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Volkswagen do Brasil: 60 anos de história

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Volkswagen: 60 anos de história e inovação


"Modelos inovadores marcam os 60 anos de 
história da Volkswagen do Brasil"




  • O Volkswagen Sedan teve o nome oficialmente substituído por Fusca em 1983
  • SP2 é reconhecido como um dos modelos mais belos da história da indústria automotiva
  • Brasília, o primeiro hatchback do mercado, foi desenvolvido por engenheiros brasileiros
  • Passat foi o primeiro Volkswagen feito no Brasil com motor refrigerado a água
  • Santana foi o primeiro carro nacional equipado com catalisador e freios ABS
  • Gol, que inaugurou a injeção eletrônica no Brasil em 1988 e o Total Flex em 2003, é líder de vendas há 26 anos
  • Voyage já soma mais de um milhão de unidades vendidas desde 1981
  • Fox revoluciona o segmento de compactos, com motor 1.0 Total Flex e excelente espaço interno
A Volkswagen está completando em março 60 anos de atividades no Brasil. São seis décadas marcadas pelo pioneirismo, pela inovação e pela constante contribuição ao desenvolvimento da indústria automobilística e ao crescimento da economia brasileira. Ao longo desse período, a Volkswagen produziu modelos que introduziram inovações tecnológicas entre veículos nacionais, aumentando os níveis de qualidade, segurança, conforto e eficiência em consumo de combustível.
Desde 1953, mais de 20 milhões de veículos já foram produzidos no Brasil, país que recebeu a primeira operação da Volkswagen fora da Alemanha e deu início à expansão global da marca. Outra conquista expressiva da Volkswagen são os 50 anos de liderança em vendas de um modelo da empresa no mercado nacional.
Em 2012, o Gol alcançou 26 anos consecutivos de liderança nas vendas no Brasil. Lançado em 1980, o carro preferido dos brasileiros superou em agosto do ano passado a marca de 7 milhões de unidades produzidas. Com os 24 anos de liderança do Fusca, a Volkswagen responde por meio século no topo do ranking de carros mais vendidos do Brasil.
Conheça os modelos que fizeram a história de sucesso da Volkswagen do Brasil.
Fusca
  • Carro que iniciou as operações da Volkswagen no Brasil, em 1953, montado em um galpão no bairro do Ipiranga. Seu motor tinha 1.200 cm³. A partir de 1959 começou a ser fabricado no País, já na unidade Anchieta, até 1986.
  • Durante esse período o Volkswagen Sedan teve versões com motor de 1.300 cm³ (a partir de 1967, com 45 cv brutos), 1.500 cm³ (introduzido em 1970, com 52 cv brutos, o que lhe rendeu o apelido de Fuscão) e 1.600 cm³ (em 1974, com dupla carburação, que rendia 65 cv brutos). O câmbio foi sempre manual de quatro marchas. O modelo teve também várias reestilizações e séries especiais, como a Prata, de 1979.
  • Do original Volkswagen Sedan, o nome foi oficialmente substituído por Fusca em 1983. Em 1984, o modelo ganhou freios a disco na dianteira e passou a ser produzido apenas na versão 1.600 – no ano seguinte receberia versão 1.600 movida a etanol.
  • Sua produção foi retomada em 1993 e durou até 1996. Ao longo de toda a sua história, o Fusca teve mais de 3,1 milhões de unidades vendidas no Brasil.
Kombi
  • Início da produção em setembro de 1957, com 50% de componentes nacionais – índice que passaria a 95% em 1961. Teve versões Standard, Luxo e Furgão, além da Pick-Up (feita de 1967 a 2000) e Pick-Up de cabine dupla (1981 a 1986); motores a gasolina e a diesel (1981 a 1986).
  • Em 1998 seu motor de 1.600 cm³ a ar recebeu injeção eletrônica de combustível. O motor 1.4 Total Flex foi introduzido em dezembro de 2005.
Karmann-Ghia
  • Lançado em maio de 1962, o Karmann-Ghia era um cupê de 2+2 lugares e interior requintado. Trazia o motor de 1.200 cm³ e 30 cv – utilizado até 1967, quando chegou o 1.500 de 44 cv.
  • Em janeiro de 1968 ganhou versão conversível – a capota era de lona e a operação de fechar ou abri-la era feita em 3 minutos, aproximadamente.
  • O motor de 1.600 cm³ e 60 cv brutos veio na linha 1970. Vieram também freios a disco na dianteira e modificações na suspensão traseira, para melhorar sua estabilidade. Em 1971 foi lançado o Karmann-Ghia TC, com a potência do motor elevada para 65 cv brutos. Nessa configuração o Karmann-Ghia foi mantido até o fim de sua produção, em 1975.
VW 1.600
  • Apresentado em novembro de 1968, o 1.600 foi desenvolvido em conjunto por engenheiros e técnicos brasileiros e alemães. O desenho da carroceria era inédito até mesmo na Volkswagen alemã.
  • Era um sedã de quatro portas equipado com motor traseiro de quatro cilindros, 1,6 litro, refrigerado a ar, com potência bruta de 60 cv. Com ele, o 1.600 era capaz de atingir 135 km/h de velocidade máxima. Foi produzido até 1971.
Variant
  • Apresentada em novembro de 1969 na versão 1600, trazia o nome utilizado pela Volkswagen na Alemanha para designar station-wagons. Após algumas reestilizações ao longo dos anos 1970, passou à nova geração em 1977, denominada Variant II.
  • Seu motor era o de 1.600 cm³, montado na traseira. Tinha como diferenciais a suspensão independente tipo McPherson na dianteira.
  • Foi produzida até 1981 e teve mais de 293 mil unidades vendidas.
VW 1.600 TL
  • Com linhas arrojadas e carroceria no estilo “fast-back”, o Volkswagen 1600 TL foi apresentado em agosto de 1970, como parte da linha 1971. Inicialmente com carroceria duas-portas e com motor 1.6 de 65 cv (brutos), destacava-se pelo interior luxuoso. Seus faróis eram duplos. Os freios eram a disco na dianteira. O TL, como ficou conhecido, tinha dois porta-malas, um na dianteira e o outro na traseira. Seu motor seguia o mesmo tipo de construção plana já introduzido na Variant.
  • No fim de 1971 recebeu opção de carroceria quatro-portas. O modelo foi produzido até 1976.
SP1 e SP2
  • Apresentados em junho de 1972, modelos traziam design esportivo e ousado, sem abrir mão da funcionalidade. Eram esportivos com detalhes exclusivos para a época, como instrumentos integrados ao painel e bancos esportivos forrados de couro. Por fora, o SP1 trazia o inovador limpador de para-brisas com braço pantográfico, além de apliques na lateral que realçavam as linhas da carroceria. Até hoje, o SP1 (motor 1.6l) e o SP2 (motor 1.7l) são reconhecidos por antigomobilistas como dois dos modelos mais belos da história da Volkswagen.
  • No fim de 1971 recebeu opção de carroceria quatro-portas. O SP2 foi produzido até 1976.
Brasília
  • Apresentado em 1973, o Brasília foi criado e desenvolvido por engenheiros e técnicos brasileiros. Seu nome homenageava a capital do País. O projeto foi desenvolvido em torno da plataforma do Sedan (Fusca). O motor era o 1.600 cm³ de 60 cv – em 1975 veio a versão com dois carburadores, elevando a potência para 65 cv.
  • Para a linha 1979 ganhou a versão luxuosa LS, que trazia de série rádio AM/FM, desembaçador traseiro e bancos dianteiros com apoio de cabeça. Ao longo de nove anos de fabricação, vendeu mais de 930 mil unidades.
Passat
  • Primeiro veículo Volkswagen com motor refrigerado a água – seu quatro-cilindros de 1.500 cm³ gerava 78 cv. Lançado em 1974 apenas com carroceria 2-portas, teve no mesmo ano a versão com 4 portas exibida no IX Salão do Automóvel. Em 1976, viria o motor de 1.600 cm³ e 96 cv. Em 1979 recebeu versão abastecida com etanol.
  • Versão esportiva GTS Pointer foi introduzida em agosto de 1983. Trazia suspensão recalibrada, acabamento diferenciado, rodas de liga-leve e bancos dianteiros Recaro, entre outros itens. A partir de 1984 passou a trazer o mesmo motor 1.8 utilizado também no Santana, que gerava 85 cv na versão a gasolina e 92 cv na a etanol.
  • O Passat foi fabricado até 1988 e teve mais de 675 mil unidades vendidas.
Gol
  • O modelo líder em vendas no mercado nacional há 26 anos consecutivos foi apresentado em maio de 1980. Tinha duas versões, S e L, e trazia o motor 1.300 cm³ refrigerado a ar. Em setembro do mesmo ano recebeu o 1.6l também refrigerado a ar.
  • Em agosto do ano seguinte ganhou sua primeira série especial, a Copa – em alusão à Copa do Mundo da Espanha, a ser realizada em 1982.
  • A partir de agosto de 1983, após reestilização visual, o Gol passou a contar com o motor 1.6l refrigerado a água – o 1.6l a ar foi mantido apenas na versão de entrada, BX. Em maio de 1984 ele ganharia a versão esportiva GT, que trazia o motor 1.8S. A partir de 1987, após novas mudanças estéticas em toda a linha, mudaram também as nomenclaturas: as versões agora eram C, CL, GL e GTS. Nesse ano o Gol assumiu a liderança do mercado nacional.
  • Em novembro de 1988 (já como linha 1989) o Gol se tornaria o primeiro veículo do País equipado com injeção eletrônica de combustível de série, na versão GTI.
  • Mais uma alteração de estilo seria feita no Gol em 1991. Em 1993 ele ganharia a versão 1000, em alusão ao motor de 1 litro.
  • Sua Segunda Geração, apelidada de “Bolinha”, foi apresentada em setembro de 1994. O modelo ficava mais espaçoso, com maior porta-malas e materiais reciclados em sua construção. Em 1995, surgia também a versão GTI 16V.
  • Em setembro de 1997 o Gol seria mais uma vez pioneiro, ao receber a versão 1.0 16V – foi o primeiro modelo nacional a ter esse tipo de motor.
  • Na Terceira Geração, apresentada em maio de 1999, o Gol teve novo pioneirismo, com a versão 1.0 16V Turbo. Lançada em maio de 2000, foi o primeiro 1.0 16V sobrealimentado por turbocompressor no Brasil.
  • Em fevereiro de 2001 o Gol superava o Fusca em produção, com 3,3 milhões de unidades contra 3,1 milhões de seu antecessor.
  • O novo motor 1.0 16V da Família EA111 era o destaque para o modelo na linha 2002.
  • Outra grande mudança viria em março de 2003. Naquele ano o Gol Total Flex 1.6 se tornaria o primeiro modelo nacional a oferecer tecnologia flexível, capaz de utilizar gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção.
  • Em agosto de 2005 a Volkswagen apresentou o Gol de Quarta Geração, que ganhava visual mais limpo, em que se destacava o desenho em “V” na frente. Todas as versões eram Total Flex.
  • Em 2008, a Volkswagen dava um passo fundamental na consolidação do modelo na liderança do mercado, ao lançar a Quinta Geração do Gol. O hatchback trazia uma nova plataforma, com o motor em posição transversal e mais espaço a bordo.
  • Já no ano seguinte, o Gol foi eleito o Carro do Ano, conquistando o mais tradicional e disputado prêmio da indústria automobilística brasileira, organizado pela revista AutoEsporte, da Editora Globo.
  • Em outubro de 2009 o Gol passaria a oferecer como opcional a transmissão automatizada ASG.
  • Em 2012, vieram o novo design global, acompanhado pela introdução do motor 1.0l TEC (Tecnologia para Economia de Combustível) e do pacote de equipamentos BlueMotion Technology.
  • Vieram também a nova arquitetura eletrônica – uma das mais avançadas e modernas na categoria –, que permitiu a instalação de equipamentos inéditos; a versão duas-portas e oferta de freios ABS e airbags frontais de série para todas as versões equipadas com o motor 1.6l EA111 VHT.
  • Em 24 de agosto de 2012 a Volkswagen atingiu o marco histórico de 7 milhões de unidades fabricadas do Gol, o modelo mais produzido, vendido e exportado da história da indústria automobilística brasileira.
Voyage
  • Lançado em 1981, o carro foi oferecido inicialmente unicamente com duas portas nas versões S e LS, com opção de motores movidos a etanol ou a gasolina, ambos de 1,5 litro e refrigerados a água. O câmbio era de quatro marchas. Em agosto do ano seguinte passaria a oferecer o 1.6l também com refrigeração a água. Nesse mesmo ano ganharia outras duas versões, GLS e Plus.
  • Em agosto de 1983 o Voyage ganharia a carroceria de quatro portas e a famosa série especial Los Angeles. No ano seguinte viria o motor 1.8l, seguido, em 1985, pelo motor biela longa.
  • A mudança de visual em agosto de 1986 seria acompanhada pela alteração também na nomenclatura – as versões passaram a se chamar C, CL, GL e GLS.
  • O Voyage passaria por nova mudança estética em 1991, quando oferecia os motores AE 1600 (versão CL), AP 1.8 (versão GL) e AP 1.8S (GLS).
  • Nos anos seguintes, o sedã ganhou novos equipamentos e chegou a oferecer ar-condicionado e direção hidráulica como opcionais para a versão GL. Produzido até 1996 nessa primeira fase, teve mais de 465 mil unidades vendidas.
  • Completamente novo, o Voyage foi relançado em setembro de 2008, marcando a entrada da Volkswagen em um dos mais importantes segmentos do mercado: o dos três-volumes com motor de 1 litro. Concebido, planejado e desenvolvido simultaneamente ao Novo Gol, o Novo Voyage oferece as mesmas inovações tecnológicas, soluções de engenharia e excelente dirigibilidade do hatch.
  • Como o Gol, o Voyage foi totalmente projetado e desenvolvido no País e, ao longo de seus mais de 30 anos de história, já teve mais de 305 mil unidades exportadas para 58 países.
  • A produção do Voyage começou na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, que fabricou 340.891 unidades do carro em dois períodos: entre 1981 e 1987 e entre 1990 e 1996. Nos anos de 1988 e 1989 o carro foi produzido na fábrica de Taubaté, que desde 2008 produz o Voyage na mesma linha em que faz o Gol G5.
  • O Voyage soma mais de um milhão de unidades vendidas ao longo de sua história.
Parati
  • Nova integrante da Família BX, a station wagon compacta, que logo faria grande sucesso junto às famílias de classe média, foi apresentada em junho de 1982, já como modelo 1983, com motor de 1,6 litro refrigerado a água e três versões: S, LS e GLS. Sua primeira série especial, Parati Plus, foi adicionada à linha um ano depois. Em 1988 a versão GLS passou a oferecer motor 1.8.
  • A primeira grande mudança na Parati ocorreu em outubro de 1995, com o lançamento da linha 1996. Modelo ficou sete centímetros mais longo e já com motores com injeção eletrônica (monoponto no 1.6 e 1.8 e multiponto no AP-2000). As versões passaram a ser chamadas CLi, GLi e GLSi, esta a mais luxuosa, que podia vir equipada, opcionalmente, com freios ABS.
  • A Parati Geração III chega em maio de 1999, com design renovado e uma ampla lista de acessórios de série e opcionais. As três versões, 1.8, 2.0 e GTI 16V passam a ser oferecidas com pacotes modulares opcionais de luxo e estilo. Em maio de 2000, surge a 1.0 turbo 16V, com 112 cv.
  • A quarta geração da Parati chega com novos para-choques e com novo desenho na traseira, com lanternas e vidros maiores. Em 2006, todas as versões passam a ser equipadas com motor Total Flex e direção hidráulica de série.
  • Na linha 2013, ganhou rodas pintadas de cinza e faróis com detalhes cromados.
Saveiro
  • A pick-up compacta da Família BX foi apresentada em agosto de 1982, nas versões S e LS, ambas com o motor de 1.600 cm³ refrigerado a ar – substituído, no fim de 1984, pelo 1.6l refrigerado a água. Em julho do ano seguinte ganhou, assim como a Parati, o motor biela longa. Em 1990 recebeu os motores AE 1.6 e AP 1.8. Em 1997, toda a linha recebeu injeção eletrônica.
  • Apresentada em outubro de 1997 como linha 1998, a Nova Saveiro (Segunda Geração) trazia maior entre-eixos e capacidade ampliada de carga (passando de 580 kg para 700 kg). A partir de 1999 passou a contar com o opcional airbag duplo.
  • Março de 2000 marcou a introdução da Saveiro Geração III, com mudanças no design e três opções de motores: 1.6, 1.8 e 2.0. Entre as várias séries especiais e versões que o modelo teve, destaca-se a Crossover, de 2004, com quebra-mato, estribos laterais e santantônio.
  • A Saveiro de quarta geração surgiu em 2006.
  • Totalmente renovada, baseada no Novo Gol, a quinta geração da Saveiro chegou em 2009, com o motor EA111 1.6 VHT montado transversalmente e a transmissão MQ200.
  • Nessa nova geração o modelo passou a oferecer também carroceria com cabine estendida.
Santana
  • Lançado em junho 1984, marcava a entrada da Volkswagen no segmento de veículos de luxo. Em versões CS, CG e CD e opções de carroceria com 2 e 4 portas, tinha câmbio manual de 5 marchas (havia câmbio automático como opcional) e motor 1.8 que gerava  85 cv na versão a gasolina e 92 cv na a etanol. Entre seus recursos estavam vidros e travas elétricos e rádio toca-fitas.
  • Em 1989 o sedã ganhou versão com o motor AP-2000 e, em 1990, a série especial Executive, com injeção eletrônica de combustível.
  • No ano seguinte, na chegada da nova geração, o Santana se tornaria o primeiro carro nacional equipado com catalisador e a oferecer sistema de freios ABS como opcional. Também em 1991 foi introduzida injeção eletrônica para os motores 1.8l e 2.0l em toda a linha.
  • Em 1996 foi encerrada a oferta da versão com câmbio automático. O Santana passaria por nova reestilização em 1999 – à época, suas versões eram 1.8, 2.000 Mi, Evidence e Exclusiv.
  • O Santana teve sua produção encerrada em 2006.
Quantum
  • Versão station wagon do Santana surgiu em 1985 nas versões CG e CS, ambas com o motor 1.8 do sedã. A partir de 1989 passou a oferecer o motor AP 2000 e direção hidráulica de série em todas as versões. Em 1992 veio sua segunda geração e a oferta de motor com injeção eletrônica (AP-2000i na versão GLSi).
  • Modelo passou por nova reestilização em 1999. Foi fabricado até dezembro de 2001, somando quase 160 mil unidades vendidas desde seu lançamento.
Apollo
  • Com nome inspirado no do deus grego e no da nave espacial norte-americana que aterrissou na lua, o três-volumes foi apresentado em maio de 1990. Trazia o motor 1.8 e tinha versões GL e GLS. No ano seguinte ganhou série especial VIP. Foi fabricado até 1992 e teve mais de 50 mil unidades vendidas.
Logus
  • O sedã foi apresentado no início de 1993. Era oferecido em três versões de acabamento: CL, GL e GLS. Seus motores eram o AE-1600 (CL) ou o AP-1800 (opcional para a CL e de série nas outras versões), a etanol ou a gasolina. A versão GLS foi equipada com o motor 2.0l, que também equipou a série especial Wolfsburg. O Logus foi produzido até 1996.
Pointer
  • Hatchback de apelo esportivo foi apresentado em dezembro de 1993, como parte da linha 1994. Trazia motor AP-1800 nas versões CL e GL (esta oferecia como opcional o AP-2000) – em ambos os casos, movidos a gasolina ou a etanol. A versão GTI trazia o AP-2000i com injeção eletrônica de gasolina.
  • O modelo foi produzido até dezembro de 1996 e teve aproximadamente 37 mil unidades vendidas.
Golf
  • O Volkswagen Golf estreou no Brasil em fevereiro de 1994, importado do México. A princípio era oferecido na versão esportiva GTI, com carroceria duas-portas, motor 2.0 e equipamentos como ar-condicionado com controle eletrônico e teto solar com acionamento elétrico.
  • Em março do ano seguinte chegaram as versões importadas GL, com motor 1.8, e GLX, que trazia o motor 2.0 – ambas com carroceria de quatro portas.
  • Como parte da linha 1997, estreavam no País as versões Cabriolet (conversível) e VR6, ambas importadas da Alemanha.
  • Em novembro de 1998 estreou no País o Novo Golf, ainda importado da Alemanha. Havia três versões: 1.6, 2.0 e GTI (1.8T).
  • O Golf produzido no Brasil chegaria ao mercado em julho de 1999, feito na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná.
  • Em 2001 estrearam os novos câmbio e motor (família EA111), além do sistema de acelerador eletrônico.
  • No início de 2002, a versão GTI tornava-se 20% mais potente, passando a 180 cv (antes, 150 cv). O Golf tornava-se, nessa versão, o primeiro Volkswagen brasileiro equipado de série com o ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade).
  • Em abril de 2003 o Golf teve 99 unidades da versão GTI VR6 vendidas exclusivamente por meio de uma central de atendimento no site da Volkswagen. A versão trazia o motor 2.8 de 200 cv e câmbio manual de seis marchas.
  • Para a linha 2008 o Golf passou por mudanças visuais, ganhando frente mais esportiva, novas lanternas traseiras e vigia traseiro mais largo. Na versão GTI, era o carro mais potente produzido no País, com 193 cv (quando abastecido com gasolina de alta octanagem) gerados pelo motor 1.8 20V Turbo a gasolina.
  • Novas versões especiais foram apresentadas ao longo dos anos, como a Black & Silver, de 2001, Generation (2002), Sport 150 cv (2004), Tech, de 2008, e Limited Edition, de 2010.
  • O modelo também tem recebido constante incremento em sua oferta de equipamentos de série, como rodas de liga-leve de 16 polegadas e pneus 205/55 R16 desde as versões de entrada, retrovisor interno eletrocrômico (Sportline), freios ABS, airbags frontais e I-System, entre outros itens.
Polo e Polo Sedan
  • Lançado no País em abril de 2002 na carroceria hatchback, inaugurou uma nova categoria no mercado nacional: a de compactos premium. A versão sedã seria mostrada no Salão do Automóvel daquele ano, chegando ao mercado em seguida. Tinha versões 1.6, 2.0 e 1.0 16V (esta apenas para o hatch). Em 2004 o motor 1.6 recebeu a tecnologia Total Flex.
  • Em 2006, o Polo hatch recebeu a versão esportiva GTI, com o motor 1.8 turbo de 150 cv e detalhes exclusivos de acabamento.
  • A primeira reestilização da linha Polo foi feita em 2007, com a introdução de novos faróis e mais conteúdo de série.
  • O Polo foi o escolhido para estrear no País, em março de 2009, o sistema E-Flex. Tornou-se o primeiro modelo flexível sem o reservatório de gasolina para a partida a frio. O modelo também trazia a tecnologia da partida assistida, dando maior conforto ao motorista.
  • Também em 2009 o Polo estreou o conceito BlueMotion Technologies, com a versão BlueMotion, garantindo redução de até 15% nos níveis de consumo de combustível e de emissões. Para isso foram feitos aprimoramentos em aerodinâmica, transmissão, suspensão (15 mm mais baixa), além da adoção dos pneus “verdes”, com menor resistência ao rolamento.
  • Outra primazia do Polo foi a introdução, ainda em 2009, da transmissão automatizada ASG, na versão I-Motion.
  • Em julho de 2011 o Polo e o Polo Sedan passaram por nova atualização visual, ganhando aparência mais esportiva e moderna.
Fox
  • Apresentado em outubro de 2003, o Fox foi criado totalmente no Brasil. Desenvolvido “de dentro para fora”, com uma técnica criada pelos engenheiros da Volkswagen que recebeu o nome de Designed Around the Passengers, desde seu lançamento já trazia motores Total Flex, ambos da família EA111: 1.0 e 1.6. Aliás, o Fox foi o primeiro modelo no mercado nacional a ter motor 1.0 flexível. No início havia apenas carroceria duas-portas – a opção de quatro portas surgiria em março de 2004.
  • Para a linha 2007 foram feitas alterações no visual do modelo, com adoção de faróis com duplo refletor.
  • O Novo Fox viria em 2009, sendo o primeiro modelo brasileiro a incorporar a nova identidade mundial de design da marca Volkswagen. Além das mudanças estéticas, os motores também foram modificados, agora os 1.0 e 1.6 VHT. Ainda nesse ano, o Fox recebeu a transmissão automatizada ASG.
  • Na linha 2011, o Fox tornou-se mais um modelo Volkswagen a integrar a linha BlueMotion, em sua versão 1.6. O modelo passou por modificações na carroceria, na transmissão e no gerenciamento eletrônico do motor para tornar-se até 10% mais econômico.
  • Recentemente, o Fox recebeu o motor 1.0l TEC (Tecnologia para Economia de Combustível), desenvolvido também com base no conceito Bluemotion Technology para o Novo Gol e o Novo Voyage e até 3% mais econômico que o 1.0l VHT anterior.
  • Além disso, em 2012, todas as versões do Fox passaram a contar com airbags frontais e freios ABS como equipamentos de série.
CrossFox
  • Apresentado originalmente em outubro de 2003 como carro conceito durante o lançamento do Fox duas portas, o CrossFox 1.6 Total Flex foi lançado em 2005. O carro teve a suspensão elevada em 31 mm, somada aos 22 mm conferidos pelos pneus 205/60 R 15, fazendo o novo utilitário esportivo ficar 53 mm mais alto e imponente que o Fox. Também destacam visualmente o CrossFox o estepe externo (com roda de liga-leve), quebra-mato integrado ao para-choque, rack de teto, faróis de longo alcance, estribos e molduras laterais. A motorização que equipa o CrossFox é 1.6l Total Flex, que desenvolve 101 cv (gasolina) e 104 cv (etanol).
  • Para a linha 2008, apresentada em maio de 2007, recebeu alterações visuais – entre os destaques, os faróis com duplo refletor e dupla parábola.
  • Em 2009 ganhou as alterações visuais apresentadas no Novo Fox e, em 2012, passou a oferecer a transmissão automatizada ASG como opcional.
SpaceFox
  • Primeiro sportvan do mercado nacional, o SpaceFox foi apresentado em abril de 2006. Desenvolvido no Brasil a partir da plataforma do Fox, o modelo alia o design esportivo de uma station wagon ao espaço interno e versatilidade de uma minivan. Juntas, essas características formaram o termo Sportvan.
  • O modelo chegou com duas versões de acabamento, Plus e Comfortline, ambas equipadas com motor EA111 1.6l Total Flex.
  • Em 2010 o SpaceFox ganhou sua nova geração, com as linhas de estilo mundial da marca que haviam estreado no Novo Fox e no Novo CrossFox. Nessa nova linha o modelo ganhou a oferta da transmissão ASG, na versão I-Motion.

Veja também: Lançamento Novo Fusca

Amazônia na mídia

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"Pesquisa analisa como a região 
foi divulgada no ano de 2010 "

Amazônia

O discurso ambiental tem sido apropriado por diversos segmentos da sociedade, como o político, o econômico, o publicitário e o empresarial. Por ser um assunto que está em discussão nos âmbitos nacional e internacional, os meios de comunicação de massa passaram a integrá-lo à sua pauta. Porém, sua divulgação ainda ocorre de maneira fragmentada e superficial. Diante da extensa pauta ambiental, um dos assuntos que mais aparecem na mídia é a Amazônia. 

Segundo Juliana de Oliveira Vicentini, pesquisadora da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ), um dos motivos para tanta notoriedade é o fato da região interligar discussões relacionadas ao efeito estufa, a destruição da camada de ozônio e a perda da biodiversidade. Daí a sua apropriação por reportagens, notícias, novelas, publicidades e campanhas ambientais. “Essa visibilidade é tão grande que a marca ‘Amazônia’ é uma das três mais conhecidas em todo o mundo. Além disso, hoje é muito grande a quantidade de empresas, ONGs e instituições de pesquisa que atuam na região, sem falar que grande parte do capital que nela circula é de origem externa”, afirma.

Para avaliar o modo como se dá a veiculação da Amazônia pela mídia, Juliana desenvolveu, no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ecologia Aplicada (ESALQ/CENA), uma pesquisa observando de que maneira a região foi veiculada pelo programa “Globo Repórter” durante o ano de 2010. Para tanto, desenvolveu análises de conteúdo e análises críticas do discurso.

O programa é um dos mais antigos da TV brasileira, possui abrangência nacional, e é considerado um dos popularizadores de discursos sobre o ambiente. A Amazônia foi tema de quatro de suas edições em 2010. Segundo Juliana, o veículo associa a região à natureza, focando em rios, florestas e biodiversidade. “O programa se apropria de detalhes e não é abrangente a respeito da região. Neste sentido, a Amazônia foi exibida como uma representação da natureza. Tal característica foi reforçada por uma linguagem poética por meio do uso de superlativos e metáforas. Os demais assuntos que poderiam ser abordados foram em grande medida silenciados”, explica.

A pesquisadora ainda faz algumas considerações sobre as fontes de notícia. “A população selecionada para integrar as imagens do programa é aquela que está diretamente atrelada ao mundo natural: os “ribeirinhos”. Eles não são tratados como sujeitos históricos, mas como um ornamento amazônico para reforçar a ideia de que a região é apenas sinônimo de natureza. A fonte de notícia legitimada pelo programa foi a fonte oficial, ou seja, pessoas que representam o poder público e a própria Rede Globo”, diz.

O Globo Repórter pode ser considerado como parte integrante do processo de educação informal dos indivíduos. Juliana alerta que esta visão parcial sobre a Amazônia pode influenciar a maneira como as pessoas pensam a respeito da região, ou seja, pode acarretar em desinformação sobre ela.

Análise dos Meios de comunicação 

De acordo com a pesquisa, orientada pelo professor Antonio Ribeiro de Almeida Junior do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), o programa apresenta eventos superficiais, embora os transmita de forma supostamente inquestionável perante seu status diante da audiência. “Um acontecimento é enfatizado ou esquecido a partir do momento em que ele integra ou não a agenda midiática. Informações sobre a própria mídia, por exemplo, são silenciadas. Isso significa que não existe imparcialidade naquilo que é veiculado pela imprensa”, afirma.

Portanto, o estudo ressalta que é preciso adotar estratégias a fim de tornar a informação mais plural e rigorosa. “Os veículos deveriam priorizar as necessidades da população atingida por eles, com o intuito de construir uma sociedade equitativa, que ofereça qualidade de vida às pessoas”. Para isso, Juliana acredita ser necessário espaço para todos expressarem-se e estarem a par de seus direitos e deveres. “Uma sociedade que conheça de fato seu povo terá embasamento para promover políticas públicas que atendam os interesses da coletividade. A inclusão social no sistema de informação contribuirá para que ele se torne imparcial e se comprometa de fato com aquilo que veicula”, conclui.

E-commerce brasileiro fatura R$ 22,5 bilhões em 2012

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E-commerce Brasil


O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 22,5 bilhões no ano passado, número que representa um crescimento de 20% em relação a 2011, de acordo com dados da e-bit e Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. As três categorias mais vendidas foram eletrodomésticos com 12,4%, seguida de moda e acessórios com 12,2% e saúde, beleza e medicamento com 12%. Ao todo, 42,2 milhões de brasileiros já compraram, ao menos uma vez, pela internet. O tíquete médio em 2012 ficou em R$ 342. De acordo com a consultoria, a expectativa é que o segmento cresça 25% e fature R$ 28 bilhões até o final de 2013.

Comércio eletrônico no Brasil deve crescer 24% em 2013

O comércio eletrônico brasileiro deve movimentar R$ 28 bilhões em 2013, registrando um crescimento de cerca de 24% sobre os R$ 22,5 bilhões faturados em 2012. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (20) pela consultoria e-bit. Segundo o levantamento, em 2012, foram realizados 66,7 milhões de pedidos, um volume 24,2% maior do que o registrado no ano anterior. O resultado de vendas foi impulsionado principalmente pelas vendas no segundo semestre. Colaboraram os resultados do Dia dos Pais, Dia das Crianças, natal e o Black Friday, que movimentou R$ 217 milhões em apenas 24 horas, segundo o ClearSale. No último natal, o faturamento no comércio eletrônico atingiu R$ 3,06 bilhões.

The Real Test Ride, campanha Harley- Davidson

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The Real Test Ride, campanha Harley- Davidson
The Real Test Ride, campanha Harley- Davidson


Um test ride como deveria ser feito. Essa é a proposta da ação“The Real Test Ride” criada pela Moma para a Harley-Davidson. Um cliente chega a uma concessionária e é convidado a fazer um trivial test ride em uma das motocicletas. No meio do trajeto ele se depara com 60 harleyros que passam a fazer todo o caminho ao seu lado, como se ele fosse parte desse grupo. Dessa maneira, o cliente tem uma imersão no universo e no verdadeiro espírito da marca. No final da ação, o motociclista é recebido pelo grupo que dá as boas vindas ao universo Harley-Davidson.
Assista ao vídeo:


Pesquisa: produtos mais buscados na internet pelos consumidores paulistanos em 2012

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"Casa e decoração, roupas e informática 
são as categorias mais procuradas".




O levantamento foi feito com base em buscas realizadas por usuários da cidade de São Paulo, no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2012. As 10 categorias de produtos com a maior quantidade de pesquisas foram:

1. Casa e decoração
2. Roupas e calçados
3. Informática
4. Eletrodomésticos
5. Ferramentas para jardim
6. Eletrônicos
7. Saúde e beleza
8. Esportes & Fitness
9. Acessórios
10. Brinquedos

Segundo o índice da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os preços de produtos comercializados no e-commerce tiveram alta de 2,39% em janeiro, na comparação com dezembro de 2012. A maior alta registrada refere-se a categoria de produtos de Casa e Decoração, que subiu 3,81% em janeiro. Já o setor de Moda e Acessórios foi o único com deflação dos preços no último mês, com queda de 2,13%.

Mais de 60% dos paulistanos compram pela internet 

De acordo com uma pesquisa realizada em maio de 2012 pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com mil moradores da capital paulista, 62,71% da população da cidade de São Paulo tem o hábito de comprar pela internet. Em 2011, esta porcentagem era de 51,5%. Um dos dados curiosos da pesquisa é a necessidade de ver pessoalmente o produto antes de comprar, que caiu de 23,15% em 2011 para 12,55% em 2012.

De cara a cara com um Relações Públicas

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Olá pessoal!

Hoje reproduzo uma matéria com um dos editores do Blog SerRP. Robson foi entrevistado pela equipe do Fantástico Mundo RP.

Veja abaixo o post veiculado no dia 13/03/2013.

“Ser RP é disponibilizar meios,  constituir 
redes e efetivar  fluxos comunicacionais. 
É constituir relacionamentos 
e mudar comportamentos”.


Hoje nossa entrevista é com um profissional que atua na área institucional e na área de comunicação comunitária, além de também possuir um blog, junto com mais dois administradores, sobre assuntos que envolvem a nossa  profissão (http://serrp.blogspot.com.br). E claro não poderíamos deixar passar o aniversário do nosso entrevistado (dia 29/03), o post é uma forma que temos, também de parabenizá-lo por mais esta data.

Robsno Carvalho Turcato,
editor do Blog Serrp
Nome: Robson Carvalho Turcato

Idade: 32 anos

Formação/instituição: Graduado em Relações Publicas pela Universidade Estadual de Londrina.

Especialização: Especialista em Comunicação Organizacional pela mesma instituição.

Área em que atua: Atuo desde 2007 nas áreas de Propaganda Institucional, Comunicação Comunitária, Eventos (pequeno porte) e Gerenciamento de Projetos de Comunicação Institucional.

Robson entrou nas Relações Públicas por acaso, sem ter conhecimento sobre a grade curricular, mas aos poucos encontrou-se na sua procura pessoal, e na busca pelo poder, como ele mesmo afirma: “Sim, assumo: eu buscava poder. Não o “poder” ostentado, a pompa e a circunstância. Não esse “poder”. Mas o “poder” de ter autoridade e domínio para promover movimentos e movimentações. Ter força e influência, permissão ou autorização para realizar a máxima “ninguém muda ninguém, ninguém muda sozinho, nos mudamos nos encontros”, nos embates, nos confrontos”.

Sempre muito ativo durante a graduação, ele procurou aproveitar as oportunidades que surgiam e, desde o seu segundo ano já estava estagiando e participando voluntariamente de eventos. Dessa forma, conseguiu adentrar no mercado de trabalho com experiências em diversas áreas e, hoje, prepara-se para adentrar no mestrado. Robson também acredita no ganho competitivo que uma organização possui ao ter um profissional de relações públicas quando ele consegue “orquestrar as comunicações e as relações em prol de objetivos mútuos e (co)direcionados”.

Perguntado pela nossa equipe o que significava ser um relações públicas a resposta partiu de suas experiências e coloca: “Tudo o que me proponho realizar busco fazê-lo com entusiasmo. Eu sou apaixonado pela minha profissão e acredito no empoderamento por meio da comunicação, na educação por meio da comunicação, na mobilização por meio da comunicação e na transformação por meio da comunicação”.

Agradecemos ao Robson por sua disponibilidade e pelo compartilhamento de seus conhecimentos. Para nós é de grande importância conhecer relações públicas com perfis diferenciados, com buscas específicas, isso faz com que nossas experiências aumentem e que possamos aprender um pouco mais o que a nossa profissão desperta em diferentes profissionais.

Termino a entrevista com uma frase do entrevistado: “Ser RP é disponibilizar meios, constituir redes e efetivar fluxos comunicacionais. É constituir relacionamentos e mudar comportamentos”.

Publicado originalmente no Fantástico Mundo RP.

Lacta transforma sala de cinema em game interativo dos Angry Birds

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                                                  “Quem compartilha 
curte mais”

Parceria Lacta e Angry Birds




A Lacta lançou as ações de Páscoa embasadas no conceito “Quem compartilha curte mais”, que seguem a tendência dos meios digitais e dos termos utilizados no Facebook.  Para destacar um dos principais lançamentos de 2013 – Ovo dos Angry Birds -, a marca em uma ação inédita lançou um game dos personagens, no cinema do shopping Vila Olímpia, em São Paulo. Depois de dominarem os smartphones e tablets do mundo todo e ultrapassarem a marca de 1 bilhão de downloads, os Angry Birds tiveram uma sessão especial, para divertir telespectadores com um jogo que a W3haus criou para a marca. Uma pessoa participou da brincadeira a cada sessão. Para o grupo que estava na sala, o que valia era torcer, pois quanto melhor o desempenho do jogador, mais chocolates Lacta foram distribuídos para todos os presentes na sala.

Além da ativação no cinema, as ações de Páscoa da marca contarão com filme para internet, caça ao ovo para encontrar o gigante Bis Xtra de 3kg e ações com prêmios nas redes sociais. Ao todo, mais de 1500 ovos de chocolate serão distribuídos como prêmios.

A ativação terá como desfecho um vídeo case com a reação e participação dos telespectadores.

Moopler: nova rede de interação social

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"Dividir para multiplicar é o lema da
nova rede social brasileira"

A Moopler tem como objetivo ampliar o compartilhamento de conteúdo e a troca mútua de experiências entre todos os usuários.  Ela é constituída por ferramentas como avaliação de publicações e a classificação do conteúdo em rankings por categoria para estimular a produção de conteúdo, resultando em uma crescente rede de informações compartilhadas e multiplicadas.

Qualquer membro pode ver as publicações dos outros, de acordo com os assuntos de interesse. Os usuários interagem por meio de publicações que se assemelham a artigos, e estão sujeitos a serem avaliados pelos demais integrantes, sendo que quanto maior o número de publicações bem avaliadas, melhor a posição nos rankings por categoria e geral. Também é possível recomendar e avaliar lugares visitados, serviços utilizados e empresas. Pretende-se implementar um sistema de recompensa aos usuários da rede que atingirem o primeiro lugar nos rankings, uma vez que suas ferramentas continuam em aperfeiçoamento.
         

Moopler
Moopler

Ação de comunicação da Samsung desperta curiosidade mundial

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A Samsung tem deixado, principalmente, a população que circula pela região de Times Square, em New York, bem curiosa com o convite para o Unpacked 2013 Episode 1. A revelação do novo membro da família Galaxy ao mundo é top secret, mas está marcada para o dia 14 de março, às 19h. A única pista é uma mensagem que desponta num outdoor gigante exposto no local e que diz: “BE READY 4 THE NEXT GALAXY”. Aqui no Brasil, a empresa embarca para New York, com uma comitiva de executivos e convidados, no próximo dia 12, para desvendar o segredo que vem por aí.



Homenagem para todas as Mamães do mundo!

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Feliz Dia das Mães!


Por essa a jornalista não esperava. Mais um caso “Faltou media training ou faltou ao media training”

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Media Training




Já diziam os velho ditados: "em boca fechada não entra mosquito". "Quem fala de mais, dá bom dia a cavalo..."

Nesse caso, adivinhem quem faltou ao

Um belo caso para a coluna: “Faltou media training ou faltou ao media training”.






Painel Internacional WRA - sobre a colaboração e a formação de comunidades

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Esta semana participei do Painel Internacional Web Rádio Água que tratou das ações e desafios de se trabalhar com educomunicação e formação de comunidades com foco na preservação ambiental.

O painel contou com a participação de membros da Itaipu Binacional, Unesco, Movimento Nacional dos Catadores, Rádio pela educação de Santarém, Ministério do Meio-ambiente, Secretaria do Meio Ambiente da Bahia, Agência Nacional de Águas e Universidade de São Paulo, onde todos compartilharam conhecimentos e experiências importantes sobre o desenvolvimento de projetos.

Acompanhar as experiências compartilhadas no painel me levou a questionar como se desenvolve o engajamento dos individuos em projetos desta natureza, haja vista que tais ações primam por despertar não só a consciência ambiental, mas por provocar nos indivíduos uma postura pró-ativa em relação aos problemas deste tema. Despertar esta postura nos indivíduos significa tornar o projeto vivo, com a participação efetiva que possibilita a co-criação, deixando o projeto fluir por conta do próprio público envolvido.

Neste contexto de colaboração e co-criação o papel do mediador deve ser repensado, pois ao invés de dizer o que os indivíduos tem de fazer, ele simplesmente indica o caminho. Esta é uma postura muito nova que reconhece e valoriza o individuo, tornando-o parte do projeto e não meramente um participante. Quando o sujeito tem clareza em seus objetivos ele tende a desenhar seu próprio caminho. Isto significa dar liberdade de criação para os sujeitos envolvidos, mostrando desprendimento sobre as ideias e com o próprio projeto. Porém reconhecer o papel ativo do sujeito ainda é um tabu que precisa ser desenvolvido, pois há aquela velha questão de que o responsável pelo projeto é também o seu dono. Esta relação de apropriação da ideia é algo que nos é ensinado, mas que guarda em si uma grande discussão.

Procuro entender o mundo pelo ponto-de-vista da análise do discurso, onde tudo o que fazemos e pensamos deve ser analisado de forma complexa, por meio do estudo de seu contexto histórico-social. Por isso entendo que toda ideia é fruto das interações sociais e ambientais e, portanto não devemos pensar que a propriedade da ideia é exclusiva de uma só pessoa. Gabriel Tarde (s.d: 424) tem uma definição interessante sobre invenção que podemos transpor para esta discussão sobre ideia ou pensamento, dizendo que "qualquer invenção, qualquer descoberta, consiste num encontro mental de conhecimentos já antigos e a maior parte das vezes transmitidos por outro". Esta linha de raciocínio nos leva a questionar diversos pontos importantes que estão em plena discussão, como exemplo da propriedade intelectual, das licenças de uso, a Creative Commons, e também tem plena ligação com o  tema de nossa discussão, o engajamento e a colaboração.

Temos de entender que para haver colaboração há necessidade de um espaço de ampla discussão, com abundância de informações, objetivos claros e de verdadeiro diálogo. Sem estas características não existe colaboração, pois o individuo não se envolverá se não tiver domínio sobre o assunto, se não puder ser ouvido, se não puder participar efetivamente das discussões. São estes os pontos cruciais que viabilizarão o aparecimento da colaboração na formação de públicos, tirando do individuo o papel de mero executor de tarefas previamente determinadas. Sobre esta questão quero pontuar uma fala do sr. Luiz Antônio Ferraro Junior, Diretor de Educação Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente da Bahia, que disse em sua palestra que "tudo que é normativo apaga a pergunta". Esta é uma afirmação muito acertada para esta nossa discussão, pois se o indivíduo for inundado por normas, deveres e atividades impostas ele não terá oportunidade de questionamento, inviabilizando o verdadeiro diálogo que é o formador da colaboração.

Diante disto, projetos como a WRA e os outros apresentados no Painel Internacional WRA, que prezam por uma comunicação formadora, que colocam o individuo no centro das ações, que proporcionam um espaço de ampla discussão, é que possibilitam a formação de verdadeiras comunidades de ação.

Quero parabenizar à equipe WRA pelo belo trabalho:

Robson Carvalho Turcato - RP
Willbur Souza - Jornalista
Fagner de Oliveira - Analista de TI

Citação em: TARDE, Gabriel, s.d., As Leis da Imitação, Porto, Rés

Apresentação do Movimento Nacional dos Catadores. 


Apresentação do Projeto da Rádio pela Educação de Santarém. 

Harlem Shake: Versão Os Simpsons

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Os Simpsons: Harlem Shake


Esse vídeo não tinha como não postar! Os Simpsons detonando no Shake Harlem!

 


 Abaixo um compilado dos melhores:

 

Google Search App: Snow Day

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Google Voice Search
Google Voice Search




Google surpreende mais uma vez com o lançamento de seu novo vídeo: Google Search App: Snow Day.

De forma simples e direta, a gigante da internet demonstra o potencial de seu aplicativo de buscas para celulares, unindo tecnologias, como comando de voz e sistema Android.

Como cenário, um momento em família. Tocante.

Confira abaixo o vídeo:




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Executivos brasileiros: os Joeis Santanas do espanhol

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Joel Santana: se é good, nóis num have!


Quantas vezes, ao procurar uma boa oportunidade de emprego, você não se deparou com uma oferta em que todo o descritivo da vaga se encaixava em seu perfil. Porém, no fim do texto aparecia a informação: “espanhol fluente”. Para poucos, é uma vantagem, para muitos, um motivo para desistir de se candidatar à vaga.

Agora, imagine outra cena, também comum de acontecer: na hora da entrevista, você falava a tal da língua estrangeira exigida no descritivo da vaga melhor do que o entrevistador.

Uma terceira situação. Você todos os processos, mandou bem na conversação e na escrita, foi contratado. Acha que usará seus conhecimentos linguísticos internacionais? Raríssimas vezes, salvo quando algum amigo perdido na tradução de alguma música pediu o seu auxílio.

Tenho certeza de que muita gente que está lendo este post agora, está lembrando dessas e de outras histórias com os mesmos cenários de fundo.

As exigências de saber falar uma língua estrangeira já foi debate com grandes amigos. Parece que virou padrão.

Agora, veja que interessante os dados de uma pesquisa, realizada pelo PageGroup, sobre a fluência dos executivos brasileiros no espanhol: menos de 10%.

A média nacional de executivos fluentes em espanhol no Brasil é de apenas 9%.

São Paulo concentra o maior percentual de profissionais fluentes, 12%, seguido pela região norte e nordeste – 11,7%.

Na sequência, temos o Rio de Janeiro e o sul do país com 8,2% e, por último, o estado de Minas Gerais com 5% de fluência no idioma.

O mapeamento é um dos maiores estudos do gênero já produzido no País. A pesquisa foi dividida por região de atuação do PageGroup e pelos cargos que os profissionais possuem dentro das empresas. Ao todo foram entrevistados seis mil profissionais, que ocupam os cargos de diretores, gerentes, coordenadores e analistas.

Já as carreiras que apresentam maiores índices de executivos fluentes no espanhol são: Seguros e Suprimento e Logística, com 14%, seguido dos profissionais de Marketing, com 13%. O setor de Vendas vem na sequência – 11,5%, seguidos do Jurídico – 10% e Finanças e TI – 9%.

Por outro lado, a pesquisa apontou setores em que a fluência no idioma é muito baixa, são: Bancos e RH, com 8%, Engenharia e Manufatura e Saúde – 6,5%, Varejo – 2,5% e Impostos 1,5%.

E agora, dá para ficar com medo da entrevista?



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