Archive for Maio 2008

Dica de blog...

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Pessoal,

Mais uma dica de blog. No final do ano passado, ano de minha formatura, participei da oficina Habilidades Profissionais para início de carreira em Relações públicas, ministrada pela Profa. Ms. Marta T. Motta Campos Martins. Na ocasião, ela incentivou a todos os alunos a montarem um blog para divulgar informações sobre o TCC que apresentaríamos no final daquele ano, na Universidade Estadual de Londrina.


Foi aí que surgiu o Blog Ser.RP, administrado por mim (Juliano), pelo Ramon e pelo Robson.


A idéia foi tão boa, que outros professores aderiram ao esquema e passaram a incentivar outros alunos a também montarem blogs como forma de divulgação dos trabalhos que realizam.


Em outro post já havia indicado o Blog Eventos RP. Hoje, escrevo sobre o blog Click em RP, dos alunos Marina Carneiro Sant'anna, Murilo Henrique Couto Gomes e Adriele Mestre. O Blog relaciona-se com o tema do TCC desenvolvido por eles e irá discutir temas relacionados as diferentes estratégias e ferramentas fornecidas pelas novas tecnologias, como a Internet, que o profissional de Relações Públicas pode utilizar para promover o relacionamento da organização com os públicos com os quais se relaciona.


Adriele ressalta que "O que nós queremos é que os profissionais de Relações Públicas vejam a Internet como uma ferramenta promissora para a área e que conheçam as possibilidades de atuar neste meio".



Acessem o blog. Vale a pena.




Postado por Juliano Melo.

O Mundo Perfeito

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Recebido pela newsletter do blog Sobre Administração.


“Busque a alta qualidade, não a perfeição.”
(H. Jackson Brown Jr.)

*por Tom Coelho


Você é encarregado de preparar um determinado projeto. Em verdade, você mesmo candidatou-se a esta tarefa, pois conhece o assunto como poucos e está certo de que poderá contribuir com sua equipe. Assim, bastariam algumas horas de transpiração diante da tela do computador para produzir uma primeira versão do documento que seria apresentada aos seus pares propiciando debates e a elaboração de uma versão posterior, mais densa e melhor estruturada.


Todavia, seu nível pessoal de exigência impede-o de redigir uma proposta sem antes promover todo um trabalho de pesquisa para embasar sua tese. Mas pesquisa demanda tempo e o tempo é a matéria-prima mais escassa do mundo moderno. Passa-se uma semana, duas, um mês. O projeto não sai de seu pensamento e não vai para o papel. Você se angustia, perde o prazo e a credibilidade com seus colegas. E consigo mesmo.


O exemplo acima pode representar um projeto profissional. Pode também ilustrar um trabalho acadêmico ou mesmo uma ação filantrópica. O fato é que em qualquer um dos casos o desejo de fazer o ótimo dilacerou a possibilidade de fazer o bom. E, no final das contas, nada foi concretizado, o que significa um resultado péssimo.


Clique aqui para ler todo o texto.


Postado por Juliano Melo.

Para reflexão

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Wagner vs Pânico




Carta de Wagner Moura publicada no site Gossip. Vale a pena refletirmos...



O ator Wagner Moura se indispõe contra o "Pânico na TV", em carta-aberta


"Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo "que coisa horrível" (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.

" O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice "


O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.


" Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência "


Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.


No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a "cagada" que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?"


Postado por Juliano Melo.

Ativism lança unidade de negócio para motivação empresarial

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Notícias direto de Portugal. Uma grande agência do país esta montando uma unidade de negócio com um foco muito interessante, deem uma olhada.

A Ativism vai lançar uma nova unidade de negócio para a motivação empresarial, a Umanism, que se vai dedicar a construir e desenvolver equipas de alto rendimento. «A Umanism considera fundamental que o branding nasça no interior da organização, já que as equipas são o rosto, a voz, e vivência e a referência primária de uma marca», explica a Ativism em comunicado.

A Umanism vai ter três áreas de intervenção ¿ consulting, energizing e building ¿ e será dirigida por Maria João Gomes, especializada em inteligência emocional, leadership performance & development e coaching de equipas de alto rendimento. Zezo Carvalho, por seu lado, será responsável pela área de energizing da Ativism, ao nível do planeamento estratégico, criativo e de conteúdos emocional das actividades de dinamização de equipas.


Link:http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=956494&div_id=3418

Postado por: Ramon Fernandes

Wal-Mart Brasil e Coca-Cola inauguram programa de estação de reciclagem

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O Wal-Mart, parceiro estratégico do Akatu, e a Coca-Cola, associado do Akatu na categoria benemérito, lançaram, por meio de seus institutos socioambientais, em São Paulo, um programa de coleta e reciclagem de resíduos. A denominada Estação de Reciclagem representa um novo modelo para a preservação do meio ambiente, com a associação entre uma empresa varejista e um de seus fornecedores, para promover a coleta e o correto processamento de resíduos sólidos. A iniciativa ajudará a aumentar a vida útil dos materiais coletados, levando-os de volta à cadeia de produção e, conseqüentemente contribuindo para reduzir os impactos ambientais causado pela extração de matérias-primas. Isto ocorre pelo fato de que, em geral, a produção da matéria prima a partir do material reciclado consume muito menos energia, água e matéria prima virgem do que a produção da mesma matéria prima diretamente a partir da natureza.

O projeto prevê a instalação de postos de coleta de metal, plástico, papel, vidro e óleo de cozinha em mais de 300 lojas da rede Wal-Mart em todo o Brasil até 2009. Esta parceria vai beneficiar diretamente 50 cooperativas e gerar renda para 2.500 catadores. O diferencial do programa é que, além da oportunidade de geração de renda, a Estação de Reciclagem vai oferecer capacitação profissional e treinamento às cooperativas, e promover melhorias em sua infra-estrutura de coleta e processamento de materiais.

O programa foi inaugurado no hipermercado Wal-Mart Supercenter Pacaembu, na região central de São Paulo, no mês de abril. Para garantir a infra-estrutura adequada, o Instituto Wal-Mart e o Instituto Coca-Cola Brasil fizeram um convênio com o Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), uma entidade sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo.

Ao Cempre cabe diagnosticar a estrutura das cooperativas e recomendar as ações necessárias para garantir a eficiência e adequação das suas operações.

O Wal-Mart Brasil já implementa estações de reciclagem em suas lojas desde 2005, sempre com ações de apoio ao desenvolvimento das cooperativas parceiras. A Estação de Reciclagem é mais uma ferramenta à disposição do consumidor consciente para dar o encaminhamento correto aos resíduos e fazer com que sua decisão de descarte traga impactos positivos tanto do ponto de vista ambiental como também social. De acordo com o presidente do Wal-Mart Brasil, Héctor Núñez, “mais do que reciclar o lixo, ao usar nossas estações, o cliente torna-se co-participante em uma ação de responsabilidade social, uma vez que a coleta do material é feita por catadores organizados em cooperativas que o Wal-Mart ajuda a desenvolver, permitindo que eles realizem seu trabalho de forma mais digna”.


Link: http://www.akatu.org.br/parceiros/acoes/2008-1/wal-mart-brasil-e-coca-cola-inauguram
-programa-de-estacao-de-reciclagem
Postado por: Ramon Fernandes

Brasil se prepara para enfrentar período de três anos com duas ortografias

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Carolina Garcia, do Último Segundo


SÃO PAULO - Assinado em Lisboa em 1990, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi ratificado pelo Brasil e deve entrar em vigor em 1° de janeiro de 2009 no País. Segundo o assessor especial do Ministério de Educação (MEC), Carlos Alberto Xavier, porém, somente a partir de 2012, os alunos (do ensino fundamental e médio) terão acesso aos livros escolares completamente reformados. Esse intervalo (2009/2012) resultará em um chamado “período de transição” – no qual as normas atuais e as definidas no Acordo irão conviver.


Para Xavier, não há motivo para preocupação nesse período. “Uma convivência saudável com as duas ortografias pode servir para acentuar a reforma. As pessoas perceberão as diferenças com mais clareza”, disse. “Até janeiro de 2012 todos os vestibulares, concursos públicos e atividades escolares irão aceitar as duas normas para que a população se acostume com as 21 bases do acordo”, explica o assessor.

Para Enilde Faulstich, professora de lingüística e de língua portuguesa da Universidade de Brasília (UnB), este período representa um momento onde a geração começa a aprender que a língua portuguesa terá que ser bem cuidada.


“Materiais adequados e professores seguros são necessários para que seja evitado o surgimento da dupla-grafia. Nós que estamos nos meio do processo cometeremos algumas gafes no começo, mas logo aprenderemos”, conta a professora. “Esse período exige paciência, atenção de quem escreve e segurança de quem ensina a língua portuguesa”.


Livros didáticos
O Brasil possui um complexo sistema de compra de livros para as escolas das redes federal, estadual e municipal e as entidades parceiras do programa Brasil Alfabetizado. Segundo Xavier, os livros do Ensino Médio para 2009 já estão prontos, não possuem as alterações ortográficas e valerão até 2012. Em 2010, será feita nova compra dos livros para as séries finais do Ensino Fundamental (5° a 8° série) - estes já com a reforma.

Exceto os livros para as séries iniciais (de 1ª a 4ª série). Um acordo feito pelas editoras determinou que as alterações para estas séries sejam feitas apenas em 2012. Segundo Sônia, o MEC concluiu que essas mudanças poderiam confundir as crianças que estariam em processo inicial de alfabetização. “A convivência com os dois livros (um adaptado e outro não) poderia confundir. Já em crianças de 5 a 8 anos será um período de transição produtivo”.


As editoras já trabalham para fazer as mudanças nos livros didáticos. É o caso da Editora Moderna, que, segundo o seu editor e coordenador do projeto da reforma, Rogério Ramos, já está se adaptando à nova norma. “Desde a oficialização do acordo, a Moderna optou por adequar as publicações para os livros de 2010. De fato, as publicações terão variações, pois cada editora tem a sua norma a seguir, mas todas têm um prazo a cumprir”.


Sônia Schwartz Coelho, coordenadora-geral do Programa Nacional do Livro Didático, afirmou que “em 2010 será obrigatório que todos os livros sejam publicados de acordo com as novas normas. Porém, no ano de 2009, fica a critério da editora se irá se adequar às novas normas ou não, exceto o que é proibido a ela”.


Um novo mercado
Defensores do Acordo afirmam que o mercado consumidor de leitores em todo o universo da lusofonia (países de língua portuguesa) irá crescer significativamente. “A unificação ajudará a ampliar o número de leitores e a produção de livros. E, claro, permitirá a circulação e o intercâmbio de obras impressas destinadas ao trabalho pedagógico”, diz o presidente da Comissão de Definição da Política de Ensino, Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa (Colip), ligada ao MEC, o lingüista e escritor Godofredo de Oliveira Neto.

A presidente da Câmara Brasileira de Livros (CBL), Rosely Boschini, recebeu bem a decisão da implantação da nova ortografia e acredita nessa expansão do mercado. “A unificação da escrita vai fortalecer a política externa da língua portuguesa. Além disso, abrirá um novo mercado para as editoras brasileiras”.


Jorge Luis Fiorin, professor de lingüística da Universidade de São Paulo (USP), afirma que “o acordo é um passo importante para o Brasil, no sentido de estabelecer uma nova possibilidade de difusão do português no mundo. O País irá se transformar em um exportador de material literário”.


A decisão de Portugal
Portugal aprovou na sexta-feira (16) o acordo que unifica a ortografia em todos os países de língua portuguesa. Segundo decisão do Parlamento português, as mudanças deverão entrar em vigor dentro de seis anos.


Em crítica ao acordo, Sírio Possenti, professor do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, afirma que ele representa um valor, mais simbólico do que prático, da disputa Brasil versus Portugal. “É uma briga inócua, simbólica entre Brasil e Portugal, não uma questão lingüística”.


Tentativas de reforma
Já foram feitos três acordos oficiais, aprovados pelos países falantes do português: o de 1943, o de 1971 e o de 1990, que deve vigorar a partir de 2009.


Nesse último acordo, os Representantes dos oito países que falam português (Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor Leste) decidiram, que unificariam as regras do idioma, com o objetivo de unificar e agilizar a comunicação entre os lusófonos (países de lingua portuguesa).


O que muda
* No caso do acento agudo, ele não será mais usado em palavra terminada em `eia` e `oia`.
Ex: ideia, jiboia


* O acento circunflexo também sofrerá alterações. Não será mais usado nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbo ver, ler, dar e crer.
Ex: veem, leem, deem, creem


* Também não será mais utilizado em palavras terminadas com o hiato `oo`.
Ex: voo, enjoo


* A trema (¨) deixará de existir, a não ser em nomes próprios.


* No caso do hífen, ele não será mais usado quando o segundo elemento começar com `r` ou `s`. Essas letras deverão ser duplicadas.
Ex: contrarregra


* O hífen também não será mais utilizado caso o primeiro elemento termine com uma vogal diferente.
Ex. autoestrada



Publicado originalmente: Último Segundo.



Postado por Juliano Melo.

Congresso analisa a Geração C

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Três conferências internacionais e cinco workshops integraram o terceiro e último dia do 11. Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, promovido pela Mega Brasil (http://www.megabrasil.com.br/) em São Paulo/SP até 16 de maio de 2008. Todos buscaram exemplificar para os quase 700 participantes as estratégias inovadoras no mercado mundial para influenciar públicos on-line num ambiente em rápida mutação.

O norte-americano James Andrews, vice-presidente da Ketchum Interactive Communications, centrou a apresentação na identificação da Geração C – assim nominada para designar a relevância do conteúdo, num agrupamento não mais por idade mas sim por estado de espírito. Outra explicação para a terminologia está na inicial das palavras mais importantes neste novo mundo: customização, colaboração, compartilhamento e conexão.


Ele chama a atenção pros social bookmarks - as páginas preferidas de cada um, os favoritos - hoje em dia partilhados em sites com tags e comentários individuais, e também para os sites de classificação coletiva (rankings, como as notas atribuídas a vídeos no YouTube), como dois pontos de confluência na web atual para além das badaladas redes sociais, que foram tema recorrente no evento. “Os monitoramentos das conversas é uma parte vital do trabalho dos relações públicas, mas ainda tem mais”, alerta. Os espaços vigiados pelos profissionais são desterritorializados, não têm conexão específica com países mas sim com estilos de vida encontráveis em qualquer lugar do mundo. O universo de comunicação móvel já contava em 2007 com 82 milhões de pessoas, mas a projeção para 2012 é alcançar 800 milhões.


Os sistemas informativos da internet estão em revisão. O que motiva maior interesse são formatos que entregam a notícia de maneira mais fácil e ágil, além de personalizada. Assim, ganham destaque os boletins por email e os dados via RSS. De toda maneira, a postura deve ser de permanente experimentação das ferramentas para ter capacidade de planejar idéias. “Se a notícia é mesmo importante, ela vai me encontrar”, relata ele como a frase e a sensação mais freqüentes em vários focus groups nos Estados Unidos.


FACILITADORES – Houve um aumento de 208% de usuários na internet entre 2000 e 2007, sendo que 22 dos 100 sites mais visitados no mundo são blogs. Com estes dados, o manager de Comunicação Corporativa da GM Europe, Nelson Silveira, iniciou um relato ilustrado dos caminhos seguidos pela empresa na era digital. Uma das grandes alterações, fora o engajamento passar de passivo pra ativo e a voz corporativa ser suplantada pela individual, está na postura dos comunicadores: deixam de ser publicadores para serem facilitadores e educadores dos públicos neste novo panorama. Este novo método de trabalho é a maneira do comunicador continuar sendo relevante numa dinâmica organizacional cheia de mudanças. Para Silveira, os limites entre o externo e o interno são cada vez menos claros, sendo então fundamental levar o cenário exterior para o convívio e discussão das equipes num cotidiano interativo. “Os relacionamentos são cruciais e feitos por afinidades”, destaca.



A GM desenvolve um trabalho pioneiro na internet, e a subsidiária brasileira fez as primeiras vendas de carro pela rede, numa esteira de atribuição de importância para o mundo on-line. Além do portal corporativo, instituiu uma agência de notícias até com RSS e alertas por email ainda na metade da década de 90 (http://media.gm.com/), de onde o executivo retira a convicção de que a versão eletrônica de textos, áudios e vídeos, sem suporte físico, é a preferência atual dos jornalistas que cobrem o setor. A incursão do CEO da indústria no campo dos blogs demonstra o foco na interação, e há vários outros canais congêneres gerados por diretores e mesmo por setores internos. Outra novidade é o Social Media NewsRoom (www.gmeurope.info/social_media_newsroom) como espaço de conversação. Já a estruturação de um livro histórico da GM, através da contação de histórias pelos funcionários e aposentados, está sendo realizada por uma ferramenta on-line, o GM Next – portal com parte colaborativa no sistema wiki. “Nossa idéia com estes trabalhos é engajar audiências para ampliar as possibilidades de contato, interferindo numa cultura interna em processo de melhoria na direção da perspectiva coletiva”, explica.



Com isto, apura-se a sensibilidade dos gestores para entender as necessidades e exigências dos públicos, respondendo com novos canais e com uma nova postura que enfatiza ouvir e observar, e não estritamente falar. Afinal, finaliza ele, “o verdadeiro caráter de uma empresa é expressado por suas pessoas”. Também participou dos trabalhos o diretor do projeto Internet da Universidade de Tecnologia de Monterrey, o mexicano Octavio Carmona.
PRÓXIMA EDIÇÃO – O 12. Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa vai ser realizado nos dias 27, 28 e 29 de maio de 2009 no Centro de Convenções Rebouças. Os organizadores já anunciaram o tema: a comunicação em tempos de avanços sociais. Há descontos gradativos e significativos para inscrições encaminhadas desde já.


RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/

Análise da mídia gera novos dados de trabalho - Texto 2

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Uma empresa publicamente conhecida interfere na confiança entre os stakeholders, com atração de funcionários de maior qualidade e facilidade de fechar contratos com fornecedores, muito embora também seja muito mais cobrada pela lisura de suas práticas cotidianas. O mesmo vale para CEO’s famosos e executivos badalados; sendo, no entanto, uma situação controversa porque estimulam tratamentos negativos ou mais severos, por exemplo pela mídia. Esta foi a análise inicial proposta pela jornalista e doutora pela FGV, Adriana Wilner, em seu trabalho “As engrenagens da celebridade empresarial – como as empresas constroem as suas histórias de sucesso na imprensa” durante o 11.Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa realizado entre 14 e 16 de maio de 2008 em São Paulo/SP.

Ela estudou a aparição da Apple, da Gol e do ABN Amro Real na mídia brasileira e identifica alguns elementos que foram as narrativas oficiais que depois são recontadas nos veículos. Nas três empresas, há uma forte personificação das trajetórias dos presidentes, querendo humanizar as estruturas. Isto acaba por exigir uma infalibilidade e, talvez o que seja ainda pior, uma impossibilidade de substituição. A estratégia vale durante a vida dos criadores, mas se fragiliza com seu afastamento do trabalho ou sua morte, ficando difícil manter a credibilidade com a sucessão.
Adriana aponta que essa contação de história pela mídia é afetada por uma memória enfraquecida, com poucos limites entre atribuição de sucesso e acusação de fracassos nas escolhas das organizações entre uma matéria e outra, mesmo publicadas com poucas edições de distância. “Há muito pouco questionamento pela imprensa. O processo jornalístico de construção de reportagens neste caso tem sido diferente”, acusa. De outro lado, reconhece que o sucesso das empresas, via suas assessorias de imprensa, reside na proposição de pautas mais amplas até incluindo concorrentes e demonstrando facilitação de acesso, afora a montagem de abordagens de pauta altamente sintonizadas com as terminologias, conceitos e casos em andamento no mercado.
De toda maneira, quando se busca o viés da celebrização há ampla possibilidade de ascendência e projeção, mas com a mesma intensidade pode haver a erosão de imagem. Além disto, celebridade é algo essencialmente efêmero e a mídia quer sempre novidades. “Desenvolver visibilidade hoje parte de contar uma boa história. Sendo que isto interfere até no rendimento da companhia”, analisa.
ÍNDICE – O Índice de Eficácia da Comunicação, desenvolvido pela agência de relações públicas Burson Marsteler e utilizado pela Telefônica, envolveu a apresentação do diretor de relações com a imprensa da operadora, Emanuel Neri. A métrica está associada a retornos eficazes, que transmitem valores e atributos desejáveis e não somente em quantificações e precificações. Ela inclui somente veículos impressos, numa opção baseada pela credibilidade superior destes canais em relação aos meios eletrônicos convencionais. O IEC não deixa de analisar tiragem, tamanho e localização da matéria e tipo de aparição, mas o faz dentro de sete eixos temáticos estratégicos, com pesos diferentes: solidez financeira, liderança, qualidade de produtos e serviços, inovação, compromisso com empregados, responsabilidade com a comunidade e governança, e cada um tem subitens marcados em escala de importância.
Neri também explica que o índice está centrado nas matérias positivas e seu impacto. As publicações negativas gerariam ondas de desgaste de imagem quase impossíveis de mensurar, na opinião do executivo. A mensuração entrou na política da multinacional porque é uma tentativa de buscar a qualidade do rendimento, e não seu tamanho.



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)

Coerência e consistência devem integrar comunicação - Texto 1

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O segundo dia do 11. Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, promovido pela Mega Brasil (http://www.megabrasil.com.br/) no Centro de Convenções Rebouças em São Paulo/SP, foi uma lição da importância da unidade de discurso para consolidação das marcas e dos relacionamentos com os diversos públicos, através de duas conferências e 12 palestras temáticas.



O vice-presidente de Marketing da Vivo, Hugo Janeba, relatou a campanha preparatória, as intervenções pessoais de altos executivos e a prioridade de comunicação com os funcionários para o lançamento da marca Vivo, na operação associada da Portugal Telecom e da Telefónica, além dos eventos e patrocínios realizados (Vivo OpenAir, SP Fashion Week e atletas) e da extensa campanha publicitária. Ainda mostrou os esforços de renovação da marca na recente aquisição da Telemig Celular, de Minas Gerais. “É o alinhamento da empresa como um todo para a entrega de uma promessa única e diferenciada ao cliente, nas suas estratégias de endomarketing, promoção, marketing direto, cultura e relações públicas”, explica.



O papel das mídias sociais voltou à discussão, como um fenômeno que está alterando a maneira como se faz comunicação. Aparece o crescimento do conteúdo gerado pelo usuário, formulando uma espécie de inteligência competitiva. Gérson Penha, diretor da CDN Interativa, comenta que a terminologia web 2.0 quer enunciar a comunicação de pessoa pra pessoa, o que na verdade já era uma promessa desde o início da rede. Ele comenta que “o que mudou foi a intensidade desta interatividade, com mecanismos de produção e distribuição muito simples”. Entre as alterações, a web 1.0 era para empresas, focada no comércio através de home-pages com conteúdo privado, sendo que a web 2.0 foi estruturada para pessoas, focada em comunidades com ênfase para os blogs com conteúdo coletivo e conversado. “Hoje, cada pessoa contribui com um conhecimento e assim se constrói o lead da notícia. Cada um é um jornalista em potencial, e se torna um canal”.


CONVERSAÇÕES - Isto não tem diminuído a confiabilidade na mídia impressa, mas pesquisas já apontam a queda da importância da televisão. Segundo Penha, as redes sociais mudam a geografia e a química da comunicação. Elas articulam pessoas com ferramentas informatizadas de produção e colaboração, dentro de um método de trocas independente e livre. O ClueTrain Manifesto alguns anos atrás já dizia que mercados são conversações, e que as empresas os temem porque não tem experiência em ouvir seus consumidores e os cidadãos. “É o tempo dos diálogos, porque caso contrário se corre o risco de afetar a reputação, o ativo mais importante”, afirma.


Utilizando o último livro de Seth Godin, “Meatball Sundae” (algo como “Sundae de Almôndegas”), o palestrante fala da mistura de perspectivas de comunicação sem critério, em que não existe harmonia nos ingredientes e onde as mídias sociais são usadas somente como adorno. Godin analisa que o velho marketing seria a comunicação top-down, separando os produtores/criadores dos consumidores e apontando somente os “features” (características) dos produtos. Agora, seria a vez da conversação com permeabilidade entre consumidores e produtores, buscando experiências e sensações causadas pelos produtos.



Todavia, há erros e acertos neste caminho, ficando a parte negativa por exemplo com o “astroturfing” - simulação de movimento espontâneo de comentários positivos sobre empresas nas redes sociais e blogs, sendo na verdade uma opinião comprada. Ele citou o caso da TAM denunciado na comunidade Relações Públicas do Orkut, mostrando as telas de tópicos. De outro lado, uma sala de imprensa específica para blogueiros foi instaurada pela Ford, demonstrando a progressiva maturidade dos estrategistas digitais, dentro do conceito de que a renovação das empresas agora depende da participação pública. “É uma das únicas saídas para chegar no futuro”, finaliza.



RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

Era digital forma outra face da comunicação

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Um único evento que ofereça seis conferências internacionais e duas nacionais, uma entrega de prêmio, 28 palestras temáticas simultâneas, 10 workshops e uma feira expositora é um imenso desafio. E para todos. Afinal, um menu tão diversificado de opções às vezes leva o participante a uma permanente sensação de estar perdendo alguma parte, além de exigir um ajuste fino na equipe organizadora para etapas tão cronometradas. O 11. Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa (www.megabrasil.com/congresso11), promovido pela Mega Brasil Comunicação (http://www.megabrasil.com.br/) entre os dias 14 e 16 de maio de 2008 no Centro de Convenções Rebouças em São Paulo/SP, com o tema central “A Era Digital e a nova face da Comunicação”, saiu com saldo positivo confirmado em pesquisa junto aos mais de 700 inscritos: assuntos, palestrantes, caráter inovador e outros quesitos foram muito bem avaliados em percentuais acima de 70%. Para além de qualquer unanimidade, o que interessa mesmo é a aprendizagem teórica e a aplicabilidade, então o esforço de reportar tamanha carga informativa começa aqui.


A desconfiança pública nas ações institucionais em geral e o aumento na expectativa das pessoas frente à intervenção privada nos problemas sociais configuram a realidade sobre a qual as organizações e seus comunicadores precisam trabalhar. Com a experiência de estar num grupo presente em 34 países com 97 mil funcionários, a presidente da Fundação Alcoa, Meg McDonald, deu partida ao congresso tratando das empresas e comunidades em um compromisso pelo crescimento sustentável. No setor de negócio da empresa, ela diz que tudo parte da excelência ambiental (redução de emissões, tratamento de resíduos) para só depois se pensar em execução de projetos. A construção da confiança acontece por meio da confirmação de atuação responsável em três frentes: comunidade (de entorno, grupos sociais de pressão, universidades, investidores), sociedade e funcionários e parceiros. Estes últimos são considerados “embaixadores” da empresa. “Ö engajamento da equipe é a parte crítica da jornada de sustentabilidade”, assinala.



Já foram US$ 14 milhões aplicados desde 2001 em 28 países, sendo R$ 85 milhões investidos em mais de 1500 ações no Brasil. Meg aponta que a participação das gerências locais, com íntima e ativa relação comunitária, é a base da gestão da interface externa, e não com porta-vozes institucionais que não mantém contato cotidiano com as comunidades. Outro trunfo descoberto pela empresa é o voluntariado, em que equipes de cinco ou mais funcionários envolvem-se em entidades durante meio turno e a empresa investe US$ 3 mil no projeto escolhido. A noção de comunidade de interesse não é mais regulada pela proximidade física, porque as redes sociais trouxeram uma nova conformação. Através delas se vê que a complexidade das expectativas tem aumentado, porque as partes interessadas mudam sob vários prismas e com maior freqüência, sendo imprescindível detectar essas alterações culturais, econômicas e relacionais.



Cada proposição de aumento de planta industrial acontece por meio de oficinas de integração com as cidades, havendo ainda um foco maior e uma imersão na fábrica para líderes de opinião. A idéia, segundo a executiva, é mostrar como o desenvolvimento da empresa é um catalizador para o crescimento de todos, com esclarecimentos em um espaço de diálogo institucionalizado e relevante. Há, a partir disto, a formação de um comitê sustentável com representantes da iniciativa privada e do Poder Público impactados com a obra e a operação futura. “Ainda assim, não podemos nos centrar somente em regras, mas sim nos basear num conjunto de princípios e valores que norteia e organiza as ações de todos a partir da empresa”, destaca. Por isto, a empresa não conta somente com profissionais de Relações Públicas e de relações corporativas para executar a interface com os públicos. Esta é uma função compartilhada.



REDES SOCIAIS – Oportunidades e ameaças estão no caminho das empresas nas redes sociais. Alan Oshiki, diretor geral da agência Brodgate de New York, procurou enumerar cada parte. As redes apresentam características fortes, como o imediatismo, a fragmentação e a contribuição coletiva na geração de conhecimento. Daí que se percebe a impossibilidade de controle editorial e se compreende sua alta repercussão. “Elas permitem feedback imediato aos erros de marketing e também agregam propaganda adicional e gratuita. Não subestimem o poder das redes sociais, as insiram em seus planejamentos de comunicação”, alerta.



Só o monitoramento destes canais não é suficiente na opinião do empresário, porque o mais importante seria antecipar ameaças que causem comentários e movimentos contrários e questionadores. Além disto, não se sabe qual plataforma será relevante e duradoura para cada empresa, o que poderia facilitar abordagens, e a efemeridade prevalece.



FERRAMENTAS – Décio Manso, da BoxNet, deixou a platéia perplexa e silenciosa. Apesar dos serviços da empresa, integrante do grupo Maxpress, já estarem sendo oferecidos há relativo tempo, parece que muitos comunicadores não estão integrados com as ferramentas de gestão do conhecimento. Sua palestra sobre planejamento, organização e gestão de presença na mídia esteve centrada na administração competente de informação que subsidia a tomada de decisões, com aumento de sensibilidade e de percepção sobre o ambiente a partir de dados que clarificam as tensões e as tendências. Tudo parte do mesmo ciclo: monitoramento, gestão (transformação da matéria-prima em informação), conhecimento e decisão.



A vigilância de dados em determinados espaços e canais sobre certo conteúdo num dado espaço de tempo promove um amplo levantamento. São marcas (nomes de pessoas, de empresas), temas, personagens (articulistas, jornalistas, produtores de conteúdo), produtos, legislação, concorrentes, obtidos por cidade, percentual populacional, países e idiomas, em tempo real, periódico ou em horários predeterminados por conteúdo e mídia, afora uma série de outros cruzamentos. “Mas a riqueza da inteligência é transformar informação em conhecimento, convertendo conteúdos coletados em algo utilizável com valor agregado”, orienta.



Aí entra também a indexação para permitir rápida pesquisa e interconexão. Na área pública, Manso exemplifica o caso de eleição para governador em que atingiu o requinte de dividir dados por análise (ataque, comentário, elogio, promessa) e por fonte (citação, entrevista, matéria), além de outras divisões mais corriqueiras como veículos e região. Quando o político eleito solicitou um apanhado de promessas feitas, este conteúdo foi entregue algumas horas depois em DVD separando vídeos, áudios e clippings digitalizados, ainda setorizados por assunto (cultura, saúde, segurança, educação e outros). Até mesmo ondas de repetição de cobertura são monitoradas, quando fatos sazonais podem repetir-se e novamente movimentar a mídia (racionamento de água e luz no verão, doenças respiratórias no inverno), sendo que relatórios de comportamento e estilo de matérias por veículo e jornalista do ano anterior são entregues para tomada de precauções e fornecimento de dados. “É um modelo que pretende canalizar as informações de interesse dos gestores, com a percepção correta dos cenários para chegar nas decisões mais precisas”, finaliza.



Web traz novas oportunidades e faz exigências


Se são 120 mil novos blogs por dia no mundo, com uma audiência brasileira de 9 milhões de pessoas, está mais que na hora das empresas entenderem este novo canal. Os internautas, por conta da previsão de haver dois bilhões de PCs em funcionamento até 2015, vão ultrapassar muito as atuais 1.300 páginas visualizadas por mês para cada um. Além disto, há as redes sociais, que enfrentam um alto amadurecimento – confirmado pelo índice de 80% de usuários com até 150 amigos, numa seleção e manutenção somente dos relacionamentos mais produtivos – onde as recomendações de outros consumidores e opiniões disponíveis on-line, conforme pesquisa da Forrester Research, pesam muito mais nas decisões de compra do que os discursos de meios tradicionais de comunicação. Aliás, 10 serviços deste gênero concentram 86,6% do boca-a-boca on-line. Este foi o panorama traçado por Patrícia Gil e Luis Henrique Amaral, da agência Máquina Web, durante palestra no 11.Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa realizado pela Mega Brasil Comunicação nos dias 14 a 16 de maio de 2008, para exemplificar o “groundswell”, movimento de massa da web 2.0 que evidencia a satisfação das necessidades via outras pessoas e não por meio de instituições formais.



Eles sugerem seguir a sigla POST : People (aproxime-se dos públicos), Objectives (defina o que deseja), Strategy (planeje seus passos) e Technology (escolha ferramentas ideais). Neste sentido, apesar da importância de entender as novidades da telemática, não titubeiam em opinar: “concentrem-se nos relacionamentos, não em tecnologia”. Entre os cinco objetivos para perseguir na web, que devem estar conectados com a cultura de cada organização, estão: ouvir pra entender os públicos; falar para reforçar informações sobre a empresa; potencializar para fomentar o boca-a-boca positivo; apoiar para colaborar com públicos e consumidores; e integrar para incluir públicos na gestão do negócio. Neste caminho, entre os serviços requisitados, estariam a gestão de presença na web, a formação de evangelistas da marca, os blogs corporativos, o diagnóstico de imagem e os termômetros-web (monitoramentos), o que significa sair do planejamento, produção e gerenciamento de sites, hotsites, intranets ou enews que fazem parte da web 1.0 .


Patrícia aponta os tipos de internautas já identificados: 18% são criadores de conteúdo, 25% são analistas críticos sobre os conteúdos circulantes, 12% são colecionadores (de amigos, de fotos, de vídeos, de áudios, de RSS), sendo que os maiores percentuais são de espectadores (48%) ou de completamente inativos (44%). O segredo é identificar quem são os influenciadores de opinião (por relevância, popularidade, potencial de repercussão), monitorar os conteúdos, fazer comunicação peer-to-peer (transparência e linguagem horizontal) e gestão de relacionamentos web. Segundo dados da RapDigital, relativos a março de 2007, apenas 5,5% das empresas desenvolvem ações de relacionamento com clientes e campanhas por redes sociais, o que demonstra o grande espaço, até porque 51% das empresas globais nos EUA e Europa já definiram orçamento específico para ações de RP na web para 2008. Enquanto as agências não ocupam o lugar, outros públicos fazem o serviço: 44% das companhias com blogs têm conteúdo gerado pelos próprios funcionários.



INTERNACIONAL – A experiência de trabalho em 28 países, com 1.600 restaurantes movimentados por 75 mil funcionários e 3,5 milhões de clientes por dia, na parte latina do McDonald’s, foi tratada pelo sócio da Publicom Aldo de Luca. A idéia era mostrar na prática como se dá uma comunicação internacional em vários idiomas. A ferramenta McToday, um programa on-line que mostra agenda de eventos corporativos, notícias relacionadas com sinopse, resultados gráficos de publicação diária de releases e chat, dá o tom de como as equipes de 40 agências integradas pautam e unificam o trabalho sem desrespeitar as peculiaridades locais. Também digital, ainda que possua uma versão impressa, está o Guia de Satisfação de Clientes e Gerenciamento de Situações Especiais para prevenir ou administrar crises nos pontos. “Em geral, o gerente é o SAC de cada restaurante, o que não for resolvido é centralizado e gerenciado via site”, explica, tanto que a área de atendimento ao cliente é ligada ao segmento de gestão de riscos.


O website da empresa vem sendo posto em três idiomas da região de abrangência (português, espanhol e francês), e daí Luca aproveita para dar a dica: o domínio do espanhol é um ponto de referência no mercado atual, o que também explica o motivo dos vídeos mostrados estarem em tal língua. Na comunicação interna, ele ainda fala do chat com o Presidente, uma livre conversação com os funcionários, e do boletim McValor distribuído para mais de 300 empresários franqueados. Em tudo, há o cuidado extremo com tradução de materiais, buscando sempre a revisão por um nativo – inclusive na diversidade dentro da língua espanhola no continente – porque isto afetaria a sensação de constituir uma empresa efetivamente local.


O programa “Voice of McDonald’s” e o quiz “Na Ponta da Língua” receberam atenção na palestra. O primeiro é uma ferramenta de motivação e integração em que funcionários fazem vídeos cantando e postam numa rede social interna, com escolha dos melhores em show específico – presença de Rod Stewart no ano passado - e premiação. Já o segundo e um jogo de temas atuais e relevantes, em voga na mídia, com premiação das melhores respostas, na intenção de propor o interesse e conhecimento de assuntos correntes tratados pelos clientes em sua permanência nas lojas. Os projetos McDia Feliz, Instituto e Casa Ronald McDonald’s também foram lembrados como casos de filantropia em rede. Um esforço agora do grupo é estruturar restaurantes ecológicos, com coleta seletiva, materiais recicláveis e uso de biodiesel (coleta na cozinha e utilização na frota própria e de fornecedores).
Comunicador deve estimular conversações


Ambientes mutáveis e dinâmicos requerem desenvolvimento de novos processos em estrutura, tecnologia e recursos humanos, trazendo à tona a relevância e a premência de organizações mais flexíveis. Este foi o ponto-de-partida da professora, pós-doutora em Cultura Organizacional e relações públicas Marlene Marchiori, durante sua palestra no 11.Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa realizado pela Mega Brasil.


Por isto, seria preciso para os comunicadores aproximarem-se das teorias administrativas, para poderem perceber a visão mecanicista muito presente, através da hierarquização, burocracia e formalidade, focada em canais e instrumentos. O que se deveria enfatizar hoje, segundo a pesquisadora, são as organizações orgânicas, com redefinição constante de tarefas onde organogramas têm pouca utilidade, enfatizando de outro lado os sistemas sociais e as pessoas com importância para a interpretação de mensagens e geração de significados. Ambas as perspectivas podem estar presentes na organização contemporânea, mas se reconhece a prioridade da visão orgânica por considerar aspectos de atitudes, conhecimento, situação social e cultura dos agentes em conversação, como emissores e receptores alternados.


Marlene destaca que a organização só seria possível por meio da comunicação, não sendo essa apenas mais um elemento para gerenciar ou um mecanismo de melhorar desempenhos e metas por meio de táticas e veículos na linha “management-oriented”. A comunicação cria cultura organizacional, gerando significados pela interação. E complementa: “a comunicação interna numa perspectiva funcionalista é viável e até necessária, mas precisamos de outros olhares que não sejam tão lineares, no caminho de uma comunicação mais humana, mais participativa. É a comunicação colaborativa como meio de se chegar a um posicionamento do coletivo”.


Sua visão de pós-modernidade interveniente neste processo traz a flexibilidade e a diferença, em que a linguagem e a negociação social de significado assumem posição fundamental. É um processo democrático, emergente e baseado no consenso com empowerment dos funcionários. Daí derivam os desafios organizacionais, onde seria preciso transformar informação em conhecimento com a expectativa das equipes em produzir resultados significativos em seus trabalhos. Mostrando indicadores de pesquisa da ABERJE, ela detecta que a comunicação vem sendo tratada como produto, como publicação, como comunicadora de fatos ocorridos. O que se postula é o estímulo ao diálogo a ponto de construir uma nova realidade, uma nova organização.


O Gallup Management relaciona três tipos de empregados: engajados, não-engajados e ativamente desengajados, trazendo a relevância da gerência média e supervisores no bem-estar e na satisfação das equipes por meio da comunicação interpessoal. Cerca de US$ 355 bilhões é o custo do desengajamento, que interfere na produtividade e na qualidade dos produtos e serviços. Os funcionários estão confusos em relação a seus papéis: para 84% o fluxo de informações não flui livremente, e a saúde organizacional (a competência de transformar planos em ações e resultados) é precária. Dentro disto, Marlene aposta num caminho de melhor entendimento da organização como um todo em que atividades com sentido sejam desenvolvidas e divulgadas, com fortalecimento das lideranças. “Só assim se conquista credibilidade e legitimidade. Os espaços organizacionais são marcados por relacionamentos de poder, de conhecimento e de discurso. Com este entendimento, se pode falar em sustentabilidade dos empreendimentos”, indica.


ECOSSISTEMA – O publicitário Luis Lara, presidente da agência de propaganda Lew’Lara/TBWA, afastou-se das apresentações recheadas de rolos de filmes impactantes, típicas do meio, para demonstrar uma nova visão conceitual no encerramento do primeiro dia do Congresso. Como marca é um instrumento de construção de cultura, e não mais simplesmente de imagem, ele aponta ser importante perceber que a comunicação conforma a identidade da marca. No atual ecossistema, as estruturas são horizontalizadas e compartilhadas, onde o conceito é bem além do logo e da proposição mercadológica convencional, sendo isto sim o ser e fazer da organização. “O desafio é fazer uma imersão na cultura da empresa, entendendo sua missão, valores e atributos, conhecendo o pensamento sistêmico, de onde a identidade da marca é construída”, sugere.


Toda a empresa precisa estabelecer gestão da marca a partir do gerenciamento da relação com stakeholders e dos conflitos inerentes. O posicionamento e a conexão da marca com os públicos precisam conformar experiências únicas para serem efetivos e duradouros. É um caminho cheio de obstáculos numa sociedade digital em que todos são sujeitos e influenciadores. Lara alerta que “na era digital, o consumidor está todo o tempo conferindo os discursos. E precisamos cuidar porque nós não vemos as coisas como elas são, nós as vemos como nós somos”.


O projeto Mulher Real, do Banco Real, foi apontado como um bom exemplo destes novos tempos. Ele trata dos diversos papéis da mulher contemporânea, a partir de um site convocando a contar histórias nesta conciliação. Foram três mil participações e as melhores foram contadas no programa Saia Justo, do canal pago GNT, e hoje estão baseando propagandas da instituição. “É uma grande ação de relacionamento, antes de ser negócio”. Outro caso seria do projeto Amor pelos Cães da Pedigree, desencadeado por uma série de ações presenciais com os cães e seus donos em espaços públicos, e também a partir dos criadores existentes na própria indústria no Dia dos Animais, em que os pets são levados para o ambiente de trabalho para emergir a emoção necessária para compreender o universo do negócio. E aí sim oferecer produtos ou serviços adequados, personalizados e portanto desejáveis e depois recomendáveis.



Perguntado sobre como encaminhar-se para esta linha de raciocínio e de criação comunicativa, Lara não hesita: “olhe para o lado, porque a comunicação não precisa saber tudo, mas sim estimular respostas. Agora é o momento de saber fazer perguntas”.


RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

Responsabilidade Social

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As transformações sócio-econômicas dos últimos 20 anos têm afetado profundamente o comportamento de empresas até então acostumadas à pura e exclusiva maximização do lucro. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais lugar de destaque na criação de riqueza; por outro lado, é bem sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas têm uma intrínseca responsabilidade social.



A idéia de responsabilidade social incorporada aos negócios é. portanto, relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e maior pressão por transparência nos negócios, empresas se vêem forçadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações.



Infelizmente, muitos ainda confundem o conceito com filantropia, mas as razões por trás desse paradigma não interessam somente ao bem estar social, mas também envolvem melhor performance nos negócios e, conseqüentemente, maior lucratividade. A busca da responsabilidade social corporativa tem, grosso modo, as seguintes características:



É plural. Empresas não devem satisfações apenas aos seus acionistas. Muito pelo contrário. O mercado deve agora prestar contas aos funcionários, à mídia, ao governo, ao setor não-governamental e ambiental e, por fim, às comunidades com que opera. Empresas só têm a ganhar na inclusão de novos parceiros sociais em seus processos decisórios. Um diálogo mais participativo não apenas representa uma mudança de comportamento da empresa, mas também significa maior legitimidade social.



É distributiva. A responsabilidade social nos negócios é um conceito que se aplica a toda a cadeia produtiva. Não somente o produto final deve ser avaliado por fatores ambientais ou sociais, mas o conceito é de interesse comum e, portanto, deve ser difundido ao longo de todo e qualquer processo produtivo. Assim como consumidores, empresas também são responsáveis por seus fornecedores e devem fazer valer seus códigos de ética aos produtos e serviços usados ao longo de seus processos produtivos.



É sustentável. Responsabilidade social anda de mãos dadas com o conceito de desenvolvimento sustentável. Uma atitude responsável em relação ao ambiente e à sociedade, não só garante a não escassez de recursos, mas também amplia o conceito a uma escala mais ampla. O desenvolvimento sustentável não só se refere ao ambiente, mas por via do fortalecimento de parcerias duráveis, promove a imagem da empresa como um todo e por fim leva ao crescimento orientado. Uma postura sustentável é por natureza preventiva e possibilita a prevenção de riscos futuros, como impactos ambientais ou processos judiciais.



É transparente. A globalização traz consigo demandas por transparência. Não mais nos bastam mais os livros contábeis. Empresas são gradualmente obrigadas a divulgar sua performance social e ambiental, os impactos de suas atividades e as medidas tomadas para prevenção ou compensação de acidentes. Nesse sentido, empresas serão obrigadas a publicar relatórios anuais, onde sua performance é aferida nas mais diferentes modalidades possíveis. Muitas empresas já o fazem em caráter voluntário, mas muitos prevêem que relatórios sócio-ambientais serão compulsórios num futuro próximo.



Muito do debate sobre a responsabilidade social empresarial já foi desenvolvido mundo afora, mas o Brasil tem dado passos largos no sentido da profissionalização do setor e da busca por estratégias de inclusão social através do setor privado.





Clique aqui e compare preços de livros sobre Responsabiliade Social.


Postado por Juliano Melo.

Dica de blog...

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Olá pessoal.

Mais uma dica de blog: Eventos RP. Criado pelas alunas Fábia Silva da Costa e Helen Cristiane Ribeiro. Atualizado, traz informações sobre o mundo dos eventos, que segundo a definição proposta por elas:



"Evento designa um acontecimento social que reúne pessoas em torno de um objetivo, são classificados a partir de sua natureza e atividades desenvolvidas durante sua realização. Promovem a informação, a comunicação e o relacionamento. O gestor de eventos deve saber gerenciar o evento corporativo, que é o nosso foco neste blog, com um olhar mais aguçado e crítico, não se prendendo apenas a pontualidade do evento, mas dando igual importância a todo o seu planejamento, focado em objetivos claros e precisos, criando oportunidades e oferecendo soluções inovadoras às questões que envolvam o relacionamento com os públicos. A criação deste Blog tem por objetivo, demonstrar, compreender, analisar as estratégias relacionadas aos eventos empresariais, empregadas no desenvolvimento de negócios, por meio desta importante ferramenta de comunicação empresarial, contribuindo assim para que os objetivos traçados sejam superados, e que as estruturas de aperfeiçoamento dos eventos sejam melhor compreendidas e aplicadas".



Boa leitura a todos.


http://www.eventosrrpp.blogspot.com/



Postado por Juliano Melo.

Hopi Hari oferece treinamento empresarial outdoor

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Trabalho em equipe, planejamento estratégico e tomadas de decisão são os principais focos do programa voltado para empresas que desejam equipes de alta performance.

Muito mais do que diversão e entretenimento, o maior parque temático da América Latina, também oferece o treinamento ideal para empresas, cooperativas, organizações não-governamentais e as mais diversas instituições que desejam uma equipe de alta performance. É isso mesmo, Hopi Hari pode ser utilizado como plataforma para o desenvolvimento profissional por meio do Hopi Venturi, um programa de treinamento empresarial que ocorre no interior do parque,

ao ar livre, entre atrações, visitantes e todo o clima descontraído que o parque oferece. Apesar do cenário encantador, os participantes têm de enfrentar muitos desafios e viver experiências enriquecedoras para o desenvolvimento de habilidades e competências profissionais e pessoais.

Trata-se de uma Corrida ao Tesouro em que o grupo é dividido em diversas equipes. A vencedora é aquela que atinge metas e objetivos pré-estabelecidos. As tarefas têm diferentes graus de dificuldades e são desempenhadas em toda a extensão do parque, tais como as principais atrações, estacionamento, Central de Triagem de Lixo e Estação de Tratamento de Efluentes. Em alguns momentos, há corridas de bikes, construção de botes, leilão de objetos e muito mais. Todo o trabalho é acompanhado por um consultor – um por grupo - formado em Gestão de Pessoas e que atua na área de recursos humanos de grandes empresas nacionais e multinacionais. Durante a corrida, o consultor avalia as condutas individuais e a dinâmica da equipe, oferecendo ao longo da atividade e ao final do treinamento o feedback necess&aacut e;rio.

Amplamente focado no trabalho em equipe, planejamento estratégico e na tomada de decisões, o treinamento também explora indiretamente competências como criatividade, liderança, comunicação, gestão de conflitos, responsabilidade social, gestão de projetos, motivação, gestão de riscos, gestão do tempo, colaboração, quebra de paradigmas, controle emocional, integração, autoconfiança, gestão de mudanças e superação de limites. Toda a atividade tem embasamento nos sete tipos de inteligência: corporal, verbal, auditivo, racional, espacial, intra-pessoal e inter-pessoal.

O Hopi Venturi é recomendado para colaboradores em geral, especialmente para lideranças, diretores, gerentes, equipes de vendas, equipes de compras, professores e alunos de graduação e pós-graduação. O grupo deve ter 80 participantes, que podem ser todos da mesma empresa ou de empresas diferentes, dependendo da necessidade do empreendedor. A carga horária do treinamento é de 9 horas e pode ser realizado nas sextas-feiras ou sábados.

O Hopi Venturi possui alguns detalhes fundamentais, que garantem o sucesso de todo do treinamento: As equipes escolhem seus líderes. As lideranças se alternam durante as atividades. | Há uma troca de membros entre as equipes ao longo do treinamento. | Os desafios de Hopi Venturi são utilizados como análises e metáforas dos desafios empresariais. | Em alguns momentos as equipes rivais têm que se unir (alianças estratégicas) para conquistar um objetivo comum. | Todo treinamento envolve questões financeiras, incluindo a negociação constante entre as equipes. Uma equipe depende da outra para atingir seus resultados. | Possibilidade de reforço de algumas informações importantes para a empresa (objetivos, metas, novos produtos e serviços, novos programas etc) no decorrer do treinamento.

Os interessados em obter mais informações sobre o programa Hopi Venturi devem entrar em contato com Hopi Hari por meio do telefone 0300 789 5566, das 8h às 22h, de segunda a sexta-feira e das 8h00 às 20h00 aos sábados, domingos e feriados.


Link: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=40659

Postado por: Ramom Fernandes

Sem derrapar no organograma

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Outra Matéria da Você S/A. Esta analisa o modelo de Gestão Matricial, afirmando que suas "vantagens são uma gestão mais transparente e a capacidade de realizar atividades complexas, que exigem a integração de áreas distintas. A fórmula só funciona, no entanto, em empresas maduras, em que a comunicação entre os gestores acontece sem barreiras", este trecho deixa claro como as relações públicas podem agir nas organizações que utilizam este modelo. Ao final da matéria há algumas dicas sobre como "sobreviver" a uma empresa com este tipo de gestão, o que não fica claro, é que estes tipos de problemas podem ser resolvidos com um programa de comunicação interna.


Dá mais trabalho, mas é possível sobreviver nas empresas que adotam o modelo matricial de gestão. Saiba como:



Conviver com dois chefes faz parte da rotina de Ricardo Miranda, de 38 anos, diretor de TI da fabricante de pneus Pirelli na América Latina. Por ser uma área de apoio à operação local, Ricardo se reporta ao presidente regional. Mas também presta contas ao diretor mundial de informática, que fi ca na Itália, para garantir que os sistemas de informação brasileiros sigam os padrões damatriz. O modelo de gestão da Pirelli, chamado de matricial, já é a regra nas multinacionaise começa se tornar comum em empresas brasileiras, que o adotam em busca de eficiência na gestão. Entre os exemplos nacionais, estão a São Paulo Alpargatas, fabricante das sandálias Havaianas,e a construtora Odebrecht.

O modelo matricial tem como objetivo aumentar o controle do negócio. Sua principal característica é criar uma estrutura de comando cruzada, em que as atividades de um executivo são supervisionadas por mais de um chefe normalmente, um generalista e um especialista. Para a empresa, as vantagens são uma gestão mais transparente e a capacidade de realizar atividades complexas, que exigem a integração de áreas distintas. A fórmula só funciona, no entanto, em empresas maduras, em que a comunicação entre os gestores acontece sem barreiras. A desvantagem aparece exatamente aí: na gestão das pessoas.

Quem trabalha nesse tipo de organização pode ter a vida transformada em um inferno. Por causa da pouca autonomia para os executivos, ocorrem disputas de poder e, muitas vezes, as informaçõesnão batem. E responder a dois chefes, especialmente se eles não se entendem, pode ser o caos para a carreira. Sempre tem um executivo que quer mandar nos outros, diz Karin Parodi, sócia-diretora da consultoria de carreira Career Center. A tendência é que a organização matricial se consolide como o modelo predominante. A gestão em que cada um manda no seu pedaço e há pouca integração entre as áreas não atende mais à atual exigência de alta performance, dizEduardo Vasconcellos, professor da FEA-USP. A seguir, seis sugestões para sobreviver ao desafiode trabalhar nesse modelo degestão.

1- Poder não é autonomia

Não encare a gestão matricial como perda de poder. O que você perde é a autonomia de fazer tudo como bem entende, afi rma Thiago Zanon, líder da áreade talentos e mudança organizacional da consultoria de RH Hewitt Associates. Tentar manter o poder mudando de empregonão vai funcionar. A melhor saída é se adaptar a essa dinâmica.

2- Mudar de área é normal

Uma das características da estrutura matricial é organizar a força detrabalho por projetos, e não por departamentos. Por isso, leva vantagem quem não se incomoda em mudar de área e de função com certa freqüência. Esteja aberto para aprender a trabalhar em diferentes tipos de oganização, recomenda Karin Parodi, do Career Center.

3- Colaboração em alta

Para evitar disputas de poder entre chefes, as organizações dão mais valor aos líderes colaborativos, mais abertos a dividir o comando, a aceitarpares e a trabalhar em equipe. Há pouco espaço para o individualismo em organizações matriciais. Esteja preparado para discutir os meios, e não apenas o resultado final, diz Thiago Zanon.

4- Evite os conflitos

As empresas sabem que os conflitos de autoridade costumam ocorrer emestruturas matriciais. Na hora de apresentar resultados, procure saber quem é responsávelpelo o quê. Se entrar em uma disputa de poder com um colega, procure um profissional da organização que possa arbitrar o conflito. E se você estiver no meio de um tiroteio entre chefes? Sejatransparente com os dois, não tomepartidoe não cumpra ordens de um sem informar o outro, diz Thiago, da Hewitt. Essa situação é complicada, mas ocorre.

5- Peça aumento para os dois

Para quem pedir aumento quando se tem dois chefes? A resposta é: para ambos. Normalmente, existe um líder formal, que segue a hierarquiatradicional da empresa e assina a suapromoção. Mas o outro chefe, que comanda uma área específica ou gerencia um projeto do qual você participa,também pode, e deve, reconhecer seus méritos. Aliás, algumas empresas têm mecanismos para recompensar as pessoas de acordo com o desempenho em atividades temporárias.

6- A pressão vai aumentar

O nível de cobrança em estruturas matriciais tende a ser alto. Afinal, se administrar a pressão de um chefe pode ser complicado, imagine ter de responder a duas ou mais pessoas. Só consegue sobreviver numa estrutura matricial quem suporta bem a pressão, diz EduardoVasconcellos, da FEA-USP. Não é preciso reportar tudo aos dois comandos. Cada chefe terá interesse nas informações sobre sua atividade. Prepare-se para gastar mais energia nas explicações,isso sim, diz Karin Parodi.


Link: http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0119/aberto/evolucao/mt_278176.shtml

Postado por: Ramon Fernandes.

Começou bem

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Mais uma da newsletter da revista Você S/A. Muito legal nesta matéria é ver como as mudanças estruturais da organização influenciam diretamente na percepção que os acionistas tem da empresa, o que torna ainda mais relevante o papel da comunicação com este público, ressaltando a presença do profissional de Relações Públicas com os investidores, algo ainda tímido no país.

Maior fabricante de papéis do país aposta em executivos da casa para tocar projetos de expansão

A Klabin, maior fabricante e exportadora de papéis do país, optou por uma alternativa caseira para suceder Miguel Sampol, o espanhol naturalizado brasileiro que comandava a empresa havia seis anos. O novo diretorgeral da organização, Reinoldo Poernbacher, de 65 anos, escolhido pelas famílias Klabin e Lafer, controladoras da companhia, causou uma impressão positiva no mercado. Um mês depois do engenheiro, que fez carreira na empresa, assumir o cargo, a valorização das ações da Klabin na Bolsa de Valores de São Paulo foi de 24,32%.

Mesmo a queda dos lucros em 53% no primeiro trimestre, anunciada no mês passado, reflexo da queda do dólar e dos investimentos na ampliação da fábrica de Monte Alegre (PR), não abalou a imagem da empresa, que fatura 3 bilhões de reais por ano. As ações ficaram estáveis no dia em que o balanço veio a público. As perspectivas são boas, por causa da nova operação e da redução de custos com uma nova geradora de energia, diz Rogério Zarpao, analista da área de papel e celulose do Unibanco, de São Paulo.

A entrada do novo diretor-geral foi acompanhada de mudanças na estrutura organizacional. Um nível inteiro de comando foi excluído. Todos os quatro diretores-gerentes de unidades de negócio foram eliminados do organograma. Os diretores de finanças, Ronald Seckelmann, e de comunicação e responsabilidade social, Wilberto Lima Junior, foram demitidos. O enxugamento é para dar mais rapidez às decisões, diz Rogério, do Unibanco.

O NOVO CHEFE
O engenheiro catarinense Reinoldo está na empresa desde 1994 e ocupava a diretoria de negócios florestais desde julho de 2004. A área vai receber boa parte dos investimentos para, em dez anos, aumentar a produtividade em 50%, passando a 3 milhões de toneladas de papel por ano. Reinoldo participou da reestruturação financeira e mercadológica da empresa, entre 2002 e 2003, quando a Klabin se desfez de diversos negócios. Em um setor de poucas empresas de grande porte, dificilmente haveria um executivo com o mesmo nível de conhecimento das operações, diz Leonardo Alves, da Link Investimentos, em São Paulo.

As operações do grupo foram centralizadas na mão do novo diretor executivo da área, Paulo Petterle, também oriundo dos quadros da empresa. Outros dois diretores executivos foram nomeados: Antonio Sergio Alfano, de planejamento e finanças, e Francisco Razzolini, de tecnologia e suprimentos. Isso faz parte de um esforço que começou na gestão do Miguel para centralizar a gestão, simplificar processos e reduzir custos, diz um executivo recém-saído da Klabin. A nova equipe de executivos tem uma importante tarefa pela frente, que é reduzir o impacto da queda do dólar no faturamento. Hoje, 28% das vendas vão para o mercado internacional.

Link: http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0119/aberto/informado/mt_278063.shtml

Postado por: Ramon Fernandes

Pepsi e Coca-Cola deixam de anunciar para menores de 12 anos

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Boa Tarde.

Assinei a pouco tempo uma newsletter de um portal de informações sobre comunicação, marketing e publicidade de portugal, segue abaixo uma reportagem retirada desta news.
Boa leitura.

A medida insere-se na luta contra a obesidade infantil e vai ser posta em prática, até ao final do ano, a todos os países onde as empresas estão presentes.

As duas maiores multinacionais de refrigerantes do mundo, Coca-Cola e PepsiCo, vão deixar de anunciar a menores de 12 anos até ao final do ano, depois de terem assinado na quarta-feira o novo código de marketing do International Council of Beverages Association (ICBA). Esta acção de auto-regulação será comunicada a todos os países onde as marcas estão presentes, inclusive Portugal, sendo que em jogo estão todas as acções publicitárias em televisão, rádio, imprensa, internet, mensagens escritas por telemóvel e cinema.

Tiago Lima, director de relações externas da Coca-Cola Portugal, diz que a marca «reconhece o papel dos pais como educadores e decisores da educação dos filhos» e que por isso não irá fazer marketing directo a menores de 12 anos.

«Toda a comunicação e publicidade da Coca-Cola vai ser revista até ao final do ano, apesar de há já algum anos que estamos desinvestir progressivamente neste target, o que se nota sobretudo em televisão», explica o responsável, não adiantando quando representa, em termos de investimento, este desinvestimento publicitário.

Em causa estão todos os refrigerantes as bebidas carbonatadas, cujos anúncios deixarão de ser exibidos a programas cuja audiência seja predominantemente menor que 12 anos. O que, no caso da Coca-Cola, e para além da marca homónima, vai ser expandido a bebidas como Fanta, Sprite ou Nestea.

«Qualquer programa cujo número de espectadores menores de 12 anos represente mais que 50% faz parte desta lista», explica Tiago Lima, que diz que também o marketing directo feito para este target no digital e na internet será posto de parte.

Para além da publicidade tradicional, também o product placement está em risco com esta esta medida, que se insere na luta global contra a obesidade infantil. Até ao final de 2009, por outro lado, o ICBA quer rever outras formas de marketing, como a política de patrocínios, presença nas escolas e promoções no ponto de venda.

«A nossa indústria reconheceu há bastante tempo o papel positivo que pode ter na promoção de estilos de vida mais saudáveis para consumidores de todas as idades, incluindo crianças, e esta política servirá apenas para fortalecer este papel», explicou Alain Beaumont, secretário-geral da União das Associações Europeias de Bebidas.

Isentos desta nova política de comunicação estão as águas, sumos e bebidas com base em lacticínios.

Link: http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=954791&div_id=3419

Postado por: Ramon Fernandes.

Inteligência Competitiva.

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Boa noite a todos.

Tenho muita curiosidade por temas como Inteligência Competitiva e Gestão do conhecimento. Buscando na internet encontrei esta matéria novissima saida da Revista B2B. Tenho este interesse pois acredito muito na contribuição das Relações Públicas para estas estratégias, o que poderá tornar-se foco de meus estudos futuros para o mestrado.

Por Paula Pereira

Se você achava que Inteligência Competitiva (IC) era mais um lugar-comum no vocabulário de executivos de grandes companhias, descarte essa idéia. Micro e Pequenas Empresas (MPEs) estão descobrindo como unir forças e trabalhar em conjunto para potencializar a presença no mercado. Sim, o que até bem pouco tempo ficava restrito a corporações de maior porte, até pelas próprias limitações de custo e capacidade de implementação das pequenas, finalmente bate à porta.

Como? Uma das respostas vem do Sebrae. O órgão encontrou na gestão do conhecimento uma via interessante para estimular o crescimento das empresas menores. É o Sistema de Inteligência Competitiva Setorial (SICS), um programa que consiste na formação de núcleos setoriais a partir dos quais as informações relevantes a cada atividade econômica são coletadas, filtradas, trabalhadas e disseminadas para as empresas que integram o sistema.

O intuito é promover uma rede de informação e colaboração estratégica que dê subsídios para a tomada de decisão das MPEs. “Qualquer contribuição que incorpore à gestão dos pequenos negócios é fundamental. Inteligência competitiva é estratégia empresarial que deve se reverter em ganho para as empresas. Ou seja, deve funcionar como um instrumento de antecipação de risco ou de oportunidade”, defende Paulo Alvim, gerente de inovação e tecnologia do Sebrae Nacional.

Em fase pré-operacional, o sistema agora aposta em projetos pilotos, começando pelos setores da apicultura e cosméticos. “Já estamos bem avançados e até o final do ano esperamos que os dois estejam em pleno funcionamento”, diz Alvim. Além deles, o segmento de couro e calçados e também de mármore e granito estão na fila para receber o apoio e investimento do Sebrae para estruturar seus respectivos SICS.

Além do pão de queijo

O SICS ainda é uma aposta que tenta ampliar para nível nacional algumas experiências em inteligência competitiva nas unidades estaduais do Sebrae, que inspiraram a criação do programa. Entre esses exemplos figura o da cadeia de petróleo e gás, em Minas Gerais. Pertencente à Redepetro do Estado de Minas, a Simper Parafusos, empresa familiar de Contagem com 23 funcionários, é um dos pequenos negócios que vêm conseguindo conquistar seu espaço graças a oportunidades geradas pela inteligência competitiva setorial.

Para ler mais: http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&id_subcanais=10&id_
noticia=22475&pg=

Postado por: Ramon Fernandes.



Edigma aposta em Touching Marketing

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Proposta bacana de interação em site.

Marina Chiavegatto

Edigma lançou um site da campanha Margres Live, assente no conceito de Touching Marketing, que permite aos utilizadores diferentes formas de interacção com os conteúdos, serviços e funcionalidades.

O objectivo foi, através do site www.margreslive.com, transmitir o carácter inovador nas soluções da Margres, apresentando «ao vivo» a nova colecção da empresa. A Edigma recorreu também a outras ferramentas como os blogues e a publicação de vídeos no youtube com testemunhos dos clientes, para aumentar o envolvimento dos clientes no projecto

«O nosso objectivo era ter um website jovem, dinâmico, tecnológico e inovador, algo que rompesse com o paradigma estabelecido para o site tradicional, os resultados foram além das nossas expectativas e a Edigma foi o parceiro ideal para concretizar esta ideia», referiu Alberto Silva, director de marketing da Margres.

Link: http://www.jornalbriefing.iol.pt/noticia.php?id=953992&div_id=3418

Postado por: Ramon Fernandes

O sucesso do posicionamento é uma vontade de mover o negócio para não cair no habitual

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Segue uma matéria retira do site da Revista Negócios da Comunicação. Esta matéria pontua a importância de se ter um foco bem definido para a eficácia das ações comunicacionais, neste caso o marketing. Poderemos verificar que os esforços para reforçar o share-of-mind, com dito no texto, podem ser o primeiro passo para trabalhos direcionados a criação de uma reputação positiva perante os públicos envolvidos, isto salienta a tão conhecida necessidade da comunicação integrada.

Boa Leitura a todos.


Um dos dilemas do marketing é procurar segmentos-chave sem estereotipar a imagem pública global de uma companhia. É nessa área em particular que a aproximação por estilo de vida é extremamente efetiva e importante. Suponha que um de seus consumidores seja brasileiro com idade acima de 55 anos. Você pode desenvolver um programa específico com os clubes independentes em que os sócios tenham ultrapassado a idade de 55 anos, ou pode optar por selecionar um porta-voz respeitado no grupo de pessoas de mesma faixa etária, que seja reconhecido por sua boa saúde, vitalidade e integridade.

Os custos dos meios de comunicação de massa que se estabelecem para as companhias são cada vez mais altos. As corporações se rebelam e procuram alternativas pelas quais possam maximizar os dólares de marketing. Para chegar a distritos eleitorais menores e focados, não faz nenhum sentido continuar gastando milhões de dólares em publicidade de televisão em cadeia. Suponha que uma companhia queira alcançar consumidores com idade acima de 55 anos.

Em lugar de gastar freqüentemente esses dólares de marketing escassos para desenvolver e arejar um comercial em televisão em cadeia nacional, que também atingiria tanto os consumidores desse segmento como também os não-clientes, a companhia pode anunciar em uma página indeterminada de uma revista ou jornal focando o leitor mais velho, patrocinar algum evento relativo a esses consumidores ou ser a anfitriã de um clube de dança dessa faixa etária. Considerando que os dólares não estão desperdiçados em não-clientes, é provável que o retorno do investimento seja muito alto ao se adotar a técnica de aproximação por estilo de vida.

No caso de famílias latinas, a igreja católica é um lugar de grande confiança, uma fonte de alimento espiritual e reunião social. Colocar um anúncio no boletim da igreja pode não custar mais que 10 reais por semana, contudo, esse boletim será lido ou distribuído em toda a igreja, o que freqüentemente corresponderá a 1.500 famílias. A idéia com essa estratégia é perpetuar, independentemente das possíveis mudanças do mercado, o share of mind (uma disposição favorável para o produto ou serviço) da companhia.

Quando as empresas começam a trabalhar com novos clientes, é necessário que os esforços de marketing sejam criteriosamente avaliados para que se possa, devidamente, atingir o público tão desejado. Seguem alguns questionamentos importantes: quanto um segmento em particular pode influenciar o sucesso de seu produto ou serviço? Seus esforços de marketing estão cobrindo todos os pontos-chave de seus segmentos?

O que é mais preocupante especificamente no seu segmento: o posicionamento da sua companhia a curto ou longo prazo? Há algum segmento a que você esteja disposto a renunciar em prol de seus concorrentes? Os concorrentes podem duplicar seus esforços em marketing? Você está atingindo seus consumidores-chave de um modo pessoal e efetivo? Sua mídia está focando seus consumidores de fato ou você está pagando e atingindo consumidores não-qualificados?

Um dos maiores problemas que enfrentamos com os clientes é o comodismo frente aos meios de comunicação tradicionais e a sua resistência às mudanças. Negócios realizados como sempre, o famoso "familiar", podem por um lado parecer confortáveis e seguros, mas por outro acabam por prejudicar a efetividade do marketing.

Link de acesso: http://portaldacomunicacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=20634

Postado por: Ramon Fernandes.