
É pensar e expressar a comunicação estrategicamente. É utilizar a comunicação de forma planejada em prol do desenvolvimento organizacional e coerente aos objetivos e do bem estar dos seus públicos. É disponibilizar meios, redes e efetivar fluxos comunicacionais. É mudar comportamentos. www.serrp.blogspot.com
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Há a algum tempo venho questionando o paradoxo entre a “a importância de se compreender um pouco de tudo” e a valorização de "profissões" focadas em funções mais especificas. O profissional de hoje deve entender de tudo, porém sua atuação deve se ativer somente há algumas atividades ou focos específicos? Não é um pouco contraditório exigir um tipo de ‘especialização generalizada’ a todos as profissões? O artigo Já Pensou em ser Glaciologista que gerou bastante controvérsia citando a profissão de Relações Públicas como uma das que estão fadadas ao ostracismo, reforçou, a meu ver, a mensagem de que profissões com um leque amplo de possibilidades, com caráter mais generalista, estão com o "futuro ameaçado" por outras mais especificas, o que por si só é outra contradição, pois o artigo defende as generalidades, citando cargos com atuação e conhecimentos mais focados e específicos! Esta não é uma discussão nova. Será que não estamos confundindo as coisas ao criar tantas "novas profissões" baseadas em necessidades atuais, sem antes olhar e conhecer realmente aquelas que estão aí há algum tempo, desempenhando atividades eficientemente. Vemos tantas "novas profissões" baseadas em funções já existentes e esquecemos-nos de olhar para aquelas que efetivamente já desapareceram. Desta forma estamos tentando adivinhar o futuro sem antes analisar o passado, para entender realmente como funciona esta dinâmica de novas necessidades e novas profissões.
Por isto questiono estas discussões sobre profissões novas, e também o porquê que quase sempre são os mesmos nomes que aparecem. Por que não vemos a Administração aparecer como profissão alvo de extinção?
Acredito que existam duas demandas de profissionais: os mais "generalistas" e os mais especializados, e que não necessariamente façam parte de uma "nova profissão". O mercado ainda precisa tanto dos Generalistas quanto dos Especialistas, pois atuam em esferas diferentes e complementares. Vejo que um dos grandes problemas é a capacidade de análise dos empresários para as próprias necessidades, justamente no momento de definir com exatidão as capacidades e a função exata que o profissional irá desempenhar na empresa, para, posteriormente buscar entre as opções de profissões existentes qual a que mais se adequa às necessidades atuais.
Outro ator com muita importância nestas discussões sobre "profissões moribundas" é o próprio profissional, que talvez por imaturidade, ou mesmo por falta de capacitação, não tenha a real visão de sua profissão, da amplitude de oportunidades de atuação que ela proporcionará. Ele pode ajudar ou afundar de vez sua profissão, ampliando ou acabando com a miopia nas definições. Além disto, o profissional deverá conseguir visualizar claramente as diversas opções de atuação que ele poderá ter com seu ofício, englobando desde algo mais generalista, mais aplicável para cargos gerenciais, até algo mais especializado, direcionado aos analistas e especialistas. Neste ponto cabe ao profissional identificar o seu perfil pessoal, para verificar em quais destas possibilidades ele tem maior intimidade.
Na área da Comunicação Organizacional, que é meu objeto de estudo, esta diferença nas definições é ainda mais acirrada por outras profissões que são complementares, porém que alguns profissionais ainda tentam divulgar com uma visão mais centralizadora, nomeando-se a "mais estratégica". Esta briga é igualmente ruim para todos os lados, pois quando tentamos engolir outras áreas que não são verdadeiramente nossas, acabamos por realizar um trabalho incompleto, esquecendo de aproveitar especialidades intrínsecas à nossa própria profissão. É tentando segurar o mundo que acabamos não conseguindo segurar nada!
Apesar de não enquadrar o Marketing na área de Comunicação Organizacional, mas sim da Administração, irei utilizá-lo como exemplo para demonstrar o meu raciocínio. Acredito que esta é uma das profissões em que a essência estratégica esteja sendo deixada em segundo plano, pois o atual posicionamento, na maioria das vezes, está centrado somente em funções táticas e específicas como os conhecidos 4 P´s, deixando de lado todo o Processo da Estratégia de Marketing que vai além do composto básico. Ou seja, neste caso está ocorrendo uma supervalorização das funções específicas, deixando de lado as funções mais generalistas, que dão uma visão mais ampla de todo o processo de Marketing.
Devemos reconhecer as potencialidades e as especialidades de cada profissão. Analisemos com cautela as necessidades do mercado, pois ora é preciso um profissional generalista para atuar em um cargo mais gerencial, ora é necessário um profissional analista, para atuar pontualmente em um processo que ele é especialista.
Informação pode sim ter se tornado uma commodity, porém o conhecimento definitivamente não. O processo de construção de conhecimento vai além de somente recepção e coleta de informação, tornando-se cada vez mais valorizado aquele que sabe utilizar de forma estratégica o conhecimento adquirido.
Ramon Fernandes
Planejamento e Comunicação.
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Novo departamento, com oito pessoas, irá dar prioridade à comunicação interna com os 17 mil funcionários, mas terá também responsabilidade de comunicação externa.
Brasília - A companhia aérea brasileira Gol criou uma área de comunicação corporativa, tendo contratado o jornalista carioca Hélio Muniz para assumir a direção do novo departamento, que responderá pela comunicação com os públicos interno e externo, segundo informou o portal Comunique-se.Com uma equipe de oito pessoas, um dos primeiros desafios será atuar na comunicação interna da empresa, que tem cerca de 17 mil funcionários. Essa função coube, até agora, ao departamento de Recursos Humanos. Além do novo departamento, a empresa conta, ainda, com uma agência terceirizada, a FSB.Quanto ao novo responsável pela área de comunicação (Hélio Muniz), foi gerente de Relações Públicas da TV Globo e passou pelas redações do Jornal do Brasil, O Globo e O Dia, além de ter atuado como diretor de marketing e conteúdo do iGFinance (Portal iG) e na gerência de imagem institucional da AES Eletropaulo.
Fonte: http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=8576783&indice=10&canal=159
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A comunicação agora é intensiva, muito mais leve, mais software. Dispõe de grande oferta de mídias novas, inimigas de especialistas e intermediários. Hoje você acorda com o canto dos blogs e o trinado do twitter.
A era exclusiva do rádio, da televisão e da imprensa escrita passou. O agora comunicativo são todas as eras mais o tempo do Eu-mídia, em que pessoas, empresas e instituições são donas das suas próprias mídias. Um tempo de relações públicas intensivas, em que todos são jornalistas, publicitários e relações-públicas.
Acionistas e famílias proprietárias de mídia do tempo em que poucos eram exclusivamente os emissores de mensagens endereçadas para milhões de receptores, passivos e infantilizados, não gostam do que estão vendo: as novas mídias diretas, que corroem poder, faturamento, jornalismo commodity e a desmoralizada agenda setting.
Hoje, no extremo, todos podem influenciar todos. Afinal, agora, sem intermediários, milhões podem expor seus pontos de vista nesse mundo de controvérsias ambientais, econômicas e sociais. Não há mais unanimidade. Quem não é otimista ou vive uma crise financeira ou profissional vê o caso como barbárie digital.
A Petrobras criou o seu blog e mostrou um caminho sem volta e sem filtros. Logo, muitas outras empresas e instituições repetirão a iniciativa. Diante da mídia da fonte, as redações terão que fazer jornalismo com competência para ser crível: selecionar informações, interpretar e opinar com qualidade. Apenas começa a discussão das regras para a gestão dessa e de outras mídias digitais, que são legais e legitimas, e estão à disposição da comunicação empresarial. Mãos à obra: discutir democraticamente uma nova deontologia, porque McLuhan tinha razão: "o meio é a mensagem".
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Historicamente, através da demonstração de faturamento das agências, das alocações de orçamento das organizações e de pesquisas focadas no tema, sabe-se que a chamada “Assessoria de Imprensa” tem espaço cativo na gestão da comunicação corporativa e é a porta de entrada para o relacionamento com públicos de interesse. Várias discussões travadas no 12º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, organizado pela MegaBrasil entre os dias 27 e 29 de maio de 2009 no Centro de Convenções Rebouças em São Paulo/SP, confirmaram esta visão, ao demonstrarem uma certa preponderância da área nas atenções dos profissionais.
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A temática oficial do 12º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, organizado pela MegaBrasil entre os dias 27 e 29 de maio de 2009 no Centro de Convenções Rebouças em São Paulo/SP, foi “O novo patamar da Comunicação Corporativa no Brasil”. No entanto, o evento, com cerca de 800 inscritos de 23 estados, esteve tomado por reflexões e análise de práticas no ambiente digital. Este é o maior foco atual de estudos e demandas na área, e foi desenvolvido, com enfoques diferenciados, no conjunto das atividades: três conferências internacionais e duas nacionais, uma vídeo-conferência internacional, 24 palestras simultâneas, oito workshops complementares e uma solenidade de premiação.
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Como se diferenciar em um mercado de consumo no qual os produtos são vistos cada vez mais como commodities para o consumidor? Esta pergunta inquietou e envolveu mais de 3300 participantes em 53 atividades de conhecimento e intercâmbio do 25º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados – APAS 2009, que teve como tema “Pessoas para pessoas – Novas competências para servir o consumidor”. O evento aconteceu entre 18 e 21 de maio de 2009 no Expo Center Norte em São Paulo/SP. Os números da edição foram recordes: 70,5 mil pessoas, tendo sido gerados cerca de R$ 4 bilhões em volume de negócios, numa área de exposição de 68 mil metros quadrados para 435 empresas fornecedoras de produtos, equipamentos e serviços no segmento.
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No dia 14 de maio de 2009, o presidente Lula, juntamente com a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff, e o Governador de São Paulo, José Serra, lançou um pacote de ações referente à abertura dos arquivos confidenciais do governo, como o projeto Memórias Reveladas. Está previsto, também, o lançamento de um edital que incentivará as pessoas físicas a doarem documentos importantes relacionados à História do Brasil. No discurso de abertura, o presidente brasileiro afirmou que "aqueles que não têm conhecimento da própria história correm o risco de vê-la repetida".
aprendemos com a História.
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Memória institucional é voltada para o registro, a sistematização, a preservação e a divulgação da memória das organizações públicas e privadas. É uma área que acredita na história das organizações como parte da memória do país, e portanto deve ser disseminada. Esta foi a base de novo curso desenvolvido na ABERJE – que atualmente reúne expertise das Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – realizado no dia 21 de maio de 2009 na sede da entidade em São Paulo/SP. O tema “Memória - Ferramenta de Comunicação, Conhecimento e Gestão” foi tratado pelas historiadoras Cláudia Leonor e Márcia Ruiz para uma platéia de profissionais de cinco estados brasileiros.