Archive for Julho 2011

Duloren lança nova campanha publicitária com apelo homoafetivo

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Começa a veicular em agosto a nova campanha publicitária da Duloren, que trará duas mulheres e a frase ‘Aprovada a união homoafetiva. Jura? Achei que já estava tudo liberado’. A imagem será veiculada nas redes sociais da Duloren (Twitter e Facebook), mídia impressa e em mais de 22 mil pontos de venda espalhados pelo País.




Campanha Homoafetifva Duloren


Meu Twitter: @julianoamelo


Estudo identifica marcas mais associadas ao esporte no Brasil

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Um estudo realizado em maio pela GfK analisou que marcas os brasileiros associam ao esporte. As marcas reconhecidas como as que mais apoiam o esporte no Brasil são: Nike (32%), Adidas (20%), Olympikus (10%), Banco do Brasil (8%) e Topper (5%).

Os entrevistados também apontaram quais marcas mais associam à Copa do Mundo de 2014. Quase metade dos brasileiros entrevistados (48%) ainda não consegue associar nenhuma marca à Copa de 2014, mostrando que há oportunidade para marcas que desejam se relacionar a um dos maiores eventos esportivos do planeta.

Entre as marcas citadas, mais uma vez a Nike se destaca, recebendo 29% de citações, seguida por Adidas, com 14%. Com índices mais baixos, aparecem ainda: Olympikus (7%) e Coca-Cola (6%). Vale ressaltar que Nike e Olympikus não são patrocinadoras oficiais do evento organizado pela FIFA.

O estudo procurou identificar, também, marcas ligadas às Olimpíadas de 2016, que acontecerão no Rio de Janeiro. A associação de marcas a esse evento é ainda mais baixa, uma vez que 59% da população brasileira ainda não consegue relacionar nenhuma marca às Olimpíadas. Nike (19%), Adidas (13%) e Olympikus (11%) são as que mais se destacam.

Dos entrevistados, 50% declaram que têm o hábito de acompanhar jogos de futebol pela TV, destes, como era de se esperar, os homens se sobressaem em relação às mulheres, 69% contra 34%.

A Rede Globo é a emissora escolhida de 69% dos consultados para assistir aos jogos. Band aparece em segundo lugar (13%), seguida pelo canal pago SporTv (10%).

Enquanto a Globo é a emissora preferida das mulheres (79% contra 64% dos homens), a Band é destaque os homens (15% contra 10% das mulheres). A Band, aliás, é a segunda opção dos entrevistados para assistir aos jogos, mencionada por 41% deles.

A pesquisa da GfK revela ainda que os telespectadores não se mostram muito fieis: 86% dos entrevistados afirmam que não se importariam em assistir aos jogos de futebol em outro canal se não tivessem disponível sua primeira opção.

O estudo consultou, em maio deste ano, 1.000 pessoas, a partir dos 18 anos, de nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém) e três capitais (Brasília, Goiânia e Manaus).

Meu Twitter: @julianoamelo



Como cheguei aqui!!

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Blog SerRP

Ler o post do Robson foi algo que me despertou para um exercício que não fazia há algum tempo: reflexão e auto-avaliação. Tentei olhar para trás com a percepção de agora, para ver se realmente eu estou onde pensei que estaria!


Lembro de quando eu era um vestibulando, tentando a carreira de Jornalismo. Eu queria ser tipo o Clayton Conservani, um repórter que faz pautas de aventura e visita lugares incríveis viajando pelo mundo afora, totalmente o oposto do que sou hoje!! Porém, esta vontade não era forte o suficiente, pois desisti na segunda tentativa. Após tentar pela segunda vez e morrer muito perto da praia, escolhi fazer Relações Públicas com o pensamento de que seria mais fácil de passar e porque era Comunicação Social também, e mais para o futuro, poderia fazer cursos voltados para jornalismo. Nesta última, eu estava redondamente enganado. Já sobre a facilidade, que bom que acertei!!


Realmente, comecei o curso sem saber do que se tratava, pois tinha a visão de comunicação do jornalismo. Demorei bastante para pegar no tranco. Eu e Juliano, editor do blog, fomos inclusive proibidos pela Marta Motta Campos, nossa professora, de fazer trabalhos juntos por não levarmos a coisa a sério!! Até hoje agradeço a ela por isso!! Na realidade não sabia o que era RP, na verdade, não sabia nem quem eu era, e quanto mais eu descobria sobre a profissão mais eu me descobria como pessoa. E isto é que foi interessante. Depois de algum tempo cursando RP comecei a entender o que realmente era, isso lá para meados do 3° ano do curso. Comecei a me identificar com as disciplinas voltadas à Comunicação Organizacional, Administração, Planejamento de Relações Públicas, Métodos e Técnicas de Pesquisa e Novas Tecnologias de Comunicação. E hoje sou a somatória destas disciplinas. É claro que todas as outras me auxiliaram bastante, mas minha atividade atual tem em sua essência estas disciplinas.


*Só para constar aqui estão as disciplinas que cursei láááááá em 2004:

http://www.uel.br/prograd/catalogo-cursos/catalogo/Principal.htm


Depois da universidade tive algumas experiências que me auxiliaram a desenvolver meu perfil profissional. Trabalhei desenvolvendo pesquisas qualitativas para uma empresa de pesquisas em negócios. Trabalhei na Assessoria de Marketing de uma Concessionária de Rodovias, recebendo as solicitações e reclamações de motoristas e moradores que tinham suas propriedades perto das estradas. Fiquei por um mês como assistente de Marketing de uma pequena escola particular, esta experiência foi muito marcante, foi quando descobri que realmente não queria trabalhar com e para crianças!


Após isto, fui trabalhar em Agências de Comunicação, e aí sim eu me identifiquei. Adorei trabalhar por projetos, pensando cada um de uma forma diferente. Tinha liberdade de propor planos, pesquisas, ações diferenciadas. É claro que a maioria delas eram vetadas, seja por falta de $$ ou também pela falta de convencimento, afinal eu ainda era um recém-formado e estava começando a vender minhas ideias! O interessante disto é que em nenhuma dessas oportunidades eu seria O RP conforme o estereótipo padrão, em cada lugar que passei entrei com uma proposta reducionista de trabalho, mas durante o desenvolvimento dos projetos fui mostrando novas possibilidades, sempre olhando para estes empregos como oportunidades de mostrar nossa profissão. Esta é uma das grandes características que valorizo em RP, temos de ser EMPREENDEDORES, pois temos o dever de propor projetos, novas saídas, novas respostas. Vocês, graduandos e recém-formados, mantenham isto em mente pois o mercado atrai profissionais que resolvem problemas antes mesmo deles acontecerem!! E outra, sabe aquela história que sempre ouvimos de que RP não tem mercado, balela!! Temos aí um mundo de novas possibilidades e novas profissões (analista de internet, especialista em rede social, planejamento e atendimento em agências de comunicação, etc) que ainda não têm uma cadeira bem definida, bastando somente agarrar a oportunidade e não soltá-la!!


Durante todo este tempo minha definição de Relações Públicas foi sempre se adaptando a minha realidade, fazendo o que julgava ser necessário para trabalhar a imagem da organização e manter o relacionamento com seus públicos. Isto me ajudou a conquistar as oportunidades que eu encontrava e a me construir como profissional, e ainda estou em pleno processo de mudança. Atualmente eu descobri uma coisa que para os que convivem comigo pode ser óbvia. Apesar de ver a atuação de RP com a Comunicação Institucional, e por vezes ter de lutar sozinho para realizá-la, meu foco sempre foi voltado para a parte interna da organização. Por onde passei, quis organizar as coisas, principalmente os projetos de comunicação. Em experiência recente no Parque Tecnológico Itaipu, minha função maior foi a de Planejamento de Comunicação, ou seja, organizar as ações da Assessoria de Comunicação de forma planejada, organizada, colaborando para o alinhamento e direcionamento com o Plano Estratégico do Parque. Foi aí que entrei em contato com a Gestão de Projetos, algo que me auxiliou demais na organização de meus pensamentos e me fez enxergar alguns pontos que precisam ser melhor trabalhados em Relações Públicas, a falta de métricas inclusive!!


Hoje sou Relações Públicas da UNILA - Universidade Federal da Integração Latino-Americana, trabalhando na área de Relações Institucionais. Meu foco no trabalho são as relações da instituição de uma forma geral (aluno, servidores, fornecedores, comunidade, etc), porém meu foco nas pesquisas é o Conhecimento Colaborativo, Inovação e Gestão de Conhecimento, algo que lidamos no dia a dia mas que ainda não vi a aplicação de nenhuma estratégia de RP, que pode contribuir e muito com este processo!!


O oportunismo me levou às Relações Públicas e as Relações Públicas me fazem compreender de fato o que eu sou.

E você, como chegou aqui?


Eva Mendes sex tape trollagem

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Eva Mendes
A atriz Eva Mendes decidiu trollar os curiosos e, em uma ação com o site Funny or Die, postou um vídeo com um título bem sugestivo: ‘Eva Mendes Sex Tape’. Na descrição do arquivo, algo mais picante: 'O vídeo de sexo que todo mundo estava esperando de Eva Mendes está finalmente aqui e você não acreditará nas posições que ela é capaz de fazer’ (tradução livre).

O motivo? Já havia algum tempo que rumores cibernéticos diziam que ela tinha um desses vídeos em que vários artistas já se viram em situações embaraçosas por terem seus momentos íntimos revelados, os famosos 'sex tapes'. Quem não se lembra do clássico caso da Daniela Cicarelli em cenas picantes com o namorado em uma praia, ou aquele da Paris Hilton...

Segundo o site Wikipedia, sex tape é um vídeo pornográfico amador que, de forma intencional ou não, é divulgado publicamente. Na enciclopédia colaborativa há uma lista das personalidades que já tiveram vídeos divulgados na internet.

Veja também os comerciais mais sensuais da internet: The hottest commercials

Em relação ao vídeo da Eva Mendes, uma busca simples no sistema de busca Google com os termos ‘eva Mendes sex tape’ retorna nada menos do que aproximadamente 9.800.000 resultados (data de referência: 20/07/2011). Buscando somente por ‘sex tape’, temos aproximadamente 117.000.000 resultados.

A atriz resolveu atuar no problema, e, de forma planejada e criativa, inovou no gerenciamento de uma possível crise, criando o vídeo abaixo, trollando boa parte dos usuários bisbilhoteiros. Postado há 12 meses no site FunnyorDie, o arquivo já recebeu 10.925.925 visualizações até o dia 20 de junho.

Clique aqui para ver o vídeo!

O poder do termo celebridade
As celebridades estão entre os temas que mais atraem a atenção da sociedade global, bem como palavras-chave relacionadas a elas. No livro “Clic: Ideias surpreendentes para os negócios e para a vida”, o autor Bill Tancer, gerente geral de pesquisa global da companhia de inteligência competitiva on-line Hitwise, nos traz uma série de informações sobre novas possibilidades de conhecer o comportamento humano por meio da rede mundial de computadores, bem como utilizá-las de forma estratégica no planejamento. Com acesso a uma grande quantidade de dados sobre o uso da internet (uma amostra de mais de 10 milhões de usuários nos Estados Unidos) e com ferramentas adequadas de análises, Bill diz que a internet se tornou um depósito de intenções da humanidade, uma gigantesca base de dados sobre comportamentos, desejos, necessidades, vontades e gostos que pode ser descoberta, arquivada, rastreada e explorada para diversas finalidades.

No livro, Bill Tancer faz uma grande análise sobre a questão do termo celebridade, no tópico que ele chama de “A Síndrome da Adoração de Celebridades”. Segundo ele, as manchetes de qualquer outro assunto perdem a importância quando comparadas aos escândalos dos famosos. Os sites e blogs dedicados a ‘cuidar’ da vida alheia recebem mais visitas do que qualquer outro. De acordo com os resultados de suas análises, o pesquisador criou um ranking, o ‘Top temas relativos a buscas por celebridades’. Entre eles, estão:

• Vazamento de fitas de sexo (sex tape),
• A morte de certas celebridades,
• Pessoas famosas metidas em encrenca (presas ou condenadas pela justiça),
• Várias notícias ligadas especialmente a casos e relacionamentos amorosos e crianças recém-nascidas.

Se juntarmos os dois termos – sexo e celebridade -, temos uma mistura mais do que explosiva. No gráfico abaixo, temos um comparativo entre os termos ‘celebrity’, ‘sex’ e ‘sex tape’:




Já no gráfico abaixo, temos um comparativo somente entre os termos ‘celebrity’ e ‘sex tape’:



Interessante notar também que os principais termos relacionados à palavra-chave celebrity fazem menção aos escândalos, conforme mostram as tabelas abaixo:






E você, está cuidando de sua imagem na web?
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Abraços! @julianoamelo



Como chegamos aqui?

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Como chegamos aqui? Ou melhor... Como cheguei aqui. Sem esse papo de quem veio primeiro, a galinha ou o ovo, ok?


Há alguns dias acompanhamos pelo Facebook – que gerou o post “Da discordância que pode gerar concordância” – uma imensa discussão sobre Relações Públicas e Administração de Empresas. Lemos uma série de pontos de vista, algumas paráfrases de livros famosos, umas filosofias de boteco e outras grandes sacadas.

Mas, por que escolhemos essa área e/ou profissão? Por que Relações Públicas? (Se você, meu caro, não é RP – tudo bem, ninguém é perfeito – reflita sobre a sua escolha. Por que escolheu esta profissão e/ou área de atuação).

Minha trajetória foi a seguinte... Sempre foi apaixonado por Cinema. A fotografia, os efeitos, as tramas, as amarrações. O como aquele universo numa película era capaz de provocar tamanho encantamento no espectador. Até hoje, ao entrar numa sala de cinema, me emociono. Isso, sem contar todo o ritual que preciso realizar para localizar a poltrona perfeita (incidência da luz + corrente de ar + inclinação + etc. = TOC) – mas isso é tema pra outro tipo de blog.

O poder daquela projeção me fascinava, por isso, por algumas vezes, minha opção no vestibular foi Cinema. Fatalmente “levei pau” em todas as tentativas.

Depois disso, sem perder a paixão pelo Cinema, reduzi o tamanho dos filmes. Que tal os de 60” ou 30”?. Fui fazer Publicidade e Propaganda. Ah! Os publicitários... Os prêmios... As produções... O ambiente dinâmico e impulsivo, permeado por ideias tresloucadas e vivazes, promovendo o movimento dos públicos e das massas, em prol de um objetivo traçado é intrigante.

O poder de persuasão dos ganchos publicitários me encantava, por isso, cursei Publicidade e Propaganda. Mas ainda não era o que eu queria.

Depois disso fui trabalhar com pessoas. “Descobri” a comunicação verbal e não-verbal em um dos momentos mais vulneráveis do ser humano: o ato de comprar. Fui trabalhar com moda, mexer com as vaidades e massagear egos. Não sei quantos de vocês têm idéia do que dois ou três elogios podem fazer no cartão de crédito de uma pessoa – quero ressaltar que não estou me referindo as falsidades e/ou mentiras, ok?

O poder da retórica, o convencimento com base em argumentos quase irrefutáveis, perturbava o meu entendimento.

Pouco a pouco fui me aproximando daquilo que sou hoje... Um apaixonado pelo comportamento humano.

Sem leitura de ementa ou de grade curricular, por puro acaso (para os que acreditam no acaso) ou por destino (para os que acreditam nele), encontrei-me com as Relações Públicas e, por meio dela, compreendi o que eu realmente buscava: PODER.

Sim, assumo: eu buscava poder. Não o “poder” ostentado, a pompa e a circunstância. Não esse “poder”. Mas o “poder” de ter autoridade e domínio para promover movimentos e movimentações. Ter força e influência, permissão ou autorização para realizar a máxima “ninguém muda ninguém, ninguém muda sozinho, nos mudamos nos encontros”, nos embates, nos confrontos. Poder para ter calma, energia e paciência para tal feito: consolidar relações, primar pela coerência entre imagem e identidade de um dado alguém ou instituição. Poder para promover ambientes de mudança.

Hoje sou Relações Públicas do Centro Internacional de Hidroinformática, Parque Tecnológico Itaipu, e atuo basicamente como Gestor de Projetos no âmbito das tecnologias sociais, educação à distância e comunicação comunitária. E, portanto, hoje me vejo envolto em um ambiente de encantamento e fascinação, dinâmico e impulsivo, obviamente tangido por vaidades e egos, mas acima de tudo, um ambiente capaz de promover mudanças e movimentos.

A busca pelo poder me levou às Relações Públicas e as Relações Públicas me fizeram compreender o que eu de fato buscava.

E você, como chegou até aqui?


Abraços, até breve... @birobson

Conheça “Inside”, o filme colaborativo da Intel e Toshiba

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Inside: a social media experience
Intel e Toshiba fecharam uma parceria para a realização de um novo projeto de filme interativo: “Inside” em que o casting será selecionado online por meio do site: www.TheInsideExperience.com. O filme busca criar um novo gênero de entretenimento interativo.
No filme, a atriz Emmy Rossum interpreta Christina, uma mulher de 20 e poucos anos presa em um quarto apenas com um notebook uma conexão à internet não rastreável. Sem poder determinar se está sendo mantida prisioneira ou qual será o seu destino, Christina usa o notebook para mobilizar sua rede social, alcançando amigos, parentes e qualquer um que possa ajudá-la a descobrir onde ela está sendo mantida e como escapar. A produção “Inside” busca o engajamento da audiência por meio da mídia social. Os espectadores são encorajados a se conectarem com Christina, deixando pistas no Twitter e conselhos em seu mural do Facebook. O filme será exibido em episódios curtos, começando dia 25 de julho. Durante esse período, os espectadores serão convidados a ativarem seus canais sociais e ajudar a decifrar o dilema da Christina.
Um espectador terá a chance de interpretar um papel por meio do casting online no YouTube, que começou dia 11 e vai até o dia 20 de julho. O vídeo vencedor será incorporado ao filme e o nome da pessoa será incluído nos créditos do filme.
Siga o “Inside” em www.theinsideexperience.com, no Facebook em facebook.com/theinsideexperience e no Twitter via @theinsideexp ou #theinsideexperience. Para mais informações sobre o notebook Toshiba Satellite P775 usado no filme, visite http://theinsideexperience.com/product.
Abaixo o trailler do Inside: a social media experience e algumas fotos da atriz Emmy Rossum.







Emmy Rossum

Emmy Rossum
Emmy Rossum
Emmy Rossum
Emmy Rossum
Emmy Rossum



Mais um vídeo da série “Faltou media training ou faltou ao media training”

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Ficar diante de uma câmera não é tarefa fácil. Poucos são os que nascem com a desenvoltura necessária para dar uma entrevista. Nesse vídeo, a garotinha fica tão nervosa que não consegue se expressar de forma correta.
A dica do vídeo foi do Não Intendo.







Veja outros casos:
Faltou media training ou faltou ao media training?

Jornalistas e publicitários têm mais credibilidade no Brasil em comparação com outros países

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jornalista

Pesquisa do Grupo GfK, que mediu a confiança da população de 19 países em profissões e organizações, trouxe dados interessantes: bem avaliados entre os brasileiros, nas 7ª e 8ª posições, respectivamente, os Jornalistas (79% de confiança) e Publicitários (72%) têm melhor reputação no Brasil, comparativamente à média mundial. Internacionalmente, os Publicitários aparecem na 16ª posição, com 29%, e os Jornalistas na 13ª, com 44% de menções.

Já a confiança da população brasileira nos profissionais de marketing é de 70%, na 11ª posição. Na média de todos os países consultados eles estão em 15º lugar, com índice bastante baixo, de 32%. No ranking geral, os Bombeiros são apontados como os profissionais mais confiáveis, com índice de 97% de credibilidade no Brasil e de 94% na média geral de todos os países.

Em relação aos Políticos, a categoria segue na última posição do ranking, como a pior avaliada na média de todos os países pesquisados. No Brasil, em 2010, o índice era de 11%, este ano subiu para 19%. O mesmo acontece na média global, que era 14% e agora está em 17%.

Sobre a pesquisa
A pesquisa da GfK determina o nível de confiança que os cidadãos têm em 20 grupos profissionais e organizações: Advogados, Bombeiros, Carteiros, Diretores de grandes empresas, Executivos de bancos, Exército, Funcionalismo Público, instituições de caridade, instituições religiosas, Jornalistas, Juízes, Médicos, organizações de proteção ao meio ambiente, Pesquisadores de Mercado, Policiais, Políticos, Professores do ensino fundamental e médio, Profissionais de marketing, Publicitários e sindicatos.

Para o estudo, que foi realizado na Alemanha, Bélgica, Brasil, Bulgária, Colômbia, Espanha, EUA, França, Índia, Hungria, Holanda, Itália, Portugal, Polônia, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Suécia e Turquia, foram ouvidas 19.261 pessoas (1.000 no Brasil), com idades acima de 15 anos, entre os meses de março e abril deste ano.


Líderes informais: eles querem e podem ajudar na Comunicação Interna

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Este post é do nosso ex-calouro e atual amigo de profissão Aurélio Martins Favarin. Relações Públicas e especialista em Gestão da Comunicação Organizacional, ambos pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), o profissional Aurélio Martins Favarin é Analista de Comunicação da Embrapa Solos do Rio de Janeiro, colunista do Nós da Comunicação e gerenciador/criador do blog TCC Comunicação.



por: @aureliofavarin

Nós, profissionais de Relações Públicas (e outras habilitações em comunicação), devemos beber de muitas fontes teóricas para atuarmos, tendo em vista que lidamos com o ser humano e suas complexas relações com o mundo que o cerca. Para a temática deste artigo, focado em como os líderes informais podem ajudar na comunicação interna, vale a pena frisar a filosofia e a administração.

Na filosofia, o francês Michel Foucault elucida sobre o que motiva as relações humanas. Utilizado amplamente em cursos de direito, o autor analisou, em especial na obra “Microfísica do Poder”, a presença do poder na humanidade. Segundo ele, todos os relacionamentos implicam em alguma relação de poder, ou seja, ele pode estar presente tanto em uma ordem dada por um chefe como, também, no fato de um dos membros de uma equipe ser mais “ouvido” do que os outros.

Indo para o campo da administração, a liderança em si é estudada há muito tempo pela área. Em trabalho realizado na graduação junto com os amigos Gabriel Moreno Mathias e Thiago Shoiti Iida (LIDERANÇA E COMUNICAÇÃO: A ATUAÇÃO DAS RELAÇÕES PÚBLICAS JUNTO ÀS LIDERANÇAS ADMINISTRATIVAS EM ORGANIZAÇÕES), verificamos diversas definições sobre liderança, divididas em dois campos distintos: liderança formal e liderança informal. A primeira diz respeito ao poder presente em um cargo instituído, formal, e a segunda tem relação com a credibilidade ou algum outro sentimento humano que faça com que uma pessoa tenha um “prestígio” maior dentro de um grupo, o que garante uma maior penetrabilidade (vale a pena ler mais em "Liderança informal: boa ou ruim?").

Será que a penetrabilidade e o prestígio dos líderes informais não devem ser considerados pela área de comunicação? De que forma estes aspectos podem ser importantes? Eu me fiz estas perguntas diversas vezes há pouco mais de um ano, antes de auxiliar na implementação do Núcleo de Comunicação Interna (NCI) em uma empresa onde trabalhei.

A primeira pergunta é facilmente respondida, tendo em vista que prestígio e penetrabilidade são fatores geralmente positivos quando falamos em comunicação. A segunda pode sugerir, a priori, a utilização destas características para a disseminação de conteúdos. No entanto, pensamos exatamente na direção contrária e nos deparamos com outra questão: por que o prestígio e a penetrabilidade dos líderes informais não podem nos ajudar a entender o que os empregados pensam? Afinal de contas, seria uma forma (relativamente simples) de realizar um acompanhamento constante sobre a opinião dos funcionários.

A partir da decisão de seguir em frente, nos deparamos com um grande desafio metodológico para colocar em prática a nossa proposta: como identificar os líderes informais na empresa e conseguir levá-los a participarem do NCI? Afinal de contas, a participação não fazia parte do trabalho e as atividades não deixariam de surgir. Pensando no fato de que os funcionários trabalhariam normalmente, participando das reuniões mensais do Núcleo de Comunicação Interna, bem como dos exercícios críticos e reflexivos sobre os veículos internos, consideramos estes obstáculos como uma “peneira de líderes informais” – vale considerar que os líderes informais geralmente fazem mais do que precisam e são muito comprometidos.

Realizávamos reuniões mensalmente e o grupo, que no início era composto por nove pessoas, ganhou mais adeptos com o passar do tempo, chegando a 12 depois de 8 meses. Além do acompanhamento mensal e da facilidade em definir pautas mais assertivas, vale frisar que os assuntos discutidos facilitaram na elaboração do questionário a ser aplicado na pesquisa anual de comunicação com todos os funcionários.

Os líderes informais detêm um poder enorme em mãos e nós, Relações Públicas, devemos pensar em representatividade de grupos além dos cargos formais existentes em uma organização. Tem muita gente dentro das empresas e instituições disposta a falar. Nosso trabalho pode ficar muito mais fácil se estivermos dispostos a ouvir.


Nós, do blog Ser.RP pergutamos: e você, profissional de Comunicação, reconhece a importância dos líderes informais? E mais, está disposto à ouví-los? Conte-nos como.

Complementado o post, para inspiração... Abaixo está um dos vídeos da campanha "Lead India" criada pelo jornal The Times of India (TOI) para as comemorações dos 60 anos da independência da Índia. Essa campanha surgiu com o intuito de encontrar escondido, na imensa população indiana, um novo líder capaz de dar voz às necessidades do povo e transformar o país.



O vídeo foi feito pelo escritório indiano da gigante multinacional de publicidade JWT, em Mumbai.

Esperamos que gostem.

Abraços...

Site de relacionamento: 1,7 milhão de gays buscam parceiro pela internet

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Pesquisa sobre Gay


O site G Encontros (www.gencontros.com.br) realizou levantamento sobre o perfil do público Gay na web. Dentre os usuários cadastrados, que somam 1,7 milhão em todo o país, a maioria está em busca do par perfeito para toda a vida ou para grande parte dela.

57% dos homens cadastrados estão dispostos a arranjar um namorado sério enquanto 29% buscam somente sexo.

Entre as lésbicas a preferência também é por relacionamentos mais duradouros. Na sequência vem a busca por relacionamentos casuais e, por último, contabilizando apenas 16,5% das inscritas, as que querem apenas sexo (tabela 1).
Apenas dois em cada dez usuários dizem sair raramente, o que significa que 80% saem de uma a quatro vezes por semana. Entre elas, 85% saem toda semana para curtir a noite e paquerar (tabela 2).

Os estados com maior número de inscritos são, pela ordem, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Dentre as principais características desse público, destaca-se o fato de 74% serem do sexo masculino e a maioria ter entre 18 e 45 anos. Metade possui nível superior e 35% até o 2º grau completo (tabela 3).
Os ruivos e ruivas são os menos desejados, perdendo apenas para os grisalhos (tabela 4).

Entre os esportes mais praticados estão caminhada, musculação e natação.

Já os hobbies preferidos são ir ao cinema, ouvir música e dançar (tabelas 5 e 6).

Venham todos A Bordo da Comunicação

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www.blogabordo.com.br






Depois de 3 meses e 10 dias fora do ar, o A Bordo da Comunicação voltou a bloggar. O motivo da ausência foi a perda do antigo domínio. A alternativa foi trocar o endereço eletrônico para www.blogabordo.com.br (não esqueçam de substituiro o FEED de vocês).



Na reestreia, o blog apresentou uma nova coluna do A Bordo da Comunicação (Os 10 melhores posts de RP da semana, um oferecimento de Pedro Baldurquino), e em agosto, planejam uma grande ação lá no blog. Já no começo de Setembro, em Recife, farão um evento, junto com o Intercom Nacional, para o querido público-alvo - os estudantes.



O A Bordo da Comunicação começou como atividade acadêmica (assim como o Blog SerRP), em 12/04/2009. A matéria de Comunicação Organizacional ministrada pela professora Claudia Nociolini Rebechi, deu início a presença digital dos estudantes. Tempos depois, com a estruturação da equipe e desenvolvimento de bons conteúdos, desenvolveram duas Revistas Digitais e dois Fóruns Presenciais. Hoje são 24 marinheiros que abordam os temas de Relações Públicas e Comunicação.



Não deixem de acessar:







Também estou aqui: @julianoamelo

Vídeo motivacional da semana

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Aee galerinha, segue um videozinho motivacional para dar aquela força para terminarmos a semana.

Se acha que falhar é errado ou o fim do mundo, veja quem já passou por essa situação.









Siga o meu Twitter: @julianoamelo

Google Analytics liberou informações de comparativos de mercado

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analytics



Para quem não conhece, o Google Analytics é um software da empresa Google que faz levantamento de dados sobre o tráfego de seu site ou blog, por exemplo. Com essas informações é possível analisar qual o melhor dia para postar, qual assunto teve mais acesso em um período de tempo, entre outros. É uma ferramenta importante para otimizar o uso de seu ponto digital na web.

Como vocês perceberam, a Google realizou uma série de modificações em várias ferramentas e o Google Analytics não ficou para trás. Recebeu uma roupagem nova e ficou muito mais agradável do que o layout anterior, além de novas funcionalidades.

Um dos recursos encontrados no Google Analytics permite que você faça comparação do desempenho de seu site ou blog com o mercado, não sendo somente o de seu nicho de atuação, como no caso do Blog SerRP, que é o de comunicação. Esse processo também é chamado de benchmark, que segundo a enciclopédia virtual Wikipedia, “é a busca das melhores práticas na indústria que conduzem ao desempenho superior. É visto como um processo positivo e pró-ativo por meio do qual uma empresa examina como outra realiza uma função específica a fim de melhorar como realizar a mesma ou uma função semelhante. O processo de comparação do desempenho entre dois ou mais sistemas é chamado de benchmarking, e as cargas usadas são chamadas de benchmark”.

No começo do mês de julho, a empresa Google liberou, para aqueles que ativaram o compartilhamento anônimo de dados com o Google Analytics, “um boletim informativo como uma experiência para oferecer dados mais úteis ou interessantes aos usuários”. O período de comparação é de 1º de novembro de 2010 a 1º de fevereiro de 2011, sendo que a comparação é realizada com base nos dados de 1º de novembro de 2009 a 1º de fevereiro de 2010. Não são informadas as métricas absolutas, como o número total de visitantes, as visualizações de páginas ou as conversões de todos os websites que ativaram o compartilhamento.

Para simplificar, a palavra "websites" representará "os websites que ativaram o compartilhamento anônimo de dados com o Google Analytics" no restante deste boletim informativo.


2. Métricas do site

Em comparação com um ano atrás, os websites apresentaram uma redução de páginas por visita, tempo médio no site e taxa de rejeição.

1/11/09 - 1/2/10

1/11/10 - 1/2/11

Diferença

Páginas por visita

4,9

4,5

-0,4

Taxa de rejeição

48,2%

47,0%

-1,2%

Tempo médio no site

5:49

5:23

-0:26



2.1 Detalhamento por região geográfica

Nosso banco de dados anônimos agregou detalhamentos geográficos no nível do país. Veja alguns países representativos e suas respectivas métricas agregadas. O primeiro número em cada célula representa a métrica para o período de 01/11/10 a 01/02/11. O número entre parênteses é o delta anual comparado com um ano atrás.

País

Páginas por visita

Taxa de rejeição

Tempo médio no site

Estados Unidos

4,7 (-0,1)

42,5% (-6,1%)

6:06 (-0:10)

Reino Unido

4,9 (-0,3)

41,5% (+0,2%)

5:38 (-0,27)

França

4,4 (-0,4)

49,7% (+1,4%)

4:40 (-0:08)

Brasil

4,1 (-0,1)

47,8% (-2,9%)

5:20 (+0:03)

China

4,1 (-0,1)

58,2% (+1,0%)

3:46 (+0:37)

Japão

3,9 (-0,1)

48,6% (-9,0%)

3:47 (-2:59)



A distribuição acima é anotada com alguns países, que parecem indicar um histórico de lazer e um estágio de desenvolvimento econômico. Para uma métrica relacionada: tempo médio no site, a distribuição por país está descrita no gráfico abaixo:

Os tipos de países que constam no gráfico de tempo no site acima parecem estar em ordem inversa em relação aos que constam na distribuição da taxa de rejeição.

2.2 Detalhamento por origens de tráfego

As origens de tráfego abaixo são identificadas pela forma como os servidores de coleta do Google Analytics recebem os parâmetros "origem" e "mídia".

Origens de tráfego

Páginas por visita

Taxa de rejeição

Tempo médio no site

Direta

4,0 (-0,5)

47,2% (-4,0%)

5:21 (-0:07)

Referência

5,0 (+0,1)

43,1% (-1,1%)

6:36 (-1:48)

Pesquisa orgânica

4,9 (-0,1)

47,9% (-1,1%)

4:43 (+0:06)

Pesquisa de CPC (custo por clique)

5,6 (+0,0)

41,4 (-1,7%)

3:57(+0:07)


2.4 Distribuição da taxa de conversão

A métrica favorita de vários profissionais do marketing é a taxa de conversão. Veja a distribuição global da taxa de conversões de meta do Google Analytics por país.

Alguém teria imaginado que os países conhecidos pelas conversões também possuem uma taxa de conversões de meta alta por parte de sua população? Para alguns países com baixa população, a relevância estatística da métrica de conversão é duvidosa.

3. Origens de tráfego

As origens de tráfego abaixo são identificadas pela forma como os servidores de coleta do Google Analytics recebem os parâmetros "origem" e "mídia". Leia este artigo que descreve a que se referem esses termos.

Porcentagem de visitas das origens

1/11/09 - 1/2/10

1/11/10 - 1/2/11

Diferença

Direta

36,5%

36,8%

+0,3%

Referência

21,0%

19,4%

-1,6%

Mecanismos de pesquisa

27,0%

28,0%

+1,0%

Outros

15,5%

15,8%

+0,3%



4. Sistemas operacionais

Os navegadores e SOs (sistemas operacionais) estão identificados pela string "referenciador" enviada pelos navegadores dos usuários.

Porcentagem de visitas dos sistemas operacionais

1/11/09 - 1/2/10

1/11/10 - 1/2/11

Diferença

Windows

89,9%

84,8%

-5,1%

Macintosh

4,5%

5,2%

+0,7%

Linux

0,6%

0,7%

+0,1%

Outros

5%

9,3%

+4,3%



Veja abaixo um vídeo explicativo sobre o Google Analytics:






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