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Plataformas sociais potencializam o entretenimento em escala global

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Com o avanço da tecnologia, os canais de entretenimento vêm se multiplicando. Somaram-se à televisão, nos últimos anos, o computador, os smartphones e os tablets, por exemplo. E todos competindo pela atenção de um mesmo espectador.
 
De acordo com o Edelman Global Entertainment Study, 96% dos entrevistados já acessaram mais de um destes dispositivos simultaneamente. No Brasil, o índice é ainda maior, chegando a 97% de respostas positivas. Os resultados também destacam semelhanças e diferenças de comportamento em torno do consumo de entretenimento, as interações nas mídias digitais, tendências globais de engajamento e distinções entre mercados emergentes e desenvolvidos.
 
Em sua sétima edição, o Edelman Global Entertainment Study ouviu 6.500 consumidores e contemplou, pela primeira vez, o mercado brasileiro, além de Estados Unidos, Reino Unido, China, Alemanha, Índia, Coreia do Sul e Turquia.
 
"Os resultados mostram que o crescimento de experiências compartilhadas de entretenimento é global", diz Gail Becker, líder da Edelman para América Latina, Canadá e região oeste dos Estados Unidos. "Agora, mais do que nunca, o entretenimento é potencializado pelos dispositivos móveis e pela convivência simultânea de diversas telas. Esse novo conceito de entretenimento virtual quebra barreiras e aumenta o desejo das pessoas de compartilhar conteúdos e experiências"
 
Em todo o mundo, as pessoas estão ansiosas por novas maneiras de interagir com os conteúdos de entretenimento disponíveis. No Brasil, isso é apontado por 86% dos entrevistados, contra 73% globalmente.
 
Além disso, os entrevistados em mercados emergentes se mostram mais inclinados a acessar conteúdos adicionais sobre um programa de entretenimento, como cenas deletadas, biografias dos atores e "making of" – 76% dos entrevistados em mercados emergentes, contra 59% para os EUA, Reino Unido e Alemanha. Outro ponto relevante é a interação em tempo real com o que eles estão assistindo, destacado por 75% dos entrevistados em mercados emergentes.
 
"Mais do que nunca, as pessoas buscam experiências mais profundas de entretenimento", comenta Sérgio Pedroso, líder do grupo de contas da prática de Tecnologia da Edelman Significa. "Os países em desenvolvimento estão liderando o caminho na criação de conteúdos relevantes e na construção de infraestrutura para proporcionar acesso às pessoas, que lhes permite interagir quando e onde quiserem."
 
Marcas se destacam como formadoras de opinião
 
A influência das marcas nas escolhas cotidianas do público mostrou-se relevante para 73% dos entrevistados brasileiros, que consideram importantes as recomendações de uma marca ou produto que gostam. As recomendações de críticos profissionais, por outro lado, foram consideradas importantes por apenas  69% dos respondentes. Os números são bastante diferentes da média global, onde marcas e críticos profissionais têm o mesmo peso – 56%.
 
Na hora da decisão para consumo de entretenimento, recomendações pessoais são as maiores influenciadoras. Dicas de amigos e familiares são as que mais influenciam na decisão dos brasileiros para escolher suas opções de entretenimento (30%). Publicidade e trailers vêm logo em seguida, indicados por 26% dos entrevistados, e recomendações de marcas e produtos, por 25%.
 
"A publicidade tradicional paga não é suficiente para as marcas de hoje", disse Daniel Rímoli, Diretor da área de Mídias Digitais da Edelman Significa. "Este estudo reforça a tendência de que as marcas que se alinham a conteúdos de entretenimento, ou criam suas próprias plataformas, conseguem se conectar e se envolver mais profundamente com seus fãs".
 
Experiências positivas são mais compartilhadas
 
Segundo o Edelman Global Entertainment Study, as pessoas estão mais dispostas a compartilhar conteúdos de entretenimento pelas redes sociais. Globalmente, as pessoas são tão propensas a compartilhar informações sobre entretenimento quanto sobre suas vidas pessoais ou sobre seus amigos – 76% para entretenimento; 75% sobre suas próprias vidas; e 76% sobre os seus amigos.
 
Os entrevistados também mostraram que são cinco vezes mais propensos a compartilhar uma experiência de entretenimento positiva do que uma negativa (19% das pessoas no mundo usam as mídias sociais para “compartilhar alegria/satisfação”; contra 5% que “advertem os outros para não assistir").
 
A televisão ainda lidera a preferência para o entretenimento
 
Na maioria dos países pesquisados, a televisão ainda é o dispositivo escolhido para assistir conteúdos de entretenimento. Entretanto, laptops e celulares estão ganhando terreno. No Brasil, a televisão foi apontada como o dispositivo de entretenimento mais acessado, seguido por laptops.
 
Entretenimento on-line conecta as pessoas em escala global
 
Vídeos online e mídias digitais têm gerado um sentimento de conexão global. Ao serem questionados sobre sentirem-se mais conectados em função de conteúdos que assistiram, dois terços dos entrevistados em todos os países concordaram. No Brasil, o índice foi de 70%, incluindo o fato de que os brasileiros também se mostraram mais abertos a assistir vídeos on-line de lugares distantes.
  
Sobre o Estudo Global Entertainment
 
Em sua sétima edição, o Edelman Global Entertainment Study analisa as atitudes dos consumidores em relação à indústria do entretenimento. Ele examina a percepção e comportamentos dos consumidores, como são seus hábitos de consumo, recomendações de compra e de compartilhamento. O Estudo foi encomendado pela Edelman e conduzido pela empresa de pesquisa Edelman Berland.
 
A pesquisa foi realizada entre 1º e 12 abril de 2013, por meio de questionário online, com 6.500 consumidores entre 18 e 54 anos de idade, no Brasil, China, Índia, Alemanha, Coreia do Sul, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. Os dados globais são ponderados para que nenhum país seja sub-representado.
 
A margem de erro para os dados globais é mais ou menos 1,2 pontos percentuais em 95 de 100 casos. A margem de erro para cada país com 1.000 entrevistas é de 3,1 pontos percentuais em 95 de 100 casos. A margem de erro para os países com 500 entrevistas é de 4,4 pontos percentuais em 95 de 100 casos.

Infográfico Estudo sobre Entretenimento

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Estudo realizado pela Edelman mostra que os usuários cada vez mais buscam entretenimento em diversos dispositivos, às vezes simultaneamente

Destaques do estudo no Brasil incluem:

·  Ao assistir conteúdos de entretenimento, 97% dos brasileiros usam mais de 1 canal simultaneamente;
·  70% dos brasileiros se sentem mais conectados com o mundo porque os conteúdos de entretenimento são vistos globalmente, contra 67% da média global
·  No Brasil, 86% se mostrou interessada em testar novas formas de interagir com os conteúdos de entretenimento, contra média global de 73%.

Veja abaixo o infográfico:


Pesquisa: hábito dos brasileiros e sustentabilidade

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"Brasileiro valoriza mais a sustentabilidade 
que o consumismo"


Akatu: Consumo Sustentável


O Instituto Akatu lançou nesta quinta-feira (25/4) a Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar. Trata-se da oitava edição da série de publicações sobre Responsabilidade Social Empresarial – Percepção pelo consumidor brasileiro, realizada desde 2000. O levantamento retrata um consumidor brasileiro que, mesmo em um clima econômico de mais consumo, mantém inalterados seus comportamentos cotidianos de consumo consciente, que tem mais interesse e maior conhecimento sobre sustentabilidade e sobre Responsabilidade Social Empresarial e que está mais crítico e exigente sobre as práticas das empresas nestas áreas. A pesquisa, que contou com patrocínio do Grupo Pão de Açúcar, Natura, Nestlé e Unilever, entrevistou 800 pessoas com mais de 16 anos, de todas as classes sociais e de 12 capitais e/ou regiões metropolitanas de todo o País.

Apesar de o levantamento indicar uma estabilidade do número de consumidores classificados como “Conscientes” (ver nota ao editor) – em torno de 5% da população – houve crescimento na adesão a práticas de consumo consciente, ainda que, neste momento, apenas de maneira eventual e não contínua. De 11 comportamentos considerados indicativos de consumo consciente, quando se adiciona aos consumidores que aderem “sempre” a esses comportamentos aqueles que aderem “às vezes”, oito comportamentos apresentaram aumento em relação a 2010, entre eles: planejar a compra de alimentos e roupas, desligar lâmpadas, fechar torneiras, usar o verso do papel, e ler rótulos de produtos.

Esta tendência é reforçada por outro importante resultado da pesquisa: solicitados a priorizar seus desejos, os entrevistados optaram, em uma significativa maioria, por soluções mais sustentáveis. Em cinco dos oito temas propostos (afetividade, alimentos, água, mobilidade, durabilidade, energia, resíduos e saúde), eles deram preferência a alternativas mais ligadas ao “caminho da sustentabilidade” do que as relacionadas ao “do consumismo”. Um exemplo é o tema da afetividade, que possui a maior diferença entre os consumidores que preferem o cenário mais sustentável (passar tempo com amigos e família – com índice de prioridade de 8,3 em uma escala de 0 a 10) ao invés do consumista (comprar presentes – com índice de 2,6). Vale destacar que a preferência pelo “caminho da sustentabilidade” ocorre em todas as classes sociais, faixas etárias e em todos os segmentos socioeconômicos e geográficos.

Para os brasileiros, o conceito de felicidade está relacionado à preferência pelos caminhos mais sustentáveis. Quando questionados sobre o que consideram ser felicidade, dois terços dos entrevistados indicaram que estar saudável e/ou ter sua família saudável é um fator essencial. Para 60% do público que respondeu à pesquisa, conviver bem com a família e os amigos também os aproxima mais da felicidade. Apenas três em cada 10 brasileiros indicaram a tranquilidade financeira em suas respostas sobre “o que é felicidade para você?”. “O estudo mostra que grande parte da sociedade brasileira já compartilha, mesmo que de forma difusa e pouco consciente, a noção de que, uma vez satisfeitas as necessidades básicas, a busca da felicidade implica em tomar o caminho da sustentabilidade e não o do consumismo”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

DECISÃO DE COMPRA

Ao valorizar mais o consumo consciente e as opções mais sustentáveis, o consumidor brasileiro também passou a ser mais exigente em relação à atuação das empresas. O levantamento do Akatu revela que o comportamento das empresas impacta diretamente na decisão de compra dos consumidores, que destacam cinco aspectos como motivadores de preferência ou admiração por determinadas empresas: “Não maltratar animais” (52%), “Ter boas relações com a comunidade” (46%), “Ter selos de proteção ambiental” (46%), “Ajudar na redução do consumo de energia” (44%) e “Ter selo de garantia de boas condições de trabalho” (43%). As duas práticas que mais negativamente impactam a disposição do consumidor para comprar produtos de uma empresa ou falar bem dela continuam as mesmas de 2010 e de anos anteriores: “Ter produtos que podem causar danos à integridade física dos seus consumidores” (72%) e “Fazer propaganda enganosa” (71%).

“Saber que o potencial de adesão ao consumo consciente e à sustentabilidade já se expressa nos desejos dos consumidores é um sinal de alerta para empresas e lideranças em geral, que deveriam avaliar mais profundamente suas estratégias de explorar mais ainda um modelo esgotado, insustentável e conflitante com as aspirações dos consumidores e com suas concepções de felicidade”, indica Mattar. “Sustentabilidade e responsabilidade social são e continuarão a ser pilares fundamentais para apoiar a transição civilizatória em que estamos todos envolvidos. Por isso mesmo, estes pilares devem ser incorporados às práticas reais das empresas”, complementa.

Por outro lado, a pesquisa indica que houve um aumento do ceticismo dos brasileiros com relação às empresas: o percentual de consumidores, já baixo em 2010, que acreditava incondicionalmente no que as empresas divulgam sobre suas práticas de Responsabilidade Social Empresarial caiu de 13% para 8%.

O aumento do ceticismo se relaciona possivelmente com o crescimento da compreensão sobre sustentabilidade e do interesse por informações. O contingente de brasileiros que “ouviram falar” do termo sustentabilidade aumentou de 44% para 60% em dois anos, bem como o interesse de buscar informações sobre o tema (de 14% para 24%). Quando comparado a diversos outros, os dois únicos temas que tiveram expressivo crescimento no nível de interesse do consumidor foram justamente o da Responsabilidade Social Empresarial e o da Sustentabilidade: em 2010, ambos estavam em um patamar inferior a todos os demais e, em 2012, 24% apontaram seu interesse no tema Sustentabilidade e 25% em Responsabilidade Social Empresarial, praticamente ao mesmo nível de temas tradicionais, como Empresas/Negócios (26%) e Política (30%).

Refletindo sobre o papel das empresas, Mattar apontou que “certamente há papéis fundamentais a serem desempenhados por todos os atores sociais. Mas, também é certo que as empresas têm um papel fundamental no processo, fomentando e dando concretude ao trajeto rumo a uma sociedade mais sustentável, de forma a incluir os bilhões de seres humanos ainda privados das condições básicas para a promoção de seu bem-estar e segurança material, respeitados os limites do planeta”.

PARA DOWNLOAD:
Relatório completo da Pesquisa Akatu 2012: http://ads.tt/31ST
Sumário de conclusões da Pesquisa Akatu 2012: http://ads.tt/31SV

Pesquisa: relação de jovens com as marcas nas redes sociais

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Jovens e as redes sociais


A GfK realizou uma pesquisa qualitativa com jovens de 15 a 21 anos de seis países latino-americanos: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México, para compreender a relação desse público com as marcas nas redes sociais. O estudo procurou entender quais ações geram resultados, o que elas efetivamente constroem e a percepção dos usuários.

A pesquisa indicou que as redes sociais satisfazem uma necessidade real dos jovens: a de se expressar e serem reconhecidos. O que leva os jovens a entrarem nas redes é o fato de funcionarem como fonte de satisfação pessoal, uma vez que amplificam a possibilidade de captar a atenção dos outros. É o meio utilizado para ‘fazer parte do grupo’, de ser aceito, o que é fundamental para nesta etapa da vida. Um dos aspectos mais valorizados das redes sociais é que, por meio delas, os jovens podem se expressar livremente, sem a necessidade de agradar ao outro. Elas constituem um espaço de comunicação horizontal e bidirecional, que é preenchida com contribuição da imaginação e criatividade de cada um.

Diante do fato de que tanto marcas como usuários são iguais potencialmente na rede, por conta de sua arquitetura rígida, a única forma de se diferenciar e ter visibilidade é pelos conteúdos postados. É nisso que os jovens prestam atenção, conforme mostra a pesquisa. Em relação às expectativas dos consumidores jovens, o estudo aponta uma expectativa de mais interação das marcas com eles nas redes sociais, com propostas interativas, participativas e significativas, sempre respeitando as regras desse ambiente.

Conceber espaços com um estilo único e personalizado, gerar conteúdos criativos e divertidos, promover a liberdade de expressão e opções de escolha são, entre outras, algumas das recomendações que surgiram no estudo, a fim de melhorar o desempenho das marcas nas redes sociais.


Sites de e-commerce registram primeira deflação do ano em março

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Os itens que apresentaram moderada 
queda de preços foram das  
categorias de “Informática”, 
“Eletrodomésticos” e “CDs e DVDs”

   
E-commerce

Em março, o índice e-Flation registrou deflação de 0,4% nos preços apresentados nos sites de e-commerce, representando uma queda de 0,9 p.p. em relação ao mês anterior, quando se observou inflação de 0,5% e aumento de 1,1 p.p. em relação a março de 2012, quando se observou -1,5%.

Desenvolvido pelo Provar (Programa de Administração do Varejo), da FIA (Fundação Instituto de Administração), em parceria com a Felisoni Consultores Associados e com a Íconna Monitoramento de Preços no E-commerce, o indicador tem como proposta monitorar as variações dos preços de produtos ofertados on line, acompanhando as tendências no mercado de consumo pela Internet.

Três categorias influenciaram o resultado de queda registrada em março: “Informática” (-0,77%); “Eletrodomésticos” (-0,43%); e “CDs e DVDS” (-0,06%). Duas não apresentaram variação do nível de preços. São elas: “Cine e fotos” e “Medicamentos”, ambas com 0,0%. Já nas outras 5 categorias  restantes verificou-se leve inflação: “Livros” (+0,48%); “Perfumes e cosméticos” (+0,25%); “Brinquedos” (+0,06%); “Eletroeletrônicos” (+0,05%); e “Telefonia & celulares” (+0,05%).

 Esta é a primeira queda do ano, que acumula nestes três primeiros meses inflação de 3,11%. Já na somatória dos últimos 12 meses, o índice apura deflação de -2,51%.

O e-Flation é avaliado a partir da segunda quinzena do mês anterior à primeira do mês em referência. Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, resultam no que se chama de "campeões de vendas".

Veja também:
Produtos mais procurados na Loja MagazinheVocê



Pesquisa: BRASIL É O PAÍS QUE MAIS PRETENDE AUMENTAR EQUIPES DE MARKETING

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"Crescimento na demanda por profissionais 
da área teve início em 2012"

Marketing


De acordo com a pesquisa global realizada pela Robert Half com 1.775 diretores de RH de 19 países, os brasileiros são os que mais apostam no crescimento de suas equipes de Marketing no primeiro semestre deste ano. Entre os cem executivos que participaram 46% afirmaram que pretendem aumentar o número de seus funcionários permanentes com a criação de novas posições.

Desde o ano passado a procura por profissionais desta área vem crescendo. As empresas estão investindo para alavancar suas vendas e as equipes de Marketing estão sendo reconhecidas, pois são elas que criam as estratégias.

A manutenção dos quadros ou contratação apenas para reposição  aparece em segundo lugar na pesquisa, com 34%. E apenas 5% das empresas brasileiras pretendem diminuir o número de funcionários.

Pesquisa: Brasileiros são os que mais assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo

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"Hábito é compartilhado por 
64% dos usuários do país"

Multicanais


Uma pesquisa da IPSOS realizada nos Estados Unidos, Espanha e países latino-americanos apontou que os brasileiros são os que mais assistem TV e navegam na internet ao mesmo tempo. No total, 64% dos entrevistados do Brasil afirmaram que realizam o chamado consumo simultâneo. A média em outros países ficou em 60%.

Ainda segundo o levantamento, entre os brasileiros com este hábito, 7% tem o maior foco na televisão; 44% conseguem dividir a atenção entre a TV e os demais aparelhos e 49% tem como foco principal a internet.

Curiosamente, entre Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Espanha e hispânicos nos Estados Unidos, o Brasil é o país com menor acesso à internet via smartphone durante o consumo de TV: apenas 3%. Já no Chile, o índice chega a 16%. No acesso via tablet, quase todos os países ficam na faixa entre 1% e 2%, destacando-se apenas os Estados Unidos e Espanha, com 6%.

Pesquisa: oito principais itens de preocupação com relação ao gerenciamento de riscos nas empresas

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Apesar das expectativas de crescimento um pouco melhores para 2013, as economias de países desenvolvidos enfrentam ambientes regulatórios e de compliance cada vez mais complexos no período que se segue à crise financeira agravada no ano passado. Ao mesmo tempo, capitalizar oportunidades no mundo emergente requer que as empresas entendam os novos mercados e aprendam sobre os riscos correspondentes. Consequentemente, a gestão de riscos continua sendo um importante assunto na pauta corporativa global, conclui pesquisa desenvolvida pela KPMG International.

Em dezembro do ano passado, a EIU (Economist Intelligence Unit, do grupo The Economist), a pedido da KPMG, realizou uma pesquisa global que contou com a participação de 1.092 diretores executivos. O levantamento buscou explorar como as empresas estão se adequando à integração de uma estrutura conceitual holística de governança, risco e compliance (GRC) por toda empresa. As principais constatações da pesquisa, as quais serviram de base para a elaboração do relatório Expectations of Risk Management Outpacing Capabilities – It's Time For Action (Expectativas de como o Gerenciamento de Riscos Pode Aumentar a Sua Atuação - É hora de agir), são:

1.    >> O gerenciamento de riscos é visto como uma atividade que contribui significativamente para os negócios. Contudo, as organizações precisam aprimorar a maneira com que avaliam como o gerenciamento de riscos traz retorno em relação aos seus investimentos e a maneira pela qual comunicam a sua estrutura e processo de gerenciamento de riscos, os valores gerados e a eficácia da sua aplicação aos seus stakeholders.

2.    >> Os executivos continuam enfrentando desafios em relação à avaliação da exposição a riscos nas empresas que atuam.

3.    >> Os executivos consideram o gerenciamento de riscos de extrema importância, mas são poucas as organizações que possuem o seu apetite ao risco definido.

4.    >> As pressões e mudanças relacionadas ao ambiente regulatório são os elementos que representam a maior ameaça às corporações, segundo os entrevistados; já a instabilidade econômica e política em âmbito global é vista como a maior ameaça no cenário de riscos.

5.    >> Entrevistados acreditam que as unidades de negócio estão mais aptas a avaliar os seus riscos e gerenciá-los do que uma área específica de gestão de riscos, de compliance ou de auditoria interna.

6.    >> A falta de recursos humanos e de especialistas no assunto impede a convergência das funções de controles internos e de gerenciamento de riscos (considerar o gerenciamento de riscos como parte da estrutura de controles internos da empresa).

7.    >> Estruturas deficientes de incentivos na remuneração impedem a tomada de decisões baseadas em riscos.

8.    >> Os gastos para aprimoramento do gerenciamento de riscos continuarão a aumentar ao longo dos próximos três anos.


“O aumento da complexidade e o reforço do marco regulatório dos variados mercados são efeitos naturais em momentos imediatamente posteriores às crises. E o Brasil, como País plenamente integrado no cenário internacional, reflete o arcabouço de medidas que buscam mitigar a exposição das empresas e instituições aos variados riscos. Lidar com as exigências recém estabelecidas pelos reguladores e com as novas realidades de mercado é um grande desafio para que os gestores tratem de modo eficiente e produtivo a exposição corporativa aos riscos”, avalia Sidney Ito, sócio-líder de Consultoria em Riscos da KPMG no Brasil.

Sobre a pesquisa

Dos 1.092 diretores executivos entrevistados no mundo todo para o relatório Expectations of Risk Management Outpacing Capabilities – It's Time For Action, 28% são CEOs; 18%, CFOs; 7% membros de conselhos de administração e os demais diretores de operações, riscos, da área jurídica, tecnologia, compliance e de auditoria interna. As respostas à pesquisa vieram da América do Norte (25%), da Europa Ocidental (23%) e da Região Ásia-Pacífico (23%), América Latina (15%) e Oriente Médio (13%).

Mais da metade (54%) das empresas respondentes possui receitas globais anuais de U$ 500 milhões ou mais, com 37% destas reportando receitas de US$ 1 bilhão ou mais, e 14% com resultados acima de U$10 bilhões. A pesquisa foca principalmente em cinco grupos setoriais que abrangem mais de 75% de todos os respondentes: Serviços Financeiros (17%); Tecnologia, Mídia & Telecomunicações (16%); Bens Industriais Diversos (15%); Saúde (15%); e Energia e Recursos Naturais (14%).

Clique aqui para acessar o sumário do relatório (em inglês).

Objetos de desejo de um Relações Públicas

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Amazônia na mídia

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"Pesquisa analisa como a região 
foi divulgada no ano de 2010 "

Amazônia

O discurso ambiental tem sido apropriado por diversos segmentos da sociedade, como o político, o econômico, o publicitário e o empresarial. Por ser um assunto que está em discussão nos âmbitos nacional e internacional, os meios de comunicação de massa passaram a integrá-lo à sua pauta. Porém, sua divulgação ainda ocorre de maneira fragmentada e superficial. Diante da extensa pauta ambiental, um dos assuntos que mais aparecem na mídia é a Amazônia. 

Segundo Juliana de Oliveira Vicentini, pesquisadora da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ), um dos motivos para tanta notoriedade é o fato da região interligar discussões relacionadas ao efeito estufa, a destruição da camada de ozônio e a perda da biodiversidade. Daí a sua apropriação por reportagens, notícias, novelas, publicidades e campanhas ambientais. “Essa visibilidade é tão grande que a marca ‘Amazônia’ é uma das três mais conhecidas em todo o mundo. Além disso, hoje é muito grande a quantidade de empresas, ONGs e instituições de pesquisa que atuam na região, sem falar que grande parte do capital que nela circula é de origem externa”, afirma.

Para avaliar o modo como se dá a veiculação da Amazônia pela mídia, Juliana desenvolveu, no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ecologia Aplicada (ESALQ/CENA), uma pesquisa observando de que maneira a região foi veiculada pelo programa “Globo Repórter” durante o ano de 2010. Para tanto, desenvolveu análises de conteúdo e análises críticas do discurso.

O programa é um dos mais antigos da TV brasileira, possui abrangência nacional, e é considerado um dos popularizadores de discursos sobre o ambiente. A Amazônia foi tema de quatro de suas edições em 2010. Segundo Juliana, o veículo associa a região à natureza, focando em rios, florestas e biodiversidade. “O programa se apropria de detalhes e não é abrangente a respeito da região. Neste sentido, a Amazônia foi exibida como uma representação da natureza. Tal característica foi reforçada por uma linguagem poética por meio do uso de superlativos e metáforas. Os demais assuntos que poderiam ser abordados foram em grande medida silenciados”, explica.

A pesquisadora ainda faz algumas considerações sobre as fontes de notícia. “A população selecionada para integrar as imagens do programa é aquela que está diretamente atrelada ao mundo natural: os “ribeirinhos”. Eles não são tratados como sujeitos históricos, mas como um ornamento amazônico para reforçar a ideia de que a região é apenas sinônimo de natureza. A fonte de notícia legitimada pelo programa foi a fonte oficial, ou seja, pessoas que representam o poder público e a própria Rede Globo”, diz.

O Globo Repórter pode ser considerado como parte integrante do processo de educação informal dos indivíduos. Juliana alerta que esta visão parcial sobre a Amazônia pode influenciar a maneira como as pessoas pensam a respeito da região, ou seja, pode acarretar em desinformação sobre ela.

Análise dos Meios de comunicação 

De acordo com a pesquisa, orientada pelo professor Antonio Ribeiro de Almeida Junior do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), o programa apresenta eventos superficiais, embora os transmita de forma supostamente inquestionável perante seu status diante da audiência. “Um acontecimento é enfatizado ou esquecido a partir do momento em que ele integra ou não a agenda midiática. Informações sobre a própria mídia, por exemplo, são silenciadas. Isso significa que não existe imparcialidade naquilo que é veiculado pela imprensa”, afirma.

Portanto, o estudo ressalta que é preciso adotar estratégias a fim de tornar a informação mais plural e rigorosa. “Os veículos deveriam priorizar as necessidades da população atingida por eles, com o intuito de construir uma sociedade equitativa, que ofereça qualidade de vida às pessoas”. Para isso, Juliana acredita ser necessário espaço para todos expressarem-se e estarem a par de seus direitos e deveres. “Uma sociedade que conheça de fato seu povo terá embasamento para promover políticas públicas que atendam os interesses da coletividade. A inclusão social no sistema de informação contribuirá para que ele se torne imparcial e se comprometa de fato com aquilo que veicula”, conclui.

E-commerce brasileiro fatura R$ 22,5 bilhões em 2012

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E-commerce Brasil


O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 22,5 bilhões no ano passado, número que representa um crescimento de 20% em relação a 2011, de acordo com dados da e-bit e Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. As três categorias mais vendidas foram eletrodomésticos com 12,4%, seguida de moda e acessórios com 12,2% e saúde, beleza e medicamento com 12%. Ao todo, 42,2 milhões de brasileiros já compraram, ao menos uma vez, pela internet. O tíquete médio em 2012 ficou em R$ 342. De acordo com a consultoria, a expectativa é que o segmento cresça 25% e fature R$ 28 bilhões até o final de 2013.

Comércio eletrônico no Brasil deve crescer 24% em 2013

O comércio eletrônico brasileiro deve movimentar R$ 28 bilhões em 2013, registrando um crescimento de cerca de 24% sobre os R$ 22,5 bilhões faturados em 2012. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (20) pela consultoria e-bit. Segundo o levantamento, em 2012, foram realizados 66,7 milhões de pedidos, um volume 24,2% maior do que o registrado no ano anterior. O resultado de vendas foi impulsionado principalmente pelas vendas no segundo semestre. Colaboraram os resultados do Dia dos Pais, Dia das Crianças, natal e o Black Friday, que movimentou R$ 217 milhões em apenas 24 horas, segundo o ClearSale. No último natal, o faturamento no comércio eletrônico atingiu R$ 3,06 bilhões.

Pesquisa: produtos mais buscados na internet pelos consumidores paulistanos em 2012

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"Casa e decoração, roupas e informática 
são as categorias mais procuradas".




O levantamento foi feito com base em buscas realizadas por usuários da cidade de São Paulo, no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2012. As 10 categorias de produtos com a maior quantidade de pesquisas foram:

1. Casa e decoração
2. Roupas e calçados
3. Informática
4. Eletrodomésticos
5. Ferramentas para jardim
6. Eletrônicos
7. Saúde e beleza
8. Esportes & Fitness
9. Acessórios
10. Brinquedos

Segundo o índice da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os preços de produtos comercializados no e-commerce tiveram alta de 2,39% em janeiro, na comparação com dezembro de 2012. A maior alta registrada refere-se a categoria de produtos de Casa e Decoração, que subiu 3,81% em janeiro. Já o setor de Moda e Acessórios foi o único com deflação dos preços no último mês, com queda de 2,13%.

Mais de 60% dos paulistanos compram pela internet 

De acordo com uma pesquisa realizada em maio de 2012 pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com mil moradores da capital paulista, 62,71% da população da cidade de São Paulo tem o hábito de comprar pela internet. Em 2011, esta porcentagem era de 51,5%. Um dos dados curiosos da pesquisa é a necessidade de ver pessoalmente o produto antes de comprar, que caiu de 23,15% em 2011 para 12,55% em 2012.

Executivos brasileiros: os Joeis Santanas do espanhol

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Joel Santana: se é good, nóis num have!


Quantas vezes, ao procurar uma boa oportunidade de emprego, você não se deparou com uma oferta em que todo o descritivo da vaga se encaixava em seu perfil. Porém, no fim do texto aparecia a informação: “espanhol fluente”. Para poucos, é uma vantagem, para muitos, um motivo para desistir de se candidatar à vaga.

Agora, imagine outra cena, também comum de acontecer: na hora da entrevista, você falava a tal da língua estrangeira exigida no descritivo da vaga melhor do que o entrevistador.

Uma terceira situação. Você todos os processos, mandou bem na conversação e na escrita, foi contratado. Acha que usará seus conhecimentos linguísticos internacionais? Raríssimas vezes, salvo quando algum amigo perdido na tradução de alguma música pediu o seu auxílio.

Tenho certeza de que muita gente que está lendo este post agora, está lembrando dessas e de outras histórias com os mesmos cenários de fundo.

As exigências de saber falar uma língua estrangeira já foi debate com grandes amigos. Parece que virou padrão.

Agora, veja que interessante os dados de uma pesquisa, realizada pelo PageGroup, sobre a fluência dos executivos brasileiros no espanhol: menos de 10%.

A média nacional de executivos fluentes em espanhol no Brasil é de apenas 9%.

São Paulo concentra o maior percentual de profissionais fluentes, 12%, seguido pela região norte e nordeste – 11,7%.

Na sequência, temos o Rio de Janeiro e o sul do país com 8,2% e, por último, o estado de Minas Gerais com 5% de fluência no idioma.

O mapeamento é um dos maiores estudos do gênero já produzido no País. A pesquisa foi dividida por região de atuação do PageGroup e pelos cargos que os profissionais possuem dentro das empresas. Ao todo foram entrevistados seis mil profissionais, que ocupam os cargos de diretores, gerentes, coordenadores e analistas.

Já as carreiras que apresentam maiores índices de executivos fluentes no espanhol são: Seguros e Suprimento e Logística, com 14%, seguido dos profissionais de Marketing, com 13%. O setor de Vendas vem na sequência – 11,5%, seguidos do Jurídico – 10% e Finanças e TI – 9%.

Por outro lado, a pesquisa apontou setores em que a fluência no idioma é muito baixa, são: Bancos e RH, com 8%, Engenharia e Manufatura e Saúde – 6,5%, Varejo – 2,5% e Impostos 1,5%.

E agora, dá para ficar com medo da entrevista?



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Pesquisa: valor "inovação" em ascensão nas empresas

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Recebi o resultado de uma pesquisa que achei muito interessante. Em sua terceira edição, o estudo realizado pela ECCO mostra que o valor "inovação" está substituindo "qualidade". Vale a pena conhecer as informações que foram reproduzidas na íntegra abaixo.


O foco na competitividade durante a crise e valores como "inovação" e "sustentabilidade" estão em crescimento entre as empresas. Essas foram algumas das conclusões de um relatório produzido pela ECCO, Rede Internacional de Relações Públicas, após pesquisa de valores realizada com organizações de 13 países.

O "Índice Internacional de Valores Corporativos 2013®" analisa o perfil de mais de 4,3 mil empresas da Austrália, Áustria, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Espanha, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. A análise envolve um total de 22.993 valores, uma média de 5,29 por organização.

As empresas pesquisadas foram selecionadas por agências membros da ECCO, com base em pesquisas institucionais e na internet, em cada um dos países. Os valores foram retirados dos sites das empresas e codificados como "valores-piloto" pelas agências da ECCO, com base em uma lista estabelecida em 2009.

O relatório revela uma extensão de valores. Examina as maneiras como as empresas procuram se posicionar diante de todos os seus stakeholders: não apenas seus clientes, mas também os colaboradores, fornecedores e as instituições locais com as quais se relacionam. Há um reconhecimento implícito de que as empresas têm de estar conscientes de seu impacto global: social, ambiental, psicológico etc.

Estamos diante de uma mudança de conceitos organizacionais. Muitos dos valores que estão ganhando importância (ambição, determinação, crescimento e desempenho) estão relacionados às aspirações das empresas e suas realizações. E, obviamente, os resultados estão diretamente ligados ao oferecimento de condições necessárias à sua obtenção, daí o crescimento na importância de valores comportamentais e de relacionamento, o que também explica o aumento na importância de termos como "eficiência", "reputação", "confiança" e "satisfação do cliente".

Tendências principais do relatório
A pesquisa também foi realizada em 2009 e 2006. Porém, os dois valores mais citados foram os mesmos das anteriores, apenas em ordem inversa. "Inovação", um valor de competitividade, ultrapassou "qualidade", um valor profissional, como o primeiro da lista.

- Inovação como diferencial
A substituição da "qualidade" por "inovação" como valor mais importante não é por acaso. Na percepção das empresas, a inovação (técnica, estética etc) está se tornando mais importante do que a confiabilidade como diferencial. Após a era dos produtos "descartáveis", estamos entrando em uma nova forma de consumo, simbolizado pela novidade, mais atenta às nuances técnicas dos produtos.

- A extensão da sustentabilidade como conceito
Esse valor está ganhando importância em cada vez mais setores da vida corporativa e social. Inicialmente, denotava a ideia apenas de "desenvolvimento sustentável". Agora é um conceito aplicado em muitas outras áreas de vida corporativa ("tecnologias sustentáveis", "gerenciamento sustentável" etc). A ampliação da aplicação da sustentabilidade como valor corporativo ilustra a tendência de as empresas assumirem temas que antes eram restritos às autoridades.

- A extensão da responsabilidade como um valor
Esse fenômeno tem sido acompanhado por um declínio na importância da "responsabilidade social", o que indica uma extensão da noção de responsabilidade corporativa, não apenas referindo-se a aspectos técnicos e comerciais.  Responsabilidade corporativa se aplica na relação com toda a sociedade, não só no trato com os colaboradores.

As empresas passaram a verificar que têm responsabilidade no que diz respeito à evolução social, suas escolhas técnicas e gerenciais e como podem ajudar a tecer o tecido social.

- O mundo corporativo como um gerador de comunidades
A aparição de "comunidade" como valor indica uma maior consciência das empresas a respeito de sua influência e responsabilidade sobre o corpo social.  Solidariedade e espírito de grupo já não se limitam aos membros de uma equipe ou da empresa. Podem ser a base para um espírito comunitário, não só entre os colaboradores, mas também entre os clientes.

- Retorno a alguns fundamentos econômicos corporativos
Competitividade, diferencial, crescimento, gerenciamento financeiro: se por um lado mostram aumento na preocupação com seus públicos-alvo e os tipos de impacto, as empresas aparentam estar retornando a alguns princípios econômicos como crescimento, competitividade e diferencial. Uma das consequências disso é o reconhecimento das responsabilidades econômicas e também financeiras.


Valores mais citados na pesquisa de 2013 comparados às pesquisas anteriores
2013
%
2009
%
2006
%
Inovação
40
Qualidade
40
Qualidade
38
Qualidade
30
Inovação
39
Inovação
38
Satisfação do cliente
28
Satisfação do cliente
26
Satisfação do cliente
37
Integridade
20
Integridade
19
Integridade
19
Desenvolvimento
17
Desenvolvimento
18
Espírito de equipe
18
Expertise
16
Responsabilidade Social
17
Desenvolvimento
18
Responsabilidade
14
Sucesso
16
Know-How
17
Espírito de equipe
12
Know-How
16
Sucesso
14
Respeito
12
Responsabilidade
15
Responsabilidade Social
13
Ambição
11
Espírito de equipe
13
Respeito
12





Sobre o Índice Internacional de Valores Corporativos 2013®
Estudo realizado pela Rede Internacional ECCO. O relatório de 2013 abrange 13 países: Austrália, Áustria, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Espanha, Suíça, Reino Unido e EUA. Trata-se da terceira pesquisa internacional (as outras duas foram realizadas em 2009 e 2006).

Sobre a ECCO
A ECCO é uma das primeiras redes internacional de agências de Relações Públicas. Ela permite que os clientes de suas agências se beneficiem de uma verdadeira organização internacional.

A rede abrange 40 países ao redor do mundo e está sediada em Londres. No Brasil, tem como membro a ADS Comunicação Coporativa. Criada em 2000 como uma rede de agências européias, cresceu globalmente com um completo entendimento das complexidades de cada mercado. A ECCO posiciona-se como "The Smart Comunication Network" (A rede de comunicação estratégica).

Estudo 8095 - Eldeman Significa

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O papel das marcas 
diante da maior 
e mais influente geração do planeta




Vendas no e-commerce crescem 17% em São Paulo

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As vendas do comércio eletrônico na região metropolitana de São Paulo registraram aumento de 17% no ano passado, totalizando R$ 3,079 bilhões. Já o comércio varejista tradicional contabilizou R$ 151,4 bilhões, alta de 3,1% em relação a 2010.

A tendência é que o e-commerce continue crescendo num ritmo forte nos próximos anos, não somente pelo bom momento da economia brasileira e o aumento do número de usuários na internet, mas também pelo aumento da segurança oferecida pelas lojas virtuais.

No mês de dezembro de 2011, o faturamento do varejo como um todo atingiu R$ 15,7 bilhões, o que representa um aumento de 3,5% das vendas frente ao mesmo período de 2010. A expansão do e-commerce foi cerca de 15% maior que a do varejo tradicional, cujo aumento foi de 2,8%.

Entre 2010 e 2011, o e-commerce no Brasil registrou um crescimento de 26%. De acordo com a Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico, o e-commerce nacional deve fechar 2011 com R$ 18,7 bilhões em vendas.

Tô pensando em colocar uma lojinha aqui no @BlogSerRP






Pesquisa: participação feminina em cargos de diretoria e gerência aumenta

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A Michael Page em levantamento realizado com base nas entrevistas feitas entre janeiro e outubro de 2011, destaca a participação de mulheres em cargos de diretoria e gerência, embora ainda sejam poucas as presidentes de empresas do sexo feminino (menos de 10%). A principal mudança de perfil aconteceu na área de Finanças, onde a maioria dos cargos de alta gerência e diretoria pertencia aos homens. Atualmente, 40% das vagas no setor são preenchidas com mulheres e, na maior parte das vezes, nas áreas de Controladoria, Gestão de Impostos e Planejamento Financeiro.

O levantamento usou como base as 10 principais divisões da Michael Page: Logística, Engenharia, Tecnologia, Vendas & Marketing, Banking, Propriedade & Construção, Finanças, Seguros, Jurídico e RH.  De todas as contratações da empresa, 61% são homens e 39% são mulheres. Das contratações femininas, a área de RH continua na liderança com 67% de vagas preenchidas. Na sequência, 59% das profissionais foram para empresas da área jurídica, principalmente para áreas sociais e tributárias. O quadro abaixo descreve a divisão por área de expertise:



SETOR

HOMEM
MULHER
Logistica
79%
21%
Engenharia
73%
27%
Tecnologia
70%
30%
Vendas e marketing
67%
33%
Banking
67%
33%
Propriedade e Construcao
64%
36%
Financas
60%
40%
Seguros
50%
50%
Juridico
41%
59%
RH
33%
67%
Media Geral

61%
39%