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PROCURADOR DE JUSTIÇA DO MINISTÉRIO PÚBLICO EXPLICA COMO A INTERSETORIALIDADE ABRE NOVOS CAMINHOS E CONQUISTA ALIANÇAS DE SUCESSO NO BRASIL

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No próximo dia 03 de Julho, quinta-feira, o Procurador de Justiça do Ministério Público e Coordenador do CAOTS, Centro de Apoio Operacional do Terceiro Setor, em Minas Gerais, Dr. Tomáz de Aquino Resende, participa do evento “Alianças Intersetoriais, Convênios Públicos e Sustentabilidade”, em São Paulo.

Especializado em Gestão do Terceiro Setor, Dr. Tomaz de Aquino é conhecido como um dos pioneiros quando o assunto é Intersetorialidade, tema que discute a mais de 17 anos, e defende a prática de alianças dos três setores para a conquista de resultados eficientes.

Durante o evento, o Procurador de Justiça irá discorrer sobre a legislação atual, o fortalecimento de parcerias, as atribuições de cada setor – 1º setor governando, 2º setor financiando e 3º setor realizando e a mudança de paradigmas para o desenvolvimento sustentável.


Dr. Tomáz de Aquino, é autor de várias obras destinadas ao Terceiro Setor, tais como: Manual das Fundações, Roteiro do Terceiro Setor e João Cidadão.

O evento é promovido pela Diálogo Social e será realizado no dia 3 de julho das 9 às 18 horas, quinta-feira, no Instituto ADVB de Responsabilidade Social, localizado na Rua Treze de Maio, 1413- Bela Vista, na cidade de São Paulo/SP









Informações para a Imprensa sobre Dr. Tomáz de Aquino Resende





Fone : (11) 3258-4780
Paulo Marra - marra@paulomarra.com.br
Antoniella Silva - silva@paulomarra.com.br




Postado por Juliano Melo.

Branding é estabelecer relacionamento

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Transmitir os atuais conceitos de Branding, apresentar as principais ferramentas para a construção e a consolidação das marcas como grande diferencial competitivo das empresas e discutir estratégias para o fortalecimento da marca corporativa e caminhos para que os profissionais possam implementar um processo de gestão eficaz de marcas. Estes objetivos desafiadores foram conquistados em mais uma ação do Programa ABA de Desenvolvimento Profissional 2008 - o Seminário “Branding: Construindo Marcas Fortes” (veja abaixo a agenda dos próximos meses). Realizado no dia 24 de junho de 2008 na sede da Associação Brasileira de Anunciantes (http://www.aba.com.br/) em São Paulo/SP, reuniu mais de 50 profissionais de todo o país. Para muito além do design, a área foi conceituada como um conjunto de variáveis articuladas para garantir relacionamento com os públicos de interesse e com isto fortalecimento e longevidade para empreendimentos e seus produtos e serviços.

Marcos Machado, sócio-diretor da Top Brands Consultoria e Gestão de Marcas e professor da ESPM/SP, aponta ser inegável o poder das marcas em agregar valor como ativo competitivo, embora reconheça que isto não está claro para muitas empresas. Para ele, as marcas fazem parte deste processo de atender necessidades de uma maneira mais completa; adequado, portanto, às novas exigências de um mercado cansado com a saturação das mídias e integrado por cidadãos mais críticos e propositivos. “O empresário brasileiro ainda é muito voltado para retornos a curto prazo. É uma pena para a economia nacional”, avalia, relatando resultados de sua dissertação de mestrado onde comparou a percepção dos gestores de multinacionais com os gestores nacionais sobre a importância da marca em suas organizações.

Ele destaca que a identificação não reside apenas no nome, embora inicie nele por estarmos numa sociedade bastante verbal. De toda maneira, os sinais e símbolos são vantagem competitiva porque podem permitir reconhecimento imediato e economizar verba de comunicação. O grande erro, contudo, é esquecer a diferenciação – outro componente das marcas. Portanto, gestão de marcas seria melhorar e equilibrar estes dois indicadores, estratégia correta num cenário de globalização em que a competição aumenta, os produtos parecem padronizados, há forte pressão dos canais distribuidores e custo crescente de mídia. O discurso da “commoditização do mercado”, com produtos sem diferenciação e na supremacia do preço, precisa ser visto sob diferentes pontos-de-vista. Não há perenidade obrigatória de um produto nesta condição, porque basta haver esforços conjuntos ou individuais de destaque e sobrevida.

Outro fenômeno importante de observar no tema, segundo o especialista, é a diversificação de comportamentos, em que as ações de massa ficam muito mais raras, e de outro lado as pessoas apresentam novas demandas por serem mais críticas, bem informadas e portanto mais exigentes, e até mesmo confusas por conta da variedade de opções. Como oportunidades de mercado, aponta o bom uso do valor do tempo (sua escassez atormenta as pessoas), o pensamento global com ação local, a precisão na segmentação e o trabalho com relacionamento via CRM.

CONCEITOS – O professor conceitua branding como um conjunto de atividades que visa a otimizar a gestão de marcas de uma organização, envolvendo design, pesquisa, naming, proteção legal, gestão de produto, preço, distribuição e comunicação e ainda avaliação financeira. Já “brand equity” representa a capacidade de se obter, com uma marca, resultados diferentes daqueles que se obteria se o mesmo produto ou serviço não fosse identificado por aquela marca. É uma soma de utilidade econômica e funcional do bem com seu valor agregado e intangível. “Branding é uma mudança de postura, um ajuste fino de atividades que sempre foram realizadas. Como não tem este caráter revolucionário, não é um modismo. É uma crença bastante forte na agregação de valor, em tocar o coração das pessoas”, posiciona.

O “brand equity” contém dois indicadores: o conhecimento de marca (lembrança) e sua identidade (relevância). Trata-se de uma seqüência de percepções: identificação que dá proeminência (quem é?), significado baseado em desempenho mais imagem (o que é?), respostas com julgamentos e sentimentos (o que penso sobre?) e relacionamentos que dão ressonância (que relação quero com?). A lembrança abrange somente uma e a primeira etapa, ficando todo o processo restante como identidade. Ainda assim, o conhecimento é importante em situações de pouca reflexão na frente da prateleira, em que a recordação espontânea e o reconhecimento público prévio e divulgado orientam a decisão. A parte do significado, no que trata do desempenho, diz respeito às características primárias e secundárias do produto/serviço, a confiabilidade e durabilidade do produto, a efetividade e eficiência do serviço, o estilo e design e o preço. No mesmo item, a imagem quer dizer o perfil dos usuários, situações de compra e utilização, história, legado e experiências e personalidade. “Neste âmbito, a marca como pessoa ou a personalidade da marca é chave para criar vínculos emocionais”, complementa.

No quesito “respostas”, os julgamentos – que caminham muito no lado racional – tratam da qualidade percebida, credibilidade, consideração e superioridade da marca. Os sentimentos, por sua vez, que promovem aproximação ou afastamentos em diferentes intensidades, norteiam os modelos de relacionamento. Por fim, a ressonância é trabalhada e estimulada como fidelidade comportamental, senso de comunidade e engajamento. Machado assinala que a fidelização é um grande esquema de conquista, que ele estrutura em sete fases, iniciando pelo atingimento de público-alvo, entendimento de mensagem, acreditação da mensagem e sua lembrança, decisão de experimentação, acesso ao produto e compra efetiva. “Mais gente está buscando este tipo de associação, porque satisfizeram necessidades anteriores, e as marcas são este veículo”, aponta.

Aliando os processos do consumidor com os objetivos da gestão de marca, à fase de identificação corresponde o desenvolvimento de um amplo e profundo conhecimento; ao significado advém a escolha de pontos de paridade e diferença, ficando o período de respostas aliado à construção de percepções positivas e o de relacionamentos atrelado ao alcance da adesão e lealdade. O conceito geral é que a qualidade percebida e a reputação são resultado dos aspectos intrínsecos ao produto e serviço junto ao desempenho (funções ou serviços agregados, efetividade, eficiência e empatia do serviço). O palestrante arremata: “pra tudo precisa haver sinergia entre valores corporativos e de marca”. Nas escolhas no caminho da personalidade, é importante ter foco para consolidar algumas características que se complementam, levando em conta os espaços já ocupados pela concorrência. De todo modo, a maneira como se é retratado depende sempre do ambiente, e estaria inteiramente vinculada com a percepção das pessoas, não na mão da empresa.

Do ponto-de-vista da personalidade da marca e do comportamento do consumidor, há situações freqüentes. No modelo de auto-expressão, o consumidor está interessado em transmitir seus valores ou sua intenção de valores por meio de suas escolhas de compra. Na parte do relacionamento, o consumidor quer buscar uma identidade própria e sua posição nas interrelações sociais. Quando a personalidade está ligada aos benefícios funcionais, o consumidor preferencial está interessado na resolução dos problemas. “Chegar no campo da auto-expressão é o grande sonho das marcas”, revela, porque na verdade o consumidor defende seus próprios valores e daí defende a marca e o produto, sendo por fim muito mais fiel. A fórmula é escolher um modelo predominante e persegui-lo, com diferenciais sustentáveis e vínculos sólidos. Na formação da personalidade, as opções envolvem uso de “astros e estrelas”, os patrocínios e eventos, a criação de personagem, de logomarca, de nome, de jingles, de slogans e de embalagens. O consultor opina: “os eventos são uma grande oportunidade para construir personalidade de marca e não podem ser analisados sob custo por mil”. Já o endosso por celebridades é uma escolha perigosa, se fica descontextualizada acaba gerando desconfiança. Ademais, fica-se suscetível aos comportamentos desta pessoa externa à organização. Todavia, reconhece que há casos positivos e meritórios em que o astro tem background suficiente para avalizar uma escolha.

ELEMENTOS – Entre os elementos da marca, o nome traz associações fortes, favoráveis e exclusivas, devendo-se levar em conta duas tendências: simplicidade na pronúncia e na escrita e nomes curtos de fácil codificação. É o primeiro elemento que ativa a memória, então torna-se importante fazer uma boa escolha. Há nomes com e sem significado e precisam de comunicação para seu melhor posicionamento. Junto ao nome, parte-se para o desenho da logo, que muitas vezes funciona bem sozinha após sua consolidação. O emprego de personagem está conectado à intenção de repasse de características comportamentais para a marca. Já o slogan cataliza significados e os oficializa, sendo que o jingle e sinais sonoros ampliam o processo cognitivo e a identificação. Por sua vez, a embalagem e o PDV fortalecem aderência da marca na memória, e o domínio internet permite reunir toda a informação sobre a marca com possibilidades de interação.

Todas estas opções precisam mostrar pontos de paridade com a categoria e a concorrência (atributos e benefícios mínimos requisitados) e pontos de diferença (atributos que trazem exclusividade). Daí que surge o estabelecimento de um “positioning statement”, uma frase que consolida opções da marca e serve como inspirador interno, orientando a criatividade na comunicação e a consistência na execução. Na construção da marca, o professor sugere um encaminhamento seqüencial: objetivos que norteiam o posicionamento da marca, mapeamento dos pontos de contato que indicam os melhores elementos de marca, a avaliação de recursos da empresa, o plano de ações e a implementação. Intervêm negativamente neste sistema alguns obstáculos, como a tradicional visão de curto prazo dos empresários e a tendência de abreviação das etapas, a insistência pela guerra de preços e a falta de posicionamento que pulveriza os esforços.

O Seminário ainda foi integrado por duas palestras: a diretora de Desenvolvimento de Negócios da Millward Brown do Brasil, socióloga Aurora Yasuda, falou sobre “Brand Equity – desafios para manter o rumo estratégico da marca”, e depois a publicitária Ana Paula Cortat, vice-presidente de Planejamento da Leo Burnett Brasil, tratou da “Revolução Digital – processos colaborativos e os novos desafios da construção de marcas”.

AGENDA – O Rio de Janeiro/RJ recebe várias ações da ABA nos próximos meses. O Curso Básico de Mídia e o I Fórum Aba Rio de Mkt Cultural Aplicado a Artes Cênicas, Cinema, Música e Espetáculos, respectivamente nos dias 8 e 16 de julho de 2008, e ainda o Curso Básico Qualidade em Atendimento ao Consumidor e o Curso de Pesquisa Qualitativa nos dias 12 e 19 de agosto são alguns dos exemplos. Já a capital paulista vai sediar nos dias 5 e 6 de agosto o II Fórum ABA ROI em Comunicação, nos dias 12 e 13 de agosto o Curso Gerenciamento de Mídia no Anunciante e no dia 14 o Curso Soluções In Store - Estratégias de Vendas (Canal Alimentar - Super / Hiper / Mini Mercado). Informações podem ser obtidas pelo 0800-12-4588 e 11-3283-4588 ou ainda pelo eventos@aba.com.br .

OBRA – Na ocasião, também foi promovida a obra “Gestão Estratégica de Marcas”, de Kevin Keller e Marcos Machado, editada pela Pearson Education (http://www.pearson.com.br/). Atualmente se reconhece que um dos ativos mais valiosos de uma empresa são suas marcas, nas quais ela investiu ao longo do tempo. De fato, embora muitas vezes seja possível copiar processos e produtos, as crenças e atitudes estabelecidas na mente dos consumidores nem sempre podem ser copiadas. Apesar de as marcas serem ativos intangíveis valiosos, criar e manter uma marca forte representa um grande desafio. O conceito de brand equity — o foco principal deste livro — fornece aos profissionais de marketing um denominador comum para interpretar os efeitos potenciais de diferentes estratégias para suas marcas. Fundamentalmente, esse conceito enfatiza a importância do papel da marca nas estratégias de marketing. O trabalho reúne visões de acadêmicos e profissionais de diversos setores sobre esses tópicos, combinando fundamentação teórica abrangente com percepções práticas. Essa característica é reforçada nesta edição brasileira, em que foi enfatizada a adaptação e a inclusão de casos de gestão de marcas locais e globais — para os quais diversas pessoas e empresas colaboraram com dados, informações e imagens —, levando em conta sua utilidade em termos de aprendizagem e sua aplicabilidade no mercado nacional.

RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

COOP LANÇA CENTRAL DE RELACIONAMENTO

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Visando conhecer ainda mais o comportamento de compra e as necessidades de seus cooperados, a Coop – Cooperativa de Consumo lançará no próximo dia 30 de junho a Central de Relacionamento, um braço do Projeto Gestão de Cooperado criado em 2007 em parceria com a empresa Peppers & Rogers Group, consultoria reconhecida como autoridade máxima em estratégias de negócios focadas no relacionamento com clientes.



Segundo Sidnéia Maurício, coordenadora do Programa Gestão de Cooperado, além de conhecer melhor o seu cooperado, a Central de Relacionamento também será mais um canal de comunicação. Por meio do número telefônico 08002662667, os cooperados das 25 unidades de distribuição da rede poderão se comunicar com a Coop, seja para tirar dúvidas, dar sugestões sobre produtos, serviços ou fazer algum tipo de reclamação. O retorno será em até três dias. Atualmente, os cooperados já contam com o plano de sugestões, o atendimento pessoal ao cooperado nas unidades de distribuição, via site http://www.coop-sp.com.br/ e ouvidoria.



Para Susana Souza, responsável pela operacionalização do programa, esta Central permitirá a alimentação do banco de dados administrado pela Peppers & Rogers e sua instalação física será no SENARC, em São Caetano do Sul, com atendimento das 9h às 21h nos sete dias da semana. A equipe será formada por operadores no atendimento telefônico receptivo – 0800 e no atendimento eletrônico – chat / e-mail. Nessa central haverá direcionamento para a Central de cobrança, Call Center CoopFácil (cartão private label) e Central de Relacionamento.



O novo serviço visa realizar a identificação positiva do cooperado; captura de dados em caso de não-cooperados; receber; classificar e registrar os eventos; responder conforme os procedimentos internos; repassar a solicitação à retaguarda, caso a resposta não esteja disponível na Central e atualização de dados cadastrais. Em breve, todas as unidades de distribuição da Coop estarão integradas no mesmo sistema, agilizando o atendimento do cooperado.



“Como retaguarda será possível intermediar manifestações com as áreas internas gerenciando prazos de respostas com base na matriz de responsabilidades; fornecer indicadores de satisfação do cooperado; emitir relatórios mensais qualitativos e quantitativos confiáveis baseados nos atendimentos registrados e identificar necessidades emergentes de melhorias de processos para repassar para a área de Gestão de Cooperados, além de ter um perfil completo do nosso cooperado”, acrescenta Sidnéia.



Para o presidente da Coop, Antonio José Monte, esta Central de Relacionamento é um passo importante da cooperativa rumo à excelência no atendimento. “Nós não vendemos produtos e, sim, serviços. Por isso, é preciso nos diferenciarmos e este novo canal de comunicação com o cooperado trará a comunicação perfeita e adequada com eles. Sua manifestação será muito bem-vinda, seja para criticar, sugerir ou elogiar”, completa Monte.



Para que todos os colaboradores tomem conhecimento deste novo serviço de comunicação, a Coop realizou um intenso trabalho de endomarketing, denominado de Ponta a Ponta, o qual envolveu palestras e dinâmicas.



Sobre a Coop: Criada em 1954 por 292 funcionários da Rhodia, a Coop comemora neste ano 54 anos de fundação e possui atualmente mais de 1,4 milhão cooperados. Considerada a maior cooperativa de consumo da América Latina, a Coop possui 25 unidades de distribuição em operação sendo 24 no modelo tradicional: 17 no ABC Paulista, duas em São José dos Campos, duas em Sorocaba, uma em Tatuí, uma em Piracicaba e uma em São Vicente, e uma Zapt Coop em Santo André, no formato loja de proximidade.



A Coop ocupa o 11º lugar no ranking da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) e fechou o ano de 2007 com fornecimento (faturamento) bruto de R$ 1.102,9 bilhão, representando em valores nominais uma variação positiva de 6,14% em relação a 2006, que teve fornecimento bruto de R$ 1.039,1 bilhão.



Informações à Imprensa:
MP & Rossi Comunicações
Marli Popolin
mprossi@uol.com.br
http://www.mprossi.com.br/
(11) 4436.8408 / 4992-6379 / 9602.4430



Postado por Juliano Melo.

5ª edição do Circuito Premiado Bridgestone, programa de incentivos às revendas:

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Circuito Premiado é o nome do programa de capacitação, motivação e relacionamento com as revendas da Bridgestone que completa cinco anos de sucesso.



Neste ano, os 10 revendedores com acompanhantes premiados pelo programa visitaram a fábrica da Ferrari em Maranello, na Itália. Lá, eles conheceram com exclusividade a linha de produção e a tecnologia utilizada pela Ferrari, além de visitar o campo de provas e a Galeria Ferrari, que apresenta a história e os principais modelos produzidos pela montadora italiana. Segundo o Coordenador de Trade Marketing da Bridgestone, Márcio Furlan foi uma ótima oportunidade para empresa conhecer melhor seus parceiros e estreitar os relacionamentos: “Uma viagem como esta aproxima os revendedores e os tornam mais predispostos a falar sobre novos projetos”, comenta Furlan.



O programa Circuito Premiado atinge toda a rede de revendedores da Bridgestone Firestone, totalizando cerca de 500 pontos de venda e mais de 3.500 participantes, entre equipe de vendas do fabricante, proprietários das revendas e equipes das lojas. Os participantes ganham viagens internacionais, nacionais entre outros prêmios.



Um dos principais objetivos do programa também é tornar as revendas ainda mais preparadas e capacitadas para atender ao consumidor. Para isso, a Bridgestone disponibiliza programas de e-learning, com treinamentos especiais sobre produtos, atendimento e carreira, entre outros temas. O próximo treinamento será feito via webcasting (transmissão via internet de sons, imagens e dados para diversos espectadores simultaneamente em tempo real ou on demand).


Sobre a Bridgestone
A Bridgestone, com sede em Tóquio (Japão), é a maior fabricante mundial de pneus, com vendas de US$ 29,7 bilhões em 2007. Emprega 134 mil funcionários no mundo e mantém operações em 25 países, com 182 fábricas, das quais 76 são fábricas de pneus e processos relacionados, 20 fábricas de matérias-primas e 86 fábricas de produtos diversos (autopeças, semicondutores, equipamentos para golf e tênis, bicicletas). No Brasil, a empresa gera 3.600 empregos diretos e produz pneus para todos os segmentos em suas fábricas de Santo André (SP) e de Camaçari (BA), que juntas atingem uma capacidade para produzir mais de 43 mil pneus/dia. Em 2007, faturou US$ 1 bilhão. Entre 2000 e 2007, a empresa investiu cerca de US$ 460 milhões para a expansão da sua produção e implantação de novos produtos e tecnologias, além da modernização de mais de 500 pontos de vendas distribuídos pelo país.



Bridgestone Firestone do Brasil Ltda




Assuntos Corporativos

Fone: 11.4433-1568 ou 11 9225-1135

E-mail: acorporativos@bfbr.com.br
Informações: Gleyma Lima

Jornalista Responsável: Raul Viana (Mtb 08095)
Visite nosso site: http://www.bridgestone.com.br/




Postado por Juliano Melo.

Bridgestone leva cliente para a Fórmula Truck em São Paulo

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A Bridgestone realiza até o dia 5 de julho no Estado de São Paulo uma promoção com foco na próxima etapa da Fórmula Truck, que acontece em Interlagos, dia 6 de julho.

A cada par de pneus Bridgestone ou Firestone comprados e montados nas revendas participantes, o consumidor ganhará um ingresso para assistir à corrida na arquibancada Bridgestone, com direito a churrasco, além de boné e camiseta.

A promoção está sendo realizada em 13 revendedores Bridgestone Firestone localizados em São Paulo, São Bernardo do Campo,Guarulhos, Sorocaba, Itapecerica da Serra, Registro, Itu, Piracicaba, Avaré, Botucatu e Taquaritinga.

A Fórmula Truck é uma das categorias que mais crescem no automobilismo nacional e milhares de pessoas lotam os autódromos durante os fins de semana de competição. "Nas pistas, nossos pneus são testados em condições extremas de operação real. Nossa presença na categoria é uma importante forma de mostrar a alta performance dos produtos que oferecemos ao consumidor final", afirma o presidente da Bridgestone Firestone do Brasil, Humberto Gómez.

Todos os caminhões da Fórmula Truck são equipados com pneus Bridgestone R227.


Sobre a Bridgestone
A Bridgestone, com sede em Tóquio (Japão), é a maior fabricante mundial de pneus, com vendas de US$ 29,7 bilhões em 2007. Emprega 134 mil funcionários no mundo e mantém operações em 25 países, com 182 fábricas, das quais 76 são fábricas de pneus e processos relacionados, 20 fábricas de matérias-primas e 86 fábricas de produtos diversos (autopeças, semicondutores, equipamentos para golf e tênis, bicicletas). No Brasil, a empresa gera 3.600 empregos diretos e produz pneus para todos os segmentos em suas fábricas de Santo André (SP) e de Camaçari (BA), que juntas atingem uma capacidade para produzir mais de 43 mil pneus/dia. Em 2007, faturou US$ 1 bilhão. Entre 2000 e 2007, a empresa investiu cerca de US$ 460 milhões para a expansão da sua produção e implantação de novos produtos e tecnologias, além da modernização de mais de 500 pontos de vendas distribuídos pelo país.




Bridgestone Firestone do Brasil Ltda
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Postado por Juliano Melo.

Relações Governamentais vão muito além do lobby

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A nova complexidade e dinâmica do ambiente, sob o ponto-de-vista da política e da estratégia corporativa, e os problemas sócio-políticos e a interação da sociedade com os poderes constituídos estão na pauta do Programa Internacional em Relações Governamentais, lançado neste dia 26 de junho de 2008 junto ao novo Comitê da área na ABERJE – reunindo a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, de Comunicação Organizacional e de Branding, em evento no Reserva Cultural em São Paulo/SP. A iniciativa de aperfeiçoamento profissional interdisciplinar, que envolve temas como cálculo de risco político, lobby, estratégia comunicacional e cálculo de viabilidade política, ocorre em convênio com a The George Washington University e The Jedi Group.


O interesse pela área na entidade não é novo. Desde os anos 80, especialistas como Said Farhat – que veio a escrever o livro “Lobby – o que é, como se faz” editado pela entidade recentemente – convivem e interagem com os comunicadores para formar equipes mais qualificadas para o desafio. O diretor-geral da ABERJE e professor da ECA/USP Paulo Nassar, ao dar boas-vindas às mais de 40 pessoas presentes, assinala que o tema é realmente transversal e que todo o intercâmbio com diferentes saberes deve ser bem-vindo para formatar melhores condições de tratar as múltiplas demandas e interfaces do relacionamento político. “A área de Relações Governamentais, além de ser estratégica para as empresas, é em termos de carreira profissional, o segmento do mercado de trabalho mais promissor. Os profissionais trabalham no âmbito das direções organizacionais e têm os melhores salários da área”, assinala. O trabalho no Comitê vai ser coordenado por Leandro Machado, gerente de Relações Governamentais da Natura Cosméticos, que complementa: ”A profissionalização da área dentro das corporações se faz absolutamente necessária e a ABERJE está investindo nesta que pode ser a peça que faltava na gestão sustentável: o lobby responsável”.


A George Washington University é a instituição mais reconhecida em Relações Governamentais do Estados Unidos. Seu diretor do Programa de Governança da Graduate School of Political Management, Luis Raul Matos, foi o convidado para falar das bases do conteúdo programático do treinamento e dar o tom da relevância das discussões. Ele, que também integra o corpo docente que vai estar no Brasil nos dias 7, 8, 21 e 22 de novembro de 2008 (ver detalhes no box abaixo), foi Ministro das Finanças, Senador e membro do Congresso na Venezuela, além de ter atuado como diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Sua experiência indica que política precisa estar na base dos processos decisórios e sua abordagem de ensino, além da cientificidade, tem que estar embasada num espírito prático. “Temos que trabalhar a política através da comunicação”, resume.


Como ele fala em interação, também trata de estratégia. Fazendo um paralelo com os jogos de futebol e as diferentes articulações entre os jogadores dependendo da nação, aproveita para indicar que a intuição é um componente também importante. Todavia, precisa ser gerenciada para consistir em vantagem. Ademais, Matos diz que ao falar em política, é preciso ver que a emoção estará sempre presente. E destaca: “mas a política não é aquilo que se fala, mas aquilo que se escuta. A história e a cultura têm um papel importante sobre como saber ouvir”, num enfoque válido tanto para a ênfase no Governo quanto para o trabalho focado nas comunidades.


Considerar que existe um movimento muito forte para que o poder seja transferido para os governos locais, que são muito mais suscetíveis às pressões da sociedade civil e de suas organizações, é o início de um novo conceito para atuar em relações governamentais. Pesquisa feita com 391 grandes corporações mundiais mostra a consciência sobre estes novos agentes e seus novos papéis, dizendo que o maior impacto dos públicos está com os funcionários (48%), com os consumidores (44%), com os Governos (38%) e com as comunidades (27%). Por sua vez, o LatinoBarômetro, estudo de instituições e políticas latinas, revelou já em 2006 os agentes sociais de maior confiabilidade: os primeiros lugares ficaram com os bombeiros (82%) e com a igreja (71%), e logo depois o rádio (69%) e a televisão (64%), seguidos dos vizinhos (58%) e do Presidente da República (47%). Governos, empresas, partidos políticos, Forças Armadas ficaram no final da lista.



ATIVISMO – O professor ressalta que não se pode restringir a ação a lobby, porque é uma palavra mal-vista em toda a América Latina, como uma “caixa preta na qual as pessoas não confiam na maneira como é feita”. Então, aponta o surgimento de uma nova terminologia: o ativismo corporativo com uma postura mais proativa, em que se identificam problemas já nas promessas de campanhas dos candidatos, não somente no ato da votação nos Parlamentos. Uma gerência política trata de abrir espaços de possibilidades, compreendendo o processo, analisando os fatores externos, atendendo a regras, assegurando a governabilidade, adequando disponibilidade de recursos e aplicando uma capacidade persuasiva. “A sedução não é forçar a aceitação, mas sim promover o desejo em comum, construindo confiança a longo prazo”, explica.


O entorno mudou muito. Ao afirmar isto, o palestrante aponta a emergência de novos atores políticos e novos projetos de governo com alterações de regime, dentro de realidades geopolíticas distintas, daí surgindo um novo contrato entre as comunidades e corporações, com poder disseminado. Atualmente, tudo seria um jogo de comunicação bastante forte, com investigações, antecipações de cenário e preparação de estratégia para estar pronto na hora certa. Citando Luhman, Habermas e Arterton, ele diz que o sistema político é em essência um sistema comunicacional. Todo projeto de mudança requer uma estratégia implícita ou explícita que incorpora elementos de persuasão e requer habilidade de relacionamento e diálogo. Por isto, a convicção de que a agenda das corporações requer, além da rentabilidade econômica, construir viabilidade política, o que inclui desenvolver um pensamento sistêmico, mudar a forma de conversações na organização e adotar uma gestão que contemple os processos políticos. Matos enfatiza: “é preciso tornar-se mais proativos, com a junção da comunicação interna com a externa para ser mais eficaz”. A gerência política depende de cinco tipos de conversações: 1) para a configuração de situações, aprofundando a compreensão de relações causais, antecipando futuros; 2) para o desenho de estratégias e ações. 3) para a análise de viabilidade política de estratégias; 4) para a gerência de cooperação e do conflito; e 5) para a mobilização para a mudança, com compromisso e coordenação. “Aprendemos muito sobre inovações, tecnologia e recursos humanos, mas não sobre políticas. E é isto que vamos mostrar no seminário”, orienta ele.


A noção de que comunicação deve ser fator de garantia de participação, de contemplação de opiniões diversas, as quais, conversadas, levam ao mesmo caminho num empenho coletivo, permeia toda a visão de relações governamentais proposta, com agendas que atraiam o povo, construam alianças para viabilizar processos. “Afinal, comunicação é interação, não é transmitir informação”, arremata, referindo-se também aos indicadores relacionados à performance da organização e incorporados à sua estratégia global, como relações com o governo, imagem na comunidade e estabilidade política.


REPERCUSSÃO – A jornalista Angélica Consiglia, sócia-diretora da Planin, já está ambientada neste segmento. Fazendo parte de um grupo mundial de RP, a WorldCom, desenvolve atividades contínuas com o Governo para clientes, que vão de construtoras a empresas de telecomunicações. Isto justifica seu máximo interesse no Comitê e no Programa lançados, exaltando a idéia da instituição do espaço de intercâmbios como maior fomento de um tema estratégico. A gerente de Comunicação da Klabin, Cristiana Brito, está inserida num panorama semelhante, afinal sua empresa está em mais de 50 cidades em oito estados distintos, em ambientes rurais e urbanos de diferente desenvolvimento. Sua presença no encontro está focada na aprendizagem sobre a sistematização destes pontos de contato, capacitando sua equipe e permitindo disseminação do posicionamento da organização para determinadas práticas.


Com Inês Correa, proprietária da agência Momentum, não é diferente. O conhecimento adquirido no evento já vai ser útil em seu trabalho com governos municipais, e ela sugere que no futuro o grupo contemple também representantes de órgãos públicos para melhor entendimento dos fluxos de comunicação e parceria entre as partes. O relações públicas do Conselho Regional de Enfermagem, Marcus Vinícius Bonfim, comenta que em algumas instâncias é normal a existência de um canal sistemático e formal entre Governo e sociedade civil organizada, como no caso das entidades de profissões, ainda mais no setor da saúde, com acompanhamento e consulta sobre legislações. Todavia, as novidades de enfoque do palestrante Luis Matos e do programa da ABERJE o fizeram ver que existe conhecimento pra acrescer. “É uma série de ações relevantes que trazem uma postura proativa com maior profundidade na agenda social da empresa, surgindo um olhar diferente em relação ao Governo e no papel das empresas, que podem ficar como intermediadores das comunidades”, analisa. Neste lançamento, estiveram presentes representantes de empresas como Gerdau, Petrobras, Votorantim, Unilever, Basf, Scania, Kraft Foods, Libbs Farmacêutica, Cargill, IBM, Suzano e Santander, entre várias outras, e órgãos como a Câmara dos Deputados e a Associação Brasileira de Relações Públicas. O Comitê de Relações Governamentais vai marcar o próximo encontro no mês de setembro. Interessados podem obter informações pelo email emily@aberje.com.br ou no 11-3662-3990.



PROGRAMA – O Programa Internacional em Relações Governamentais da ABERJE, George Washington University e Jedi Group acontece em novembro, dividido em quatro módulos de um dia cada sob encargo de docentes da Graduate School of Political Management. Começa dia 7 de novembro por Estratégia e Comunicação Políticas, com o professor Roberto Izurieta, diretor de projetos latino-americanos, quando os participantes vão examinar as circunstâncias pessoais, estratégias e institucionais com que empresas e líderes políticos se deparam em seus campos de atuação, assim como o cálculo estratégico empregado para mobilizar apoio político, ganhar influência, construir alianças, utilizar o poder institucional para atingir objetivos e encontrar soluções viáveis para questões sociais. No segundo módulo no dia seguinte, o professor Luis Matos trata de Empresas, Política e Risco Político, examinando as formas que podem assumir as funções de relações governamentais e lobby e o papel destas atividades para o sucesso ou fracasso das organizações, abordando ainda os jogos estratégicos como ferramental para administrar questões sociais e entender os riscos políticos das decisões.


Já no dia 21, o tema Lobby e Defesa de Interesses vai ser tratado por Charles Cushman Jr, enfocando nos conhecimentos e habilidades para influenciar o processo de definição de políticas públicas, junto com a defesa de interesses (movimentos de base), levantamento de temas (previsão) e análise (desenvolvimento de políticas). O final do treinamento acontece no dia 22 com James Ritchie-Dunham, presidente do Institute for Strategic Clarity falando de Negociação Política, buscando redução de conflitos no atual contexto político, com a criação de valor pelo envolvimento dos stakeholders externos à organização, em particular de órgãos governamentais.



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)




Postado por Juliano Melo.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio USP de Comunicação Corporativa 2008

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Começaram no dia 23 de junho as inscrições para a Categoria “Campanha” do Prêmio USP de Comunicação Corporativa 2008. Essa Categoria premia o projeto de Comunicação Corporativa mais relevante, desenvolvido por empresa e/ou agência no período de 2007. Uma comissão, composta por professores da Universidade, selecionará as oito melhores campanhas para a apresentação pública, a partir de critérios estabelecidos no Regulamento, e definirá as cinco melhores - entre elas a vencedora, que será revelada no dia da premiação, 11 de novembro, no Sesc Pinheiros.



O Prêmio é uma iniciativa da Escola de Comunicações e Artes da USP que procura valorizar a comunicação nas organizações, buscando sempre a inovação e os bons resultados, além de destacar os profissionais que atuam nas empresas e reconhecer os seus melhores trabalhos.



As inscrições serão feitas on-line no site do Prêmio:




O prazo vai até o dia 25 de julho.



Informações:

Laboratório Integrado de Marketing e Cultura (LIMC – ECA/USP)

Tel.: 3091-4314

RP no Fashion Business.

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Por: Valéria Luna - valerialuna@leiamoda.com


http://www.leiamoda.com/ModaNoBolso.aspx?mid=390


A complexidade do mundo executivo da moda é ainda pouca conhecida pela grande maioria dos segmentos envolvidos. É importante ressaltarmos a sua importância que, por meio de Relações Públicas, traz novidades e melhorias, rumo ao desenvolvimento cada vez mais de acordo com o mercado vigente.


As entidades que mais devemos referenciar são a ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção - e a ABEST – Associação brasileira de estilistas. Dependo da abrangência da ação, ainda deve se contactar a ANEL – Associação nacional de lavanderias, a ABRAMACO – Associação de maquinas de costura e a ABTT – Associação brasileira dos técnicos têxteis. Em nível estadual, citamos também os Sindicatos da Indústria de Vestuário (cada estado possue o seu próprio SINDIVEST) e o sindicato da indústria Têxtil, como o sindicato de vestuário, cada estado possue o seu SINDITÊXTIL.


É relevante a aliança com esses órgãos na credibilidade e confiança nas ações realizadas. Após feita a aliança com as entidades, deve-se identificar os principais veículos de comunicação atuantes no mercado de moda, veículos estes direcionados e técnicos onde em sua maioria, você não vai encontrar nas principais bancas de revistas da sua cidade. A informação e atualização freqüente são imprescindíveis em qualquer segmento do mundo executivo.



Clique aqui para ler o artigo completo.




Postado por: Ramon Fernandes.

Dica Imperdível.

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Pessoal, boa noite.


Encontrei hoje um portal novissímo, com um ótimo conteúdo sobre todas as áreas da comunicação, trata-se do Nós da Comunicação (www.nosdacomunicacao.com). Este portal, encabeçado pela Casa do Cliente Comunicação e Marketing Ltda. tem por objetivo difundir e dividir conhecimentos, dando a possibilidade do usuário interagir diretamente com o conteúdo, enviando materiais e dicas.

Além do conteúdo ser muito bom, o layout não deixa a desejar, com uma proposta bacana, tendo na interatividade o ponto forte.

Vale muito a pena ganhar algumas horas navegando pelos conteúdos, que vão de textos, cases, vídeo e podcasts, deste portal que promete ser um destino obrigatório a todos os curiosos, estudiosos ou não da comunicação organizacional.

www.nosdacomunicacao.com

Postado por: Ramon Fernandes

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Muito interessante este teste que recebi na e-news da Revista Amanhã. Faça o teste eavalie se as práticas de responsabilidade social da a empresa que possui ou trabalha estão incorporadas às estratégias de negócios. A Revista Amanhã, para formular o questionário, se baseou nos seguintes parâmetros:





Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Corporativa;



No questionário do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da Bovespa), e



Springer – Consultoria em Gestão, Tecnologia e Desenvolvimento Sustentável.







Clique aqui e faça o teste.



Postado por Juliano Melo.

Kailash lança campanha “Neste Inverno se Aqueça por Camadas”

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São Paulo, Junho de 2008 – A Kailash, marca de roupas e equipamentos para a prática de esportes outdoor, cria a campanha “Neste Inverno se Aqueça por Camadas” para divulgar a coleção inverno 2008 que inclui as roupas para contato direto com a pele, isolamento térmico e proteção exterior.


O objetivo principal da campanha é demonstrar que o aquecimento do corpo por camadas é a maneira mais eficaz para se proteger de baixas temperaturas. Este processo permite ajustar as camadas de acordo com a temperatura a ser enfrentada e a atividade que praticará, removendo ou acrescentando as pelas de modo que o corpo permaneça sempre aquecido e seco.
As peças mostram as três camadas que a marca propõe para aquecer especialmente as pessoas que desejam praticar esportes ao ar livre nesse inverno. Criada por Alexandre Barbone e Fernando Junqueira, a ação é composta para anúncios para mídia impressa e Web.


Enviado por:

Trópico Comunicação
Telfax: (11) 3045-6612
Jornalista Responsável: Adriana Fernandes
MTb 29.836
Postado por Juliano Melo.

28º PRÊMIO NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS

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O Prêmio Nacional de Relações Públicas - POP foi criado pelo CONRERP – Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 2ª Região - SP/PR em 1979, tendo sua primeira edição oficial no ano de 1980, com o nome de Prêmio Opinião Pública. Nestes 27 anos de premiações, o POP contemplou cerca de 200 cases em diversas categorias.

Nesta 28ª edição, o POP renova-se uma vez mais e apresenta-se perante a comunidade de profissionais de comunicação com o nome que além de melhor defini-lo o caracteriza de forma total e abrangente – PRÊMIO NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Esta mudança visa consolidar a sua natureza nacional, ao reafirmar o caráter sistêmico do CONFERP – Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas, bem como a sua vocação de maior prêmio profissional de Relações Públicas do Brasil, sempre em consonância com a realidade profissional do país.

Além de premiar profissionais, organizações e agências, o POP 2008 prestará homenagens àqueles que contribuíram e ainda contribuem com o desenvolvimento das Relações Públicas em âmbito nacional, sob a chancela do CONFERP.

Assim, convidamos os profissionais de todo o País a inscreverem seus cases para participar da premiação dos 28 anos do POP e concorrer a esta relevante distinção das Relações Públicas no Brasil.





Clique aqui para ler o regulamento.

Postado por Juliano Melo.

Dica de site...

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Recebi uma dica muito legal de um site pela newsletter Design Vigiado. O site PDF Search Engine encontra todos os arquivos em pdf de acordo com o assunto que você deseja.

Vale a pena!!


Postado por Juliano Melo.

Barreiras na Comunicação...

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Marido ao chegar em casa diz à Mulher:

- Querida hoje vou amar-te!!!

Responde a Mulher:

- Por mim, podes ir a Júpiter, desde que me deixes dormir!

Philips patrocina maior prova de corrida do universo corporativo

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Aliado a programa de condicionamento físico da empresa, patrocínio reforça preocupação da Philips com a qualidade de vida e bem-estar de seus públicos



São Paulo, junho de 2008 – A Philips do Brasil, empresa voltada para as áreas de Cuidados com a Saúde, Iluminação e produtos de Consumo e Estilo de Vida, patrocina a Corporate Run 2008, a única corrida do país idealizada para integrar empresas e funcionários.

A corrida acontece na Cidade Universitária, em São Paulo, no próximo dia 3 de agosto. A largada será às 9h e estima-se que mais de 5 mil corredores participem do evento. As equipes podem ser formadas por quatro atletas, que correm 10 quilômetros cada, ou oito corredores, percorrendo cinco quilômetros cada um.


Mais informações em http://www.corporaterun.com.br/.

Condicionamento Físico
Entre as ações da Philips para promover a saúde e melhorar a qualidade de vida de seus públicos, foi criado há 17 anos o FIT, um programa completo de condicionamento físico para os funcionários. Até hoje, mais de 600 colaboradores já participaram do programa, que propõe um roteiro de atividades físicas criadas de acordo com a necessidade de cad a um, sempre acompanhadas de atendimento médico e nutricional.


“As atividades visam prevenir doenças e promover bem-estar entre os funcionários, tornando a prática um hábito saudável, sem a pretensão de transformá-los em atletas”, diz Renato Barreiros, gerente de Saúde e Qualidade de Vida da Philips.

Para fazer parte do FIT, o funcionário interessado é inicialmente submetido a exames clínicos e avaliação nutricional. Somente após o resultado das avaliações é que o participante inicia suas aulas, e poderá, posteriormente, participar de corridas e outras atividades patrocinadas pela empresa.


Para mais informações:
Philips - Comunicação Corporativa
Tales Rocha / tales.rocha@philips.com
Thiara Ney / thiara.ney@philips.com
11-2125-0244

Sobre a Philips
A Philips do Brasil é uma subsidiária da Royal Philips Electronics da Holanda e atua no País há 83 anos. Líder dos mercados locais de eletroeletrônicos, eletrodomésticos portáteis, produtos para cuidados pessoais e iluminação, a Philips do Brasil atua ainda nos setores de telecomunicações, informática e equipamentos médico-hospitalares. Outras informações para a Imprensa estão disponíveis no site da Philips do Brasil na internet: http://www.philips.com.br/

Sobre a Royal Philips Electronics
A Royal Philips Electronics da Holanda (NYSE: PHG, AEX: PHI) é líder global em cuidados com a saúde, iluminação e produtos de consumo e estilo de vida, oferecendo inovações, serviços e soluções por meio da sua promessa de marca "Sense and Simplicity". Com sede na Holanda, a Philips possui aproximadamente 134.200 funcionários em mais de 60 países. Com um volume de vendas de 27 bilhões de euros em 2007, a empresa é líder de mercado em equipamento para diagnóstico médico por imagem e monitoramento de pacientes, soluções em iluminação com base na eficiência enérgica, produtos de cuidados pessoais e para a casa, bem como eletrônicos de consumo. Mais informações sobre a Philips podem ser encontradas no site www.philips.com/newscenter.
Texto enviado por Thiara Ney.
Postado por Juliano Melo.

Convocação de blogueiros

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Knowtec em São Paulo



Depois de Brasília, Florianópolis e Seattle, a Knowtec está chegando a São Paulo. O objetivo é montar um escritório focado em comunicação digital e mídias sociais.


Hoje, é fundamental que empresas que fornecem esse tipo de serviço tenham em suas equipes profissionais que realmente conheçam bem esse ambiente. Ou seja, pessoas familiarizadas com redes sociais como Orkut, MySpace, Facebook.


Outra vantagem é ter pessoas que escrevem seu próprio blog e participam ativamente de sites como Flickr, Del.icio.us, YouTube e Twitter.


É assim que trabalhamos! E é com esse pensamento que queremos levar os nossos serviços agora a São Paulo.


Convocação de blogueiros
Você faz parte da blogosfera? Se você é blogueiro e se encaixa nesse perfil, nós estamos a sua procura. Apenas mande um email para saopaulo@knowtec.com.br, incluindo um parágrafo de apresentação e o link para o seu blog.


Quem sabe você não vem fazer parte da nossa equipe?



Postado por Juliano Melo.

Dúvidas sobre o concurso da Petrobrás

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Recebi pelo e-mail a análise feita pelo Fábio Cipriani, Blog Corporativo, sobre a questão que abordava o uso de blogs corporativos pelas empresas. A questão gerou controvérsia, assim como, acredito eu, outras questões da prova. Abaixo o raciocínio utilizado por Fábio:



"Várias pessoas escreveram nas últimas duas semanas pedindo minha opinião sobre o gabarito da prova de um concurso da Petrobrás que ocorreu no início de junho para a área de comunicação (Relações Públicas, Jornalistas e Publicidade) aplicado pela Fundação Cesgranrio.



39. Considerados como uma evolução dos diários pessoais online, os blogs corporativos seguem a tendência de incorporar à sua estrutura várias ferramentas de colaboração características da web 2.0, tais como podcasts e feeds. Nesse sentido, o uso de um blog corporativo como ferramenta de comunicação on-line tem como objetivo



(A) criar um espaço formal para apresentações institucionais.

(B) diminuir o investimento no processo tradicional de distribuição de conteúdo.

(C) manter-se alinhado à nova tendência da presença corporativa no mundo digital e colaborativo.

(D) estreitar e incentivar uma melhor experiência de relacionamento com o público interno.

(E) monitorar estatisticamente os acessos e o perfil do usuário on-line.



Quem me escreveu dizia que escolheu a alternativa D como correta, mas o gabarito apresentou a alternativa C como resposta certa. Já respondi a todos eles, mas estou publicando a questão aqui por ser de interesse de todos.



Vamos reescrever a pergunta só por curiosidade: Sabendo que o blog corporativo é uma evolução do blog comum e, assim como no blog comum, ele também utiliza várias ferramentas de web 2.0, qual o objetivo do seu uso como ferramenta de comunicação online?



A resposta C está correta.


A resposta D também está correta.



Agora, se a intenção é obter a resposta mais correta, eu diria que a C é a mais correta pois, apesar de fraca, é verdade. A D soa muito mais correta, mas está incompleta porque o alvo é também o público externo.



Pelo teor das possíveis respostas, eu tenho a impressão que o examinador não queria aplicar uma pegadinha. Tenho a impressão que ele nem sabia que o blog poderia ser usado para o público interno também. Eu acho que se trata daquilo que mais temos no mundo dos blogs corporativos hoje: falta de informação.



Na minha opinião, se existe a possibilidade de se anular a questão, acredito que os candidatos deveriam entrar com um recurso. Não custa tentar".



Retirado do Blog Corporativo.



Postado por Juliano Melo.

O poder das redes sociais

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Mais um post sobre redes sociais. Originalmente postado no site Rede de Tecnologias do Rio de Janeiro. Boa leitura!!

Campanhas publicitárias na internet promovidas em redes sociais como blogs e sites de relacionamento podem ter um impacto maior do que se forem promovidas por sites oficiais dos próprios anunciantes, de acordo com dados de pesquisa da Ibope//NetRatings divulgada nesta quinta-feira. O levantamento mostrou que campanhas on-line partindo de blogs ou outras redes sociais podem ter um impacto 500 vezes maior do que se as mesmas partissem dos sites das próprias empresas.


O novo produto - Redes Sociais - o faz parte da área Analytcs do IBOPE//NetRatings - uma nova divisão da empresa responsável pela análise qualitativa dos dados coletados - e trará análises aprofundadas sobre o impacto das redes sociais brasileiras na construção, sustentação e até mesmo destruição de marca e reputação das organizações.
No novo tipo de levantamento feito pela empresa, um dos fatores que justificam essa diferença é o número de usuários que navegam em redes sociais."Só em maio de 2008, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites relacionados a comunidades. Se forem acrescidos a este número os fotologs, videologs e os mensageiros instantâneos, o valor salta para 20,6 milhões... por mês. Esse número representa cerca de 90% do total de usuários que acessam a internet mensalmente", afirmou Alexandre Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings.
Enquanto, por exemplo, uma montadora de automóveis consegue atingir uma audiência de 2 milhões de internautas em um mês de campanha em seus sites oficiais, uma campanha do mesmo tipo iniciada por membros de comunidades online relacionadas à mesma marca chegaria a 1 bilhão de internautas no mesmo período, de acordo com a empresa de pesquisa.



Clique aqui para ler a matéria completa.
Postado por Juliano Melo.

Procuram-se jovens talentos

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Está aberta mais uma temporada de estágios e trainees. Veja as vagas


Este é o momento ideal para estudantes ou recém-formados em busca de emprego encontrarem uma oportunidade. Entre os meses de junho e julho, grande parte das empresas brasileiras dá início a seus programas de estágio e trainee. Em muitos casos, cresce o número de vagas oferecidas por companhias de diversos setores devido à saída ou promoção dos atuais titulares destas posições.

Segundo o superintendente operacional do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), Eduardo de Oliveira, a abertura de vagas nos meses de junho e julho tem se expandido nos últimos anos, principalmente por causa da criação das graduações semestrais. "Muitos contratos vencem no meio do ano, época em que muitos estudantes concluem o Ensino Superior", explica ele.

Em média, os contratos têm duração de um ano. Ao fim do período, se houver interesse por parte da empresa e do estudante, o documento pode ser prorrogado por mais doze meses. "Nem sempre os mesmos estudantes permanecem contratados. Além disso, metade dos contratos expirados não pode ser refeita porque o jovem já concluiu seus estudos", exemplifica Oliveira. Além das substituições das vagas ociosas, o superintendente também cita a criação das novas oportunidades geradas pelo crescimento da economia brasileira.

O mesmo fato se repete no final do ano, quando, em geral, há maior oferta de vagas com este perfil. "Em média, as empresas oferecem a maioria das vagas no segundo semestre", ressalta Oliveira. No entanto, a única diferença entre as contratações é o início das atividades. "Ao abrir vagas nessa época do ano, os selecionados começam o trabalho em agosto. A próxima oportunidade fica para janeiro do ano seguinte", explica.
Clique aqui para ler o artigo completo.
Postado por Juliano Melo.

Análise de Redes Sociais na prática

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Pessoal, um artigo muito interessante sobre redes sociais. Texto simples e bastante didático. Recomendo a leitura!



As redes sociais estão em toda parte - e não só no mundo virtual. Existem redes funcionais e disfuncionais, isto é, redes que facilitam e redes que prejudicam o desempenho de uma empresa. Portanto, é fundamental revelar estas redes e medir seu desempenho. É isto que a ARS – Análise de Redes Sociais – faz.

Assim, de certa forma, o presente texto complementa artigo anteriormente publicado aqui no Intranet Portal por Sérgio Storch, em sua coluna sobre “Gestão do Conhecimento”. E tem o intuito de mostrar, de modo também introdutório, como se dá a Análise de Redes Sociais na prática. Para isso, vamos partir de um exemplo que nos ajudará a entender os principais conceitos e métricas da ARS para, em um segundo momento, examinarmos o caso de aplicação prática em uma empresa.



O artigo está divido em três partes. Na primeira, mostro, por meio de um exemplo, os primeiros passos da ARS, que já permitem a identificação dos principais atores dentro da rede. Na segunda parte, ainda por meio do exemplo, irei mostrar como identificar grupos e definir seus “papéis”. E, na terceira parte, irei mostrar como isso tudo aparece em uma análise de uma empresa real - e como essa análise permite repensar a empresa, seu desempenho e sua estratégia.




Clique aqui e leia o artigo completo.



Postado por Juliano Melo.

Faz sentido o vínculo entre TI e gestão do conhecimento?

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Se a gestão do conhecimento é basicamente uma abordagem específica para tratar de processos, informação e pessoas (e não de tecnologia), por que esse vínculo é tão forte?



Ao encontrar no aeroporto um amigo que não via há uma década e lhe dizer sobre minha atuação em gestão do conhecimento, mais uma vez ouvi um comentário curiosamente freqüente: “Ah! Gestão do conhecimento… Você sempre gostou de informática, não?”



O sossego no avião me fez desta vez refletir sobre o porquê de uma associação tão forte entre esses dois fenômenos organizacionais contemporâneos: a gestão do conhecimento e a TI, a ponto de muitos considerarem, por um lado, que os portais de conhecimento são o estágio mais avançado da escala evolutiva dos portais e intranets e, por outro, que os portais são “as ferramentas para gestão do conhecimento”.



Ora, gestão do conhecimento é basicamente uma abordagem específica para tratar de processos, informação e pessoas, e não de tecnologia. Então, por que será que esse vínculo é tão forte? Acho que tenho algumas respostas, para as quais gostaria muito de ter o feedback de vocês.



Embora se tenha começado a falar de gestão do conhecimento há cerca de 15 anos, creio que um bocado do que hoje entendemos por esse nome já fosse praticado até de forma sistemática em muitas empresas, sem nenhuma vinculação com a TI, desde a época do movimento da qualidade total, no começo dos anos 80. Juntava-se um CCQ (círculo de controle de qualidade) e analisava-se problemas e soluções com ferramentas bem mais primitivas: flipcharts e, quando muito, um retroprojetor.




Clique aqui para ler o artigo completo.




Postado por Juliano Melo.

Ações de comunicação alinhadas ao negócio recebem prioridade

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Pessoal, texto complementar ao texto Comunicação interna é área estratégica. Mais uma valorosa contribuição do Rodrigo Cogo - Mundo RP.




A comunicação direta vem conquistando espaço no planejamento estratégico da comunicação para funcionários das corporações. Foi esta a principal lição da parte da tarde do dia 17 de junho de 2008, nas palestras integrantes do 12. Congresso Anual de Comunicação Interna organizado pela IBC - International Business Communications (http://www.informagroup.com.br/) em São Paulo/SP.



Os quase 13 mil funcionários distribuídos em 11 países dão uma dimensão da complexidade do trabalho da gerente de Comunicação da Novelis, Eunice Lima. Com operações envolvendo mineração, energia elétrica, químicos, alumínio, laminação e reciclagem, a diversidade de perfis na equipe traz um imenso desafio. Ela relata que a comunicação interna no grupo busca contribuir para o realinhamento da cultura e para a estratégia de integração do negócio, desenvolvendo profissionalmente os colaboradores e melhorando a qualidade do clima de trabalho. Tudo em meio a um cenário que, em 2007, trazia o fortalecimento dos canais de informação sindicais junto aos funcionários de sua empresa e a expectativa e a ansiedade da equipe quanto a recentes mudanças organizacionais (aquisição por um grupo indiano).


Foi então que ela resolveu definir dois modelos distintos para verticalização da comunicação interna, com sentidos descendente e ascendente assegurados e estimulados. No caso do fluxo dos funcionários para as lideranças, foi realizado através do projeto Ciclo do Diálogo – um fórum livre e periódico de debates “face-a-face” com assuntos de interesse coletivo, como registro de dúvidas, insatisfações e sugestões internas. As características principais do canal instaurado são o caráter participativo, colaborativo, auto-representativo e bilateral, tudo registrado em ata e em quadros de avisos com fixação de prazo (45 dias) para respostas porventura não prestadas imediatamente. Estas respostas, se fossem negativas, demandariam também uma ação de explicação e convencimento com geração de uma alternativa.


O Ciclo do Diálogo foi divulgado por banners, revista interna, convites eletrônicos e folder explicativo. Foram mais de 200 fóruns, com levantamento de mais de duas mil questões no primeiro ano, gerando resultados positivos na pesquisa de clima organizacional aplicada em abril de 2008 (53% dos funcionários admitem que a empresa possui uma comunicação aberta e de duas vias). O maior foco dos questionamentos residiu em políticas de RH, tidas como não claras, e em condições gerais de trabalho. “É uma ação importante porque a companhia precisa posicionar-se claramente em todos os pontos levantados. A comunicação direta é nosso principal veículo de comunicação. Preferimos a interlocução do líder com sua equipe, que dá mais credibilidade e permite interação direta e imediata”, acrescenta Eunice. Tanto a possibilidade de venda de uma unidade da empresa como o fechamento efetivo de parte de uma planta, com demissão de 400 pessoas, foram situações recentes de crise tratadas com diálogo e total transparência, únicos recursos creditados pela executiva como salutares para o trato com adversidades.



ANTECEDÊNCIA – Entre os objetivos de comunicação interna do Mc Donald’s estão comunicar com antecedência (equipe informada e capaz de executar orientações) e com clareza (linguagem simples e adequada para cada público) e organizar a informação centralizando o envio (mensagens no tempo certo, com relevância e sem redundância). Na melhor consecução deste caminho, porém, a gerente de Comunicação Interna para a América Latina, Renata Raniro, aponta a insurgência de várias barreiras, como a grande quantidade de informação a ser comunicada aos mais de 500 restaurantes e vários departamentos corporativos demandantes, afora a extensão do público interno e sua diversidade – 34 mil funcionários e outros 280 integrantes da matriz.


As ferramentas aplicadas mudam bastante. Em geral, os VP’s, diretores e consultores são atingidos por email e por cartas pessoais, já os franqueados recebem o boletim eletrônico McValor e para os funcionários corporativos são os pop-ups (automáticos nos computadores) e os emails. Para os gerentes de restaurante, são usados os books de lançamento com novidades de cardápio ou promoções, folhetos de perguntas e respostas sobre processos internos, características dos produtos e dos brindes e promoções, comunicados (organizados em fichários chamados ‘Malotes de Gerentes’) e a campanha “Onde está a Palavra?”, ligada à tentativa de quebrar a resistência à leitura e à aprendizagem de novos termos. Por sua vez, os funcionários de restaurantes são envolvidos pelo projeto “Na Ponta da Língua”, que são livretos com temáticas diversas ligadas ao cotidiano ou a temas internos para o atendente saber conversar com os clientes, o projeto “É gente, Mc Donald’s”, uma rede social interna que desperta talentos artísticos e intercâmbios, afora painéis na sala da equipe.


MUDANÇA – A partir do desmembramento da joint-venture com a Schering-Plough no final de 2006 e do surgimento da Mantecorp como empresa nacional com portfólio de produtos medicamentosos e cosméticos, o primeiro passo da comunicação interna foi divulgar as atribuições do departamento de RH (projetos de qualidade, clima, motivação e sustentabilidade), onde está localizada, para os mais de 1500 funcionários. Entre as ferramentas instauradas, segundo relato da coordenadora Márcia Evangelho, esteve o sistema Fala Você com 0800, email e caixas de sugestão numa espécie de ouvidoria interna, a modernização dos quadros-de-aviso, uma revista e ainda cartões-postais temáticos. Foram criados o programa de reconhecimento Nossa Gente, o programa de Cargos e Salários Intercarreiras e o programa Qualidade de Vida Interatividade, afora a organização de uma convenção nacional de 500 profissionais da força de vendas, onde todas as ações eram apresentadas em quiosques específicos.


Depois, a preocupação era o entendimento da equipe sobre a nova marca. Neste período, para esclarecer sobre o processo de mudança e criar identificação dos colaboradores com a nova empresa, foi refeito o lay-out da revista interna “Entre a Gente”, lançado o programa “Você Sabia” com cartazes trazendo resposta às principais dúvidas sobre a divisão das empresas, o projeto Camarote com sorteio de 160 pares de ingresso para eventos culturais em todo o Brasil (85% dos funcionários estiveram em alguma ação com seus familiares), divulgados numa agenda online dividida por estado e cidade, e ainda o programa Bio Mantecorp sobre consumo consciente e responsabilidade ambiental, ressaltando atitudes engajadas da organização por meio de módulos (água, reciclagem, aquecimento global e desenvolvimento sustentável), de atividades práticas de preservação (coleta de óleo de cozinha, plantação de árvores, substituição de copos de plástico por material durável), da campanha ISO 14001 divulgada num passaporte ambiental. Márcia relata ainda o esforço empreendido para despertar o orgulho das pessoas em fazer parte da equipe, com comunicação ativa de premiações conquistadas, da aquisição de outras empresas ou marcas e também da antecipação de peças de mídia externa.


A atual fase da organização contempla a consolidação da marca, enfocando o conhecimento dos portfólios: de pessoas, de produtos, de cuidados com a saúde, de benefícios e de reconhecimentos obtidos. São lançados produtos em primeira mão para os colaboradores, com mídias exclusivas como encosto de cadeira e papel de bandeja nos refeitórios, sinalização promocional das unidades e adesivos em porta-papel higiênico e nos higienizadores bucais nos banheiros e entrega de brindes e amostras. Está em andamento um processo de intercâmbio de visitação cruzada de colaboradores em seus setores para uma visão mais ampla do negócio.


SEMINÁRIO – O evento ainda envolveu um seminário, no dia 19 de junho, especificamente sobre Mensuração de Resultados, com uma intensa programação de palestras e cases focados. O foco da IBC Brasil em Comunicação Interna não encerrou com o congresso. Entre inúmeras iniciativas no tema durante todo o ano, está marcado para o dia 6 de agosto de 2008 o Seminário “Planejamento Orçamentário para a Área de Comunicação Interna”, no Hotel Transamérica 21st Century Flat em São Paulo/SP. A idéia é entender o gerenciamento de verba e tratar da mensuração de resultados para captar mais investimentos. A estrutura envolve um workshop matutino com a relações públicas Viviane Mansi, gerente de Assuntos Corporativos da Merck Sharp&Dohme, e depois uma sessão com cases da Coca-Cola Femsa, Comgás e Ketchum Estratégia.



Mais informações no site http://www.informagroup.com.br/
Tel: 11-3017-6888.


RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)



Postado por Juliano Melo.

Comunicação interna é área estratégica

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Olá pessoal, segue resumo do congresso de comunicacao interna do IBC, enviado pelo Rodrigo Cogo - Mundo RP. Boa leitura.
O posicionamento estratégico da área de Comunicação Interna nas organizações é um ponto fundamental para a consolidação do trabalho dos profissionais. Os caminhos para alcançar esta credibilidade e mesmo aumentar verbas e estruturas foram levantados durante o 12. Congresso Anual do setor organizado pela IBC - International Business Communications (www.informagroup.com.br) nos dias 17 e 18 de junho de 2008, no Hotel Meliá Jardim Europa em São Paulo/SP..

Numa proposta de criar valor e alcançar objetivos da instituição por meio da informação, mobilização e comprometimento dos funcionários, Mário Lúcio Peconick apresentou a experiência da comunicação interna do Banco do Brasil. Como gerente da área para 82 mil funcionários em quatro mil pontos diferentes de interface, ele enfatiza que as ações são pensadas para provocar relações interpessoais que possibilitem um clima de diálogo e parceria para criar valor, atingindo resultados. “Recursos tecnológicos diferenciados só fazem sentido se estiverem alinhados à estratégia de negócios”, pontua.

Para atingir maior confiabilidade interna, garantindo recursos e voz, Peconick sugere uma postura transparente e ética, com ação interativa com os colegas e firmeza de processos e atribuições. O desafio é aprofundar-se nos conteúdos dos diversos setores, prestando consultoria. Para ele, “os profissionais têm que organizar e hierarquizar as demandas internas com uma ferramenta específica que permita que todos visualizem as necessidades gerais”. Daí é inadiável a tarefa instrumentalizadora: mapeamento e estruturação da comunicação com definição de veículos e canais corporativos, com linha editorial clara que minimize conflitos de participação, e com criação de fluxo de atendimento. No caso do BB, implementam ainda agência de notícias, revista, TV corporativa, boletins segmentados, intranet, jornal-mural, papel de parede dos computadores, email marketing, Diário de Bordo (agenda) e grupos de discussão online. Neste ínterim, também se faz a elaboração de campanhas internas diversas de conscientização, mudança de atitude, motivação e outras. O universo da pesquisa não fica de fora: servem para identificar tendências e monitor efetividade dos passos tomados. “Estamos trabalhando muito na capacitação de gestores locais para atuar como comunicadores, porque eles têm a confiança da equipe e desenvolvem a essencial comunicação face-a-face”.

Todo o esforço está centrado na instauração de um panorama, explicado através de uma frase de Patrick Lencioni: “as pessoas nunca estão dispostas a se esforçar por algo que elas não sabem claramente o que é , nem o que vão ganhar com isso”. Entre as principais barreiras para implementar os processos estão a resistência dos setores em profissionalizar seus contatos com conseqüente falta de comprometimento com as solicitações da área para bom funcionamento dos projetos, até vendo a comunicação interna apenas como canal e ferramenta operacional. Por isto, ele acredita que um caminho coerente seria apresentar formalmente as atribuições do segmento para os demais setores e não ter reservas em formar lideranças como canais de comunicação em uma rede transversal de agentes (num estímulo à comunicação de mão dupla que dá agilidade, eficiência e segurança às informações, integrando e comprometendo as pessoas), constituindo-se numa “negociadora de interesses”. E complementa: “em geral, a comunicação interna só se efetiva como um instrumento estratégico de gestão com ações integradas para todos os públicos”.

MONITORAMENTO – Como apresentar resultados concretos sobre um trabalho feito com e para pessoas? Com este questionamento, a relações públicas, jornalista e publicitária Maria José D’Alessandro lista as etapas para estruturação da comunicação interna: combinação de equipe com pessoal próprio e terceirizados, estabelecimento claro de verba, escolha equilibrada de canais e ferramentas de relacionamento. Em média, acredita que esta organização e o início de resultados efetivos se dê em dois anos. “É um sistema complexo, as pessoas têm repertórios diferentes, independente do tamanho da organização, e o público interno é o principal stakeholder, o principal formador de opinião e o principal cartão-de-visitas”, destaca a gerente de RP da Federação das Indústrias de Minas Gerais/FIEMG.

No alinhamento à estratégia da organização, um passo fundamental seria realizar pesquisas qualitativas e quantitativas que amparem as melhores decisões. De toda maneira, algumas dificuldades emperram o processo, como a falta de recursos (humanos, financeiros e materiais), o não-engajamento de parceiros indispensáveis à operacionalização das iniciativas e a dificuldade de diálogo e relacionamento interno. Para superar estes obstáculos, é preciso fazer um acompanhamento constante do começo ao fim das ações propostas, com ferramentas de feedback, enquetes, reuniões periódicas com rede de comunicadores, reuniões multi e interdisciplinares de pauta, pesquisas anuais ou bi-anuais.

De toda maneira, ela aponta uma falta de credibilidade no resultado do investimento em comunicação interna, o que deve ser enfrentado com uma postura de ouvir, dialogar e oferecer soluções embasadas na estratégia organizacional, planejando ações de maneira compartilhada, em parceria com áreas-cliente num equilíbrio de técnica e relacionamento, sempre oferecendo resultados mensuráveis. O ciclo da comunicação, segundo a gerente, parte da estratégia para definir atividades intervenientes na reputação. “Temos que sair da condição de fazedores para entrarmos na agenda estratégia”, insiste. Neste sentido, na Federação a comunicação corporativa é um mix de comunicação organizacional, gerencial e de marketing, articulada em uma plataforma de relacionamentos que fundamenta a comunicação do Sistema através de processos, ferramentas e mensagens integradas aos perfis de público, dentro de um eixo de contato. Maria José interage muito com correspondentes de comunicação, que funcionam como “radares”, buscando informações relevantes das unidades e áreas que representam e indicando necessidades de informação a partir da avaliação de impacto das mensagens. São 15 pessoas responsáveis pela montagem dos jornais-murais e por sugestões de melhoria para os meios físicos e para o processo comunicativo, sob coordenação da RP.

INCENTIVO – Andréa Aumond, da comunicação do Grupo Pão de Açúcar, completou a manhã do evento com um case prático. Dimensionando seu setor, comenta que passou de 11 para quatro colegas, com conseqüente transformação no formato de prestação de serviços de comunicação interna, antes como um espaço de atendimento de demandas e criação respectiva de peças e agora como uma consultoria especializada em clientes internos, ainda que sem alterar sua vinculação com a Diretoria Executiva de Recursos Humanos. No grupo, 2% são gerentes, 9% são lideranças intermediárias e 89% são força de trabalho, e ela explicou a seqüência de repasse de dados e de diálogo entre os níveis, com plenárias, workshops, reuniões operacionais, veículos e peças comunicativas.

A campanha de incentivo “Varejo na Alma”, ligada a aumento de vendas, ativação de clientes e redução de quebras, foi o alvo da palestra. Com metas trimestrais, definidas pelas direções regionais (desafiadoras, mas exeqüíveis), teve premiação atrativa em viagens e dinheiro. O lançamento aconteceu com móbiles e cartazes nas lojas, e o envolvimento da sede administrativa foi feito com folhetos e entrega de kit para “padrinhos” (boné, caneta, display-ranking) que foram facilitadores de contato. A seqüência de trabalho foi incentivada por displays, cartazes, painéis de acompanhamento com resultados mensais, papel de bandeja de refeitório, tendo a deflagração das premiações comunicada por porta de elevador, wallpaper, faixas, cartazes de depoimento dos pontos vencedores e festas de entrega. Das 560 lojas, mais de 200 participaram e tiveram aumento de vendas. Todo o processo teve telefone, email e portal permanentes com informações integrais dos passos da campanha.

A parte da tarde foi integrada por diversos relatos – veja texto complementar. A Associação Brasileira de Agências de Comunicação (www.abracom.com.br), a Associação Brasileira de Marketing de Negócios e os portais RH.com.br e Comunique-se formaram o grupo de apoiadores desta edição.


RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)
Postado por Juliano Melo.