de novembro de 2008 e intitulado “A transparência das redes e do boca-a-boca”. No material, trata do Word-of-mouth, um fenômeno que se torna mais importante nas estratégias de Marketing pelo elevado grau de transparência que ganha com as mídias sociais. Este tipo de comunicação influencia a decisão de compra do consumidor e a formação da imagem de uma organização com mais força do que as mídias tradicionais, os chamados canais de comunicação não-pessoais. Outras informações sobre a dinâmica dos serviços, consulte www.elife.com.br ou ainda 11-2847-4938.


RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
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