Dica de blog...

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Este blog é o GECORP. Mantido pelo Fábio Albuquerque da João Pessoa, Paraíba, Brazil. Formado em Relações Públicas, especialista em Estratégia Empresarial. Coordena a área de Comunicação e Marketing da TV Tambaú, afiliada do SBT, e da rádio Tambaú FM. É mestrando do Programa de Pós-graduação em Administração da UFPB, linha de pesquisa em Marketing.




Seu último posto foi uma entrevista concedida por Philip Kotler HSM MANAGEMENT. Abaixo trechos da entrevista.


Começando pelo começo: qual é a diferença entre uma marca e um nome comercial?

Uma marca é um nome. Quando uma marca é forte, no entanto, nos faz pensar em mais coisas do que apenas em um nome. Podemos fazer um teste perguntando às pessoas o que lhes vem à mente ao ouvir a menção de uma marca. Se disserem "só o nome, mais nada", então não se trata de marca forte. Uma marca sólida traz muitas e muitas coisas à memória.


O que uma marca forte nos faz pensar, por exemplo?

A marca deve suscitar algo sobre a personalidade das pessoas que fundaram a empresa, o que ela faz de bom, seus representantes, a qualidade, o serviço, a afabilidade, o lugar de origem e assim por diante. Os fundadores da empresa de sorvetes norte-americana Ben & Jerry gastam 7% de seu faturamento com obras de caridade e, quando eu compro um sorvete deles, o que me vem com mais força à mente é: meu dinheiro vai para uma boa causa. O mesmo acontece com o tempero pronto para saladas do ator Paul Newman, cujas vendas também sustentam casas de caridade - além disso, podemos pensar no próprio Newman e nos filmes que ele fez. Há ainda marcas que praticamente se apropriaram de algumas palavras. Por exemplo, "segurança" já é uma palavra que pertence à Volvo; e "entrega 24-horas" é da Federal Express. E se digo McDonald's, trago à mente aqueles dois arcos dourados do "M", o Big Mac (e a musiquinha "dois hambúrgueres, alface etc."), qualidade, limpeza, rapidez.


Para acessar o blog clique aqui.




Postado por Juliano Melo.

Dica de blog...

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Olá pessoal.... neste post dou a dica de um blog de Relações Públicas de uma professora da área.
"Um pouquinho sobre ela:
Maria Amelia Maneque Cruz, gaúcha de Porto Alegre, Mestre em Comunicação pela Unisinos, graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela PUC-RS que acredita em sua profissão, ama o que faz, defende a ética".
PROFISSÃO/RELAÇÕES PÚBLICAS
Se a primeira impressão é realmente a que fica, nada mais compreensível do que as empresas investirem em profissionais que garantam a melhor representação possível. É papel do relações públicas resguardar e melhorar a imagem de uma empresa ou instituição, traçar estratégias da política de comunicação da companhia e desenvolver o relacionamento institucional com os públicos específicos.
Para ler a notícia completa acesse o blog.
Postado por Juliano Melo.

Sustentabilidade: inovação ou commodity?

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Clarissa Medeiros e Juliana Raposo*


A importância de construir uma comunicação coerente com as práticas de gestão das organizações, no contexto da sustentabilidade, tem sido um assunto recorrente na imprensa e tudo indica que haverá uma abertura ainda maior para o debate no meio empresarial. O longo caminho na busca pela almejada sustentabilidade parece estar aumentando a ansiedade de muitas empresas em comunicar suas “iniciativas de responsabilidade corporativa” sem o devido cuidado. Não custa dizer que especialmente nessa matéria, a pressa é a maior inimiga da excelência. Aos olhos da mídia, posturas incoerentes com a prática cotidiana têm nome: “lavagem verde” ou “prática empresarial de mudar ou acrescentar apenas alguma coisa em seu produto e se auto-declarar “ecológica” para limpar a imagem negativa que tem”, de acordo com especialistas em sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas. Diferentemente do que alguns comunicadores têm afirmado, a sustentabilidade não é uma nova commodity, porque exige um processo de mudança interdisciplinar relacionado com a gestão corporativa e com os impactos gerados pela empresa, considerando as particularidades do seu setor de atuação Os projetos socioambientais são apenas uma parte da execução da estratégia empresarial voltada à sustentabilidade. E não parece correto rotular de “sustentáveis” ações estritamente pontuais. Nesse contexto, a comunicação não é a “porta mais fácil” para que uma empresa trabalhe suas questões de sustentabilidade, mas sim o combustível para engajar os públicos estratégicos no diálogo necessário na busca pela sustentabilidade. A comunicação é, sim, uma porta estratégica para que as organizações possam compreender melhor suas questões. Neste campo, em que tudo é processo, a comunicação deve ser encarada como um desafio complexo, que começa a ser construído no início do planejamento estratégico. Segundo estudo da Fundação Dom Cabral divulgado este mês[1] 134 empresas que se auto-declaram comprometidas com a sustentabilidade – pela participação formal em grupos tais como o Índice de Sustentabilidade Empresarial da BOVESPA e Global Reporting Initiative (GRI) - foram convidadas a responder um questionário sobre a convergência de seu discurso com a prática de sustentabilidade. No entanto, apenas 30 empresas (22%) o fizeram e as respostas foram concedidas por profissionais responsáveis pela estratégia da empresa, o que demonstra os desafios que este tema suscita. Ainda que a tolerância com discursos sem respaldo na prática esteja diminuindo a cada dia, instituições financeiras e empresas do setor de serviços buscam se posicionar no tema lançando ações pontuais. É o caso, por exemplo, de uma empresa de seguros que disponibiliza postos de coleta de óleo de cozinha para reciclagem em suas unidades. Além da ação ter prazo de validade determinado, o projeto já divulgado não possui relação direta com o negócio principal da empresa. No horário nobre são veiculados comerciais que divulgam produtos “carbon free” levando o consumidor a acreditar que ao comprar o produto estará contribuindo para conter o aquecimento global, enquanto deveriam tratar de seus reais impactos, esclarecer e conscientizar para estimular uma mudança de hábitos nas pessoas. Não sendo a sustentabilidade uma nova filantropia, as empresas estão desperdiçando tempo, recursos e desgastando sua credibilidade, pagando a peso de ouro a veiculação de mensagens inadequadas que não convencem a população. Em contrapartida, surgem ações que ao serem comunicadas podem gerar interesse e participação da sociedade. No primeiro leilão público de créditos de carbono, por exemplo, realizado na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), foram negociados 808.405 créditos de carbono que representou uma receita de R$ 34 milhões para os cofres da Prefeitura de São Paulo, que promete aplicar os recursos em obras públicas, especialmente em parques, implantação de ciclovias e coleta seletiva. Comunicar a sustentabilidade não é só uma questão de informar, mas de abrir diálogo, mobilizar e comprometer pessoas a favor de causas sociais e ambientais. E a comunicação coerente é a maior aliada deste processo, porque cria condições favoráveis para a disseminação de uma cultura na sociedade a favor do desenvolvimento sustentável.



[1]. Estudo divulgado na imprensa pela Fundação Dom Cabral (novembro de 2007).

Notícia sobre o leilão público


*Clarissa Medeiros e Juliana Raposo são sócias-diretoras da Eis Comunicação, boutique de Relações Públicas voltada à Sustentabilidade dos Negócios e das Causas Sociais

Retirado do site Sabe Auditores Associados.

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Postado por Juliano Melo.

Campus Party

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Campus Party é considerado o maior evento de entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997, que reúne, durante sete dias, milhares de participantes com seus computadores procedentes de toda a Espanha e de outras nações, com a finalidade de compartilhar curiosidades, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias.
Clique na imagem para acessar o site.
Postado por Juliano Melo.

Teoria Hipodémica vs Two-Step Flow

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Retirado do blog Feixe Hertiziano. Uma análise comparativa entre a teoria hipodérmica e a teoria do two steps flow. Boa leitura.


"A Teoria Hipodérmica foi desenvolvida no período que separou as duas grandes Guerras, e coincide com o boom dos meios de comunicação de massas. Fica igualmente ligada à política propagandista dos estados totalitários europeus da época (Nazi, Fascismo italiano), pois esta teoria é também uma explicação para esse fenómeno que foi utilizado como instrumento de poder pelos líderes desses estados. Consequentemente, é também a primeira explicação para a compreensão de um conceito novo da época: o fenómeno da sociedade de massas.Esta teoria concebe o indivíduo receptor como um elemento individual, um átomo, que é atingido directamente pela mensagem. Indivíduo[1] esse, que faz parte dessa sociedade de massas e que se regula pelo pensamento colectivo, o que a pressupõe homogeneidade da massa, negando a singularidade e a individualidade. Eu associaria a sociedade de massas a um tanque de guerra que segue o seu caminho contra tudo e contra todos, obedecendo só às directrizes do comandante (o líder carismático). Estes indivíduos recebem as mensagens sem se oporem, e muitas das vezes o seu conteúdo em nada corresponde às suas experiências, valores ou ideais. Ao receberem estas mensagens, os indivíduos tendem a afastar-se do seu círculo cultural e ideológico, sendo completamente subvertidos, manipulados pelo emissor.Os efeitos são dados como instantâneos e certos, negando a possibilidade de serem alvo de qualquer estudo. Resumindo: temos então uma teoria virada para a explicação do fenómeno da sociedade de massas, no contexto propagandista dos estados totalitários, que concebe o indivíduo como um elemento individual e directamente atingido pela mensagem. Indivíduo esse, que, depois de receber a mensagem fica susceptível a uma manipulação por parte do emissor. Apesar de ser um pouco difícil de conseguirmos encontrar, actualmente, casos em que possamos observar a aplicação desta teoria, não é impossível. O mais próximo que se consegue encontrar é a situação de Cuba: conta com um líder carismático e autoritário que é objecto de culto por parte da população, e que põe toda a população contra o que ele quiser ou a favor do que ele quiser, sem grandes problemas.Quando confrontamos o modelo two-step flow com a Teoria Hipodérmica, as diferenças fazem-se notar imediatamente: desenvolvido pela mesma altura da teoria da bala, o two step-flow of communication tem em conta o contexto social em que é aplicado. Prevê que uma mensagem não tem o mesmo efeito se transmitida em contextos sociais diferentes, ou, por outras palavras, a influência dos meios de comunicação sociais depende invariavelmente das características do sistema social[2] que os rodeiam.Outra das diferenças é a questão dos efeitos da mensagem: enquanto na primeira teoria esses efeitos se regiam pelo esquema, “Estímulo à Resposta” baseado na manipulação, este modelo defende que as interacções sociais entre os indivíduos, baseados aqui na influência ,também contam para o resultado global dos efeitos provocados, e em que a acção dos meios de comunicação é só uma parte desse conjunto. Se a Teoria Hipodérmica tinha como base a propaganda, este modelo deve, em parte, o seu nascimento a um estudo de uma campanha eleitoral[3].E foi com este estudo que se descobriram dois novos conceitos que alargam ainda mais o fosso entre estas duas teorias aqui em confronto: o primeiro é o de “líder de opinião”, e o segundo é o de “fluxo de comunicação a dois níveis”, que de resto, traduzido para inglês, é o nome deste modelo.[1] Quando falamos de “indivíduo”, estamos a falar obviamente do “receptor”.[2] Conjunto das várias trocas levadas a cabo pelos indivíduos, numa sociedade[3] Wolf, Mauro, Teorias da Comunicação, pp.51 – “A investigação foi conduzida a partir de problemas como[...]o da correlação entre o grau de interesse, de motivação e de participação na campanha eleitoral[...]”
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Postado por Juliano Melo.